quarta-feira, 7 de outubro de 2026

ACONTECE NA ÁREA METROPOLITANA DE LISBOA | fecha o shopping, lá se vai o «teatro» ...

 

começa assim:

«Conseguir estar de portas abertas à noite passou a ser uma preocupação para o teatromosca. O auditório que gere fica dentro do Centro Comercial Shopping Cacém e o novo horário só permite que esteja acessível ao público, em condições, até às 20h30. Antes, quando havia sessões de cinema ou peças de teatro em período nocturno, informava-se a administração do shopping e um segurança garantia a entrada no edifício. Agora, isso já não é possível. “Se o centro comercial não abrir, pode ser tudo cancelado”, prevê Pedro Alves, um dos directores artísticos da companhia de teatro, a pensar na estreia desta quinta-feira, dia 8 de Outubro. “Preocupa-nos toda a sustentabilidade do projecto.” As respostas da Câmara de Sintra, proprietária do espaço, têm sido quase inexistentes. (...)».
Mais adiante este destaque:

Outra passagem

«(...)Em sessões e espectáculos que se realizaram com esta restrição, o director artístico diz que houve espectadores que tinham comprado o bilhete e se foram embora porque viram o centro comercial fechado; existiram dificuldades no acesso a pessoas com mobilidade reduzida ou às casas de banho, que ficam em cima do palco, pois não se poderia recorrer às do shopping; houve entradas pela porta lateral, que está sinalizada como de emergência; ou teve de se montar a bilheteira no exterior. “É insustentável”, realça Pedro Alves.(...)»
E o artigo termina assim:


*
*   *
e quem sabe o problema
venha a ser considerado
 na Assembleia seguinte,
 a decorrer



terça-feira, 6 de outubro de 2026

«Effective intervention depends on understanding how creative labour actually functions before determining how it should be supported»

 

 

 
A propósito,  a e-newsletter de SETEMBRO da ENCATC:«(...) In this special edition, we revisit some of the ideas, evidence, people and initiatives that made the ENCATC Congress not simply our most popular annual meeting point for our community, but a platform from which to move forward together to share a better cultural management policy education and research».
 
 e queremos destacar esta
 passagem da intervenção  de abertura do Congresso: 
 
 «(..)For cultural policy, the implication is equally significant. Effective intervention depends on understanding how creative labour actually functions before determining how it should be supported. Research can reveal where risks are concentrated, how inequalities develop over time, and why standard employment categories may inadequately capture artistic careers. The keynote thus established a central proposition for the Congress: research on creative work is not simply descriptive; it provides the conceptual and empirical foundations needed to design more informed cultural and labour policies. (...)».
 

quinta-feira, 1 de outubro de 2026

MAIS UM «PROCEDIMENTO» |«Nos termos do n.º 2 do artigo 5.º da Portaria n.º 301/2026/1, de 17 de julho, que aprova o Regulamento do Prémio de Incentivo à Promoção Internacional da Cultura Portuguesa, comunica-se a todos os interessados a abertura do procedimento para apresentação de candidaturas, (...)»

 

 

 
 Ocorreu-nos, Investigadores de GESTÃO PÚBLICA (e onde estarão?), se não têm «tema» que tal criar um deste tipo: a indústria de concursos na Administração Pública na esfera da CULTURA - qual a rendibilidade? Um dos muitos pontos de partida, pensem no que custa uma candidatura que depois NÃO  TEM «APOIO» ... Subjacente a assunção diante dos nossos olhos: O ESTADO APOIA, NÃO GARANTE. E este é o busílis ... Até podem encher a boca com SERVIÇO PÚBLICO DE CULTURA mas não se chega lá por «CONCURSO». Obviamente haverá REGRAS ... E um PLANO ESTRATÉGICO; e ... 
Será que nos querem fazer crer que NÃO HÁ OUTRAS POSSIBILIDADES que não seja, CONCURSOS E SEUS PROCEDIMENTOS E REGRAS SEM FIM? Não nos deixemos afogar!  
 
 

terça-feira, 29 de setembro de 2026

MAIS UM REGULAMENTO - 22 PÁGINAS | é sobre o Mecenato Cultural | será que vai mesmo ser «abrangente, transparente, acessível e eficaz»? | DESDE LOGO QUAIS OS INDICADORES DE «EFICÁCIA» QUE VÃO SER UTILIZADOS?

 

 
 
Acabámos de ler o diploma acima.
E esta a reação: NÃO É POSSÍVEL!  
Mas no Governo que se entendam. Em especial,
o que é que o Senhor Primeiro Ministro nos diz a isto?
Como é que o Senhor «Ministro das Reformas» consegue argumentar a favor face ao que defende? Mesmo que o REFERENCIAL (que certamente dirão não seguir) seja ADMINISTRAÇÃO LEGALISTA em vez de ADMINISTRAÇÃO GESTIONÁRIA.
Pela nossa parte já só pedíamos  que nos indicassem  TECNOCRACIA subjacente a este enredo... 
Entretanto, até soubemos hoje que houve ontem (segunda-feira) um encontro no CCB sobre a matéria. O diploma  saiu na sexta-feira ...
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*   * 
E por aqui ficamos - uma pessoa
 não é de ferro -, apenas remetendo 
 
 
 De lá o nosso esquema de estimação
 sobre DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, 
«O PARADIGMA»:
 

 

segunda-feira, 28 de setembro de 2026

SOBRE AS COMEMORAÇÕES «900 ANOS DA FUNDAÇÃO DE PORTUGAL» | um trabalho no jornal Público - «Governo entrega programação dos 900 anos a comissão com ligações ao CDS» |e um Despacho que « Designa os membros da comissão executiva e publica a composição do conselho geral do Comissariado Nacional para as Comemorações dos 900 Anos da Fundação de Portugal»| TENHAMOS OPINIÃO !

 

 
Começa assim: «Pouco mais de dois meses depois de Paulo Portas ter sido nomeado pelo primeiro-ministro comissário-geral das comemorações dos “900 anos da Fundação de Portugal”, foi entretanto constituída a comissão executiva a que irá presidir, responsável por preparar o programa oficial. Dos quatro membros que acompanham Portas nesse órgão, três têm antigas ligações ao CDS ou a governos PSD/CDS. A composição ficou conhecida depois de o Governo ter alterado o próprio enquadramento das comemorações: primeiro centradas nos 900 anos da Batalha de São Mamede e, desde Julho, alargadas a um ciclo sobre a “Fundação de Portugal”. Para o conselho geral, que irá aprovar e acompanhar a programação, foram entretanto conhecidos dois novos nomes: a escritora Ana Bárbara Pedrosa e o professor universitário e investigador Mário Jorge Barroca, indicados pelo Presidente da República, António José Seguro. (...)»

Entretanto, no DR de hoje: