segunda-feira, 15 de junho de 2026

EM LINHA COM DIGAMOS O SEU «GOSTO» PELA ADMINISTRAÇÃO LEGALISTA A SENHORA MINISTRA DA CULTURA (EM PART TIME) PUBLICOU EM DIÁRIO DA REPÚBLICA MAIS UM PROCEDIMENTO | «Para um Cinema deixar de o ser» | ONDE ATÉ «DÁ ORDENS» ÀS CCDRS - É O VICE-PRESIDENTE QUE É CONSULTADO ! |FICAMOS SEM SABER O QUE PODERÁ ACONTECER PARA QUE A «SALA» NÃO ENCERRE ...

 


 

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Já não há paciência para se seguir a atividade da Senhora Ministra da Cultura (em part time) objetivamente marcada pela sua formação académica - direito. Sim, fomos confirmar  - veja no Portal do Governo. Sim, lembramos Governantes anteriores da Cultura. A Portaria acima é um bom exemplo daquilo que a Senhora Ministra tem produzido e certamente assim continuará. Em particular, as noticias sobre o diploma destacam a «burocracia» mas da qual nem percebemos o «circuito» e não se destaca a razão de tanto tempo no Gabinete ..., e ...
Neste quadro, temos pedidos muito simples:
 
- Senhora Governante (e no pressuposto que Portaria é o grau de diploma adequado) faça uma adenda ao agora publicado que adiante possibilidades de REINVENÇÃO DAS SALAS DE CINEMA EM VIAS DE FECHAR. Inspire-se no que tem aparecido na Comunicação Social (de que os recortes acima são mais exemplos) e no HISTÓRICO do que ao longo dos anos foi acontecendo na Secretaria de Estado da Cultura/Ministério da Cultura, a organizar.
- Ao mesmo tempo, crie um SITE par a CULTURA onde de maneira profissional «saibamos tudo» sobre CINEMA na perspectiva de Políticas Públicas diretamente ou indicando «portas». Para insistirmos no que de há muito reclamamos, para benchmarking, visite o site do Ministério da Cultura de França :
 
 
Já agora, de lá esta notícia:
 

«Europe : l'engagement fort de 17 ministres pour défendre le cinéma

A l’occasion du Festival de Cannes, la ministre de la Culture a réuni ses homologues, ministres de la Culture de l’Union européenne, afin d’ évoquer les grandes échéances européennes pour la création cinématographique et audiovisuelle. Publié le 

CONTINUANDO COM O CINEMA | retalhos para debate em busca da desejada POLÍTICA PÚBLICA ....


sábado, 13 de junho de 2026

AÍ ESTÁ! | O FESTIVAL DE TEATRO DE ALMADA 2026 | sob o signo de «A Gaivota» ... | QUE SORTE QUE NÓS TEMOS !

 

 
 
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e como gostamos 
de conversas destacamos
  

A GAIVOTA

Moderação João Carneiro

ENCONTROS DA CERCA

A gaivota estreou em 1896, em São Petersburgo. Desde então, o teatro passou por muitas alterações, tal como os contextos em que ele acontece. A peça de Tchecov atravessou os tempos, resistiu e, eventualmente, modificou-se. Continua a fazer parte do teatro, tal como ele se faz hoje. No Festival de Almada de 2026 há quatro espectáculos que se relacionam com a peça e, cada um à sua maneira, a apresentam ao público. Partindo destes exemplos, pareceu pertinente reunir um grupo de pessoas cuja vida, em algum momento, se cruzou com a peça do autor russo, para, em público, falar desse encontro. Saiba mais .
 
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E como admiramos Miguel Seabra uma nota especial para o «Sentido dos Mestres» e para a ambição da  pergunta organizadora: «O que fazemos nós aqui?»
 

«Convidámos o actor e encenador Miguel Seabra para dirigir a 13.ª edição d’O sentido dos Mestres. A formação deste ano propõe uma abordagem teórica e prática aos processos de criação teatral desenvolvidos no Teatro Meridional — a companhia que co-dirige com Natália Luiza —, tendo o actor como figura central enquanto criador e único elemento indispensável num espectáculo de teatro.
Ao longo de cinco sessões, serão explorados os princípios fundamentais dos mecanismos de encenação usados em diferentes espectáculos do Meridional, com especial enfoque na autonomia criativa, na responsabilidade artística do intérprete enquanto agente criador, e na construção de uma visão integrada do espectáculo, o ‘Todo’ subjacente à edificação de qualquer criação cénica.
Partindo da experiência do formador, serão abordadas as diferentes etapas do processo criativo teatral: a escolha de um texto; o conceito temático subjacente a essa escolha; o processo de pesquisa e/ou escrita cénica de um espectáculo; a definição das respectivas equipas artísticas, técnicas e de produção, e o modo como se articulam essas diferentes áreas. Serão ainda abordados outros aspectos da criação — a escolha da linguagem formal para cada peça; a relação com os actores/intérpretes; o espaço cénico/cenografia; o desenho de luz; a música/espaço sonoro; a projecção vídeo; os figurinos; os adereços; a maquilhagem; a organização dos tempos de ensaio, temporadas, reposições e circulação; a relação com o público — entendidos pelo actor e encenador como também essenciais para o exercício profissional da prática artística.
Dentro deste caminho, haverá espaço para uma reflexão prática sobre o papel do encenador e do actor no contexto contemporâneo, entendendo o processo de criação como um território de risco, escuta, falha, descoberta, edificação e transformação».

De 13 a 17 Julho
das 15h00 às 18h00
Casa da Cerca – Centro de Arte Contemporânea, Almada
A inscrição no curso faz-se mediante o envio de CV e carta de motivação para geral@ctalmada.pt e tem um custo de 40€ (20€ para assinantes do Festival).
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