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sexta-feira, 12 de abril de 2019
terça-feira, 9 de abril de 2019
OLÁ, «INDÚSTRIAS CULTURAIS E CRIATIVAS» | Vai haver um seminário promovido pela AICEP que tem como principal objetivo dar a conhecer instrumentos financeiros disponíveis para quem procura apoio para a internacionalização da sua atividade cultural e criativa.
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E veja aqui também
Bom, já que estamos em maré de «Indústrias Criativas», de «Indústrias Culturais e Criativas», de «Áreas Criativas e de Cultura» (Caixa Geral de Depósitos),
veio à memória, do tempo do Plano Tecnológico, o Documento de Trabalho seguinte:
MINISTRA DA CULTURA | «Até acho que a Cultura devia pedir mais do que 1% do orçamento»
Um dos destaques do Ípsilon (jornal Público)
à entrevista dada pela Ministra da Cultura.
Excerto da entrevista:
«(...)
Com alguma dor do sector…
Sim, e neste caso nem foram dores de crescimento… Mas quando tomei posse assumi declaradamente dois objectivos: resolver os problemas prementes, de modo a pacificar as relações com as artes, o cinema, o património e os museus; e começar a preparar o futuro numa lógica de médio prazo. Há um bom exemplo que costumo dar de crescimento de investimento público com uma estratégia clara e duradoura, que é [a acção] do Mariano Gago na área da Ciência: fez-se um caminho definindo por que é que era importante mais investimento em Ciência, que impacto teria, qual devia ser o crescimento para Portugal se aproximar da média europeia. Na Cultura devíamos fazer o mesmo: não basta dizer que queremos 1% [do OE], eu até acho que podíamos dizer mais…
Porque ainda estamos nos 0,4%.
Certo, mas não é uma questão de números. Queremos 1% (ou 2% ou 3%…) do OE com que política? O que é que queremos conseguir nos próximos dez anos para o teatro, o património, o cinema? Como vamos alterar a relação das pessoas com a ida à sala de cinema, como conseguimos dar mais abrangência ou expressão territorial ao teatro? Também é preciso discutir política, não se pode discutir só o 1%. Eu percebo o ponto, é simbólico, mas gostaria de discutir numa base diferente: para onde é que vamos daqui a dez anos? Porque para lá chegar precisamos se calhar de mais do que 1%, mas há que identificar para quê.
Herdou um ministério seriamente descredibilizado pelos atrasos nos apoios às artes. Viu-se na posição de ter de salvar a face do Governo junto de um sector que teoricamente até seria favorável ao PS?
Senti-me na pele de ter de reconstruir uma relação que de facto estava fragilizada pelo atraso nos concursos, mas também pela forma como as estruturas experienciaram a mudança do modelo [de apoio às artes]. Quando chegámos, foi essa a prioridade – e havia várias coisas a fazer
Começámos por olhar para as estruturas que tinham ficado fora do concurso de 2018 e garantir-lhes apoio para um ano de transição, de forma a que conseguissem manter actividade e ir a este concurso bienal que acaba de abrir – trabalhámos com a Seiva Trupe, o Ensemble, a Karnart, a Barraca... Um segundo passo foi aceitar todas as propostas consensuais do grupo de trabalho [constituído para rever o modelo de apoio às artes]. Terceiro ponto, muito importante, um reforço de dois milhões de euros face ao concurso anterior, de 16 para 18,6 milhões de euros. Quarto, a simplificação dos formulários: ouvi muitas companhias dizerem que a plataforma era muito complicada, eu experimentei e percebi que não conseguiria preencher alguns daqueles campos.(...)».
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Comentários que a entrevista, e em particular o que está no recorte sublinhado a amarelo, suscitam:
- Por pior que tenham sido as práticas do PS nesta legislatura, não queremos acreditar que só agora vão começar a preparar o futuro numa lógica de médio prazo. Então aquele documento para a década foi mandado às urtigas? E o que estava no Programa do PS, e depois no do Governo, não era numa lógica de médio e até de longo prazo? Já não se percebe nada!
- A Cultura (será as pessoas que vieram para a rua e se manifestaram e continuam a manifestar?) devia pedir mais do que 1% diz a governante. E pediram e pedem, Senhora Ministra: no mínimo 1%, é o que dizem em termos orçamentais. E nunca pediram apenas isso, pedem isso mesmo que a Senhora Ministra diz que vai começar. E vão até mais longe, querem um PLANO NACIONAL PARA A CULTURA concreto, com objetivos e estratégias claras, quantificadas, sim senhor, em linha com o que o Ministro Mariano Gago fez para a Ciência. E como ele percebia a importância da cultura para a ciência !
- Portanto é oficial, e que bom, estão a ser resolvidas situações que utilizando as palavras da Senhora Ministra «tinham ficado fora do concurso». Mas tem que se tornar público como é que isso se processou, e está a processar, e quem são exactamente as estrutura abrangidas, e ... Se bem se percebe, contrariamente ao que o Governo nunca quis assumir, os júris, afinal, deviam ser questionados ....E aqueles que embora não tenham «ficado fora do concurso» mas viram os seus financiamentos drasticamente reduzidos ( e estamos a lembrar-nos, por exemplo, de Almada) também já viram a sua situação revista?
- Relativamente à Plataforma, não são apenas «melhorias» ao que existe, a«CULTURA» pedia/pede uma mudança de conceito, das candidaturas aos relatórios ...
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E ficamos por aqui. Hoje.
segunda-feira, 8 de abril de 2019
TRABALHADORES DO CENTRO CULTURAL DE BELÉM VÃO ESTAR EM GREVE
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| Leia aqui na TSF |
Um excerto:
«(...)
André Albuquerque, do Sindicato dos Trabalhadores de Espetáculos, do Audiovisual e dos Músicos (CENA - STE) revela as principais exigências dos funcionários: "A revisão total da tabela salarial e do plano de carreiras, aumentos salariais [que não acontecem desde 2011], negociação do Acordo de Empresa e a contratação de mais pessoal."
Outras reivindicações são o elevado número de horas extraordinárias e as diferenças salariais entre trabalhadores que desempenham as mesmas funções, com base na alegada distribuição arbitrária do Conselho de Administração. (...)».
sábado, 6 de abril de 2019
«Caixa Invest Cultura Criativa»
Desde logo, uma primeira aproximação à iniciativa da imagem através da comunicação social. Assim, via plataforma SAPO:
CGD assina protocolo com FEI para financiamento das áreas criativas e de cultura.Depois (encontrar um método para se entrar nestas coisas é sempre avisado), sigamos para o site da Caixa Geral de Depósitos, e é de lá a imagem acima a que está associado o seguinte:
E no site da CGD podem ver-se as condições para a LINHA DE CRÉDITO.
.
. .
O que ocorre após uma leitura rápida: à cabeça, tudo o que beneficie a cultura e as artes é de saudar; e a nosso ver fica bem à CGD distingui-las; e uma nota, que pretende ser divertida, aquele titulo da linha de crédito parece bem «criativo» - (começando, está em que lingua?).
Mas certamente que muitas pessoas haverá que gostariam de ter um estudo que fundamentasse o protocolo, onde nomeadamente nos mostrassem o potencial universo de interessados, que relacionassem esta com linhas de crédito anteriores comparáveis, que ...
E uma pergunta recorrente: em termos da Administração Pública, QUEM TRATA DAS DESIGNADAS INDÚSTRIAS CRIATIVAS (OU EDUIVALENTE) EM PORTUGAL? E, por exemplo, qual a linha que as separa do SERVIÇO PÚBLICO EM CULTURA... Para não irmos mais longe, na vizinha Espanha, do que se pode saber pela internet no Ministério da Cultura e Desporto:
Ora aqui está um assunto a que certamente se voltará.
sexta-feira, 5 de abril de 2019
CULTURA | «Nomeação polémica»
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| Leia aqui |
Um pormenor que talvez ajude: na reportagem fala-se em Secretaria de Estado da Cultura, mas não havia como não há presentemente. Existia o Ministério da Cultura com um Ministro e um Secretário de Estado.
BIENAL DE LA HABANA
De lá:
«(...)
Cabrita Reis irá expor uma
peça intitulada "O Farol", concebida especialmente para o efeito,
produzida pelo arquiteto cubano Ernesto Jiménez, que ficará exposta no Pabellón
Cuba, uma das principais áreas expositivas da bienal.
A peça consiste numa estrutura vertical, em forma de mastro, de oito metros
de altura, construída estritamente com materiais locais.
"A parte superior integra um tubo de luz fluorescente em permanente
funcionamento, com especial impacto durante o período noturno, atendendo,
aliás, à natureza do elemento que lhe serve como ponto de partida", na
descrição do comunicado divulgado pelo Instituto Camões, que apoiou
financeiramente a produção.
O sociólogo e investigador Boaventura Sousa Santos irá participar num programa
paralelo de debates e conferências.
Decorrerão, igualmente no âmbito da Bienal, por iniciativa privada, três
outros eventos que envolvem artistas portugueses: no Estudio Marco Castillo, a
exposição "El futuro ya ha comenzado", sobre vida e obra dos arquitetos
Manuel Marques de Aguiar e Álvaro Siza, através da lente do fotógrafo e
vídeo-artista Nuno Cera.
Também na Fábrica de Arte Cubano, a instalação "La horma roja",
de Sofia Marques de Aguiar, em técnica mista, e as peças "Lowtide" e
"Magmashell", de Marta Marques de Aguiar e Mariana Costa, criadas em
porcelana, papel e em ardósia piro-expandida, respetivamente, iluminadas pela
Softlight, com apoio da Vista Alegre. (...)».
quarta-feira, 3 de abril de 2019
segunda-feira, 1 de abril de 2019
DOS OUTROS | UK | «Arts Pay 2018»
«The ArtsPay 2018 survey ran from 5th September to 8th October 2018. Full-time and part-time employees in the UK arts and cultural sector, plus freelance/contractual workers and business owner-managers earning their living from the sector were invited to take part. Published online, the survey was distributed via ArtsProfessional and social media, attracting 2,678 responses, of which 2,621 were usable for data analysis. It is important to note a few things about this huge sample and to set the survey and its findings in context, to help readers assess the importance and relevance of the findings in a rational and constructive way».
Trabalhadores do Teatro de São Carlos desmarcam greve
«Os trabalhadores técnicos do Teatro Nacional de S. Carlos (TNSC), em Lisboa, desmarcaram a greve prevista, depois da reunião de setxa-feira com o conselho de administração do Organismo de Produção Artística (Opart), que satisfez as suas reivindicações, anunciou o sindicato. (...). Leia mais.
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