segunda-feira, 10 de agosto de 2026

Adeus, Armando Teixeira da Silva

 

 
Quem esteve /está atento ao Movimento Sindical não pode deixar de se sentir tocado pela notícia: «É com profunda tristeza que a CGTP-IN informa do falecimento de Armando Artur Teixeira da Silva, primeiro coordenador da CGTP-IN, lutador pela valorização do trabalho e dos trabalhadores, pelos valores e conquistas de Abril, por um Portugal de progresso e justiça social. (...)». Continue a ler. De memória, muito viva a imagem que nos chega é de um «príncipe» em luta pelo 25 de abril ... A figura certa para dias tão cheios e irrepetíveis. A nosso ver, a não esquecer. 
A notícia no jornal AbrilAbril: 
 
 

VOLTEMOS A TOM JOBIM PELAS ENCANTATÓRIAS CRÓNICAS DE RUY CASTRO

 

 

Do grande biógrafo de Carmen Miranda, Garrincha e Nelson Rodrigues:
RUY CASTRO REVELA O LADO HUMANO, CRÍTICO E MORDAZ DE TOM JOBIM, O HOMEM QUE MUDOU A HISTÓRIA DA MÚSICA BRASILEIRA.

99 crónicas cheias de música, informação e histórias de bastidores.

Tom Jobim, o homem que compôs tratados musicais como «Garota de Ipanema» ou «Águas de março», mudou a história da música brasileira com a bossa nova e as suas canções imortais. Mas isso os leitores provavelmente já sabem. O que Ruy Castro mostra agora no livro O Ouvidor do Brasil é um Tom mais inesperado e desconhecido, ecologista, «piador», discreto mas atento, que olhava sempre para o Brasil, até da janela do seu apartamento em Nova Iorque.
Estas crónicas de Ruy Castro, que o conheceu e entrevistou muitas vezes, escritas ao longo de vários anos, formam um perfil biográfico fragmentado de um dos maiores artistas do Brasil e do mundo, oferecendo diferentes e surpreendentes ângulos em cada texto. Com o seu estilo inconfundível, o grande biógrafo partilha ainda factos inéditos, histórias de bastidores e um horizonte aberto para a cultura de um país e para as grandes figuras da cena musical nos anos 1950 e 1960.

«Escrevi certa vez que, sempre que Tom Jobim abria o piano, o mundo melhorava. De seu piano saíram mares, rios, matas, serras, montanhas, peixes, aves, formando um corpo de beleza e de eternidade em forma de canção. Era como … Saiba mais.

 

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Antônio Carlos Jobim, Vinicius de Moraes - Garota de Ipanema

 

quarta-feira, 5 de agosto de 2026

PETER STEIN | «Uma Outra Perspetiva – Vida e teatro de um mestre» | EM ESPECIAL SUGESTÃO DE LEITURA PARA QUEM NECESSITA TER «PONTO DE VISTA» SOBRE POLÍTICAS PÚBLICAS NA ESFERA DO TEATRO

 

 
Por onde começar? Pelo que podemos ler no site do TNSJ: 
 
«No dia 7 de julho, às 18h00, o Teatro Nacional São João apresenta o livro Uma Outra Perspetiva – Vida e teatro de um mestre, de Peter Stein, integrado na coleção Empilhadora, uma parceria editorial com a Edições Húmus. A sessão de lançamento terá lugar no âmbito do Festival de Almada e contará com a presença do autor.
A apresentação reunirá um conjunto de convidados ligados ao livro e ao percurso de Peter Stein: o ator Gianluigi Fogacci, interlocutor do volume; Pedro Sobrado, presidente do Conselho de Administração do TNSJ; Edmundo Cordeiro, responsável pela tradução, introdução e notas; e Rodrigo Francisco, diretor do Festival de Almada e autor do prefácio.
Uma Outra Perspetiva apresenta-se como um diálogo entre Gianluigi Fogacci e Peter Stein, oferecendo uma extensa travessia pela vida e obra de um dos mais influentes encenadores do teatro contemporâneo. Da infância marcada pela Segunda Guerra Mundial às experiências de teatro coletivo na Berlim Ocidental das décadas de 1970 e 1980, passando pelas criações emblemáticas na Schaubühne e pelas produções operáticas, o livro propõe uma reflexão profunda sobre a arte, a sociedade e a condição humana.
O volume constitui uma panorâmica singular da trajetória de uma figura central da cultura europeia do pós-guerra, tendo como pano de fundo as transformações políticas e sociais que moldaram as práticas artísticas das últimas décadas. No centro, permanece a convicção de Stein na arte como instrumento de deslocação do olhar – uma forma de ver o real a partir de “uma outra perspetiva”.
Nascido em Berlim, em 1937, Peter Stein destacou-se como encenador a partir da década de 1960, dirigindo entre 1970 e 1985 a mítica Schaubühne de Berlim e assinando produções marcantes de autores como Ibsen, Ésquilo e Tchékhov. O seu percurso inclui igualmente uma relevante atividade na ópera e a direção do Festival de Salzburgo, tendo sido distinguido com diversos prémios internacionais. Gianluigi Fogacci, nascido em Bolonha em 1966, formou-se como ator e colaborou com Stein, desenvolvendo também trabalho em cinema e televisão.
Para além do livro Uma Outra Perspetiva, de Peter Stein, estarão à venda no Festival de Almada outros livros editados pelo TNSJ, como As Três Irmãs, de Anton Tchékhov, e Histórias do Teatro, de Tobin Nellhaus.
 Estes e outros livros com o selo TNSJ podem ser adquiridos em qualquer altura nas bilheteiras do Teatro São João e do Teatro Carlos Alberto, nas livrarias e nas lojas virtuais ou em tnsj.bol.pt».
 
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Não estivemos na Apresentação, mas já lemos o livro que adquirimos lá no Festival na banca do TMJB, e como a nosso ver é de leitura obrigatória por profissionais e públicos nomeadamente os que não se distanciem das políticas públicas quem sabe tentar um preço mais acessível. Ainda, muita gente haverá que deve a «Almada» conhecer obra de Peter Stein. Este ano tivemos o maravilhoso Platónov:  
 
A peça dura cinco horas. Desfrutar as peças e os livros de Peter Stein - ter prazer e tirar saber -  não será de supetão. Exigirá que o Teatro faça parte da nossa vida. E por isso, não nos cansamos de o dizer, estamos com quem reclama SERVIÇO PÚBLICO CULTURA - no caso Teatro. 

 
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Voltando ao livro,  de início apeteceu-nos trazer para aqui alguns excertos, mas tantos eram que desistimos, quase se podendo dizer que não conseguimos eleger. Mas ousamos, de memória, um rol de matérias que em especial, estamos em crer,   Governantes ( e demais políticos - homens e mulheres - os que elegemos ou a isso se candidatam ) ganhariam em se familiarizar de maneira sistémica e não esfarrapada. Assim, do pensamento e obra que os públicos puderam usufruir, longe de se esgotar:
-  A dinâmica cultural que permita estabilidade profissional sob vínculos diversificados
- Teatros com companhias permanentes onde gestão participada na esfera artística e o que de bom, quiçá único,  vem do «ensemble»
- Uma peça «amadurece» durante a sua exibição ao público
- O tempo que um mestre/companhia esperou até se atrever a fazer determinado autor: por exemplo,Tchékhov   
- Não, os atores/atrizes não são todos iguais. Se cultos é outra coisa
- A importância do «palco», uma peça feita para determinado espaço não pode andar por aí ... 
- A duração de uma peça. Os períodos de uma apresentação aos Públicos
- O financiamento do Teatro, que  nos leva aos «padrões» de custos de partida que os Políticos devem ter para discussão 
- O «rigor», a excelência procurada, que pode levar o encenador a abandonar uma produção pela tradução da peça que está a ser seguida 
- A liberdade de escolha de um Elenco
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Olhamos para aqueles temas e não podemos
deixar de   reparar no que é discutido, e como é debatido, quando, ilustrando, governante da cultura vai ao Parlamento. Podemos ir ao mais recente. Mas podemos também olhar para o Acompanhamento e Fiscalização pelos Organizações competentes. Ah, mas não tem de ser assim ... 
 

 

segunda-feira, 3 de agosto de 2026

JOSÉ CARLOS BARROS |«Vocação para os Desastres»

 

SINOPSE
 
«Um conjunto de contos admiráveis e francamente originais sobre como algumas personagens parecem ser sempre atraídas para o abismo.
 
Memórias do Amor
A realidade é uma mentira. Eu sei que estavas nesta fotografia em que não apareces. Recordo perfeitamente o que me dizias ao ouvido no momento do flash». Saiba mais.
 
 

quinta-feira, 30 de julho de 2026

E AGORA SENHORA MINISTRA DA CULTURA (EM PART TIME)? | nós voltamos a dar uma ajuda - o «sistema» está esgotado. Tudo o que tem a ver com a DGARTES, FFC, GEPAC ... tem de ser reinventado| AH, NA CIRCUNSTÂNCIA TENTE ENCONTRAR A MEMÓRIA DA INICIATIVA «ORGANIZAÇÕES, CULTURA & ARTES» EM QUE TAMBÉM PARTICIPOU O ENTÃO RESPONSÁVEL DO TRIBUNAL DE CONTAS

 

 

No jornal o Económico 
 
 no Tribunal de Contas

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De maneira natural trazemos para aqui a iniciativa seguinte, com alguns recortes,  e pode ser que ajude a organizar esta memória e a divulgá-la. Como continua atual! Ao mesmo tempo, venha de lá um SITE PARA A CULTURA (como existe «lá fora») ...
 
 

Acompanhamento Financeiro das Organizações
introdução do moderador
Rogério Fernandes Ferreira

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Nem de propósito, ontem, no Jornal Público:  Sem pedir nada em troca: um novo modelo de apoio às artes, de  -  «(...) No entanto, este modelo não responde às necessidades da criação artística contemporânea. Pelo contrário, impede e tolhe a liberdade de criação e de inovação das práticas artísticas. É um sistema competitivo, pouco justo e pouco inclusivo, e muito autoritário para a criação artística: impõe calendários, métodos, contextos e formas de produção, e induz conteúdos e assuntos sobre os quais os artistas devem trabalhar para terem acesso aos financiamentos e aos espaços de reconhecimento. (...)».
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E nós voltamos a João Oliveira,
  ao que  defendeu enquanto
   Deputado do PCP 
 na Assembleia da República.
 Agora está no 
Parlamento Europeu