sábado, 11 de julho de 2015

OUTRA TRAPALHADA | «Museu do Chiado Perde Director » | DA ÁREA DA CULTURA DA PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS






















 
Notícia do jornal SOL

Ligando a noticia com os demais episódios que vem acontecendo, e para desanuviar, recorramos às palavras de Jorge Silva Melo no Facebook que nos foram enviadas por um seu seguidor:

«Não invejo a vida dos jornalistas culturais. 
 Com este calor, tentar entender Barreto Xavier  e as suas trágicas hesitações, auto-negações, desmentidos,   coches e concursos, promessas e anti-ciclones... Ai, bem mereciam praia!».

E a corroborar,  via Alertas Google:
  
E da notícia desta última  imagem: «(...) A coleção do Estado esteve sob a tutela da Direção-Geral das Artes (DGArtes) até ao ano passado, e o atual secretário de Estado da Cultura decidiu passá-la para a da Direção-Geral do Património Cultural (DGPC), por despacho publicado em 2014, tendo, por decisão do titular, voltado para a tutela da DGArtes, "mas nunca esteve em causa o protocolo de depósito celebrado com a Fundação de Serralves", disse à Lusa Vassallo e Silva.
O diretor-geral do Património Cultural acrescentou ainda que "é totalmente falso que a DGPC ou algum dos seus responsáveis tenha pedido ao secretário de Estado da Cultura, que lhe fosse revogado o despacho que lhe afetava a coleção"». Leia na integra na RTP notícias.
Mas que enredo! qual  livro policial que no inicio precisa que se fixem os protagonistas ...


quarta-feira, 8 de julho de 2015

HOMENAGEAR MARIA BARROSO ATRAVÉS DO FESTIVAL DE ALMADA




E foi com o texto da imagem no centro que   o FESTIVAL DE ALMADA 2015, a decorrer, prestou a sua homenagem a MARIA BARROSO ao saber-se da sua morte.  Ver aqui.  E nós associamo-nos.  


HÉLIA CORREIA DEDICA O SEU PRÉMIO CAMÕES AOS GREGOS




O discurso de Hélia Correia na cerimónia de ontem em que lhe foi entregue o Prémio Camões,  ver  aqui, no Público, termina assim:
(...)
 O nosso mundo de sobreviventes está seguro por laços muitos finos. Eu vejo os fios que unem os textos nas diversas versões do português, leves fios resistentes e aplicados a construirem uma teia que não rasgue. Quando o angolano Ondjaki dedica um poema ao brasileiro Manoel de Barros, quando Mia Couto reconhece a influência que teve Guimarães Rosa na sua escrita transfiguradora e transfigurada pelas africanas narrativas do seu povo; quando a portuguesa Maria Gabriela Llansol  considera Lispector «uma irmã inteiramente dispersa no nevoeiro», vemos a língua portuguesa a ocupar - não como o invasor ocupa a terra, mas como o sangue ocupa o coração - um espaço livre, um sítio para viver, uma comunidade de diferenças elástica, simbiótica e altiva. Esta é a ditosa língua, minha amada.
Eu dedico este prémio a uma entidade que é para mim pessoalíssima, à Grécia, cuja voz ainda paira sobre as nossas mais preciosas palavras, entre as quais, quase intacta, a poesia. Dedico à Grécia, sem a qual não teríamos aprendido a beleza, sem a qual não teríamos nada ou, no dizer da Doutora Maria Helena da Rocha Pereira, "não seríamos nada".    
 E não foi vestida de azul com uma écharpe branca por acaso.



segunda-feira, 6 de julho de 2015

A VERDADE DOS FACTOS | Hoje 6 de julho de 2015 nenhum dirigente na DGARTES



Lendo a notícia da imagem, de 1 de julho, entre o praticado e o legislado a grande sobra: dizem-nos que hoje, 6 de julho,  a DGARTES, à semelhança de outros dias,  esteve sem qualquer dirigente - intermédio ou superior. Ver o que já se tinha escrito aqui. E já poucos querem saber!, e  isso o verdadeiro problema. 


domingo, 5 de julho de 2015

«HAMLET» NO FESTIVAL DE ALMADA | Hoje e na próxima terça-feira



«“Finalmente, o Hamlet!” foi o que Sophia de Mello Breyner Andresen escreveu no exemplar que ofereceu a Luis Miguel Cintra, quando terminou a sua tradução do clássico de Shakespeare. Desde então que o actor e encenador manteve a vontade de a levar à cena, embora o projecto tenha ficado por concretizar até agora, tornando-se possível numa co-produção que junta, pela primeira vez, o Teatro da Cornucópia e a Companhia de Teatro de Almada. Em Hamlet coloca-se em cena o confronto entre duas gerações. O grupo de jovens constituído pelo protagonista e pelos seus amigos leva a sério os valores em nome dos quais se organiza a sociedade. Os mais velhos, todavia, já não acreditam nesses mesmos valores, exercendo o poder que têm com cinismo. A certa altura, o príncipe Hamlet recorre ao teatro: “Ouvi contar que certos criminosos, assistindo a uma peça, foram de tal forma, e até ao fundo da alma, atingidos pela arte da cena que logo confessaram os seus maus actos” . A tragédia, porém, não se compadece com as suas nobres intenções». +.