quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

CASA DO ARTISTA | TEATRO ARMANDO CORTEZ | «Festival na Minha Casa» | 12 JANEIRO - 3 FEVEREIRO _ 2026

 

 

Festival Na Minha Casa

Festival Na Minha Casa regressa para a 2ª edição.

De 12 de janeiro a 3 de fevereiro de 2026, às segundas e terças-feiras, sempre às 21h.
8 dias, 8 concertos intimistas sobem à sala de estar instalada no palco do Teatro Armando Cortez. Cuca Roseta e Ruben Alves (12 de janeiro), Herman José (13 de janeiro), Rita Redshoes (19 de janeiro), Maria João e João Farinha (20 de janeiro), Hélder Moutinho (26 de janeiro), DAMA (27 de janeiro), Selma Uamusse (2 de fevereiro) e Bárbara Bandeira (3 de fevereiro).

O Festival Na Minha Casa é uma iniciativa solidária, com receita a reverter na integra para a Casa do Artista, onde os artistas têm oportunidade de dar um concerto na sala que é o seu "habitat" natural, numa Casa que é sua, recebendo o público de forma memorável. Num ambiente simples, descontraído, como quem está entre família e amigos... por uma Causa maior.

A 2ª edição do Festival Na Minha Casa, para além de apresentar um renovado cartaz, com muitos nomes da música e artistas bem conhecidos dos portugueses, traz uma novidade: a realização de uma mesa-redonda, no dia 2 de fevereiro às 17h, na Galeria Raul Solnado. A entrada é livre.

A mesa-redonda “Música: arte de transformação social” vai juntar a comunidade numa reflexão sobre o impacto da música como veículo de transformação social, contando com a participação já confirmada de Selma Uamusse (artista e presidente da Direção da Helpo) e de Helena Lima (representante da Orquestra Geração).

Uma produção Apoiarte - Casa do Artista®.

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segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

PRESIDENCIAIS 2026 | ANTÓNIO FILIPE UMA VEZ MAIS COM GENTE DA «CULTURA» | desde logo para sublinhar que tem de se cumprir e fazer cumprir o art.º 73 da C.R.P | ASSIM PELA CRIAÇÃO E FRUIÇÃO CULTURAL NOVO ENCONTRO NO PRÓXIMO DIA 9 DE JANEIRO PORQUE COMO DIZ O CANDIDATO «A CULTURA NÃO É O SAL DA DEMOCRACIA É O PRÓPRIO CERNE DA DEMOCRACIA»

  

 
 
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GONÇALO M. TAVARES |«O Fim dos Estados Unidos»

Se tiver acesso, o trabalho inerente à imagem é de  
 

SINOPSE

O Fim dos Estados Unidos da América é uma epopeia, satírica e distópica, que começa com a enigmática entrada da peste nos Estados Unidos da América.

Ted Trash, fascista, extremista de direita, e Left Wing, extremista de esquerda, serão os responsáveis por uma segunda guerra civil no país. Pobres e ricos terão problemas entre si, e não serão poucos. 

No meio disto está Bloom, o herói da epopeia, que terá um destino terrível, mas tentará, até ao fim, salvar a América, tendo sempre na cabeça a imagem de uma bela mulher, a mexicana La Rosa, que um dia conheceu num estádio. 

São várias as personagens desta epopeia. Johnston Bonne, engenheiro informático, maluco em absoluto, anarquista, tentará com processos alquímicos, e alguns fumos e festas exuberantes, ajudar o país. Jonathan & Mary, ativistas, no meio de tendas e algum nudismo, tentarão até à última lutar pelas suas utopias. Tirésias, profeta cego, fará oráculos decisivos. O Dr. Robert, cientista, amigo de Bloom, tentará, com o seu racionalismo, e por vezes com Deus a ser chamado, uma solução. James, o coveiro, exercerá a sua função de forma exemplar, e Mack Morris, um adorador de nuvens, andará por lá, nem sempre a olhar para cima. Moscas tsé-tsé, borboletas e búfalos entrarão também, com diferentes papéis, nesta epopeia. Esta é uma tragédia greco-americana. Pensamentos e ações, se os Deuses quiserem, estarão, portanto, presentes. Saiba mais.


sábado, 3 de janeiro de 2026

ENQUANTO AS «FESTAS» DECORRIAM | a «administração legalista» prosseguia no seu caminho | O GOVERNO APROVOU «O PLANO DE AÇÃO DA ESTRATÉGIA DIGITAL NACIONAL PARA 2026 - 2027» + « O PACTO DAS COMPETÊNCIAS DIGITAIS, CONFORME PREVISTO NO PLANO DO XXV GOVERNO CONSTITUCIONAL»

 


 
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A verdade dos factos com imaginação à mistura: ainda estávamos à volta dos «restos» da consoada e à procura das «passas» para a passagem do ano, alguns/algumas a gizar como iam sair da Praça do Comércio depois dos festejos, bem sabemos muitos e muitas (jovens e velhos) - se desconhece, por exemplo, passe pelo Saldanha em Lisboa -  a procurar onde podiam ir comer uma refeição diferente porque é Natal e talvez ir mais cedo para «assegurar lugar» junto da carrinha que distribui comida, e  que não os abandona. Claro, felizmente, há os que faziam turismo nacional e  estrangeiro que devia ser possibilidade de escolha de quem assim o desejasse ... E no meio disto tudo, o Governo não para - entre outra a LEGISLAÇÃO das imagens acima é posta à  disposição do «povo». Só hoje damos por isso.
 
 Estivemos a  fazer uma primeira leitura. A reação imediata: uma vez mais, o que é feito da ADMINISTRAÇÃO GESTIONÁRIA?  Uma vez mais, diplomas que mais parecem «sebentas» escolares». Resoluções que são legislação mas que dá ideia que se querem substituir a ferramentas de gestão no processo e nas finalidades... Ao acaso, do muito em que se podia «pegar»:«(...)  No decorrer do processo de definição do plano de ação do PdCD, foram analisadas estratégias de capacitação digital de outros países, incluindo as da Comissão Europeia. Adicionalmente, foram auscultadas várias empresas e associações empresariais, entre as quais, Associação dns.pt, Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações, Centro para o Desenvolvimento de Competências Digitais, Confederação Empresarial de Portugal, Code for all, Escola 42, Movimento pela Utilização Digital Ativa, Nova Digital, StartUp Portugal, UN Global Compact Network Portugal e as áreas governativas relevantes para o efeito, com o objetivo de assegurar que as medidas propostas respondem eficazmente às necessidades e desafios identificados.
Esta estratégia resultou ainda de um processo de auscultação pública, onde os cidadãos puderam contribuir para o plano de ação do Pacto e do qual foram recolhidos 52 contributos que permitiram enriquecer a elaboração do plano. (...)». A «perguntinha singela»: e o levantamento do que está a ser   realizado como manda a ciência das organizações e da sua gestão? Concretizando para a CULTURA em termos do DIGITAL:  digam-nos o que está «institucionalizado», o que está ser «praticado», o que «emerge». Só depois disso poderemos ter o «planeado». Sim, não chega  «as áreas governativas relevantes para o efeito». «Tudo está em tudo». Onde está a abordagem sistémica? O «holístico» tão falado?
Neste ambiente, o que mais inquieta é saber com quem falar sobre estas problemáticas, a quem exigir alternativas...Uma coisa parece-nos inquestionável: aposte-se na ADMINISTRAÇÃO GESTIONÁRIA. Revivendo o passado, «adivinhando o futuro», revolucione-se o ENSINO E A APRENDIZAGEM para a GESTÃO PÚBLICA.  
 
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 o lado verdadeiramente  bom deste post,
lembramos Nuno Júdice
 

 
 

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

«Somos o tempo em marcha – antologia comemorativa do centenário do nascimento de Daniel Filipe»

 

 
 De sú­bito a ci­dade pa­rece ba­nhada de ale­gria
es­tamos juntos meu Amor
pos­sessos da mesma ira jus­ti­ceira

Daniel Filipe
 
 SINOPSE
O trabalho poético de Daniel Filipe, sobretudo o dos seus últimos livros, considerados os de maior relevo, lega-nos, várias décadas depois de vir a lume, uma poesia para o tempo de hoje, versos animados pela esperança mas também pela aposta no desenvolvimento de uma luta por uma vida melhor e pela derrota do fascismo.
Antecipando o Abril que chegaria onze anos depois da edição do seu último livro, a escrita de Daniel Filipe é também uma poesia para o tempo de hoje. E reclama, por isso, leitores nas novas gerações. Leia 
mais:
 
 

 

NÃO ESTAMOS SÓZINHOS | na apreciação do Governante das «reformas» e da Governante da Cultura em «part-time» ...

 

 

quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

«O INTERVALO» | veja no episódio 9 do «Dez Programas para o Fim do Mundo»

 




Não seguimos os «Dez Programas para o fim do Mundo» como a nosso ver devíamos, mas temos a possibilidade de colmatar a falta recorrendo à RTPplay. Agora, por acaso, - a culpa será nossa contudo a divulgação (da RTP 2 em geral) terá o seu quinhão -  vimos o episódio 9 a que se refere a imagem  do principio ao fim. Na nossa leitura, a ambição de Nuno Artur Silva está desde logo no tema - O FUTURO DA CULTURA -,   manifestou-se na intensidade da abertura, em perguntas que se sucederam, e até no entusiasmo que manifestava ao colocar as questões, e na curiosidade com que esperava as respostas, as reflexões.  Na generalidade tudo o que foi aparecendo esteve «certinho» mas, salvo exceções, sem grandeza. Não sai do aproveitar e melhorar o que temos. Haverá desconhecimento/medo do Futuro? Do que já está aí? Tentando concretizar, faltava a assunção  de que o debate tem de ser em torno de novos PARADIGMAS de RUTURAS ...
Neste panorama,  prendeu-nos «O INTERVALO», quase conceito que ali apareceu. Valeu o Programa. Por acaso cá  pelo Elitário Para Todos utilizamos algo equivalente - «interregno». E estamos, obviamente, alinhados com o que foi defendido, enquanto não «conhecermos o futuro» em termos conceptuais e operativos há que continuar a fazer «como sempre». Só que a transformação, o novo, já está a caminhar ... E nós tão longe, nomeadamente na relação com a INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - não deixando de ser curioso o livro que por lá apareceu, «devorado»  por tantos. Por acaso sobre matéria apresentada pelo autor, até esmiuçada, em acontecimento em torno da CULTURA E DA IA já há uns tempos de iniciativa da APDSI. Estamos a lembrar - nos desta mas outras se seguiram. É isso, a Sociedade move-se. Sim, na Cultura e nas Artes  temos os que não ficam à espera. Entretanto, aproveitemos para nos juntarmos à divulgação:
 
 
Mas muitas iniciativas isoladas têm acontecido e seria de grande utilidade haver um sitio onde se pudesse aceder ao desenvolvido. Alô MINISTÉRIO DA CULTURA (em part time). Ainda, institucionalmente há que as Administrações  cumprirem a sua parte. Expliquemo-nos, ilustrando, indo a outros:
 
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e depois de lermos a revista
do semanário Expresso desta semana
destaquemos o que nos é dito sobre 
a IA por António Damásio 
 
 

Excerto: 

«(...) Como se diz em português, os large language models são modelos de linguagem de larga escala, possivelmente?

Seria uma boa tradução. São modelos que basicamente enfiam dentro de um sistema artificial todos os conhecimentos que existem no mundo. É como ter a história completa da literatura, ter a história completa do mundo, ter a história das relações entre pessoas, ter a história do que a ciência nos trouxe até hoje. É meter todo os conhecimentos que temos dentro de uma máquina e ter certas regras para utilizar esses conhecimentos de forma a construir respostas a perguntas que se possam fazer a essa máquina. Aquilo que é curio­so é que, de um modo geral, todos estes aspetos são artificiais. Não são aspetos naturais, são coisas construídas pela nossa inteligência e pela nossa capacidade de engenharia. As pessoas dizem: “Bem, isto não tem nada a ver com vida, não tem nada a ver com aquilo que somos.” Mas a verdade é que tem. Tem a ver com a vida. A vida tal como a vivemos, tal como a história viveu, está agora a ser literalmente enfiada dentro de uma máquina que tem a possibilidade de manipular dados sobre essa vida. (...)».

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e como isto anda tudo ligado 

«Autora de O Infinito num Junco A aparente contradição do título deste livro é a premissa central dos curtos ensaios que contém: a certeza de que em cada passo que damos há a marca de um mundo que parece ter ficado para trás no tempo, mas que vive e respira em cada um dos nossos gestos e ideias. Recorrendo aos temas quotidianos da vida atual, Irene Vallejo elabora pequenas peças literárias em que recria um banquete imaginário, dialogando com várias personalidades históricas e com a cultura que elas nos deixaram. São ao mesmo...». Saiba mais.