terça-feira, 15 de janeiro de 2019
sábado, 12 de janeiro de 2019
«O circo tradicional está a morrer»
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| Leia aqui |
Perguntas básicas que a leitura do artigo a que se refere a imagem provoca: como é que o assunto é tratado no Ministério da Cultura? Como está o «circo tradicional» contemplado no sistema de financiamentos às artes através da DGARTES? Ou só vale «Novo Circo»? Como é que aconteceu no passado? Saberão por lá que em termos orgânicos o circo (todo) já teve os seus serviços? E que houve projeto de investimento no PIDDAC devotado ao circo?Devem ignorar, doutra forma não estariamos onde nos encontramos. De onde estamos, como se pode ler no artigo do Público:
Na petição, os artistas queixam-se ainda que "a falta de divulgação de informação relativa à forma de funcionamento do Registo Nacional de Profissionais do Sector das Actividades Artísticas, Culturais e de Espectáculo (RNPSAACE) tem vindo a arredar estes profissionais, que dedicaram uma vida inteira à actividade circense e às artes do espectáculo, o acesso a esta certificação". A Inspecção Geral das Actividades Culturais (IGAC) explica que fazê-lo pode ser útil "ao nível da valorização profissional e técnica e na obtenção de certificados comprovativos do exercício da profissão". Não há profissionais de circo registados.
(...)
Um meio precário
“Isto é um meio muito fechado. Uns são família, outros cresceram juntos. Não há aquela distância entre empresário e artista. Se há um que exige o contrato, há outro que não. Aqui [em Portugal] até ninguém exige, porque o mercado é tão pequenino que nem se coloca essa questão”, diz Dirce Noronha Roque sobre a precariedade da profissão. E isso causa problemas: “Os artistas não descontam porque não têm contratos. Não havendo contratos, não há descontos. Não havendo descontos, não há reformas.” (...)»
PARA ASSINAR A PETIÇÃO
quinta-feira, 10 de janeiro de 2019
HOJE | SESSÃO | ANTÓNIO BORGES COELHO | «Dar voz aos que em baixo fazem andar a História» |10 JAN 2019 | 18:00 | AUDITÓRIO | BIBLIOTECA NACIONAL DE PORTUGAL | LISBOA
MOSTRA | 27 nov. '18 - 31 jan.’19 | Sala de Referência | Entrada livre
SESSÃO | 10 jan.’19 | 18h00 | Auditório | Entrada livre
SESSÃO | 10 jan.’19 | 18h00 | Auditório | Entrada livre
quarta-feira, 9 de janeiro de 2019
sábado, 5 de janeiro de 2019
MINISTÉRIO DA CULTURA | Como lerá (se é que lê) o que é publicado na comunicação social?
Região de Leiria | 3 JAN 2019
Ao lermos o artigo da imagem que nos chegou através de um leitor a primeira reação: Querida solução governativa das esquerdas, é aqui que nos encontramos! Concordarão que quanto ao que é «serviço público na cultura e nas artes» estamos conversados, para muitos seria impensável que aqui e agora se lesse esta passagem do artigo:
Contudo, nos últimos concursos dá ideia que júris houve que precisamente preteriram os «velhos» a favor do «novos» com uma lógica semelhante ... E deu no que deu. Bom, o resto do artigo é mais um exemplo que nos mostra o que deve ser objeto de mudança: é o sistema na sua globalidade, cujo processo, sim senhor, deve ser - como tudo o que é coisa pública - objeto de discussão e, em particular, contar com a participação e colaboração do designado setor. Mas nos serviços devem fazer-se estudos que não podem ser substituídos pelo trabalho deste ou daquele grupo de trabalho ..., embora estes tenham o seu espaço. E pergunta-se, uma vez mais: não há estudos nos serviços? Que fizeram daqueles que até foram públicos?
Em síntese, as «buchas» que pretendem introduzir no sistema em vigor não vão resolver o nuclear. E volta a perguntar-se como respondeu, está a responder, vai responder, o Ministério da Cultura a esta recomendação:
Pois é, na cultura e nas artes o problema não é que não se avançou, o problema é que se regrediu! Como vamos sair disto? Para já não se vê luz ao fundo do túnel. Pode ser que em ano de eleições apareça alguém que nos tire deste atoleiro. Começando por fazer o DIAGNÓSTICO GLOBAL DA SITUAÇÃO de que se necessita. Sem isso, com base em «achismos» todos podem prescrever o que lhes vem à cabeça ..., e até acertar pontualmente. E arranjar seguidores. Mas, senhores dirigentes políticos, é doutra coisa que estamos a falar! Estamos a conversar sobre uma visão, uma estratégia, politicas, planos, para o PORTUGAL CULTURAL que queremos.
Entretanto, os Agentes Culturais continuam, com um institinto de sobrevivência, a fazer verdadeiros MILAGRES.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2019
quinta-feira, 3 de janeiro de 2019
JORNAL PÚBLICO | FERNANDO MORA RAMOS | «(...) Que fazer das figuras do Coa? Que fazer da Torre de Belém? Uma discoteca, disseram. Que fazer da colecção do Berardo? Que fazer dos Mirós? Porque é que pilas em Serralves dão o tipo de debate que houve? Porque é que a Paula Rego levou parte do exposto na Casa das Histórias? Porque é que a Maria João Pires interrompeu Belgais? Porque é que a Cornucópia acabou - independentemente do Luís Miguel Cintra - já que era um fenómeno de tipo cultural que o transcendia a ele? Porque é que não há centros dramáticos pelo país espalhados e localizados onde devem estar? Porque é que não há mais orquestras e há tanta música por aí e tanta música de fundo e tanta música sobredecibelada ruas fora? Porque vivemos cercados de festivais e festivalices? Porque acabou o Ballet Gulbenkian? Porque é que o Paulo Ribeiro saiu da Companhia Nacional de Dança? Alguém lhe fez alguma pergunta? …..etc,.(...)»
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| Leia na integra aqui |
Um excerto:
«(...)A questão de fundo, que fundamenta a existência de um espaço autónomo e livre de tutelas, com existência própria, gerado pelo avanço da democacia como sistema cultural independente - aparelhos de criação, produção e circulação, divulgação-, relativo às expressões que se formam linguagens e se expandem por vontade artística - individual ou colectiva -, que se socializam ou se marginalizam porque formas da criação profissional artística- não domadas previamente pelo sistema de um emissor receptor regulado e que confirma expectativas e regula os modos do desejo salivar como o caozinho do outro - de associar disciplinas em modos vários de reconstrução artística do real, de pulsão sensível de dizer o labor sensível como experimentação formal, fora de classificação normativa, é a de que a organização social actual, esta democracia liberal parlamentarizada, não lhe encontra lugar - ela que tudo institucionaliza doentiamente, controleiramente, digitalmente, plataformadamente, financeiramente, rejeita as artes da presença simultânea numa dimensão que seja de escala democrática - enquanto gesto necessariamente desfasado, anacrónico, crítico, dentro e fora do sistema, já que o sistema só admite o que não o põe em causa como todo. (...)».
terça-feira, 1 de janeiro de 2019
«CULTURE AND LOCAL DEVELOPMENT»
«(...) How can local governments face the challenge of making culture a lever for local development? The current debate on Creative Place Making, puts the different actors - individuals, companies, NGOs, public, users, amateurs, and governments - in permanent interaction. The values that are produced are interdependent whatever the specific domain of their realization, e.g. cultural or no cultural. Careers develop, ideas transfer, money flows, and products and contents move, to and from, around and between the non-profit, homemade and commercial cultural subsectors. To make a creative place, governments must activate talents in various directions, preserve their works and inspire new ones. In this ecosystem, the role of a local government cannot be ‘to organise’ from the outset an ecosystem, which probably results from a long sedimentation of institutions and practices, but rather to make it more responding to new challenges. More precisely, local governments cannot directly manage and control activities resulting from many changing interactions. However, they can care about the quality of their environment and insert the incentives that will induce both creativity and accountability. Creative place making requires local governments to understand concepts of art and culture that change from the silo visions of the art world to consider projects whose contours refer to interactions and sharing. They need to understand communities, not just of those who are already visible, but also those who live on the margins or who use the place occasionally. In summary, local governments will probably have to behave more and more as brokers and enablers. (...)».
E lembre-se a Agenda da Conferência havida no início de Dezembro de 2018:
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