sexta-feira, 12 de junho de 2026

David Hockney

 

 
 
 
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«Morreu o pintor David Hockney, um dos artistas mais influentes do século XX O artista britânico, que construiu a sua carreira entre a Europa e os Estados Unidos, tinha 88 anos. Com as suas icónicas piscinas californianas, definiu uma estética inconfundível». Leia no Público.
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Post anterior sobre o artista 

SABER MAIS | sobre David Hockney | NÃO RESISTIMOS A PARTILHAR O QUE NOS CHEGOU À CAIXA DO CORREIO | E COM PRAZER VOLTAMOS AO BLOGUE DE ALEXANDRE POMAR | TANTA INFORMAÇÃO E CONHECIMENTO AO NOSSO DISPOR ! | A FAVOR DE QUALIDADE DE VIDA HAJA TEMPO PARA O USUFRUIR

 

Veja aqui
 

HOJE NO DIÁRIO DA REPÚBLICA | «Nos termos do n.º 1 do artigo 8.º do anexo da Portaria n.º 360/2025/1, de 15 de outubro, que aprova o Regulamento do Fundo de Fomento Cultural, comunica-se a todos os interessados a abertura do procedimento para apresentação de candidaturas ao Programa de Apoio a Projetos de cruzamento entre Tecnologia e Cultura» | E NÓS APROVEITAMOS PARA UMA VEZ MAIS PERGUNTAR QUAL A DIFERENÇA ENTRE O FUNDO DE FOMENTO CULTURAL (FFC) e a DGARTES | E FALAR DE «ARQUIVOS»

 

 
Reparemos, uma vez mais, que tudo isto (o Procedimento) está a ser desenvolvido pelo Gabinete de Estratégia, Planeamento e Avaliações Culturais, que se tornou num «albergue» onde tudo pode cair  na confusão que é o «Ministério da Cultura» que não temos. Mas quem quer saber disso? Perante o Aviso a atitude de potenciais interessados é bem possível que seja esta: vamos lá ver se conseguimos mais uns euros vindos de mais este concurso ... Concurso, pois claro! 
Eventualmente a Senhora Ministrada  da Cultura (em part time) nem terá presente que lá atrás houve o Ano da Criatividade e Inovação em Portugal (2009)  e até tivemos uma Conferência do Guru DON TAPSCOTT e na altura muito se debateu «Tecnologia e Cultura». Pois é, Senhora Governante, onde encontrar informação sobre isso?  É preciso organizar a MEMÓRIA na esfera DA ADMINISTRAÇÃO CULTURAL. Está bem, chamemos-lhe ARQUIVOS e aproveitemos o interesse que  V.Excelência mostrou sobre a matéria ao visitar  no dia 9 a EPHEMERA sobre o que sabemos começando por recorrer à IA:
 
 
Depois, no Expresso:
Talvez, sobre o passado, possamos colher pistas vindas destes posts no blogue 3AP. E sempre oportuno, de lá lembrado, Fernando Pessoa:
 
Nada perdeu a poesia. E agora há a mais as máquinas
Com a sua poesia também, e todo o género de vida
Comercial, mundana, intelectual, sentimental,
Que a era das máquinas veio trazer para as almas.
As viagens agora são tão belas como eram dantes
E um navio será sempre belo, só porque é um navio.
Viajar ainda é viajar e o longe está sempre onde esteve-
Em parte nenhuma, graças a Deus!
 
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Já agora, ainda recentemente 
 

 

terça-feira, 9 de junho de 2026

OUTRA INICIATIVA (DE ENTRE TANTAS QUE PODIAMOS ESCOLHER) NA FEIRA DO LIVRO DE LISBOA |lançamento do livro «Teatro para os Dias de Abril» | 14 JUN 2026 | 18:00 | PRAÇA VERDE

 

  
Lançamento do livro Teatro para os Dias de Abril, da Página a Página
Com o autor Domingos Lobo
14 de Junho, às 18h, na Praça Verde
 
 

Em Teatro para os Dias de Abril, Domingos Lobo convida-nos a subir ao palco da memória colectiva portuguesa. Recorrendo a uma extraordinária colagem de textos, com destaque para a música e para a literatura, o livro responde aos ecos da escuridão fascista encaminhando o leitor para a explosão luminosa da liberdade.

A primeira das duas peças que compõem este livro fala-nos das «Memórias de um tempo português», lembrando o terror da ditadura, a crueza da Guerra Colonial e a vigilância da PIDE, num retrato vivo da resistência onde a palavra é uma arma. Em «Canta mas não óbuses» revisitam-se muitos dos mesmos temas com o humor mordaz do teatro de revista e dando uso ao cancioneiro popular e da luta antifascista.

Teatro para os Dias de Abril é, além do mais, uma homenagem ao teatro e à sua capacidade criadora e mobilizadora. Também com ele aprendemos que «o povo é quem mais ordena». Da editora Página a Página.

 

 

 

segunda-feira, 8 de junho de 2026

À ATENÇÃO DOS NOSSOS GOVERNANTES | EM NOME DO FUTURO| deem uma olhadela ao que se vai discutir no «Trellis Impact 26» | ATÉ PORQUE V. EXCELÊNCIAS NOS DIZEM QUE SÃO «MODERNOS» | SERÃO?

 
 
Devem ter sido os «R» da imagem acima que nos levaram a pensar nos nossos Governantes. Agora, mais a sério, deve ter sido porque o nosso Governo pensa o FUTURO aos retalhos e o PARADIGMA DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL não deixa de ser apenas um titulo para «adornar» - é ver como aparece aos farrapos  na legislação com que que nos vão inundando. Não vem com novos modelos de Gestão Pública. Assim, em jeito de lembrete, Governo(s) não deixem passar ao lado o «Trellis Impact 26» até porque a atmosfera em que acontece é da realidade da «economia» que tanto veneram - o mundo dos negócios. Que não tem de ser diabolizada. Aproveitemos para lembrar que na nossa CONSTITUIÇÃO coexistem o Privado, o Público, e Cooperativo/Associativo. Mas vamos lá ao que se prevê para a sessão acima:
 
E já agora o conceito geral do Trellis Impact 26:
 
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Talvez devêssemos também sugerir
a vedetas do nosso «comentariado»
que não ignorem o «global» 
que vai acontecendo pelo mundo ...
 O problema será que para isso é necessário 
saber sobre o todo e a parte ... 
Sem serem especialistas de tudo o
 que vai dominando os telejornais ...
 E quantas das vezes com arrogância.
Já agora insistamos no
 Isto anda tudo ligado.
 
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Estas coisas são mesmo como as «cerejas»igualmente
 nos veio à memória a obra seguinte de Filipe Duarte Santos
 e o que Viriato Soromenho-Marques escreveu a propósito 
 

SINOPSE
Nos últimos milénios, e especialmente durante os últimos dois séculos, as sociedades humanas, têm provocado alterações significativas no ambiente. As interferências com o sistema terrestre são actualmente tão profundas que ameaçam os processos de que depende a sustentabilidade daquelas sociedades. Neste livro, apresenta-se uma abordagem integrada que inclui a dimensão humana e as transformações sociais e económicas que contribuem para as alterações globais. Analisa-se a situação mundial e as perspectivas da sua evolução futura no quadro da recente crise Ocidental, da convergência económica entre os países em desenvolvimento e os países mais industrializados. O caso de Portugal face às alterações globais é igualmente discutido, devido às inescapáveis implicações deste fenómeno no nosso país. Saiba mais.
 
E as palavras de Viriato Soromenho Marques:
 
«Um alerta em nome do futuro
A crise de múltiplas cores em que o mundo está mergulhado, e que atinge na Europa tons de agonia, é também uma crise de invisibilidade dos grandes problemas que se colocam à possibilidade existencial de prosseguir com a marcha história de uma civilização tecnológica complexa como a atual. A obra mais recente de Filipe Duarte Santos (FDS), o conhecido professor da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, sem dúvida a maior autoridade académica portuguesa em alterações climáticas, vai no sentido oposto. Constitui um sereno esforço de identificar uma agenda das tarefas que temos de enfrentar se não quisermos que, em vez de futuro, o devir nos faça mergulhar numa colossal regressão. 
Numa espécie de síntese de uma carreira devotada ao estudo de temas emergentes na relação entre as ciências físicas e sociais na sociedade contemporânea, FDS produziu uma obra que constitui uma verdadeira proposta de agenda para as políticas públicas da comunidade internacional. Para uma comunidade capaz de diagnosticar os problemas, de construir instituições para os enfrentar, desenhando e implementando estratégias firmes, consistentes e solidárias. 
Num extraordinário compromisso entre o texto científico (servido por um útil glossário) e o ensaio mobilizador, a obra destina-se a um público muito vasto, fornecendo-lhe uma informação atualizada, crítica e calibrada. 
Uma obra indispensável para compreender a íntima conexão entre ciências e políticas na era do Antropoceno, isto é, no tempo em que a humanidade, senhora de um poder e de uma responsabilidade incomparáveis, terá de lutar para merecer, pelo seu engenho o esforço, um futuro digno, ou, sucumbir numa abjeção e indigência sem paralelo histórico». 
Recorremos a post anterior do Elitário Para Todos de 2013.  
 
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Encerremos 
 

 

domingo, 7 de junho de 2026

PARA O SEU «10 de JUNHO» | Debate a partir do livro «Para ler Camões» com o autor António Carlos Cortez |10 JUN 2026 | 18:00 | PRAÇA VERDE | FEIRA DO LIVRO DE LISBOA

 


 SINOPSE
Este livro que chega agora aos alunos (sobretudo do Ensino Secundário e do Superior), bem como aos professores e demais comunidade educativa, não pretende senão ser um auxiliar de leitura da poesia de alguns poemas de Camões, o Lírico. O que está em causa é dar, a quem o venha a adquirir, pistas de leitura, as quais [...] poderão fazer com que um leitor, especializado ou não, compreenda melhor a magia, o rigor e o mundo verbal de Luís de Camões.
Muito para além da celebração dos 500 anos do autor de Os Lusíadas (1572), procurei facultar coordenadas de interpretação de 35 poemas líricos, não só para que os alunos possam desfrutar melhor das imagens e da frase engenhosa e complexa que define o estilo camoniano, mas para que, num futuro qualquer, Camões possa ser lido sem que sobre a sua obra recaia a obrigação do tom celebratório.
Ler a poesia de Camões tendo-o à nossa cabeceira como luz que ilumina o caminho de quem estuda e de quem ensina em tempo de regresso de monstros antigos e invenção de novos monstros, eis o fito perseguido. Saiba mais. 
 
Páginas disponíveis 
 

 


PARA O SEU «10 DE JUNHO»| «Enfatriões» de Luís de Camões | PELO TEATRO MAIZUM

 

 

Sinopse

A peça parte da última aventura amorosa de Júpiter no mundo dos mortais. Para conquistar a virtuosa Almena, o deus rei dos romanos, simbolizando a lei, a ordem e o poder, aproveita a ausência do general Anfatrião, que se encontra na guerra, e assume a sua figura humana Esta metamorfose dá origem a uma complexa trama de equívocos e identidades roubadas. A confusão sobre "quem é quem" alimenta o desenvolvimento de uma intriga vertiginosa, que se adensa com o regresso do verdadeiro Enfatrião, forçado a enfrentar a usurpação da sua identidade e da sua casa.

 

Saiba mais, nomeadamente 
através desta BROCHURA sobre o Espectáculo