sábado, 20 de julho de 2019
«In society, politics, business, ecology - in short, as a civilization - we have to develop new values together with our machines. UNCANNY VALUES: Artificial Intelligence & You opens up a number of perspectives on an area that is developing rapidly but is, at the same time, increasingly difficult to understand. The exhibition centers on questions of culture and technology, being human, power, control, and orientation in the uncanny valley of artificial intelligence»
«In the exhibition UNCANNY VALUES: Artificial Intelligence & You, the MAK is exploring one of the most important subjects of the coming decades, one that has significant consequences for all areas of our lives: artificial intelligence (AI).
In order to understand, help shape, and sensibly implement the potentials of artificial intelligence and the associated technologies, we need a new cultural sensibility, and this exhibition seeks to stimulate that. Installations in various media by 18 international artists and designers spread out in a generous parcours enhanced by examples and scenarios from current applications of AI.
It is exactly 100 years ago that Sigmund Freud wrote “The Uncanny.” The Japanese roboticist Masahiro Mori coined the term “uncanny valley” for machines that are so humanoid that we shudder. It is therefore unsurprising that machines that can learn, think, and act seem uncanny. AIs are increasingly part of our lives, our social connections, our political and economic activity. This raises the question what sort of a living creature the omnipresent AI already is and will become.
In society, politics, business, ecology—in short, as a civilization—we have to develop new values together with our machines. UNCANNY VALUES: Artificial Intelligence & You opens up a number of perspectives on an area that is developing rapidly but is, at the same time, increasingly difficult to understand. The exhibition centers on questions of culture and technology, being human, power, control, and orientation in the uncanny valley of artificial intelligence». Saiba mais.
quinta-feira, 18 de julho de 2019
O «AVULSO» CONTINUA | MAS APROVEITE SE FOR CASO DISSO | «estudantes de indústrias criativas» há concurso que começou a 15 de julho e termina a 5 de agosto que vos pode levar ao evento THU ( em Malta)
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| Leia aqui |
«A startup Trojan Horse was a Unicorn (THU) lançou em parceria com o ministério da Cultura e a Universidade Nova de Lisboa um concurso apelidado de Talent League. A iniciativa para focadas em “estudantes da indústria criativa” tem como objetivo levar os vencedores ao evento da THU, em Malta, que junta artistas de empresas como a Lego, Walt Disney ou a CD Projekt Red.
Para o fundador da THU, André Luís, esta iniciativa é “uma forma de encontrar e promover o talento local, dando a conhecer um lado diferente da indústria e expandindo horizontes”. O executivo é responsável pelas cinco edições do evento que decorreu em cinco edições em Tróia, Setúbal, e que, desde setembro de 2018, tem como nova casa Valletta, em Malta.
Trabalhar na área do cinema, animação e jogos ainda é uma opção que a maioria dos jovens não considera possível, mesmo que para muitos seja um sonho. O nosso objetivo é trazer o conhecimento do mercado internacional que o THU nos permitiu obter nos últimos seis anos, partilhá-lo de forma a dar um contributo positivo à comunidade e ajudar novos talentos a vingar na indústria.”
O concurso começou a 15 de julho e termina a 5 de agosto e está aberto a estudantes de todas as áreas. As candidaturas podem ser feitas no site da iniciativa. Segundo comunicado enviado às redações, “os participantes vão ser desafiados a criar uma peça de arte digital com o tema “A história por detrás do artista”. (...)». Continue a ler.
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Ao olhar-se para a notícia e ao querer-se comentar alguém dirá: mas que mania estarem sempre a criticar tudo. Então a «parceria» não é tão virtuosa !, tão «fofa» como até ouvimos dizer. É, sim senhor. Mas há aquele «mas» fundamental que pode ir do mais estruturante à pequena ação. Do género: qual é a estratégia para as designadas indústrias criativas? No Ministério da Cultura quem é que trata da matéria? Porque não cabe isto nos Organismos da Juventude na frente de trabalho dedicada à cultura e às artes? Qual o contacto com o Plano Nacional das Artes? E com o sistema de financiamentos da DGARTES? ... E ... podiamos continuar.
segunda-feira, 15 de julho de 2019
PETIÇÃO PÚBLICA | «Alteração da forma de concurso do Programa Simplificado Dgartes»
«Reabriram dia 1 de Julho, as candidaturas para o programa de Apoios a Projectos, procedimento simplificado, para as modalidades de circulação nacional, edição, formação, internacionalização e investigação, da Direcção Geral das Artes. Com um montante máximo de apoio de cinco mil euros por projecto e mínimo de quinhentos euros, esse programa pretende apoiar projectos de pequena dimensão utilizando uma fórmula menos burocrática. Contudo o procedimento do concurso assenta num processo matemático, ou seja à medida que as candidaturas são submetidas e os seus respectivos montantes solicitados, é subtraído esse valor ao montante total disponível. Quer isso dizer que, mesmo antes de qualquer avaliação prévia, a apresentação de candidaturas termina quando termina o montante disponível.
Nesse sentido esse concurso transformou-se numa corrida de velocidade. As candidaturas estiveram abertas no dia 1 de Julho por apenas meia dúzia de segundos, ficando de imediato indisponíveis porque "a verba do concurso foi esgotada". De facto é absurdo mas este concurso esteve aberto durante poucos segundos não permitindo a muitos candidatos concorrerem. Este não é um processo democrático porque não possibilita sequer o mais elementar direito de submissão de uma proposta que é o que se espera de um simples concurso. Vimos por este meio requerer a alteração desta forma de concurso, de modo a permitir que os candidatos disponham de um período mais longo para submeterem as candidaturas em que trabalham, reflectem e estruturam por longas semanas. É o mais elementar tratamento que se pede a um organismo que promove e apoia as artes e os artistas em Portugal». Para assinar vá aqui.
Nesse sentido esse concurso transformou-se numa corrida de velocidade. As candidaturas estiveram abertas no dia 1 de Julho por apenas meia dúzia de segundos, ficando de imediato indisponíveis porque "a verba do concurso foi esgotada". De facto é absurdo mas este concurso esteve aberto durante poucos segundos não permitindo a muitos candidatos concorrerem. Este não é um processo democrático porque não possibilita sequer o mais elementar direito de submissão de uma proposta que é o que se espera de um simples concurso. Vimos por este meio requerer a alteração desta forma de concurso, de modo a permitir que os candidatos disponham de um período mais longo para submeterem as candidaturas em que trabalham, reflectem e estruturam por longas semanas. É o mais elementar tratamento que se pede a um organismo que promove e apoia as artes e os artistas em Portugal». Para assinar vá aqui.
domingo, 14 de julho de 2019
sábado, 13 de julho de 2019
ONDE SERÁ O PONTO DE ENCONTRO?
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| CONFERÊNCIA INTERNACIONAL "CULTURA, TERRITÓRIO E DESENVOLVIMENTO" EM IDANHA-A-VELHA |
«Organizada pela Direção Regional de Cultura do Centro, na aldeia
histórica de Idanha-a-Velha, a Conferência Internacional "Cultura,
Território e Desenvolvimento" tem como mote uma discussão alargada
sobre o papel da cultura no desenvolvimento dos territórios, "tendo como
pano de fundo a competição que se avizinha em Portugal para selecionar a
Capital Europeia da Cultura 2027".
Serão
discutidas as seguintes temáticas:
*
Políticas culturais ao nível local e regional;
* Desenvolvimento de públicos e lógicas participativas;
* Dimensão Europeia e internacionalização dos territórios.
* Desenvolvimento de públicos e lógicas participativas;
* Dimensão Europeia e internacionalização dos territórios.
Serão
apresentados casos nacionais e internacionais, no que diz respeito ao
desenvolvimento e gestão de políticas culturais em cidades, desenvolvimento de
públicos e estratégias de internacionalização, com especial relevo para as
experiências das Capitais Europeias da Cultura e também da Rede de Cidades
Criativas UNESCO.
A
Conferência conta com o apoio do Município de Idanha-a-Nova, Turismo Centro de
Portugal e Aldeias Históricas de Portugal».
«Ouve-se com frequência que
Portugal precisa de reformas profundas para fazer face aos seus défices
estruturais. Políticas públicas que rompam com o que foi feito no passado, que
mudem radicalmente as prioridades e a sua implementação. A asserção chega-nos
através das organizações internacionais, mas é também propalada entre nós. É
óbvio que existem na sociedade portuguesa problemas persistentes e que parecem
de difícil superação. Mas, ao contrário do que é sugerido, o problema das políticas
públicas em Portugal prende-se mais com a qualidade dos processos de desenho,
implementação, coordenação e avaliação, do que com a ausência de reformas. (...)».
«No debate sobre o Estado da Nação houve duras críticas ao Governo que deixou o país "à espera" e "esmagado". Mas, apesar de "Portugal não ser um oásis nem um país cor de rosa", o "diabo não chegou".
O diabo apareceu num país cor-de-rosa onde se veem vacas a voar? É uma questão que parece vinda da boca de uma criança mas que na verdade poderia surgir na mente de quem assistiu ao último debate da legislatura sobre o Estado da Nação. Os deputados e o Executivo de António Costa discutiram, durante mais de quatro horas, no Parlamento, como está Portugal.(...)».
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Olhamos para as três iniciativas acima e ocorre-nos a pergunta: onde será o ponto de encontro? Dito de outra maneira: quando, onde e como se cruzarão? Porque, salvo melhor opinião, isso devia acontecer, e ser óbvio para quem o quisesse ver.
quarta-feira, 10 de julho de 2019
ARTS COUNCIL | «Private Investment in Culture Survey»
«The Private Investment in Culture Survey, commissioned from research consultancy MTM, investigates the role individual giving, business investment and trusts and foundations play in funding arts and culture in England. The report uses latest available figures from 2015-18». E sobre o trabalho:
What can fundraisers learn from the Private Investment in Culture survey?
segunda-feira, 8 de julho de 2019
DO NOVO SISTEMA DE FINANCIAMENTO AS ARTES QUE JÁ NASCEU VELHO | «Para os candidatos a candidatos, este é um modelo que não funciona. "Já não é uma boa iniciativa porque agora entregar ou não uma candidatura até depende da velocidade dos motores de busca. Premeia-se o mais rápido, e o melhor não é o mais rápido"»
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| Leia na Plataforma SAPO |
«(...)
Para os candidatos a candidatos, este é um modelo que não funciona. «Já não é uma boa iniciativa porque agora entregar ou não uma candidatura até depende da velocidade dos motores de busca. Premeia-se o mais rápido, e o melhor não é o mais rápido», defende Hugo Vasco Reis. Entre outros critérios, lembra o músico, as propostas têm que ser avaliadas, no mínimo, com um 12. Ou seja, até podem existir uma série de projetos que valham um 19, mas se não forem os primeiros a entrar - o que, neste cenário, pode acontecer em segundos -, simplesmente não são contemplados.
Também Vânia Rodrigues critica o procedimento simplificado. «Não interessa qual é o melhor projeto, interessa a velocidade da internet. Parece um sistema de rifas», define. «Espanta-me que tenha sobrevivido até agora assim, porque mesmo que funcionasse é injusto. Uma coisa é cumprir prazos, outra é brincar ao quem é o mais rápido a carregar no botão do rato. Esta não é uma forma normal do Estado se relacionar com os agentes culturais, baseada na rapidez e não na qualidade das proposta». (...)».
sábado, 6 de julho de 2019
JOÃO GILBERTO
João Gilberto morreu.
«(...) João Gilberto foi um dos maiores inovadores do violão e um dos responsáveis por criar o som que viria a ser associado a Bossa Nova. Outros grandes compositores da música brasileira prestaram homenagem ao longo dos anos: Gilberto Gil, em 2014, gravou "Gilbertos Samba" em 2014. No ano passado, Caetano Veloso o definiu como "maior artista brasileiro".
Ele revolucionou o samba ao buscar um estilo de tocar o violão diferente do praticado até então, focado na essência do som. Tudo isso praticando sem parar em um banheiro na cidade de Diamantina, Minas Gerais, onde tentava dar forma ao que seria conhecido como a Bossa Nova. (...)». Leia mais.
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