quinta-feira, 3 de abril de 2025

LANÇAMENTO |« Combate por um teatro de combate» _ de Luiz Francisco Rebello | 13 ABRIL 2025 | LISBOA

 

 
 
13 abr 2025 |dom, 17h30 (após o espetáculo)
Sala Estúdio Valentim de Barros / Jardins do Bombarda (Lisboa)
 

«Em 2024, o Teatro Nacional D. Maria II quis associar-se às comemorações dos 50 Anos do 25 de Abril e do Centenário do Nascimento de Luiz Francisco Rebello.Cumprindo a missão de oferecer um serviço de utilidade pública, fazia todo o sentido reeditar este livro, saído em 1977 pela Seara Nova. Trata-se de um documento emblemático desse tempo crucial da nossa história, relatada por quem a viveu com dedicação sem reservas à causa e às coisas teatrais, e que importa dar a conhecer às novas gerações.
Ao reunir textos que antecedem Abril com outros posteriores, o autor denuncia as agruras impostas pela ditadura ao teatro português, evidenciando a resiliência dos seus trabalhadores e a urgência da adesão à luta revolucionária, para resgatar a demasiado longa noite escura (numa evocação do poema de Dylan Thomas) a que foi submetido.

Ainda, e sempre, pede-se ao teatro que esteja à altura do seu tempo».  Saiba mais.


quarta-feira, 2 de abril de 2025

«1925 | 2025: Centenário de Octávio Pato»





E da intervenção de Paulo Raimundo, ontem: «Nesse dia 2 de Abril de 1976 declarou da tribuna da Assembleia Constituinte: "Com a promulgação da Constituição inicia-se um novo ciclo da história do nosso país. A partir de hoje o povo português passará a ter na Constituição um valioso instrumento, que deve tomar nas suas mãos, para o defender e utilizar na luta pela consolidação da democracia e das conquistas fundamentais da Revolução".
 

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Também podemos saber mais de Octávio Pato nesta
 «Memória Comum»
 
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E não passa despercebido  as pessoas que estiveram na sua despedida 

 

SABE O QUE É ? |o « programa «Connecting Dots ― Mobilidade Artística e Desenvolvimento de Públicos»

  




A pergunta constante do titulo deste post ocorreu-nos ao vermos a Portaria da imagem. Para quem desconhece o programa e para não andar à cata da legislação, na senda de preâmbulos com que toda a gente fique a saber do que se está a tratar:

«Este concurso visa financiar projetos de programação artística multidisciplinar com o objetivo de reforçar a oferta artística, o acesso e a participação nas artes nos territórios de baixa densidade de Portugal Continental e nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira». 

Mais:  «Áreas artísticas: Os projetos deverão identificar atividades a desenvolver em pelo menos duas das seguintes áreas artísticas: arquitetura, artes plásticas, artes de rua, circo contemporâneo, cruzamentos disciplinares, dança, design, fotografia, novos media, música e teatro».Bom, mas veja «tudo» sem que seja numa moldura legalista de artigos, números e alíneas ... 

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Contudo, pensando bem, no fundo, no fundo, o que nós queremos é  assinalar a existência do EEA GRANTS para quem o desconhece,   e continuar a pugnar pela  legislação amigável prometida e, ironia, legislada. E juntarmo-nos  à celebração dos 30 anos.
Já gora, desde há muito que por aqui se tem ideia, que esta «TROIKA do BEM» (como já alguém os apelidou) poderia ter um impacto ainda mais virtuoso nas artes... Mas é crónico, se não temos espaço para a reflexão das POLÍTICAS PÚBLICAS DE  CULTURA o que esperávamos? Talvez o EEA Grants possa fazer alguma coisa por isso ...
 
 

terça-feira, 1 de abril de 2025

«Circo»

 


 
 Por mais estranho  que pareça terá sido  o trabalho abaixo lido no jornal Público que nos terá levado a reparar  no «CIRCO» que nos é revelado no site do Ministério de Cultura de França, na ida que lá se acabou de fazer, indiciado pelas imagens acima. Não é que o artigo do Público não seja útil para quem quer seguir a vida cultural do País, mas no nosso caso remete-nos para abordagem das Políticas Públicas de Cultura em geral. Para a sua estrutura: da formulação à avaliação. Não temos modelo. Será natural que se queira saber do que se passa com cada uma das áreas artísticas. Na circunstância, com o CIRCO. Ora, para isso seria elementar que a DGARTES tivesse organização para o efeito, e como tantas vezes temos alertado o que existe é aquilo que lá atrás o PS prometeu em campanha eleitoral que ia refundar. Não aconteceu. A talho de foice, com «abril», existiu espaço para o CIRCO:
 


E como não recordar a propósito isto de Eduardo Prado Coelho!

 

Neste post anterior:ATMOSFERAS DE ABRIL | REVISITAR O «VERÃO QUENTE» | a antecessora da agora DGARTES em 1975 por palavras de Eduardo Prado Coelho | PODEMOS TESTEMUNHAR: RIGOR EM FESTA! | E OS LEÕES NÃO CHEGARAM

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o artigo do Público

 

 
Começa assim: «Com o seu currículo académico, a sua experiência como directora do Museu Nacional de Arte Antiga e dos Jerónimos, a preparação e o dinamismo que lhe são reconhecidos, Dalila Rodrigues podia bem ter constituído uma das poucas excepções à regra da inaptidão geral dos ministros da Cultura de governos PSD. Mas criticou mais do que fez, confirmou a reputação de ter um feitio quezilento, e por vezes pareceu apostada em desbaratar o já escasso peso político de que dispunha no Governo de Luís Montenegro, que dificilmente lhe dará uma segunda oportunidade caso vença as eleições. (...)».