sábado, 16 de março de 2019

«A ministra tem falhado sistematicamente e, desta vez, voltou a demonstrar que não tem a mínima sensibilidade para o cargo. O Estado tem um dever de neutralidade que ela tem obrigação de repor, distanciando-se das declarações infelizes e facciosas da artista»



PARECE QUE O SISTEMA DE FINANCIAMENTO ÀS ARTES «PARALELO» CONTINUA | Mais uma «Luz ao fundo do túnel»





Articulemos mais este caso com outros que também se conhecem pela comunicação social e a que já nos referimos neste blogue. Veja-se, por exemplo, este post anterior:A DGARTES FALHA? O NOVO SISTEMA DE FINANCIAMENTO ÀS ARTES NASCEU VELHO? | Não há problema, existe sempre o Fundo de Fomento Cultural

DGARTES | SIADAP 2 | Contem-nos como foi ...





Mais do que uma vez se tem dado conta neste blogue do mal-estar que existe na DGARTES quanto à Avaliação do Desempenho - seja dos serviços (SIADAP1), dos dirigentes (SIADAP2),  dos trabalhadores em geral (SIADAP3). Segundo a análise de interessados, as sucessivas mudanças dos Dirigentes Superiores da Direção-Geral e dos Governantes da Cultura não tem facilitado a resolução dos problemas existentes. No que se refere ao SIADAP3, dizem-nos que os trabalhadores individual e colectivamente tem tomado posições que vão de reclamações e recursos a abaixo-assinados. E com  intervenção de Sindicatos. Uma vez mais voltaram a colocar o problema superiormente já na vigência da atual Ministra da Cultura e aguardam que a situação seja resolvida dentro da lei e das exigências da gestão,  e os responsáveis pelo caos a que se chegou identificados. Os trabalhadores pedem justiça, e para isso mostram que tem de haver desde logo um conhecimento amplo do que se passa para depois se tomarem as medidas, mesmo iniciativas legislativas, que se vierem a ter por necessárias. Dito doutra forma, sugerem/pedem uma AUDITORIA. Necessariamente, na aplicação do processo de avaliação de desempenho os Dirigentes Intermédios têm um papel preponderante. Têm atribuições claras.
É neste quadro que muito recentemente nos fizeram chegar algumas interrogações relacionadas com as Avaliações de Desempenho dos Dirigentes que como se vê pelos Despachos acima foram reconduzidos. E é sabido formalmente e «pelos corredores» que os três Dirigentes Intermédios existentes não tinham objetivos fixados - (um deles não mostrou interesse em ser reconduzido acabando a sua comissão no próximo mês de Maio). Voltando aos que continuam,  pelos vistos resolveram o seu problema de avaliação, a contento.   Pelo contrário aos  demais TRABALHADORES não há maneira de tal acontecer. Nem RESPONDEM ...
No mínimo os trabalhadores e qualquer cidadão merecem que lhes  CONTEM COMO FOI RESOLVIDO O PROBLEMA DA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOS DIRIGENTES INTERMÉDIOS DA DGARTES. E à boleia que digam o que se passa com os restantes trabalhadores. Para além de injusto, é  inestético, é ... Em suma, não pode haver «filhos e enteados»!
Senhor PRIMEIRO MINISTRO, antes que lhe caia nos braços mais um caso com direito a Primeiras Páginas - parece que condição necessária e suficiente para se resolverem as coisas na DGARTES -  não poderá Vossa Excelência mandar averiguar o que se passa? Os trabalhadores da DGARTES agradecem e a TRANSPARÊNCIA também. Claro, há trabalhadores a serem prejudicados, como saberá já se pode mudar de posição remuneratória... E sublinhe-se que as soluções genéricas para colmatar as faltas de avaliação não colhem na DGARTES.Como qualquer medida dessa natureza não podem ser aplicadas «às cegas» ...
Pronto, esperamos contribuir para a resolução de mais uma contenda da Administração Pública. Sim, sim, como agentes interessados na ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ABERTA.
Para terminar, houve quem chamasse a atenção para a antecedência com que foram decididas as reconduções - apetece lembrar a célebre frase «para quê a pressa?» - e também para o facto da segunda  ter acontecido no último dia de funções da anterior Diretora-Geral.  


terça-feira, 12 de março de 2019

FERNANDO MIDÕES



 



 Com palavras de Júlio Isidro em que nos revemos, 
recordamos Fernando Midões:
«(...)
O Fernando Midões foi um grande jornalista, 
culto e rigoroso, um conhecedor profundo 
do teatro nacional e mundial, 
um realizador seguro e educado,
 um grande homem de televisão.
 (...)». Leia mais.


domingo, 10 de março de 2019

SÃO 74




«Spectacles, cinéma, expositions, conférences, débats, parcours, rencontres... du 16 février au 16 mars les 74 scènes nationales sont à l’honneur. Un mois pour (re)découvrir les missions, les programmations et les actions de ces lieux d’exploration et d’expérimentation qui investissent le champ de l’art dans toutes ses composantes, des arts de la scène aux arts visuels, des arts plastiques aux nouvelles technologies».Leia aqui.

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Veja aqui








Cartes des structures de la création artistique



Consultez les cartes interactives des différentes structures de la danse, de la musique, des arts plastiques, et du spectacle vivant.

segunda-feira, 4 de março de 2019

A DGARTES FALHA? O NOVO SISTEMA DE FINANCIAMENTO ÀS ARTES NASCEU VELHO? | Não há problema, existe sempre o Fundo de Fomento Cultural



Maria do Céu Guerra


Jornal de Negócios/Weekend | 2019.03.01

Jornal Observador

Há poucos dias  pudemos ler títulos como este:

Ou seja, dito por outras palavras: o modelo que já nasceu velho sofreu umas melhorias. Na essência nada mudou. Ora, por esta altura também se pode ver na comunicação social o que nos é mostrado nas imagens acima. O segundo texto faz parte deste trabalho:


O Cão continua Solteiro e com vontade de ladrar

 

Perante tudo isto, o Fundo de Fomento Cultural existe para quê? Para branquear o que se passa na esfera da DGARTES? Em tempos na Assembleia da República alguém disse que o FFC era um saco azul.
Ainda, e aquelas situações que embora apoiadas o foram de forma injusta? Certamente que também serão contempladas pelo Fundo de Fomento Cultural. Só pode ser.
Como resistimos a olhar para o que nos é dado a ver, procuremos grandeza: será que no Ministério da Cultura se está a responder à Resolução da Assembleia seguinte?

 Falta dizer que estamos satisfeitos com tudo o que leva «a pingar» mais uns euros nos projectos culturais.Enquanto não sairmos do granel em que nos encontramos, o critério vai ser esse: todos os financiamentos, são pouco ... Se não tens cão, caça com gato ..., também é capaz de se aplicar! Tentemos por tudo o que é sitio. Contudo, por aqui já se sabe, defendemos uma REDE NACIONAL DE ARTES com cabeça, tronco e membros, que concilie EQUPAMENTO com PROJECTO ARTÍSTICO, que articule FUNDOS COMUNITÁRIOS com NACIONAIS, que atenda ao ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO... Foi isso que se esperou desta solução governativa. Somos uns «naifs». Talvez o voltem a prometer  nas próximas campanhas eleitorais ... E lá vamos outra vez acreditar. Será?