ELITÁRIO PARA TODOS
sexta-feira, 22 de maio de 2026
Talvez tenhamos a obrigação de visitar o Diário da República ...
quinta-feira, 21 de maio de 2026
QUEM OUVE A DENÚNCIA? | QUEM CONTROLA OS «DISLATES» VINDOS DA GOVERNAÇÃO NA ÁREA DA CULTURA? | QUEM NÃO SE ENVERGONHA DOS «DISPARATES OFICIAIS SOBRE JOÃO ABEL MANTA»?| diz Alexandre Pomar: « A ingénua ministra principiante não pode ser "incomodada" por estes dislates? O partido não percebe? Quem escreve estas prosas oficiais disparatadas?»
"Fiel a uma conceção de arte como intervenção cívica, a obra em análise apresenta uma crítica à burguesia e ao conceito de família, recorrendo à representação de uma fotografia de retrato doméstico segundo os estreitos cânones formais oitocentistas."
«(...)Apesar do diagnóstico sombrio, o livro aponta soluções. Quais são as reformas mais importantes para proteger a democracia?
Há duas frentes essenciais. A primeira é cívica: os cidadãos têm de estar informados, envolvidos e dispostos a resistir a ataques às liberdades civis. Cada dia de indiferença é um dia ganho pelos autoritários. A segunda é institucional. Os sistemas eleitorais devem ser genuinamente representativos. Muitos países operam ainda segundo modelos — como o de Westminster — que distorcem a representação e excluem vozes relevantes. E a governação não pode ser uma continuação permanente da campanha. Instituições bem desenhadas, com responsabilidades claras e fiscalização contínua, reduzem o risco de abuso. Como defendeu Frederick Douglass, a chave é criar instituições que impeçam mesmo as más pessoas de causar danos graves quando chegam ao poder».
Maria José Aguiar (Barcelos, 1948)
Festas das cruzes, 1974
Óleo e acrílico sobre tela, 160 x 130 cm
quarta-feira, 20 de maio de 2026
CONTINUEMOS COM O QUE ACONTECE NO ESPAÇO IBEROAMERICANO NA ESFERA DA CULTURA |«Quinze companhias de teatro de seis países ibero-americanos participam este ano no Festival Internacional de Teatro do Alentejo (FITA), que arranca na quinta-feira e que vai passar pelos distritos de Beja, Portalegre e Setúbal»| QUE NOS LEVOU À «RedeArtes» RECENTEMENTE CRIADA EM BOGOTÁ
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"O FITA é, como o próprio nome indica, um festival internacional de teatro que ocorre em todo o Alentejo [e] tem um perfil ibero-americano, com predominância de espetáculos oriundos do espaço sul-americano", explicou hoje à agência Lusa o diretor artístico do certame, António Revez.
O festival, que se prolonga até dia 30 deste mês, é organizado pela companhia bejense Lendias d'Encantar e vai apresentar espetáculos de teatro e de música, debates, conferências e formações artísticas nos concelhos de Beja, Ferreira do Alentejo, Mértola, Ponte de Sor, Portalegre e Santiago do Cacém.
Segundo António Revez, a Colômbia é o país convidado desta 13.ª edição do FITA, que conta também com companhias de teatro e músicos oriundos de Portugal, Espanha, Chile, Argentina e Brasil. (...)». Leia na integra.
ONDE NOS DIRECIONAM PARA AQUI:
Portugal assume vice-presidência da nova RedArtes e liderança em 2027»
terça-feira, 19 de maio de 2026
SE DESCONHECE TALVEZ QUEIRA JUNTAR AO QUE A COMUNICAÇÃO SOCIAL JÁ NOS PROPORCIONOU NA MORTE DE CARLOS BRITO | de Rui Pereira «o burro e a morte» |EXCERTO: «(...)Enquanto dirigente do PCP, Carlos Brito foi objecto de todas as maledicências reservadas pelos adversários políticos a tudo quanto mexesse – e a tudo quanto permaneça – na área política do seu partido, quer em nome da «direita», quer em nome da «esquerda». Uma vez afastado do PCP, Carlos Brito foi transformado num mártir do «comunismo» e num estimável democrata e lutador pela liberdade, condição que os seus antigos camaradas que permaneceram no partido não mereceram e não merecem, nem que morram.(...)»
RESUMO
Durante muitos anos, quando na direcção do PCP se pensava promover um jovem quadro a um nível especial de responsabilidades directivas, Álvaro Cunhal costumava propor que fosse incluído na comitiva de uma das suas viagens ao estrangeiro para conviver com ele mais de perto e ficar a conhece-lo melhor.
Aproveitemos então a sugestão do histórico combatente e viajemos com ele ao longo dos anos, dos avanços e reveses da sua luta, das peripécias dos seus fôlegos revolucionários, dos gostos e das aversões, das decepções e tristezas, e também das alegrias e esperanças que as páginas deste livro documentam. Veja aqui.
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«Álvaro Cunhal - Sete fôlegos do combatente. Carlos Brito
É com risco que este histórico dirigentes e um dos mais visíveis dissidentes do PCP, se dispõe a escrever as suas memórias com o líder do partido durante décadas. Pode ter sido um risco, mas a memória coletiva agradece».
«RISCO»? - de que se estará a falar?,
questionamos nós...





