domingo, 25 de outubro de 2026

CERTAMENTE IMPULSIONADOS PELO LANÇAMENTO DO LIVRO DE MIGUEL TIAGO SOBRE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NO PRÓXIMO DIA 4 DE NOV | reparamos com mais atenção na lista de «leituras» adiantadas na mais recent NOEMA do Berggruen Institute - «Ten deep dives into the fundamental questions that AI poses»

 

 
É certo que nos dias que correm afogam-nos em Inteligência Artificial, e como noutras ocasiões e matérias há que selecionar. Praticamente tínhamos acabado de saber da publicação da autoria de Miguel Tiago - «A Inteligência Artificial e as contradições do capitalismo» - a que nos referimos no post anterior, e eis que recebemos a Newsletter do Berggruen Institute - que seguimos regularmente -  com uma relação dos seus trabalhos  sobre a matéria. Há que rendibilizar!

Começa assim: «AI’s climb up the capability ladder is moving more rapidly, even exponentially, than its progenitors expected. To keep up and put it in perspective, Noema has compiled a reading list of our best essays and interviews from a couple of years ago through the present. No doubt, we will need a new list again a few months down the road.
For now, here is a resource for following the trajectory of the most important technological breakthrough of this century so far.

  

e seguindo link, o artigo: 
 
«The history of economic progress is a graveyard of tools. The water frame replaced the spinning jenny; the automobile replaced the horse; the spreadsheet replaced the ledger clerk. Each transition was accompanied by moral panics about the end of human utility. Yet, in each instance, the economy didn’t collapse into a heap of idleness. The lump of labor merely shifted its weight.
 Today, we face a similar shift, one likely more profound even than the arrival of the internet but perhaps less catastrophic than the doomsayers suggest. Mastery of the blinking cursor, long a symbol of professional status and middle-class stability, is becoming a relic. As a recent Wall Street Journal article argued, virtually all tasks involving what might informally be described as “doing stuff with a keyboard” seem destined for automation. Companies are aggressively capturing the institutional knowledge and digital practices of their employees, distilling decades of experience into digital models that never need a bathroom break or demand a better 401(k) match. (...)». Continue. E volte ao inicial.
 
Olhamos para a LISTA DA NOEMA como uma síntese, e nós cá por casa gostamos de sínteses. Tipo pontos de situação para depurar antes de  dar os passos seguintes ...  Ah, e alinhamos com este lema:
 

sexta-feira, 23 de outubro de 2026

LANÇAMENTO | de Miguel Tiago - «A Inteligência Artificial e as contradições do capitalismo» | com apresentação de João Ferreira | 4 NOV 2026 | 18:00 | AUDITÓRIO FERNANDO PESSA _ CASA DOS DIREITOS SOCIAIS | LISBOA


 
do Convite recebido: «(...) A Inteligência Artificial, sob o comando do capital, é, entre outros aspectos, um instrumento de intensificação da exploração, desvalorização salarial e vigilância. A Inteligência Artificial, sob controlo público, social e democrático, significaria devolver tempo livre a todos aqueles que tudo produzem, permitindo o desenvolvimento pleno das capacidades intelectuais, artísticas, científicas, físicas, sociais e políticas de cada ser humano.
A disputa que hoje se trava sobre o que será o futuro da Inteligência Artificial não se desenvolve à parte, mas antes no seio, da luta mais geral pela construção de uma sociedade socialista. (...)».
 
 

quarta-feira, 21 de outubro de 2026

«PREVISIBILIDADE» PARA QUE TE QUERO !

 

A notícia  a que se refere a imagem é toda ela um «programa» sobre o que temos e não temos na Cultura e nas Artes por parte do Estado e do Aparelho Estatal, central e local. Escolhendo e sintetizando: onde está a PREVISIBILIDADE   que enche os discursos Oficiais e sustenta «políticas»? Não é só o mercado que precisa dela. Mas vejamos, ilustrando, o que se passa no Município de Évora -  neste endereço. Por outro lado, facilmente se deteta que na base está um entendimento de SERVIÇO PÚBLICO DE CULTURA assente em «APOIAR» e não em «GARANTIR». Ó gente, temos que sair disto! Se queremos um PROGRESSO  EQUILIBRADO como decorre do PARADIGMA DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL. Lembremos:
 

 E no entanto, não desconhecemos,
 por exemplo, que está a decorrer isto:

 

 

 
Mas ...  
 
Basta olhar para isto:
 
 



«ONDE ESTÁ O CINEMA DA MARGEM SUL?» | vai discutir-se no Salão das Carochas no Primeiro Encontro Cinecarochas a 30 de outubro pelas 21:00 |ALMADA

 

 
«(...)  Esta é também uma oportunidade das entidades nacionais como ICA, Plano Nacional de Cinema ou Portugal Film Comission contactarem de perto com uma parte significativa da indústria que representa.
Este encontro acontecerá mediante inscrição para o email do Salão das Carochas (cinecarochas@cma.m-almada.pt) terá também um painel de discussão “A Margem Sul Como Território de Cinema”, composto por profissionais do Barreiro, Almada, Setúbal entre outros. Começa pelas 21h00». Saiba mais
 
 

segunda-feira, 19 de outubro de 2026

MAIS UM REGULAMENTO VINDO DA ÁREA GOVERNAMENTAL «CULTURA, JUVENTUDE E DESPORTRO» | é sobre «Artes e Ofícios» | COMEÇAMOS A SORRIR PORQUE NOS LEVOU À ICÓNICA CENA «A CABINE DOS IRMÃOS MARX»

 

 
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Olhando para a Portaria  atentemos
 na legislação que refere
 
  •   Resolução do Conselho de Ministros n.º 89/2020, de 23 de outubro - aprovou o Programa Saber Fazer, estabelecendo uma estratégia nacional para a salvaguarda, reconhecimento e desenvolvimento sustentável da produção artesanal tradicional com o intuito de promover a salvaguarda, valorização, transmissão e desenvolvimento sustentável das artes e ofícios tradicionais, através da articulação entre entidades públicas, privadas e agentes culturais
  •  Nesse sentido, a recente alteração da orgânica da Direção-Geral das Artes (DGARTES) introduzida pelo artigo 164.º do Decreto-Lei n.º 105/2026, de 26 de maio, conferiu a essa Direção-Geral a atribuição de assegurar a realização e divulgação do Programa Nacional Saber Fazer Portugal, no âmbito da preservação e reconhecimento da produção artesanal tradicional em Portugal, sem prejuízo das atribuições específicas do Património Cultural, I. P., no domínio do património imaterial
  •  Por conseguinte, o Decreto-Lei n.º 103/2017, de 24 de agosto, na redação introduzida pelo Decreto-Lei n.º 164-A/2026, de 12 de agosto, integrou as artes e ofícios tradicionais no regime de atribuição de apoios financeiros do Estado às artes, atribuindo à DGARTES competência para a respetiva gestão, nos termos legalmente previstos.
  •  Nesse quadro, o novo Regulamento dos Programas de Apoio às Artes, aprovado pela Portaria n.º 345-A/2026/1, de 14 de agosto, veio regulamentar o Programa de Apoio às Artes e Ofícios Tradicionais, integrado na Rede Portuguesa Saber Fazer, estabelecendo, designadamente, as respetivas finalidades, os instrumentos suscetíveis de financiamento, as regras de abertura da linha de apoio financeiro e as regras aplicáveis à apreciação das candidaturas.
  •  Em termos complementares, na sequência da publicação dos novos Estatutos das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve, foi cometida a estes institutos públicos a competência de coordenar a implementação da Estratégia Regional do Saber Fazer Tradicional em articulação com a Estratégia Nacional do Saber Fazer Tradicional.
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agora conceitos
 (serão tidos como tal?) 
 
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e temos o site do PROGRAMA NACIONAL 
«SABER FAZER - Portugal»
 
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 por fim o foco na DGARTES

 

 Veja aqui, no site da DGARTES

e repare-se nos serviços existentes 
 

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Continuemos com o  que esteve  no inicio deste post:  Já o temos referido, há organismos do Aparelho Estatal Cultura de que progressivamente perdemos a sua identidade. Vão lá metendo «trabalho» não se percebendo a coerência organizacional nem tão pouco a capacidade orgânica interna para tal. E parece processo «sem fim», e é aí que nos lembramos com frequência de A CABINE DOS IRMÃOS MARX. Está bem, também chegamos a isto (que meia Lisboa conhecia)  com a ajuda da Inteligência Artificial: 
 
Contudo,  rapidamente alargamos as ideias: uma vez mais a Administração Legalista em todo o seu esplendor quando até nos prometeram Administração Gestionária; depois o desconhecimento na esfera da Gestão Pública, e só assim se entende a confusão entre palavras utilizadas que são mais do que isso - sistema, objetivos, missão, desenvolvimento sustentável, estratégico, ... . SÃO CONCEITOS com técnicas subjacentes e modelos operativos... Não os vislumbramos
A terminar, que grande AMÁLGAMA ... Boa sorte a quem tem de continuar ... Ah, deixem-nos adivinhar: deve estar para breve mais um Regulamento para «AUXÍLIOS» - por acaso pessoa que muito respeitávamos e já não está entre nós era o termo que utilizava, talvez mais verdadeiro do que «APOIOS» -  aos visados na Portaria agora publicada. Pois, se é o que temos venham de lá mais umas verbas. Mas já agora, também não se esqueçam do que consta deste nosso post anterior: