sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

ESTEVE NA COLUNA AO LADO | Maria do Céu Guerra homenageda no Festival de Teatro de Almada

 


COM ALEGRIA EM ALTA VOZ! | A Barraca é homenageada pelo Festival de Teatro de Almada 2024 | NÃO PERCA A INSTALAÇÃO DE JOSÉ MANUEL CASTANHEIRA QUE O ASSINALA 

 ________________

A imagem acima esteve na Coluna ao Lado. Não queremos esquecer isso, mas para dar lugar a outras que também merecem destaque  e para que a Coluna não fique demasiado extensa,  já não está lá,  e por isso esta explicação ... Alimente-se a «memória» do Elitário Para Todos.
 
 

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

A ADMINISTRAÇÃO LEGALISTA CONTINUA! | alguem que nos salve de morrermos «afogados» nas Resoluções do Conselho de Ministros, quais sebentas escolares - perdão, já podem cair na espécie «livros académicos» | ESTAMOS A VISAR A RCM N-º 2 /2026 QUE «APROVA A AGENDA NACIONAL DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E O RESPECTIVO MODELO DE GOVERNAÇÃO»

 
 Em boa verdade, já não haverá nada de novo a acrescentar à forma como o atual GOVERNO está a conduzir  o seu trabalho. A opção (ou será que não sabe fazer doutra maneira?) pela ADMINISTRAÇÃO LEGALISTA está aí para quem o queira ver. A Resolução acima é um bom exemplo. Ó deuses!, nada contra «textos de apoio» em que se fundamenta a ação governativa. Sugestão: na «Área REFORMA DO ESTADO» que aparece no Portal do Governo (ainda que mal se pergunte existe site do Ministério associado?) coloquem aquilo a que se costuma designar por «RECURSOS», ou seja, a bibliografia e demais fontes que dão suporte teórico,  prático, e institucional à ação do Governo. Na circunstância à «INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL». Mas transformar uma Resolução do Conselho de Ministros, já não dizemos em «sebenta», subamos na escala para «livro» - (atravessado pelo «panfletário»?, ou estamos a ser injustos?, não nos parece) -  começa a inquietar demais: a  GESTÃO PÚBLICA parece mesmo estar em perigo. Mas a ciência das «organizações e da sua gestão» existe. 
Acabada de ler a RCM n.º 2 aqui em causa - ainda atordoados - e apenas a titulo de mera ilustração olhemos para isto - mas o melhor é ler tudo (mas quem tem tempo para isso?):
 
«(...)  A inteligência artificial (IA) representa uma oportunidade histórica para Portugal acelerar o crescimento económico, reformar o Estado e aumentar a produtividade, hoje limitada a 75 % da média europeia.
 A rápida adoção de IA pode acrescentar entre 18 e 22 mil milhões de euros ao produto interno bruto (PIB) e elevar até 2,7 pontos percentuais (p. p.), num cenário de rápida automação e adoção de IA generativa, o contributo da produtividade para o crescimento. 
A oportunidade de IA não se foca apenas em large language models (LLM). Desde redes neuronais recorrentes e convolucionais para análise de imagens, dados sequenciais, ou geração de dados sintéticos, árvores de decisão para previsões tabulares, reinforcement learning para otimização de sistemas, e modelos não supervisionados para descoberta de padrões de IA, o impacto potencial desta tecnologia é significativo, seja aplicado à saúde, indústria e economia azul, ou até à simplificação e digitalização da Administração Pública. 
Portugal possui vantagens estruturais únicas, designadamente, energia competitiva e renovável, infraestrutura digital de referência, talento qualificado, elevada predisposição para uso de IA, conectividade nacional e internacional, ecossistema dinâmico de startups e forte qualidade de vida, as quais criam condições ideais para desenvolver soluções de IA e atrair investimento e talento.
A ANIA estabelece uma visão clara na utilização de IA de forma ética, segura e responsável, de modo a aproximar Portugal da vanguarda da competitividade europeia. Foca-se na transformação da inovação em valor público concreto, a saber, salários mais elevados, serviços públicos mais eficientes e maior qualidade de vida. 
A ANIA rege-se por seis princípios orientadores e está estruturada em quatro eixos de atuação com objetivos claros.
Em primeiro lugar, Infraestrutura e Dados, para garantir que Portugal desenvolve capacidade computacional estratégica e uma economia de dados robusta, reduzindo a dependência externa, assegurando uma articulação diplomática para proteger o acesso contínuo a recursos críticos de IA e criando bases tecnológicas que permitam competir na próxima década. (...)
 
 A complexidade regulatória agrava o problema. O novo Regulamento Europeu de IA terá de coexistir com legislação já extensa, como o RGPD, a par de regulamentos setoriais em matérias de saúde, finanças ou educação, criando um ambiente regulatório fragmentado e, por vezes, contraditório. Esta incerteza jurídica atrasa decisões, aumenta custos e gera dependência de consultoria especializada, escassa no mercado nacional. Ao mesmo tempo, a IA está a tornar-se cada vez mais acessível e próxima de ser uma tecnologia amplamente disponibilizada, com uma velocidade de adoção sem precedentes. Esta democratização acelera o potencial de inovação, mas aumenta proporcionalmente a necessidade de responsabilidade, segurança e mecanismos de salvaguarda. O desafio já não é  apenas incentivar o uso, mas garantir que esse uso é seguro, confiável e alinhado com valores públicos. (...)

 E até temos em jeito de Notas de Rodapé: 
   1 ) McKinsey & Company, 2025. ( 2 ) Eurostat, 2023, Produtividade por hora trabalhada. ( 3 ) Implement Consulting Group, 2024, The economic opportunity of generative AI in Portugal. ( 4 ) McKinsey & Company 2025, EY European AI Barometer 2025. ( 5 ) Global Peace Index, 2025. ( 6 ) Global Citizen Solutions, 2025. ( 7 ) Netsonda 2025, Estudo de mercado. ( 8 ) StartUp Portugal, 2025, Startup & Entrepreneurial Ecossystem Report. ( 9 ) BCG, 2024, The Leader’s Guide to Transforming with AI. ( 10) Instituto Nacional de Estatística, 2025, Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação nas Empresas. ( 11) Direção-Geral das Atividades Económicas. ( 12) Implement Consulting Group, 2025, The AI opportunity for eGovernment in Portugal. ( 13) Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência, CDH 23 | Inquérito aos Doutorados, 2023. ( 14) Future of Work, 2024, McKinsey & Company. ( 15) AI Barometer, 2025, EY. ( 16) Solving Europes AI Talent Equation, CEPS 2025. ( 17) IDC Portugal, 2024. ( 18) CEO Outlook, 2025, KPMG. ( 19) Tech Talent Trends Repor2025, Landing.Jobs.( 20) Global AI Jobs Barometer, 2025, PwC. ( 21) European AI Barometer, 2025, EY. ( 22) KPMG, 2025, CEO Outlook (...)»
 
Com o devido respeito, poupem-nos! 
 
*
*   * 
Entretanto, aproveitemos 
para rendibilizar posts anteriores
relacionados com o assunto 

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

CASA DO ARTISTA | TEATRO ARMANDO CORTEZ | «Festival na Minha Casa» | 12 JANEIRO - 3 FEVEREIRO _ 2026

 

 

Festival Na Minha Casa

Festival Na Minha Casa regressa para a 2ª edição.

De 12 de janeiro a 3 de fevereiro de 2026, às segundas e terças-feiras, sempre às 21h.
8 dias, 8 concertos intimistas sobem à sala de estar instalada no palco do Teatro Armando Cortez. Cuca Roseta e Ruben Alves (12 de janeiro), Herman José (13 de janeiro), Rita Redshoes (19 de janeiro), Maria João e João Farinha (20 de janeiro), Hélder Moutinho (26 de janeiro), DAMA (27 de janeiro), Selma Uamusse (2 de fevereiro) e Bárbara Bandeira (3 de fevereiro).

O Festival Na Minha Casa é uma iniciativa solidária, com receita a reverter na integra para a Casa do Artista, onde os artistas têm oportunidade de dar um concerto na sala que é o seu "habitat" natural, numa Casa que é sua, recebendo o público de forma memorável. Num ambiente simples, descontraído, como quem está entre família e amigos... por uma Causa maior.

A 2ª edição do Festival Na Minha Casa, para além de apresentar um renovado cartaz, com muitos nomes da música e artistas bem conhecidos dos portugueses, traz uma novidade: a realização de uma mesa-redonda, no dia 2 de fevereiro às 17h, na Galeria Raul Solnado. A entrada é livre.

A mesa-redonda “Música: arte de transformação social” vai juntar a comunidade numa reflexão sobre o impacto da música como veículo de transformação social, contando com a participação já confirmada de Selma Uamusse (artista e presidente da Direção da Helpo) e de Helena Lima (representante da Orquestra Geração).

Uma produção Apoiarte - Casa do Artista®.

 Veja aqui

 


segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

PRESIDENCIAIS 2026 | ANTÓNIO FILIPE UMA VEZ MAIS COM GENTE DA «CULTURA» | desde logo para sublinhar que tem de se cumprir e fazer cumprir o art.º 73 da C.R.P | ASSIM PELA CRIAÇÃO E FRUIÇÃO CULTURAL NOVO ENCONTRO NO PRÓXIMO DIA 9 DE JANEIRO PORQUE COMO DIZ O CANDIDATO «A CULTURA NÃO É O SAL DA DEMOCRACIA É O PRÓPRIO CERNE DA DEMOCRACIA»

  

 
 
Veja post anterior
  
 
 
 

GONÇALO M. TAVARES |«O Fim dos Estados Unidos»

Se tiver acesso, o trabalho inerente à imagem é de  
 

SINOPSE

O Fim dos Estados Unidos da América é uma epopeia, satírica e distópica, que começa com a enigmática entrada da peste nos Estados Unidos da América.

Ted Trash, fascista, extremista de direita, e Left Wing, extremista de esquerda, serão os responsáveis por uma segunda guerra civil no país. Pobres e ricos terão problemas entre si, e não serão poucos. 

No meio disto está Bloom, o herói da epopeia, que terá um destino terrível, mas tentará, até ao fim, salvar a América, tendo sempre na cabeça a imagem de uma bela mulher, a mexicana La Rosa, que um dia conheceu num estádio. 

São várias as personagens desta epopeia. Johnston Bonne, engenheiro informático, maluco em absoluto, anarquista, tentará com processos alquímicos, e alguns fumos e festas exuberantes, ajudar o país. Jonathan & Mary, ativistas, no meio de tendas e algum nudismo, tentarão até à última lutar pelas suas utopias. Tirésias, profeta cego, fará oráculos decisivos. O Dr. Robert, cientista, amigo de Bloom, tentará, com o seu racionalismo, e por vezes com Deus a ser chamado, uma solução. James, o coveiro, exercerá a sua função de forma exemplar, e Mack Morris, um adorador de nuvens, andará por lá, nem sempre a olhar para cima. Moscas tsé-tsé, borboletas e búfalos entrarão também, com diferentes papéis, nesta epopeia. Esta é uma tragédia greco-americana. Pensamentos e ações, se os Deuses quiserem, estarão, portanto, presentes. Saiba mais.