ELITÁRIO PARA TODOS
terça-feira, 22 de setembro de 2026
JORGE PALMA | obrigado !
BOLSAS ANUAIS DE CRIAÇÃO LITERÁRIA 2025 AINDA NÃO FORAM PAGAS QUASE 6 MESES DEPOIS DE CONTRATOS ASSINADOS | lembremos que é a Direcção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB) que tem «a coordenação do Programa, bem como a atribuição das bolsas» e pelo que se sabe é o Fundo de Fomento Cultural que paga| AQUI CHEGADOS SEGUINDO MODELO DE REFERÊNCIA NEM «EFICIÊNCIA» NEM «EFICÁCIA»NEM «SATISFAÇÃO DOS PRTICIPANTES»
Em finais de Agosto, num e-mail da Direcção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB), os escritores foram notificados de que o pagamento da bolsa ainda não tinha sido processado «uma vez que se verificou a necessidade de complementar o contrato anteriormente assinado através de uma Adenda, de forma a adequar a respectiva cláusula de pagamento ao procedimento financeiro».
A adenda foi assinada com os vários autores no início do mês de Setembro, estabelecendo um plano de pagamento das bolsas em duas tranches: a primeira, de 50% do montante global, a ser paga mal a adenda ao contrato seja comunicada ao Gabinete de Estratégia, Planeamento e Avaliação Culturais/Fundo de Fomento Cultural (GEPAC/FFC), e a segunda, os restantes 50%, a efectuar «decorridos 6 (seis) meses sobre a data da outorga da presente adenda».
Cerca de três semanas após a celebração desta adenda ao contrato, no início da semana de 21 de Setembro, ainda nenhuma das Bolsas Anuais de Criação Literária 2025 tinha sido paga. Este programa, criado originalmente em 1998, foi depois suspenso pelo Governo PSD/CDS-PP de Durão Barroso. Em 2017, por intervenção do PCP, foram retomadas as Bolsas de Criação Literária».
A gestão administrativa e financeira do FFC é assegurada pelo Gabinete de Estratégia, Planeamento e Avaliação Culturais (GEPAC).
A gestão financeira do FFC rege-se pelas disposições legais aplicáveis aos Serviços e Fundos Autónomos, nos termos do Decreto-Lei n.º 155/92, de 28 de julho. (...)» - Veja aqui.
domingo, 20 de setembro de 2026
«Digital Education»
«O caminho é outro: regras claras, avaliações centradas no processo, com maior peso da avaliação oral, e formação explícita em literacia de IA. Não para substituir o pensamento, mas para o exigir. Ensinar a usar a IA não é ceder, é cumprir a missão da universidade: preparar os estudantes para o mundo real»
sexta-feira, 18 de setembro de 2026
JORNADAS EUROPEIAS DO PATRIMÓNIO | 18 a 27 de setembro | «reviver», «resistir», «reinventar»| E OLHAMOS O CENDREV E O TEATRO GARCIA DE RESENDE E NÃO ESQUECEMOS OS MARAVILHOSOS «BONECOS DE SANTO ALEIXO» O QUE NOS LEVA ÀS POLITICAS PÚBLICAS PARA A CULTURA CENTRAIS E LOCAIS E COMO SE ARTICULAM ...
quinta-feira, 17 de setembro de 2026
«Os trabalhadores do Teatro Nacional D. Maria II (TNDMII) alertaram hoje para “o cansaço físico e psicológico” e para as “condições improvisadas” de trabalho, nas vésperas da reabertura ao público desta instituição cultural, em Lisboa»
Segundo os trabalhadores, "a maioria dos postos de trabalho ainda não conta com o mobiliário necessário", tendo sido identificadas "e comunicadas superiormente" várias situações, como "o bloqueio de elevadores e de monta-cargas, [o] sistema de detecção de incêndios ainda não plenamente assegurado e a inexistência de ar condicionado".(...)».
terça-feira, 15 de setembro de 2026
«AMADOR, A COISA AMADA»
«Em causa está a necessidade de reforçar o investimento público no Movimento Associativo Popular (MAP). Composto por 33 mil colectividades, clubes e associações, onde trabalham 450 mil dirigentes voluntários e milhões de associados, o MAP é descrito pela Confederação Portuguesa de Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto (CPCCRD) como tendo um «papel determinante no acesso popular à cultura, recreio e desporto». Porém, denuncia a petição, «continua sem ter investimento regular a partir do Orçamento do Estado, «à altura do serviço público que presta».
Acresce o facto de o sector enfrentar uma situação económica crítica, agravada pela covid-19, pelos despejos e pelo aumento das rendas, e, sobretudo este ano, pela destruição resultante de intempéries e pela escalada da guerra contra o Irão, que provocou a subida galopante dos preços e comprometeu «milhares de actividades promovidas pelo MAP em todo o território nacional, assim como a própria continuidade de muitas colectividades».
São motivos de sobra para as exigências urgentes colocadas ao Governo de Montenegro, encabeçadas por uma linha de apoio plurianual ao funcionamento regular das colectividades, clubes e associações. Ao mesmo tempo, as colectividades reclamam a redução do IVA do gás e da electricidade para 6%, bem como a devolução do IVA pago na compra de materiais e equipamentos para actividades culturais e desportivas. A actualização da isenção de IRC para 35 mil euros e outra linha de apoio, esta dedicada à regularização dos edifícios do Movimento Associativo e Popular, são também reivindicações apresentadas ao primeiro-ministro. (...)».
domingo, 13 de setembro de 2026
HÁ UMA GOVERNANTE QUE DEVE ESTAR FELIZ - A SENHORA MINISTRA DA CULTURA EM PART TIME | a sua Administração Legalista continua o caminho - olhemos para o Aviso acabado de ser publicado relativo ao «Programa de Apoio a Projetos de Mérito Cultural» pelo Fundo de Fomento Cultural | AINDA QUE MAL SE PERGUNTE : APOIAM-SE PROJETOS QUE NÃO SEJAM DE MÉRITO CULTURAL?
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