quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

EXTRA INQUÉRITO ? | O site da Dgartes












Visitámos o site do Sindicato CENA e demos com a notícia da imagem que nos levou ao site da DGARTES. O resultado foi o que acima se pode ver.  Mais um bug! Não sabemos se vem no inquérito, mas não é preciso: os problemas com o «site,  plataforma & companhia» são de há muito conhecidos. E para dialogar ..., no século XXI estas coisas não podem estar a ir «sempre abaixo». Olá SIMPLEX  +, olha para isto, e não te esqueças de fazer o balanço  do SIMPLEX anterior nas artes...
Não começou bem, o INQUÉRITO.




terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

CULTURA PELOS MINISTÉRIOS (2)




 
«(...)
 Este espetáculo conta com o apoio do Gabinete da Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade e da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género». Tirado daqui.


CULTURA PELOS MINISTÉRIOS (1)

Entrevista  a Mega Ferreira no DN de 14 FEV 2017

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

CINEMA E AUDIOVISUAL | Carta de Protesto e Solidariedade

Leia aqui
 «“Os subscritores desta carta de protesto querem recordar ao Estado que o cinema português não é uma questão exclusivamente nacional. Por isso, prestam a sua solidariedade com os realizadores e produtores portugueses que se têm oposto a este processo e manifestam o seu repúdio caso o decreto-lei seja homologado”, lê-se na carta divulgada hoje, disponível no ‘site’ do festival Doclisboa.
Entre os subscritores estrangeiros da “carta de protesto e solidariedade”, estão nomes como os dos realizadores Pedro Almodóvar (Espanha), Walter Salles (Brasil), Mia Hansen-Love (França), Lucrecia Martel (Argentina), Christophe Honoré (França), Cristian Mungiu (Roménia), Agnès Jaoui (França), Andrei Ujica (Roménia), Gianfranco Rossi (Itália), Leos Carax (França), Kléber Mendonça Filho (Brasil) e Phillipe Garrel (França)». Continue a ler.
E a Carta de Protesto e Solidariedade na integra:
Aqui

sábado, 11 de fevereiro de 2017

E o Luís Miguel Cintra esteve lá... | E a questão do serviço público na esfera da cultura e das artes tem de ir ao Parlamento ... | E ...

 
Leia aqui


O que se lê no recorte o Gabinete anunciou à tarde, mas o Secretário de Estado da Cultura (SEC) já o tinha anunciado de manhã no encontro a que se refere a notícia. Mesmo no início, assim a modos para adoçar a conversa. E  na altura alguém perguntou, mas afinal de onde vem o dinheiro? Do Fundo do Fomento Cultural daquele reforço proposto   pelo Partido Comunista Português e aprovado? O SEC nada adiantou ... Que maçada, leram muitos,  aquilo não intreressava para ali...
Mas se formos lá atrás o SEC já tinha falado no assunto (já tinha a coisa na manga) - veja post anterior:





Da entrevista lá em causa:


«Que tipo de projectos?
É uma linha que apoiará projectos presentes através de candidatura, mas que não se socorrerá do modus operandi do regulamento vigente. Será uma linha que se aproximará mais do apoio a projectos pontuais do que dos programas anuais e plurianuais. Isto não quer dizer, e este é o terceiro aspecto que queria focar, que não reforcemos este quadro transitório com outras verbas que estamos empenhados em obter, agora que se vai iniciar a discussão para o Orçamento do Estado (OE). Ao mesmo tempo que este quadro transitório segue o seu rumo, iniciamos o processo de construção do novo modelo de apoio às artes, ouvindo o sector. Pretendemos que este processo esteja concluído até Maio de 2017 e que, no início do segundo semestre de 2017, se iniciem os processos concursais que decorram deste novo modelo, com efeitos a partir de Janeiro 2018. Apesar do que tem sido o subfinanciamento da área cultural, uma das razões da precarização das relações de trabalho, nomeadamente no terceiro sector, tem que ver com uma carência enorme de planificação das organizações relativamente à forma como vão utilizar o financiamento do Estado.

Essa será a principal medida de combate à precariedade no meio artístico?
Será complementar àquilo que espero que aconteça em 2017, que é um aumento do financiamento efectivo para a cultura e para as artes».

Hoje sabemos que o aumento não se verificou - embora no encontro de ontem o SEC insistisse no contrário -, e  o desastre continuou. Continua. E, a ilustrá-lo, a CORNUCÓPIA FECHOU. Mas o Luís Miguel Cintra compareceu na Torre do Tombo onde o «evento» aconteceu. E nisso muita gente reparou, e ao comentar-se o que lá se passou, logo aparecia em primeiro lugar: o Luís Miguel Cintra esteve lá... Que leitura farão disso os Governantes? Mas numa de humor negro, à saida, alguém dizia que o maior financiador para o que ai vem é a verba que  a Cornucópia deixou livre ao fechar ...  
Mas vamos ao que demais se passou na Torre do Tombo, sem entretantos e concluindo: por ali não se chega lá.  O inquérito - mais um - que vão fazer aos agentes culturais não substitui o que os Governantes e as Dirigentes da DGARTES (em regime de substituição) já deviam saber! para encabeçarem uma MUDANÇA DIGNA DESSE NOME.  Teriam que saber, por exemplo, que os Apoios são para garantir um SERVIÇO PÚBLICO e não para  subsidiar os Agentes Culturais. E depois admiram-se que venham com os «subsidiodependentes». Não volta a dar-lhe, estejamos atentos ao que se vai passando, e lute-se para que as míseras verbas sejam distribuidas com a equidade possível, ... mas em resposta aos que  se lamentavam dizendo que é o que temos, não há nada a fazer, respondemos: não é verdade. Vamos em frente, leve-se a questão do SERVIÇO PÚBLICO NA CULTURA E NAS ARTES À ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA retomando-se o que muitos, há muito, identificaram como necessário.  Mas com isso não se isente o GOVERNO de governar de acordo com o seu PROGRAMA  na cultura e nas artes.