segunda-feira, 16 de março de 2020

«Os resultados de toda esta paragem, diz, serão “catastróficos”. Num sector em que “muitos” vivem “abaixo do limiar da pobreza”, acredita que a solução tem de passar por uma política cultural planeada a longo prazo, que rompa com os actuais ciclos de “dois ou três anos”, sempre dependentes de “quem possa estar no Governo” e permeáveis a “uma crise” como esta»

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Excerto:

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Os resultados de toda esta paragem, diz, serão “catastróficos”. Num sector em que “muitos” vivem “abaixo do limiar da pobreza”, acredita que a solução tem de passar por uma política cultural planeada a longo prazo, que rompa com os actuais ciclos de “dois ou três anos”, sempre dependentes de “quem possa estar no Governo” e permeáveis a “uma crise” como esta.
“Os artistas têm de deixar de ser vistos como algo descartável”, defende, para passarem “a estar ao nível de um professor, de um empregado de balcão ou de um bancário”. “Se continuarmos a apostar em modelos de apoio baseados em modelos financeiros e não em modelos estruturais, vamos estar sempre neste limbo”, e perante situações imprevistas como esta os danos colaterais serão literalmente irreparáveis: “Muitos de nós não vão conseguir sobreviver. (...)». Leia na integra.

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