domingo, 7 de junho de 2026

PARA O SEU «10 de JUNHO» | Debate a partir do livro «Para ler Camões» com o autor António Carlos Cortez |10 JUN 2026 | 18:00 | PRAÇA VERDE | FEIRA DO LIVRO DE LISBOA

 


 SINOPSE
Este livro que chega agora aos alunos (sobretudo do Ensino Secundário e do Superior), bem como aos professores e demais comunidade educativa, não pretende senão ser um auxiliar de leitura da poesia de alguns poemas de Camões, o Lírico. O que está em causa é dar, a quem o venha a adquirir, pistas de leitura, as quais [...] poderão fazer com que um leitor, especializado ou não, compreenda melhor a magia, o rigor e o mundo verbal de Luís de Camões.
Muito para além da celebração dos 500 anos do autor de Os Lusíadas (1572), procurei facultar coordenadas de interpretação de 35 poemas líricos, não só para que os alunos possam desfrutar melhor das imagens e da frase engenhosa e complexa que define o estilo camoniano, mas para que, num futuro qualquer, Camões possa ser lido sem que sobre a sua obra recaia a obrigação do tom celebratório.
Ler a poesia de Camões tendo-o à nossa cabeceira como luz que ilumina o caminho de quem estuda e de quem ensina em tempo de regresso de monstros antigos e invenção de novos monstros, eis o fito perseguido. Saiba mais. 
 
Páginas disponíveis 
 

 


PARA O SEU «10 DE JUNHO»| «Enfatriões» de Luís de Camões | PELO TEATRO MAIZUM

 

 

Sinopse

A peça parte da última aventura amorosa de Júpiter no mundo dos mortais. Para conquistar a virtuosa Almena, o deus rei dos romanos, simbolizando a lei, a ordem e o poder, aproveita a ausência do general Anfatrião, que se encontra na guerra, e assume a sua figura humana Esta metamorfose dá origem a uma complexa trama de equívocos e identidades roubadas. A confusão sobre "quem é quem" alimenta o desenvolvimento de uma intriga vertiginosa, que se adensa com o regresso do verdadeiro Enfatrião, forçado a enfrentar a usurpação da sua identidade e da sua casa.

 

Saiba mais, nomeadamente 
através desta BROCHURA sobre o Espectáculo 
 
 
 

sábado, 6 de junho de 2026

“planetary polycrisis”

 

Começa assim: «Is our present moment comparable to the first Axial Age some 2,500 years ago? This was a time when major religions, philosophical frameworks and ethical systems — from Hinduism and Buddhism to the Hebrew prophets and the Greek philosophes — emerged around the world in relative simultaneity.
 In a Noema essay, Otto Scharmer thinks this is likely so. If history moves by cycles of challenge and response, he argues that today’s “planetary polycrisis” — widespread anomie, social distrust and disorientation in the face of war, climate change and the upheavals of AI — “demands not just better policies or technologies but a shift in our structure of consciousness” at the level of collective awareness. He continues, “For the first time in human history, the challenges we face require a planetary response.”(...)».
 
 

domingo, 31 de maio de 2026

PARA A GREVE GERAL DE 3JUN2026 | em especial do que nos diz o CENA-STE

 


Veja aqui

 

 em especial
 
 
Ainda
 
Começa assim: «Trabalhadores do D. Maria II unânimes na adesão à greve geral -   «Entre as 10h e as 12h do próximo dia 3 de Junho, dia da paralisação convocada pela CGTP-IN, os trabalhadores do D. Maria II estarão concentrados junto ao edifício, integrando a iniciativa «Praça de Greve», promovida pela União de Sindicatos de Lisboa. O objectivo, revela um comunicado do Sindicato dos Trabalhadores dos Espectáculos, do Audiovisual e dos Músicos (CENA-STE/CGTP-IN), é combinar a luta nacional contra o pacote laboral «de retrocesso, exploração e precariedade» com as reivindicações dos trabalhadores do teatro nacional. (...)». Na integra.