sábado, 6 de julho de 2019

A MINISTRA FOI AO PARLAMENTO E...



Do Correio da Manhã

Face à notícia, está a Ministra a dizer que os Governos do Partido Socialista falharam na Cultura e em particular o Governo atual de que faz parte? Não está sózinha ...





«A Ministra da Cultura foi (…) ao Parlamento dizer que a desorganização “estrutural” do Opart é uma “vergonha”. Garante que o Governo quer arrumar a casa e para isso confia num novo presidente saído das Finanças. Mas não chegou a explicar por que é que o Executivo demorou dois anos a perceber que uma decisão tomada pela anterior administração era, afinal, “ilegal”.

Lucinda Canelas | 3 de Julho de 2019 | Continue a ler

Pois é, estamos à espera das explicações assinaladas no artigo e sobre outras, «ilegalidades». Por exemplo, aconteceu o mesmo ou não no Teatro Nacional de São João? E saindo da OPART: estar para lá dos prazos previstos na lei para regime de substituição (como se passa na DGARTES) já não é problema? ...

quarta-feira, 3 de julho de 2019

«O novo homem forte do Opart vem das fileiras do Partido Socialista (PS) e, pormenor talvez não menos importante, chega a esta entidade pública empresarial vindo das Finanças, o ponto onde terá esbarrado a reivindicação de harmonização salarial dos trabalhadores do São Carlos e da CNB que está no centro do diferendo»

Recorte de trabalho do jornal Público de hoje

E a propósito lembremos artigo publicado no Público em 24.05.2007 : «Um engodo chamado Opart / A lei da junção da Companhia Macional de Bailado com São Carlos é totalmente desfasada do seu tempo», de Tiago Bartolomeu Costa, que pode ser lido aqui. 

E a propósito voltemos a post recente do Elitário Para Todos, donde:
«(...)Voltando à OPART: o que é que se esperava  da legislatura? Desde logo  que se provasse a justeza (ou não) da própria existência da OPART ! Mais  do que uma vez foi prometido. Aliás, como quanto às demais soluções institucionais para as outras UNIDADES DE  PRODUÇÃO DO ESTADO. (...)».

«HOW CULTURE CONTRIBUTES TO SOCIAL CHANGE»




«This book is an advocate for the change-making capacity of culture. It is also a source of inspiration for renegotiating our understanding of the world and affirming culture as a critical space to practice courage and perseverance amid complex societal reconfigurations. Our focus is on courageous citizens: those whose daring, sharing and inventing contribute to our collective future, and for whom culture and democracy are the starting points for vision and action. Their social energy gives rise to alternative stories, they embrace the underrepresented while opening up space for learning, living together and questioning the fundamental nature of democracy. (...)». Tirado daqui.

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 Sobre o livro leia aqui.De lá: «Courageous Citizens’ aims to address the ‘role of culture in social change’ though interviews, excerpts from speeches, photographs and scribbles. Rather than a practical guide, it is an almost philosophical collection of observations and experiences of arts professionals on the question of how arts and culture besides institutional structures can help reflect current societies and create more equal ones by courage and empathy. (...)».