Já não há paciência para se seguir a atividade da Senhora Ministra da Cultura (em part time) objetivamente marcada pela sua formação académica - direito. Sim, fomos confirmar - veja no Portal do Governo. Sim, lembramos Governantes anteriores da Cultura. A Portaria acima é um bom exemplo daquilo que a Senhora Ministra tem produzido e certamente assim continuará. Em particular, as noticias sobre o diploma destacam a «burocracia» mas da qual nem percebemos o «circuito» e não se destaca a razão de tanto tempo no Gabinete ..., e ...
Neste quadro, temos pedidos muito simples:
- Senhora Governante (e no pressuposto que Portaria é o grau de diploma adequado) faça uma adenda ao agora publicado que adiante possibilidades de REINVENÇÃO DAS SALAS DE CINEMA EM VIAS DE FECHAR. Inspire-se no que tem aparecido na Comunicação Social (de que os recortes acima são mais exemplos) e no HISTÓRICO do que ao longo dos anos foi acontecendo na Secretaria de Estado da Cultura/Ministério da Cultura, a organizar.
- Ao mesmo tempo, crie um SITE par a CULTURA onde de maneira profissional «saibamos tudo» sobre CINEMA na perspectiva de Políticas Públicas diretamente ou indicando «portas». Para insistirmos no que de há muito reclamamos, para benchmarking, visite o site do Ministério da Cultura de França :
«Europe : l'engagement fort de 17 ministres pour défendre le cinéma
A l’occasion du Festival de Cannes, la ministre de la Culture a réuni ses homologues, ministres de la Culture de l’Union européenne, afin d’ évoquer les grandes échéances européennes pour la création cinématographique et audiovisuelle. Publié le
A gaivota estreou em 1896, em São
Petersburgo. Desde então, o teatro passou por muitas alterações, tal como os
contextos em que ele acontece. A peça de Tchecov atravessou os tempos, resistiu
e, eventualmente, modificou-se. Continua a fazer parte do teatro, tal como ele
se faz hoje. No Festival de Almada de 2026 há quatro espectáculos que se
relacionam com a peça e, cada um à sua maneira, a apresentam ao público.
Partindo destes exemplos, pareceu pertinente reunir um grupo de pessoas cuja
vida, em algum momento, se cruzou com a peça do autor russo, para, em público,
falar desse encontro. Saiba mais .
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E como admiramos Miguel
Seabra uma nota especial para o «Sentido dos Mestres» e para a ambição da pergunta organizadora: «O que fazemos nós aqui?»
«Convidámos o
actor e encenador Miguel Seabra para dirigir a 13.ª edição d’O sentido dos
Mestres. A formação deste ano propõe uma abordagem teórica e prática aos
processos de criação teatral desenvolvidos no Teatro Meridional — a companhia
que co-dirige com Natália Luiza —, tendo o actor como figura central enquanto
criador e único elemento indispensável num espectáculo de teatro.
Ao longo de cinco sessões, serão explorados os princípios fundamentais dos
mecanismos de encenação usados em diferentes espectáculos do Meridional, com
especial enfoque na autonomia criativa, na responsabilidade artística do
intérprete enquanto agente criador, e na construção de uma visão integrada do
espectáculo, o ‘Todo’ subjacente à edificação de qualquer criação cénica.
Partindo da experiência do formador, serão abordadas as diferentes etapas do
processo criativo teatral: a escolha de um texto; o conceito temático
subjacente a essa escolha; o processo de pesquisa e/ou escrita cénica de um
espectáculo; a definição das respectivas equipas artísticas, técnicas e de
produção, e o modo como se articulam essas diferentes áreas. Serão ainda
abordados outros aspectos da criação — a escolha da linguagem formal para cada
peça; a relação com os actores/intérpretes; o espaço cénico/cenografia; o
desenho de luz; a música/espaço sonoro; a projecção vídeo; os figurinos; os
adereços; a maquilhagem; a organização dos tempos de ensaio, temporadas,
reposições e circulação; a relação com o público — entendidos pelo actor e
encenador como também essenciais para o exercício profissional da prática
artística.
Dentro deste caminho, haverá espaço para uma reflexão prática sobre o papel do
encenador e do actor no contexto contemporâneo, entendendo o processo de
criação como um território de risco, escuta, falha, descoberta, edificação e
transformação».
De 13 a 17 Julho
das 15h00 às 18h00
Casa da Cerca – Centro de Arte Contemporânea, Almada
A inscrição no curso faz-se mediante o envio de CV e carta de motivação para
geral@ctalmada.pt e tem um custo de 40€ (20€ para assinantes do Festival).
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