quinta-feira, 27 de agosto de 2026

DE ROBERT KRAMER EM DOCUMENTÁRIO DE SÉRGIO TRÉFAUT|«um testemunho único sobre o percurso do realizador norte-americano onde fala da sua militância política, da sua forma de fazer cinema, da sua relação com Portugal e com os movimentos revolucionários»


 
 
SINOPSE

«O último grande testemunho registado em vida do realizador, argumentista, ator e ativista norte-americano Robert Kramer (1939–1999), gravado pouco antes da sua morte. Kramer tinha uma ligação significativa a Portugal, tendo passado pelo país em 1975 e regressado mais tarde para realizar "Cenas da Luta de Classes em Portugal" (1977) e o profundamente autobiográfico "Doc's Kingdom" (1987). Este último depoimento de Robert Kramer é um testemunho único sobre o percurso do realizador norte-americano onde fala da sua militância política, da sua forma de fazer cinema, da sua relação com Portugal e com os movimentos revolucionários. O discurso brilhante de Kramer magnetiza o espetador».

 

 

 

terça-feira, 25 de agosto de 2026

TÃO CINZENTOS COMO O DIA VINDOS DA DGARTES CÁ TEMOS OS «CONCURSOS» ANUNCIADOS! | É O QUE TEMOS E POR ISSO A NÃO PERDER | mas aproveite-se para não esquecer que o «Serviço Público Cultura» não pode ser o parente pobre e é de exigir para lá de «procedimentos concursais» ... |AH COMUNICAÇÃO SOCIAL TENTEM QUE NOS DIGAM COMO FORAM CALCULADOS «OS MILHÕES» EM PRESENÇA QUE ATÉ SÃO MANCHETE ...

 

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E NO DIÁRIO DA REPÚBLICA


24.08.2026

I SÉRIE - suplemento

 

Aviso (extrato) n.º 20875-A/2026/2

Abertura de concurso para a apresentação de candidaturas no âmbito do Programa de Apoio Sustentado nas modalidades bienal (2027-2028) e quadrienal (2027-2030) ― Teatro.

Emitente: Cultura, Juventude e Desporto - Direção-Geral das Artes

 

Aviso (extrato) n.º 20875-B/2026/2

Abertura de concurso para a apresentação de candidaturas no âmbito do Programa de Apoio Sustentado nas modalidades bienal (2027-2028) e quadrienal (2027-2030) ― Artes Visuais.

Emitente: Cultura, Juventude e Desporto - Direção-Geral das Artes

 

Aviso (extrato) n.º 20875-C/2026/2

Abertura de concurso para a apresentação de candidaturas no âmbito do Programa de Apoio Sustentado nas modalidades bienal (2027-2028) e quadrienal (2027-2030) ― Dança.

Emitente: Cultura, Juventude e Desporto - Direção-Geral das Artes

 

Aviso (extrato) n.º 20875-D/2026/2

Abertura de concurso para a apresentação de candidaturas no âmbito do Programa de Apoio Sustentado nas modalidades bienal (2027-2028) e quadrienal (2027-2030) ― Cruzamento Disciplinar, Circo, Artes de Rua e Artes Digitais.

Emitente: Cultura, Juventude e Desporto - Direção-Geral das Artes

 

Aviso (extrato) n.º 20875-E/2026/2

Abertura de concurso para a apresentação de candidaturas no âmbito do Programa de Apoio Sustentado nas modalidades bienal (2027-2028) e quadrienal (2027-2030) ― Programação.

Emitente: Cultura, Juventude e Desporto - Direção-Geral das Artes

 

Aviso (extrato) n.º 20875-F/2026/2

Abertura de concurso para a apresentação de candidaturas no âmbito do Programa de Apoio Sustentado nas modalidades bienal (2027-2028) e quadrienal (2027-2030) ― Música e Ópera.

Emitente: Cultura, Juventude e Desporto - Direção-Geral das Artes


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e tem cabimento voltar a post recente 
 
 
de lá 
«(...) 
 
Nem de propósito, ontem, no Jornal Público:  Sem pedir nada em troca: um novo modelo de apoio às artes, de  -  «(...) No entanto, este modelo não responde às necessidades da criação artística contemporânea. Pelo contrário, impede e tolhe a liberdade de criação e de inovação das práticas artísticas. É um sistema competitivo, pouco justo e pouco inclusivo, e muito autoritário para a criação artística: impõe calendários, métodos, contextos e formas de produção, e induz conteúdos e assuntos sobre os quais os artistas devem trabalhar para terem acesso aos financiamentos e aos espaços de reconhecimento. (...)».
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E nós voltamos a João Oliveira,
  ao que  defendeu enquanto
   Deputado do PCP 
 na Assembleia da República.
 Agora está no 
Parlamento Europeu
 

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Até andávamos a tentar não pegar na coisa, 
mas justifica-se SENHOR MINISTRO
 DAS REFORMAS e o presente 
contexto favorece. 
Estamos a olhar para isto 
 
 
 
excerto:
 
 
Com o devido respeito Senhor Ministro da «reforma do Estado», a frio,  custa-nos olhar para a criação da «plataforma» em causa como uma «reforma». Mais, até dizemos para connosco, como se deixa meter nisto! Porém como abundantemente temos dito no Elitário Para Todos é O APARELHO ESTATAL DA CULTURA  todo ele que precisa de ser «reformado». Estamos em crer que vai dar por isso ao meter «as mãos na massa» seja na «plataforma do mecenato» ou em qualquer outro pedaço esfarrapado. Em particular, como se vê acima o «SISTEMA DOS APOIOS» estará pelas «ruas da amargura» ... Ainda, lembremos em especial esta sugestão: «ordene» que se faça um levantamento das plataformas existentes e que já houve na esfera da DGARTES ... Algumas criadas por equipas reconhecidamente competentes, nomeadamente com a participação de Empresa internacionalmente prestigiada ..., em que «tudo estava em tudo» ... Rendibilizar a herança impõe-se ... 
 

domingo, 23 de agosto de 2026

«Até 18 de outubro, o Pavilhão Julião Sarmento acolhe duas exposições que se cruzam no novelo da memória: Era uma Vez na América, com obras de diversos artistas, e Conversa de Corvos, da artista nascida no Irão Fariba Hajamadi. Ambas são forjadas a partir da coleção de Sarmento e têm curadoria de Isabel Carlos, sendo a primeira, Era Uma Vez Na América, feita em parceria com a artista norte-americana Rita McBride, que também empresta obras suas ao espaço»

 

Vista da exposição Conversa de Corvos, de Fariba Hajamadi, 
Pavilhão Julião Sarmento, 2026. © Fábio Cunha
 

 
Vista da exposição Era uma Vez na América, Pavilhão Julião Sarmento, 2026. © Fábio Cunha
 
 
a nosso ver, a não perder
trabalho de Mariana Varela donde
excertos abaixo 
 
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«(...) Retrato da importância da Democracia em um contexto em que ela parece ser carcomida por dentro, Arena foi replicada ao longo dos anos em diferentes espaços, figurada e reconfigurada graças ao seu regime de acesso aberto. Gesto expressivo do seu posicionamento e interesse artístico, McBride traz à exposição um lastro do projeto democrático do país que hoje passa por um revirar de tripas, um aprofundamento nas tubulações da sua psique — uma tragi-comédia que nos dispõe a todos, enquanto sociedade globalizada, como espectadores e envolvidos.

A América que Sarmento colecionou nas décadas de 1980 e 1990 já não é a América de hoje: esse será talvez o ponto fraco da exposição, mas também aquilo que poderá fazer vingar o seu potencial: com uma série de conversas que o Pavilhão engendra com o crítico de arte norte-americano Joshua Decter em articulação com a AIR 351, Isabel Carlos e Rita McBride questionam, entre outras coisas – O que a Arte Quer de Nós — e o Que Queremos da Arte?

Dada a coleção relevante de obras na exposição, sublinho as fotografias de Nan Goldin que, além de registarem a cena alternativa, queer e boémia norte-americana, é uma figura incontornável do ativismo político: com uma vasta luta contra a indústria farmacêutica por meio da fundação do grupo P.A.I.N, Goldin lutou por décadas para responsabilizar a Purdue Pharme e a Família Sackler pela crise de sobredose de opióides, tendo influenciado um número considerável de museus a rejeitar donativos e remover o nome Sackler.

A sua presença na exposição é um dos pontos de conexão possíveis para pensar os Estados Unidos de ontem e hoje, cruzando pontes entre a política, a autonomia artística e as engrenagens financeiras dos museus e galerias. No contexto atual, qual o papel que museus e galerias devem desempenhar em um contexto em que o conflito armado, a violência, a opressão, a religião e a ignorância caricatural ganham protagonismo no continente americano? (...)».

 

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«(...) No piso superior, Fariba Hajamadi: artista nascida no Irão e radicada nos Estados Unidos que, também ela, atravessou a vida de Sarmento. Deixou nesse encontro uma obra sua — Inverted Order: one of three sets of 5 elements (1989-1994) – que foi, no contexto atual, revisitada. Adicionam-se a essa obra mais duas, que formam uma tríade expressiva do seu trabalho com fotografia e metalinguagem, onde a representação e a representação da representação aparecem como forma de revelar a fabulação institucional de identidades e histórias, aproximando-se da arte conceptual e da crítica institucional.
Com uma fantasmagoria implícita nesse diálogo — uma vez que a relação entre Estados Unidos e Irão é uma das tensões bélicas mais relevantes do contexto geopolítico — a canção de ninar que Hajamadi nos deixa na parede do piso superior é emblemática da violência que atravessa a história do país.
Nos seus trabalhos de fotografia, a artista trabalha com sobreposições de perspectivas, como um jogo de espelhos e reflexos, bastidores e passagens, que apresentam a identidade e a memória dentro do labiríntico caminho da migração, da memória e da construção e reconstrução da identidade.
Se evoca, por um lado, a visualidade labiríntica que caracteriza a cultura islâmica, por outro, atenta para a questão da eventual impossibilidade de representação. Quando o olho que vê, a técnica que captura e a narrativa histórica passam a desempenhar protagonismo consciente na confecção da obra, qual o espaço que fica para a possibilidade de representação?(...)».
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Conferências Pavilhão Julião Sarmento & Air 351
Joshua Decter - Era Uma vez na América

08/07/2026 - 18h - A Arte e as Nossas Contradições: Financeirização, Protesto, Metapolítica, Fragmentação.

30/09/2026 - 18h - Pode a Arte ser Transgressiva?

14/10/2026 - 18h - A História da Arte nas Redes Sociais (A Obra de Arte na Era da Mediação Social)




sábado, 22 de agosto de 2026

NOTÍCIAS QUE NOS FAZEM BEM | «Jovem Orquestra conquista público alemão»



 
 
«A Jovem Orquestra Portuguesa (JOP) regressou de Berlim depois de uma atuação marcada por sala esgotada e uma ovação de pé no festival Young Euro Classic, um dos principais encontros internacionais dedicados a orquestras juvenis.
O concerto realizou-se a 7 de agosto, na emblemática Konzerthaus Berlin, e marcou a sexta participação da formação portuguesa no festival. Sob a direção artística do maestro Pedro Carneiro, cerca de 65 jovens músicos portugueses, com idades entre os 14 e os 28 anos, subiram ao palco perante o público alemão. (...)». Continue.