ELITÁRIO PARA TODOS
sexta-feira, 19 de junho de 2026
quarta-feira, 17 de junho de 2026
VERGONHA !
Um dos beneficiários afectados pela medida tentou o suicídio, outros recorrem a programas de ajuda alimentar ou deixaram de poder pagar cuidados de saúde. Uma acção judicial e uma providência cautelar estão a tentar travar o que a tutela considera ser a aplicação de “critérios iguais para todos”.
Após meses de silêncio por parte do Ministério da Cultura e do Fundo de Fomento Cultural (FFC), que medeia a atribuição do SMC, estes beneficiários de um subsídio do qual no passado usufruíram nomes como Mário Cesariny ou Herberto Helder souberam por email que as regras tinham mudado. Já desde Novembro tentavam saber o que se passava.
No dia 2 de Junho, o fotógrafo Guilherme Silva, após ter tido conhecimento de que o seu SMC, que já não recebia desde Janeiro por motivos que desconhecia, passara de 470 para 128 euros, tentou o suicídio. Aos 78 anos, com despesas de habitação e saúde a seu cargo, e dadas as consequências a longo prazo da precariedade que caracteriza o trabalho na Cultura, considerou que o seu acto serviria “para quem vem a seguir”: um manifesto de indignação por parte de quem se sente privado de uma caução de dignidade. Fotografou o 25 de Abril, foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, dedicou a vida à fotografia. (...)».
terça-feira, 16 de junho de 2026
NA APRESENTAÇÃO DO FESTIVAL DE TEATRO DE ALMADA | «os custos» | POIS É SENHORES POLíTICOS O PROBLEMA DO FINANCIAMENTO DA CULTURA E EM PARTICULAR O DAS «ARTES DA DGARTES» ESTÁ PARA LÁ DAS ATUALIZAÇÕES EM FUNÇÃO DA INFLAÇÃO ... O QUE DEVIA SER «AUTOMÁTICO»
Tirada daqui da Plataforma SAPO
“O festival é subvencionado em um terço pela Câmara Municipal, noutro terço pelo Ministério da Cultura e no restante terço por receitas próprias”, explicou Rodrigo Francisco ao PÚBLICO, detalhando as partes do orçamento de 630 mil euros. “Em relação às receitas próprias, resolvemos manter o preço das assinaturas [o passe geral custa 100€, 80€ no caso do Clube de Amigos do Teatro Municipal Joaquim Benite] porque o contexto não é propício a aumentos; o apoio por quatro anos da Direcção-Geral das Artes acabou agora e temos a expectativa que haja uma actualização desses valores à inflação; a subvenção da Câmara Municipal é a mesma desde 2015.”
Face ao aumento de custos da montagem do palco na Escola D. António da Costa, das viagens das equipas artísticas, do transporte de cenários e do alojamento, o director sustenta que “um festival que presta um serviço de público precisa também de investimento público”.
“Estamos no último dos últimos recursos”, diz ainda. “Não podemos transformar o festival internacional do país numa mostra de teatro sem cenografia e feita de monólogos.” (...)».
segunda-feira, 15 de junho de 2026
EM LINHA COM DIGAMOS O SEU «GOSTO» PELA ADMINISTRAÇÃO LEGALISTA A SENHORA MINISTRA DA CULTURA (EM PART TIME) PUBLICOU EM DIÁRIO DA REPÚBLICA MAIS UM PROCEDIMENTO | «Para um Cinema deixar de o ser» | ONDE ATÉ «DÁ ORDENS» ÀS CCDRS - É O VICE-PRESIDENTE QUE É CONSULTADO ! |FICAMOS SEM SABER O QUE PODERÁ ACONTECER PARA QUE A «SALA» NÃO ENCERRE ...
«Europe : l'engagement fort de 17 ministres pour défendre le cinéma
A l’occasion du Festival de Cannes, la ministre de la Culture a réuni ses homologues, ministres de la Culture de l’Union européenne, afin d’ évoquer les grandes échéances européennes pour la création cinématographique et audiovisuelle. Publié le
sábado, 13 de junho de 2026
AÍ ESTÁ! | O FESTIVAL DE TEATRO DE ALMADA 2026 | sob o signo de «A Gaivota» ... | QUE SORTE QUE NÓS TEMOS !
A GAIVOTA
Moderação João Carneiro
«Convidámos o
actor e encenador Miguel Seabra para dirigir a 13.ª edição d’O sentido dos
Mestres. A formação deste ano propõe uma abordagem teórica e prática aos
processos de criação teatral desenvolvidos no Teatro Meridional — a companhia
que co-dirige com Natália Luiza —, tendo o actor como figura central enquanto
criador e único elemento indispensável num espectáculo de teatro.
Ao longo de cinco sessões, serão explorados os princípios fundamentais dos
mecanismos de encenação usados em diferentes espectáculos do Meridional, com
especial enfoque na autonomia criativa, na responsabilidade artística do
intérprete enquanto agente criador, e na construção de uma visão integrada do
espectáculo, o ‘Todo’ subjacente à edificação de qualquer criação cénica.
Partindo da experiência do formador, serão abordadas as diferentes etapas do
processo criativo teatral: a escolha de um texto; o conceito temático
subjacente a essa escolha; o processo de pesquisa e/ou escrita cénica de um
espectáculo; a definição das respectivas equipas artísticas, técnicas e de
produção, e o modo como se articulam essas diferentes áreas. Serão ainda
abordados outros aspectos da criação — a escolha da linguagem formal para cada
peça; a relação com os actores/intérpretes; o espaço cénico/cenografia; o
desenho de luz; a música/espaço sonoro; a projecção vídeo; os figurinos; os
adereços; a maquilhagem; a organização dos tempos de ensaio, temporadas,
reposições e circulação; a relação com o público — entendidos pelo actor e
encenador como também essenciais para o exercício profissional da prática
artística.
Dentro deste caminho, haverá espaço para uma reflexão prática sobre o papel do
encenador e do actor no contexto contemporâneo, entendendo o processo de
criação como um território de risco, escuta, falha, descoberta, edificação e
transformação».
De 13 a 17 Julho
das 15h00 às 18h00
Casa da Cerca – Centro de Arte Contemporânea, Almada
A inscrição no curso faz-se mediante o envio de CV e carta de motivação para
geral@ctalmada.pt e tem um custo de 40€ (20€ para assinantes do Festival).
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