ELITÁRIO PARA TODOS
sábado, 10 de janeiro de 2026
AMANHÃ DIA 11 ÀS 15:30 HÁ COMÍCIO COM O CANDIDATO PRESIDENCIAL QUE NÃO ESQUECE A CULTURA - ANTÓNIO FILIPE | de facto uma vez mais em encontro havido ontem teve oportunidade de dizer que «quis dar visibilidade aos problemas da área da cultura afetada pela precariedade e ouviu testemunhos de quem vive com salários baixos e incertos, com instabilidade laboral e com o subfinanciamento do setor» | É NO COMPLEXO DESPORTIVO DO CASAL VISTOSO EM LISBOA
sexta-feira, 9 de janeiro de 2026
ESTEVE NA COLUNA AO LADO | Maria do Céu Guerra homenageda no Festival de Teatro de Almada
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quinta-feira, 8 de janeiro de 2026
A ADMINISTRAÇÃO LEGALISTA CONTINUA! | alguem que nos salve de morrermos «afogados» nas Resoluções do Conselho de Ministros, quais sebentas escolares - perdão, já podem cair na espécie «livros académicos» | ESTAMOS A VISAR A RCM N-º 2 /2026 QUE «APROVA A AGENDA NACIONAL DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E O RESPECTIVO MODELO DE GOVERNAÇÃO»
quarta-feira, 7 de janeiro de 2026
CASA DO ARTISTA | TEATRO ARMANDO CORTEZ | «Festival na Minha Casa» | 12 JANEIRO - 3 FEVEREIRO _ 2026
Festival Na Minha Casa
Festival Na Minha Casa regressa para a 2ª edição.
De 12 de janeiro a 3 de fevereiro
de 2026, às segundas e terças-feiras, sempre às 21h.
8 dias, 8 concertos intimistas sobem à sala de estar instalada no palco do
Teatro Armando Cortez. Cuca Roseta e Ruben Alves (12 de janeiro), Herman José
(13 de janeiro), Rita Redshoes (19 de janeiro), Maria João e João Farinha (20
de janeiro), Hélder Moutinho (26 de janeiro), DAMA (27 de janeiro), Selma
Uamusse (2 de fevereiro) e Bárbara Bandeira (3 de fevereiro).
O Festival Na Minha Casa é uma iniciativa solidária, com receita a reverter na integra para a Casa do Artista, onde os artistas têm oportunidade de dar um concerto na sala que é o seu "habitat" natural, numa Casa que é sua, recebendo o público de forma memorável. Num ambiente simples, descontraído, como quem está entre família e amigos... por uma Causa maior.
A 2ª edição do Festival Na Minha Casa, para além de apresentar um renovado cartaz, com muitos nomes da música e artistas bem conhecidos dos portugueses, traz uma novidade: a realização de uma mesa-redonda, no dia 2 de fevereiro às 17h, na Galeria Raul Solnado. A entrada é livre.
A mesa-redonda “Música: arte de transformação social” vai juntar a comunidade numa reflexão sobre o impacto da música como veículo de transformação social, contando com a participação já confirmada de Selma Uamusse (artista e presidente da Direção da Helpo) e de Helena Lima (representante da Orquestra Geração).
segunda-feira, 5 de janeiro de 2026
PRESIDENCIAIS 2026 | ANTÓNIO FILIPE UMA VEZ MAIS COM GENTE DA «CULTURA» | desde logo para sublinhar que tem de se cumprir e fazer cumprir o art.º 73 da C.R.P | ASSIM PELA CRIAÇÃO E FRUIÇÃO CULTURAL NOVO ENCONTRO NO PRÓXIMO DIA 9 DE JANEIRO PORQUE COMO DIZ O CANDIDATO «A CULTURA NÃO É O SAL DA DEMOCRACIA É O PRÓPRIO CERNE DA DEMOCRACIA»
GONÇALO M. TAVARES |«O Fim dos Estados Unidos»
O Fim dos Estados Unidos da América é uma epopeia, satírica e distópica, que começa com a enigmática entrada da peste nos Estados Unidos da América.
Ted Trash, fascista, extremista de direita, e Left Wing, extremista de esquerda, serão os responsáveis por uma segunda guerra civil no país. Pobres e ricos terão problemas entre si, e não serão poucos.
No meio disto está Bloom, o herói da epopeia, que terá um destino terrível, mas tentará, até ao fim, salvar a América, tendo sempre na cabeça a imagem de uma bela mulher, a mexicana La Rosa, que um dia conheceu num estádio.
São várias as personagens desta epopeia. Johnston Bonne, engenheiro informático, maluco em absoluto, anarquista, tentará com processos alquímicos, e alguns fumos e festas exuberantes, ajudar o país. Jonathan & Mary, ativistas, no meio de tendas e algum nudismo, tentarão até à última lutar pelas suas utopias. Tirésias, profeta cego, fará oráculos decisivos. O Dr. Robert, cientista, amigo de Bloom, tentará, com o seu racionalismo, e por vezes com Deus a ser chamado, uma solução. James, o coveiro, exercerá a sua função de forma exemplar, e Mack Morris, um adorador de nuvens, andará por lá, nem sempre a olhar para cima. Moscas tsé-tsé, borboletas e búfalos entrarão também, com diferentes papéis, nesta epopeia. Esta é uma tragédia greco-americana. Pensamentos e ações, se os Deuses quiserem, estarão, portanto, presentes. Saiba mais.





