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ELITÁRIO PARA TODOS
quarta-feira, 14 de janeiro de 2026
ESTEVE NA COLUNA AO LADO | o livro «LISBOA, HORIZONTES DE TRANSFORMAÇÃO - UMA CIDADE PARA TODOS» | um referencial para olhar o que vai acontecendo na Capital _ por exemplo sobre «Hotéis» de que acabámos de eceber alertas a propósito do Hotel Benfica
terça-feira, 13 de janeiro de 2026
ONDE ESTÁ A GESTÃO PÚBLICA PROFISSIONAL POR CONSEGUINTE TRANSPARENTE? | mostrar como as decisões são tomadas faz parte ... | VEM A PROPÓSITO DO «PASSO EM FRENTE» DA COLEÇÃO DE ARTE CONTEMPORÂNEA DO ESTADO
Quanto à ministra e ao presidente da MMP, terão sido um pouco mais ponderados, considerando que há protocolos firmados com o MAC/CCB e com o Museu de Serralves que podem chocar com o proclamado “passo de gigante”. Mas privilegiam claramente a ambição da CACE, até porque, disse o presidente do MMP, “consegue dar sentido a esta colecção”, acrescentando que o MAC/CCB “está muito fechado sobre si próprio”. Esta frase é particularmente infeliz e conduz-me a algumas questões.
(...)
«(...) A criação bem-intencionada da CACE, em 2019, foi outro erro, ultrapassando o princípio de que o Estado adquire obras para as coleções dos seus museus, as únicas entidades que têm os meios necessários para a conservação, apresentação e divulgação. Sobretudo quando existe o Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado, que desde 1911 tem essa missão. Que o espaço seja insuficiente é um problema continuamente adiado. Todavia, a constituição da CACE não ofereceu inicialmente um quadro de pessoal, nem um espaço para o armazenamento das obras de artistas nacionais que foram sendo compradas com orçamentos cumpridores da promessa bem-intencionada, mas paradoxalmente esvaziou o MNAC-MC da sua função, votando-o à situação penosa em que se encontra.
As coleções da CACE estiveram durante este período em armazéns alugados e em condições de conservação dúbias. A afetação do armazém da Ellipse como reserva para estas coleções é uma boa notícia do ponto de vista da conservação e da economia de meios. O erro cometido com a constituição da CACE, em vez de se ter dotado o MNAC-MC com esses meios para o exercício da sua função, poderia ser resolvido com a integração desta no centenário MNAC-MC, um dos primeiros museus de arte contemporânea do mundo que a República sonhou, mas não concretizou por mais de um século. (...)
REVISTA «VISÃO» | «Precisamos de dinheiro para comprar o título e manter a sua publicação» | OS JORNALISTAS LANÇARAM UMA CAMPANHA DE DONATIVOS (CROWDFUNDING)
segunda-feira, 12 de janeiro de 2026
«A NOITE DOS VISITANTES» DE PETER WEISS | coprodução do Teatro da Rainha e do Teatro das Beiras _ «Trata-se de um espectáculo para todas as idades. Uma peça popular escrita em verso, traduzida nos anos 70 do século passado por Mário Barradas, uma parábola divertida, mas séria, da guerra entre impérios» | TAMBÉM «É UMA HOMENAGEM AO HOMEM DE TEATRO MÁRIO BARRADAS» E A ISSO NOS QUEREMOS ASSOCIAR
«Trata-se de um espectáculo para todas as idades. Uma peça popular escrita em verso, traduzida nos anos 70 do século passado por Mário Barradas, uma parábola divertida, mas séria, da guerra entre impérios. A história passa-se entre dois «visitantes» (dois homens armados, dois exércitos) que entram numa casa camponesa (um país), ocupando-a e fazendo da família (mãe e dois filhos) reféns, enquanto o pai, que ao elencar tudo aquilo que tinham para lhes dar, falou de ouro escondido num cofre, sai e vai supostamente desenterrá-lo no canavial. Uma reprodução de fenómenos semelhantes a que se tem assistido, com forças ocupantes e povos massacrados, seja por razões geoestratégicas ou apenas materiais.
E no site do Teatro das Beiras:
«A Noite dos Visitantes, de Peter Weiss, é uma reflexão em verso popular e rimado, referida ao teatro Kabuki e ao Grand Guignol, projeto radicalmente antinaturalista que se debruça sobre como as populações civis são as vítimas eternas dos imperialismos. Autor de um teatro politizado e documental, Weiss realiza nesta peça uma parábola que, sendo referida ao final da Segunda Guerra Mundial, mostra como o esbulho e o saque dos recursos naturais acaba por manchar de forma infame a justa vitória dos “libertadores” da Europa, Russos e Americanos. Sendo uma parábola, a sua lição está muito para além dessa limitação referencial histórica.
A Noite dos Visitantes cuja moral final será “não tens mais do que as tuas mãos e umas batatas para semear” para construir o futuro, tem tradução de Mário Barradas e é encenada por Fernando Mora Ramos. No ano em que o Teatro da Rainha assinala 40 anos, esta coprodução com o cinquentenário Teatro das Beiras ̶ uma das mais destacadas companhias do desertificado interior do país ̶ é uma homenagem ao homem de teatro Mário Barradas, que em 1978 a encenou no Centro Cultural de Évora com estreia Teatro Garcia de Resende. Fernando Mora Ramo integrava, então, o elenco».
«AS ÁRVORES MORREM DE PÉ
Morreu o meu Amigo Mário Barradas. Segundo me contam, morreu de “morte santa”, como se costuma dizer, daquela morte súbita que desejamos àqueles que amamos e que pedimos para nós próprios. E ainda bem que foi assim, sem aquelas agonias lentas que corroem o corpo e parecem degradar a alma, mas antes como se fosse “de um tiro ou de uma faca de ponta”, como na canção de Lopes-Graça e como esperamos que possam morrer sempre os nossos heróis.
sábado, 10 de janeiro de 2026
AMANHÃ DIA 11 ÀS 15:30 HÁ COMÍCIO COM O CANDIDATO PRESIDENCIAL QUE NÃO ESQUECE A CULTURA - ANTÓNIO FILIPE | de facto uma vez mais em encontro havido ontem teve oportunidade de dizer que «quis dar visibilidade aos problemas da área da cultura afetada pela precariedade e ouviu testemunhos de quem vive com salários baixos e incertos, com instabilidade laboral e com o subfinanciamento do setor» | É NO COMPLEXO DESPORTIVO DO CASAL VISTOSO EM LISBOA
António Filipe dá visibilidade aos problemas da área cultura - aqui
sexta-feira, 9 de janeiro de 2026
ESTEVE NA COLUNA AO LADO | Maria do Céu Guerra homenageda no Festival de Teatro de Almada







