quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

ESTEVE NA COLUNA AO LADO | o livro «LISBOA, HORIZONTES DE TRANSFORMAÇÃO - UMA CIDADE PARA TODOS» | um referencial para olhar o que vai acontecendo na Capital _ por exemplo sobre «Hotéis» de que acabámos de eceber alertas a propósito do Hotel Benfica

 
 

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A imagem acima esteve na Coluna ao Lado. Não queremos esquecer isso, mas para dar lugar a outras que também merecem destaque  e para que a Coluna não fique demasiado extensa,  já não está lá,  e por isso esta explicação ... Alimente-se a «memória» do Elitário Para Todos.
 


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É verdade, nos mais recentes «alertas» chegámos a esta notícia na plataforma SAPO:

Benfica inaugura hotel na baixa de Lisboa: «Não é um hotel, é o hotel do Benfica»

 Diga-se que no Elitário Para Todos se gosta de «bola» e por cá há benfiquistas, e até como a Beatriz Costa quem gostasse de viver em hotel. Dito isto, aquela intervenção do Presidente da CML não pode ser ignorada ( até chega a ser «divertida»). Paremos de perorar, avalie por si as palavras do Senhor Autarca, reparemos no que lhe  provoca EMOÇÃO: 
 
« Após a chegada à antiga sala de troféus, Carlos Moedas revelou-se emocionado e evocou Eusébio. «É uma emoção estar aqui. É sempre uma emoção estar na inauguração dum hotel, mas é um hotel que é inaugurado com emoção, com vivência e com história. Hoje é um dia especial para o Benfica, fez ontem 12 anos que Eusébio nos deixou. Ainda me lembro de o ver, nos últimos tempos, a almoçar na Tia Matilde, sempre com aquela sua simplicidade, com aquela sua maneira que, de certa forma, é tão benfiquista: ser aquilo que é, ser terra a terra, nunca ter mudado o que é a sua vida. Estarmos aqui hoje, dia 6 — ele faleceu no dia 5 — é realmente muito bonito e uma homenagem a um homem que é a marca do nosso país: o Benfica e o Eusébio», começou por dizer o autarca.
 O hotel é, segundo Moedas, um espaço do Benfica, mas também de Lisboa. O Presidente da Câmara também deixou uma mensagem de agradecimento aos empresários e lamentou que haja quem diga, no mundo político, «mal do turismo». «Aqui, no Jardim do Regedor, reabilita-se um quarteirão histórico para a cidade. É a reabilitação da cidade, da imagem da cidade. É também a valorização da economia e de agradecimento aos empresários. Quando subimos aquelas escadas e vemos as fotografias daqueles homens que aqui trabalharam, essa foi talvez uma das partes emocionantes da nossa visita. Hoje, infelizmente, vemos no mundo político pessoas que dizem mal do turismo, que dizem mal dos empresários. Mas são eles que criam emprego. Aquilo que vemos no hotel é exatamente essa criação de emprego, daqueles que aqui trabalharam, daqueles que vêm trabalhar e daqueles que cá vêm trazer para a nossa cidade. Isso é importantíssimo», reforçou.
 «Lisboa é e quer ser a Capital do Desporto. O Benfica é parte do nosso projeto e é esse projeto que queremos para a nossa cidade. Esse projeto que trazem é para os lisboetas mas também para aqueles que cá vêm, porque querem visitar o Benfica, porque querem saber que estão neste clube histórico, que deu tanto ao país e à cidade. Eles querem sentir um bocadinho disso. Querem entrar no Quarto José Augusto e sentir os momentos que vivemos. Querem olhar para o Cosme Damião, para o Eusébio, para o nosso presidente Rui Costa e sentir essa história. Como Presidente da Câmara de Lisboa, quero agradecer em nome dos lisboetas. Lisboa é a Capital do Desporto muito graças àquilo que fazem, à vossa imagem no país, à vossa imagem no mundo. O Benfica é um clube do mundo, internacionalmente conhecido por estar nesta cidade. Sport Lisboa e Benfica. Viva Lisboa e viva o Benfica», concluiu Carlos Moedas.(...)».
E foi por aqui que nos lembrámos da publicação da imagem acima, na fila para sair da coluna ao lado,  mas não de deixar de ser uma ferramenta que nos ajude a observar a vida do Município de Lisboa. E foi também por estes meandros que quisemos saber mais e fomos em busca de outros que tenham reparado no «acontecimento». E aqui está, tirado do facebook de João Ferreira:
 
 

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

ONDE ESTÁ A GESTÃO PÚBLICA PROFISSIONAL POR CONSEGUINTE TRANSPARENTE? | mostrar como as decisões são tomadas faz parte ... | VEM A PROPÓSITO DO «PASSO EM FRENTE» DA COLEÇÃO DE ARTE CONTEMPORÂNEA DO ESTADO

 


 
 
 

 

Neste post a que se refere a imagem inicial mostramos que havia dúvidas quanto ao que nos estava a ser anunciado. E até pedíamos aos «especialistas» que nos ensinassem nomeadamente através de artigos de opinião como aliás era expectável. Está a acontecer, assim o ilustra também os recortes acima. Dadas as possibilidades de articulação entre as matérias, no caso no Jornal Público, basta entrar num deles para chegar aos demais - esperemos que tenha acesso  (são exclusivos) mas há «gratuitos» que podem ser explorados (se tiver tempo)... Apenas algumas passagens que naturalmente respigamos em reforço do que se defende. Intui.
 
Raquel Henriques da Silva (o destaque é nosso)
 
 «(...)Muito mais surpreendentes são as decisões divulgadas pelo PÚBLICO de 27 de Dezembro, embora entre o que disseram a ministra, o presidente da MMP e a curadora da CACE haja alguns desacertos. Tentando fazer a síntese das várias declarações, conclui-se que, ao instalar-se na ex-Ellipse Foundation, a CACE recebe não só as instalações mas também a própria colecção com cerca de 800 peças, entre elas algumas de referência como as de Richard Prince, Cindy Sherman, Thomas Schütte, Louise Bourgeois, John Baldessari, Gabriel Orozco, David Hammons, Glenn Ligon, adquiridas entre 2004 e 2007 (ver artigo de opinião no PÚBLICO de 21 de Junho de 2022, de que fui co-autora). Para Sandra Vieira Jürgens, esta decisão “é um passo de gigante”, considerando que “a Ellipse é a coluna vertebral do que será a internacionalização da CACE”. Desta bombástica afirmação, pode concluir-se duas coisas: que a CACE, nascida para promover “uma política de aquisições que privilegia a criação nacional e a respectiva fruição em todo o território”, vai integrar, gerir e expor um acervo predominantemente internacional; e que, assim fazendo, vai ela mesma internacionalizar-se, não se percebendo se através dos programas expositivos, se por aquisição de obras estrangeiras.
 A propósito do anunciado “passo em frente” da Colecção de Arte Contemporânea do Estado
Quanto à ministra e ao presidente da MMP, terão sido um pouco mais ponderados, considerando que há protocolos firmados com o MAC/CCB e com o Museu de Serralves que podem chocar com o proclamado “passo de gigante”. Mas privilegiam claramente a ambição da CACE, até porque, disse o presidente do MMP, “consegue dar sentido a esta colecção”, acrescentando que o MAC/CCB “está muito fechado sobre si próprio”. Esta frase é particularmente infeliz e conduz-me a algumas questões.
(...)
Previno que o anunciado CACE Centro com “horário de funcionamento” para visitas e “serviço educativo” sobre a existência de uma colecção (com ou sem o acervo da ex-Ellipse), instalações próprias, uma equipa de trabalho, um orçamento atribuído e programas expositivos é na verdade um museu, preenchendo todos os requisitos do Conselho Internacional dos Museus. Aliás, assim o entendeu euforicamente o recente vereador da Câmara Municipal de Cascais, ao anunciar, num evento público, que Cascais irá ter um novo museu de arte contemporânea. Compreendo a sua euforia: novo museu para o concelho sem quaisquer custos para a autarquia, ao contrário do que esteve antes delineado com um anterior presidente da câmara de Cascais e um ministro da Cultura.(...)»
 
Pedro Lapa

«(...) A criação bem-intencionada da CACE, em 2019, foi outro erro, ultrapassando o princípio de que o Estado adquire obras para as coleções dos seus museus, as únicas entidades que têm os meios necessários para a conservação, apresentação e divulgação. Sobretudo quando existe o Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado, que desde 1911 tem essa missão. Que o espaço seja insuficiente é um problema continuamente adiado. Todavia, a constituição da CACE não ofereceu inicialmente um quadro de pessoal, nem um espaço para o armazenamento das obras de artistas nacionais que foram sendo compradas com orçamentos cumpridores da promessa bem-intencionada, mas paradoxalmente esvaziou o MNAC-MC da sua função, votando-o à situação penosa em que se encontra.

As coleções da CACE estiveram durante este período em armazéns alugados e em condições de conservação dúbias. A afetação do armazém da Ellipse como reserva para estas coleções é uma boa notícia do ponto de vista da conservação e da economia de meios. O erro cometido com a constituição da CACE, em vez de se ter dotado o MNAC-MC com esses meios para o exercício da sua função, poderia ser resolvido com a integração desta no centenário MNAC-MC, um dos primeiros museus de arte contemporânea do mundo que a República sonhou, mas não concretizou por mais de um século. (...) 
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O que dizer? Apenas isto: A Gestão Pública anda pelas ruas da amargura.  Não é apenas na SAÚDE que compreensivelmente nos mobiliza prioritariamente ... Não deve impedir que em cada área se faça o que deve ser feito. Com qualidade.
 
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Entretanto, beneficiemos do que é de todos - Visitemos o site da COLEÇÃO. De lá o sugestivo titulo de Exposição a decorrer:  
«Inquietação. Liberdade e Democracia»

Vista da exposição. Cortesia: Maru Serrano_La Casa Encendida, 2025
 
 
 

REVISTA «VISÃO» | «Precisamos de dinheiro para comprar o título e manter a sua publicação» | OS JORNALISTAS LANÇARAM UMA CAMPANHA DE DONATIVOS (CROWDFUNDING)

 


 e no jornal AbrilAbril

 
«Somos a redacção actual da Visão e queremos continuar a fazer a revista. Precisamos de dinheiro para comprar o título e manter a sua publicação». O apelo em jeito de notícia foi divulgado esta quinta-feira no site da Visão, acompanhado da garantia de que assim «continuará a ser respeitado o jornalismo livre, independente, de qualidade e atento ao que é importante, sem se deixar manietar pela espuma dos dias e pela ditadura de algoritmos, com agendas ou propósitos escondidos».
Este grupo de 12 jornalistas tem estado a produzir a revista 100% em teletrabalho, desde 1 de Agosto de 2025, mediante requerimento apresentado em tribunal, após liquidação da empresa detentora do título, e tem vários salários em atraso. Resistiram «por respeito à história da Visão e por acreditar no seu futuro, assente num jornalismo independente de agendas, comprometido com os valores éticos da profissão, com a democracia e com os Direitos Humanos», refere o documento. 
A campanha de donativos (crowdfunding) surge, esclarece a redacção, para poder apresentar, em leilão, uma proposta «sólida e vencedora – que resista às investidas de um qualquer aventureiro ou de alguma entidade de origem desconhecida». Por outro lado, será necessário investimento para o arranque da nova fase da revista, «gerida por uma empresa de jornalistas, criada do zero, ainda sem receitas, mas já com custos nos primeiros meses: de impressão, de produção, de equipamentos, de licenças de software, de armazenamento de dados, de telecomunicações e, naturalmente, de salários». (...)
Paralelamente à campanha de donativos, os jornalistas alertam para a importância de «continuar a comprar a revista em banca» e assiná-la, logo que volte a estar activo o sistema de assinaturas. O propósito, reforçam, «é que a revista viva graças aos seus leitores e anunciantes». 
 
 

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

«A NOITE DOS VISITANTES» DE PETER WEISS | coprodução do Teatro da Rainha e do Teatro das Beiras _ «Trata-se de um espectáculo para todas as idades. Uma peça popular escrita em verso, traduzida nos anos 70 do século passado por Mário Barradas, uma parábola divertida, mas séria, da guerra entre impérios» | TAMBÉM «É UMA HOMENAGEM AO HOMEM DE TEATRO MÁRIO BARRADAS» E A ISSO NOS QUEREMOS ASSOCIAR

 

 

«Trata-se de um espectáculo para todas as idades. Uma peça popular escrita em verso, traduzida nos anos 70 do século passado por Mário Barradas, uma parábola divertida, mas séria, da guerra entre impérios. A história passa-se entre dois «visitantes» (dois homens armados, dois exércitos) que entram numa casa camponesa (um país), ocupando-a e fazendo da família (mãe e dois filhos) reféns, enquanto o pai, que ao elencar tudo aquilo que tinham para lhes dar, falou de ouro escondido num cofre, sai e vai supostamente desenterrá-lo no canavial. Uma reprodução de fenómenos semelhantes a que se tem assistido, com forças ocupantes e povos massacrados, seja por razões geoestratégicas ou apenas materiais. 

A Noite dos Visitantes, do alemão Peter Weiss, uma peça encenada por Fernando Mora Ramos, conta com as interpretações de Fábio Costa, Hâmbar de Sousa e Tiago Moreira (Teatro da Rainha), Benedita Mendes, Miguel Brás e Sónia Botelho (Teatro das Beiras).
O Grande Auditório do Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha vai ter sessões para as escolas de 20 a 23 de Janeiro, às 15h. Nos dias 23 e 24 deste mês, o público em geral poderá assistir ao espectáculo, às 21h30».No AbrilAbril. 

 E no site do Teatro das Beiras: 

 «A Noite dos Visitantes, de Peter Weiss, é uma reflexão em verso popular e rimado, referida ao teatro Kabuki e ao Grand Guignol, projeto radicalmente antinaturalista que se debruça sobre como as populações civis são as vítimas eternas dos imperialismos. Autor de um teatro politizado e documental, Weiss realiza nesta peça uma parábola que, sendo referida ao final da Segunda Guerra Mundial, mostra como o esbulho e o saque dos recursos naturais acaba por manchar de forma infame a justa vitória dos “libertadores” da Europa, Russos e Americanos. Sendo uma parábola, a sua lição está muito para além dessa limitação referencial histórica.

   A Noite dos Visitantes cuja moral final será “não tens mais do que as tuas mãos e umas batatas para semear” para construir o futuro, tem tradução de Mário Barradas e é encenada por Fernando Mora Ramos. No ano em que o Teatro da Rainha assinala 40 anos, esta coprodução com o cinquentenário Teatro das Beiras  ̶  uma das mais destacadas companhias do desertificado interior do país  ̶  é uma homenagem ao homem de teatro Mário Barradas, que em 1978 a encenou no Centro Cultural de Évora com estreia Teatro Garcia de Resende. Fernando Mora Ramo integrava, então, o elenco».

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E como nos associarmos à «homenagem»?, recordando do que se escreveu aquando da sua morte e mais do que uma vez lembrado aqui no Elitário Para Todos 
 
 DE RUI VIEIRA NERY

 

«AS ÁRVORES MORREM DE PÉ

  Morreu o meu Amigo Mário Barradas. Segundo me contam, morreu de “morte santa”, como se costuma dizer, daquela morte súbita que desejamos àqueles que amamos e que pedimos para nós próprios. E ainda bem que foi assim, sem aquelas agonias lentas que corroem o corpo e parecem degradar a alma, mas antes como se fosse “de um tiro ou de uma faca de ponta”, como na canção de Lopes-Graça e como esperamos que possam morrer sempre os nossos heróis.

A imagem não é uma mera metáfora, porque o Mário foi realmente na sua vida um verdadeiro herói, daqueles que acreditam numa causa, que lutam por um sonho e que na sua entrega a essa luta se esquecem de si próprios e não perdem muito tempo a pensar no jogo das conveniências pessoais. Neste caso o sonho e a causa eram um ideal de fraternidade e de justiça cujo modelo concreto se pode contestar mas com uma sinceridade e uma dedicação que está acima de qualquer dúvida. E desse ideal constava também um princípio que para ele era evidente – o de que a Cultura e, em particular, o Teatro eram um bem comum, ao mesmo tempo uma fonte de felicidade e uma escola de reflexão cívica, uma presença que deveria ser constante no quotidiano dos cidadãos e que por isso mesmo o Estado democrático tinha o dever moral de garantir de forma estável e sustentada.
Conheci o Mário muito antes de ele me conhecer. Cruzámo-nos primeiro no Conservatório Nacional, onde foi um dos pilares da renovação da Escola de Teatro e onde, chegado de França, onde tinha trabalhado e estudado no Teatro Nacional de Estrasburgo, procurava trazer para Portugal um novo modelo de formação de actores e uma nova estética teatral, lúcida, empenhada, criativa, consciente do património clássico mas atenta à modernidade artística e aos desafios da cidadania. E depois reencontrei-o naquela que foi uma das minhas primeiras grandes experiências de espectador de Teatro, tinha eu dezasseis anos, pouco antes do 25 de Abril, num espectáculo extraordinário que me marcou para sempre: era A Grande Imprecação Diante da Muralha da Cidade, de Tankred Dorst, com encenação deles e com a Fernanda Alves, o Mário Jacques e o Vidente Galfo, numa produção dos Bonecreiros, um dos mais importantes grupos independentes que no início da década de 70 estavam a marcar a renovação radical da vida teatral portuguesa. (...)». Continue a ler.
DE JOSÉ PEIXOTO 
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De certa forma nos dias que passam queremos valorizar uma vez mais o esforço do Candidato Presidencial ANTÓNIO FILIPE ao empenhar-se em dar VISIBILIDADE À CULTURA. Como se vê não devíamos poder viver sem um SERVIÇO PÚBLICO DE CULTURA - pelo prazer e saber que só por aí podemos ter ... 
 

 

sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

ESTEVE NA COLUNA AO LADO | Maria do Céu Guerra homenageda no Festival de Teatro de Almada

 


COM ALEGRIA EM ALTA VOZ! | A Barraca é homenageada pelo Festival de Teatro de Almada 2024 | NÃO PERCA A INSTALAÇÃO DE JOSÉ MANUEL CASTANHEIRA QUE O ASSINALA 

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A imagem acima esteve na Coluna ao Lado. Não queremos esquecer isso, mas para dar lugar a outras que também merecem destaque  e para que a Coluna não fique demasiado extensa,  já não está lá,  e por isso esta explicação ... Alimente-se a «memória» do Elitário Para Todos.