terça-feira, 16 de outubro de 2018

«Arts + Social Impact Explorer»



 


«To improve the perceived public value of the arts, we must connect into the places where people find value. To get members of our community to stand up and say, “We want more,” we have to tell them why “more” matters. The closer to the main hopes, dreams, and concerns of a community we can thread the benefits of arts and culture, the more likely members of that community are to stand up when arts and ulture is threatened. (...)».Contiune a ler neste post.



domingo, 14 de outubro de 2018

UM RELATÓRIO E O SEU LABIRINTO | «Relatório Final do Grupo de Trabalho sobre o Modelo de Apoio às Artes»



Veja aqui.



O post, bem vistas as coisas, é apenas para memória futura:  lembrar que   «Através do Despacho n.º 5883/2018, de 15 de junho, do Ministro da Cultura, foi criado um grupo de trabalho consultivo tendo em vista o aperfeiçoamento do modelo de apoio às artes estabelecido pelo Decreto-Lei n.º 103/2017, de 24 de agosto (relativo ao regime de atribuição de apoios financeiros do Estado, através da DGARTES, a entidades profissionais nas áreas das artes visuais, das artes performativas e de cruzamento disciplinar) e respetiva regulamentação». E registar-se que o Grupo cumpriu a sua burocracia, apresentou o RELATÓRIO de que foi incumbido. A criação do Grupo tinha à partida algo de bizarro, o novo modelo à nascença precisava logo de ser revisto. Claro,  a iniciativa era apenas para fazer face ao clamor que veio para a rua. Sabia-se que o Grupo não ia trazer nada de novo. E é isso que se verifica. Voltamos a ler o que já se sabia por parte das ENTIDADES «representativas», e lemos algumas  «opiniões» individuais... Qual é a mais valia para o que está em causa? Que nos perdoem quem vê diferente, mas  perante o que se pensa necessário, o resultado: «uma mão cheia de nada».
Felizmente que uma vez mais decorre do que lá se encontra sublinhado que a verdadeira questão é saber-se qual O SERVIÇO PÚBLICO na esfera da cultura e das artes. E que a situação miserável em que nos encontramos no que ao financiamento diz respeito não vai lá com «buchas» à atual legislação.
Nesta lógica de «ouvir» que se cumpra o que há muito se reivindica: publicar as respostas ao inquérito havido antes da publicação da última legislação; sistematizar o que tem aparecido na comunicação social; dar a conhecer o que se tem dito em audições publicas no Parlamento; inventariar e divulgar os estudos que existem nos serviços; ...
E, dado o que está a acontecer neste dia de graça de 14 de outubro de 2018, e recentemente, duas notas:
  • Não é estranho que no Relatório do Grupo do Trabalho nada faça transparecer do que preocupa os Artistas Plásticos? Veja posts anteriores:A CARTA DOS ARTISTAS PLÁSTICOS AO PRIMEIRO MINISTRO NA INTEGRA este.

  • Senhora Ministra da Cultura que amanhã vai tomar posse, uma sugestão, olhe para esta problemática com as seguintes coordenadas: desencadear um Plano de Emergência para remediar o presente; em termos de Novo Modelo,  criar uma REDE NACIONAL DE ARTES (recuperando o que existe sobre o assunto), sim, certamente, tendo em conta os Equipamentos («Salas», «Palcos» ) existentes, ou por existir, mas abandonar a designação Teatros e Cineteatros - e a abordagem que traz associada -, no minimo cheira «a mofo». No centro, e sempre, como organizador, o PROJETO ARTÍSTICO.



sábado, 13 de outubro de 2018

A CARTA DOS ARTISTAS PLÁSTICOS AO PRIMEIRO MINISTRO NA INTEGRA


A Carta dos Artistas Plásticos na Integra Aqui
(montagem)
A reportagem da RTP referida na imagem neste endereço.



E aqui temos uma carta que é toda ela um programa de trabalho, assim haja quem a considere na elaboração de uma verdadeira Politica Pública. E se criem os serviços para a concretizarem. Em particular, sublinhe-se o que está escrito relativamente à DGARTES: que tem de ser refundada parece  adquirido.   E nesse processo reflectir o que tem de se autonomizar inevitável. Há que tratar «cada ARTE» com as suas lógicas próprias e não as deixar perdidas num caldeirão. Pequeno é certo, porque face ao que é necessário a DGARTES é  atualmente «meia dúzia de pessoas», não se percebendo, aliás, para que na atual circunstância são necessárias tantas chefias, nomeadamente uma Diretora-Geral e uma Subdiretora-Geral ... É um «guichet» de concursos ancorado na malfadada plataforma electrónica, batizada de «balcão das artes».
Uma vez mais, cá temos  o Primeiro Ministro a gerir os protestos na Cultura e - já quase um clássico -   a anunciar  umas verbas...  A propósito, com o valor referido, quantas obras se irão adquirir?


terça-feira, 9 de outubro de 2018

«Beyond the Obvious (BtO) Conference ctrl+shift HUMAN: Arts, Sciences and Technologies in Coded Societies »





<CONCEPT>
«Code, algorithms and artificial intelligence complement the human condition, can solve problems, accelerate decision-making, and help complete complex tasks through self-learning processes. The framework in which these operate is often defined as a communication system that is universal, transparent, simple and accessible.
However, algorithmic processes are inscribed in our infrastructures. And beyond the purely functional transmission and transformation of the data, they often work invisibly, shaping and influencing social, cultural, economical and political spheres and redefining our individual and common identities.
This year's Beyond the Obvious (BtO) Conference ctrl+shift HUMAN: Arts, Sciences and Technologies in Coded Societies will focus on that paradigm: between the fascination generated by the possibilities this hybrid and augmented condition brings, and the awareness of the new patterns that lead to redefinitions of creativity, disciplines, representation, globalization, production, labor… all within the framework of an increasing code dependence». Continue a ler.