ELITÁRIO PARA TODOS
terça-feira, 13 de janeiro de 2026
REVISTA «VISÃO» | «Precisamos de dinheiro para comprar o título e manter a sua publicação» | OS JORNALISTAS LANÇARAM UMA CAMPANHA DE DONATIVOS (CROWDFUNDING)
segunda-feira, 12 de janeiro de 2026
«A NOITE DOS VISITANTES» DE PETER WEISS | coprodução do Teatro da Rainha e do Teatro das Beiras _ «Trata-se de um espectáculo para todas as idades. Uma peça popular escrita em verso, traduzida nos anos 70 do século passado por Mário Barradas, uma parábola divertida, mas séria, da guerra entre impérios» | TAMBÉM «É UMA HOMENAGEM AO HOMEM DE TEATRO MÁRIO BARRADAS» E A ISSO NOS QUEREMOS ASSOCIAR
«Trata-se de um espectáculo para todas as idades. Uma peça popular escrita em verso, traduzida nos anos 70 do século passado por Mário Barradas, uma parábola divertida, mas séria, da guerra entre impérios. A história passa-se entre dois «visitantes» (dois homens armados, dois exércitos) que entram numa casa camponesa (um país), ocupando-a e fazendo da família (mãe e dois filhos) reféns, enquanto o pai, que ao elencar tudo aquilo que tinham para lhes dar, falou de ouro escondido num cofre, sai e vai supostamente desenterrá-lo no canavial. Uma reprodução de fenómenos semelhantes a que se tem assistido, com forças ocupantes e povos massacrados, seja por razões geoestratégicas ou apenas materiais.
E no site do Teatro das Beiras:
«A Noite dos Visitantes, de Peter Weiss, é uma reflexão em verso popular e rimado, referida ao teatro Kabuki e ao Grand Guignol, projeto radicalmente antinaturalista que se debruça sobre como as populações civis são as vítimas eternas dos imperialismos. Autor de um teatro politizado e documental, Weiss realiza nesta peça uma parábola que, sendo referida ao final da Segunda Guerra Mundial, mostra como o esbulho e o saque dos recursos naturais acaba por manchar de forma infame a justa vitória dos “libertadores” da Europa, Russos e Americanos. Sendo uma parábola, a sua lição está muito para além dessa limitação referencial histórica.
A Noite dos Visitantes cuja moral final será “não tens mais do que as tuas mãos e umas batatas para semear” para construir o futuro, tem tradução de Mário Barradas e é encenada por Fernando Mora Ramos. No ano em que o Teatro da Rainha assinala 40 anos, esta coprodução com o cinquentenário Teatro das Beiras ̶ uma das mais destacadas companhias do desertificado interior do país ̶ é uma homenagem ao homem de teatro Mário Barradas, que em 1978 a encenou no Centro Cultural de Évora com estreia Teatro Garcia de Resende. Fernando Mora Ramo integrava, então, o elenco».
«AS ÁRVORES MORREM DE PÉ
Morreu o meu Amigo Mário Barradas. Segundo me contam, morreu de “morte santa”, como se costuma dizer, daquela morte súbita que desejamos àqueles que amamos e que pedimos para nós próprios. E ainda bem que foi assim, sem aquelas agonias lentas que corroem o corpo e parecem degradar a alma, mas antes como se fosse “de um tiro ou de uma faca de ponta”, como na canção de Lopes-Graça e como esperamos que possam morrer sempre os nossos heróis.
sábado, 10 de janeiro de 2026
AMANHÃ DIA 11 ÀS 15:30 HÁ COMÍCIO COM O CANDIDATO PRESIDENCIAL QUE NÃO ESQUECE A CULTURA - ANTÓNIO FILIPE | de facto uma vez mais em encontro havido ontem teve oportunidade de dizer que «quis dar visibilidade aos problemas da área da cultura afetada pela precariedade e ouviu testemunhos de quem vive com salários baixos e incertos, com instabilidade laboral e com o subfinanciamento do setor» | É NO COMPLEXO DESPORTIVO DO CASAL VISTOSO EM LISBOA
António Filipe dá visibilidade aos problemas da área cultura - aqui
sexta-feira, 9 de janeiro de 2026
ESTEVE NA COLUNA AO LADO | Maria do Céu Guerra homenageda no Festival de Teatro de Almada
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quinta-feira, 8 de janeiro de 2026
A ADMINISTRAÇÃO LEGALISTA CONTINUA! | alguem que nos salve de morrermos «afogados» nas Resoluções do Conselho de Ministros, quais sebentas escolares - perdão, já podem cair na espécie «livros académicos» | ESTAMOS A VISAR A RCM N-º 2 /2026 QUE «APROVA A AGENDA NACIONAL DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E O RESPECTIVO MODELO DE GOVERNAÇÃO»
quarta-feira, 7 de janeiro de 2026
CASA DO ARTISTA | TEATRO ARMANDO CORTEZ | «Festival na Minha Casa» | 12 JANEIRO - 3 FEVEREIRO _ 2026
Festival Na Minha Casa
Festival Na Minha Casa regressa para a 2ª edição.
De 12 de janeiro a 3 de fevereiro
de 2026, às segundas e terças-feiras, sempre às 21h.
8 dias, 8 concertos intimistas sobem à sala de estar instalada no palco do
Teatro Armando Cortez. Cuca Roseta e Ruben Alves (12 de janeiro), Herman José
(13 de janeiro), Rita Redshoes (19 de janeiro), Maria João e João Farinha (20
de janeiro), Hélder Moutinho (26 de janeiro), DAMA (27 de janeiro), Selma
Uamusse (2 de fevereiro) e Bárbara Bandeira (3 de fevereiro).
O Festival Na Minha Casa é uma iniciativa solidária, com receita a reverter na integra para a Casa do Artista, onde os artistas têm oportunidade de dar um concerto na sala que é o seu "habitat" natural, numa Casa que é sua, recebendo o público de forma memorável. Num ambiente simples, descontraído, como quem está entre família e amigos... por uma Causa maior.
A 2ª edição do Festival Na Minha Casa, para além de apresentar um renovado cartaz, com muitos nomes da música e artistas bem conhecidos dos portugueses, traz uma novidade: a realização de uma mesa-redonda, no dia 2 de fevereiro às 17h, na Galeria Raul Solnado. A entrada é livre.
A mesa-redonda “Música: arte de transformação social” vai juntar a comunidade numa reflexão sobre o impacto da música como veículo de transformação social, contando com a participação já confirmada de Selma Uamusse (artista e presidente da Direção da Helpo) e de Helena Lima (representante da Orquestra Geração).






