ELITÁRIO PARA TODOS
quinta-feira, 9 de julho de 2026
NA REVISTA VISÃO | «Mérito Cultural - As histórias de quatro artistas ameaçados pela miséria» | NÃO DEIXEMOS ESTAS PESSOAS DESAMPARADAS! EXIJAMOS AOS PODERES INSTITUCIONAIS QUE DE IMEDIATO OLHEM COMO GENTE PARA ESTA GENTE E QUE SE ESTRUTURE UM MINISTÉRIO DA CULTURA DIGNO DESSE NOME PARA QUE HAJA PRESENTE E FUTURO PARA OS PROFISSIONAIS DA CULTURA E DAS ARTES | OBRIGADO AOS VISADOS QUE ESTÃO «A DAR A CARA» ...
segunda-feira, 6 de julho de 2026
CULTURA | (RE)VISITAR LEGADO DE ÁLVARO CUNHAL| o livro «A arte, o artista e a sociedade» que levou a entrevista de Clara Ferreira Alves em 1997 e continua disponível | A tradução «O Rei Lear» que já esteve e vai voltar a palco a partir de 15 de julho 2026 | NUMA ALTURA EM QUE TANTO SE PRECISA DISCUTIR CULTURA E ARTE COM GRANDEZA E NÃO NOS DEIXARMOS AFOGAR NO QUE NOS CHEGA DO «MINISTÉRIO CALDEIRÃO» ONDE INSTITUCIONALMENTE SE ENCONTRAM MERGULHADAS | SEM SE DEIXAR DE QUESTIONAR E REIVINDICAR | OBVIAMENTE!
A toda esta longa elaboração do génio popular, a todo este longo trabalho colectivo de gerações, Shakespeare (embora aproveitando de obras anteriores ideias fundamentais, incidentes e até palavras e frases) deu forma nova, definitiva e superior, animando as velhas lendas com o espírito crítico da Renascença e com um ideal de justiça e humanidade que em "O Rei Lear" está mais constantemente presente que em qualquer outro dos seus dramas.»
Da introdução de Álvaro Cunhal - Saiba mais.
A partir da obra de William Shakespeare, com tradução de Álvaro Cunhal e encenação de António Pires, Rei Lear conta-nos a história de um monarca envelhecido que decide dividir o reino entre as três filhas, esperando retirar-se do governo, mas conservar a autoridade e a reverênciade todos. Ao exigir declarações públicas de devoção, desencadeia um jogo político que rapidamente se volta contra ele. Expulso do poder e traído pelas próprias alianças que julgava seguras, Lear vagueia num mundo que já não lhe pertence. Na tempestade e na ruína descobre demasiado tarde a fragilidade do poder e da própria condição humana».
sábado, 4 de julho de 2026
ARTES | PELA SOBREVIVÊNCIA VENHAM DE LÁ OS PROCEDIMENTOS CONCURSAIS RECLAMADOS PELA PLATEIA SENHORA MINISTRA DA CULTURA (EM PART TIME) ... | já que não refunde o que existe pelo menos cumpra o que decorre da lei e que prometeu ...
quarta-feira, 1 de julho de 2026
«Estou farta de repetir isto»
«O CACE - CENTRO inaugura no próximo dia 1 de julho, concretizando uma das mais relevantes medidas de valorização, preservação e divulgação da CACE – Coleção de Arte Contemporânea do Estado.
A criação do CACE - CENTRO permite dotar esta coleção pública de arte contemporânea de um espaço de acervo centralizado, representando um ganho significativo em termos de organização, gestão e conservação. Esta nova infraestrutura garante melhores condições para coordenar, articular e irradiar a atividade da Coleção por todo o país, fortalecendo a sua presença pública e territorial.
A nova sede da CACE, localizada em Alcabideche, cumpre padrões internacionais de conservação preventiva e integra reservas visitáveis, áreas de trabalho especializado, espaços expositivos e um serviço educativo dedicado à mediação cultural e artística junto de diferentes públicos. A concentração de grande parte da coleção num único local representa igualmente um ganho de eficiência na gestão dos recursos públicos, permitindo reduzir significativamente os encargos associados ao armazenamento externo das obras.
Com a abertura do CACE - CENTRO, a Museus e Monumentos de Portugal reforça o seu compromisso com a preservação, estudo, divulgação e fruição da arte contemporânea, disponibilizando aos cidadãos um novo espaço de conhecimento, descoberta e contacto com a criação artística contemporânea.
A inauguração do CACE - CENTRO marca o início de uma nova etapa para a coleção pública de arte contemporânea e para a política cultural de valorização do património artístico nacional.
Exposição Dual Sim reúne obras integradas na Coleção
A exposição Dual Sim assinala a inauguração das novas instalações da CACE. Com curadoria de Filipa da Rocha Nunes e Sofia Montanha, reúne vinte e três obras integradas na Coleção a partir dos programas anuais de aquisição de arte contemporânea, que tiveram início em 2019.
Esta exposição reflete, também, a identidade deste novo espaço: uma coleção pública, aberta e visitável, mas também estruturada para circular, descentralizar a oferta cultural e abranger o território nacional». Tirado daqui.
Continuo a dizer: isto são r-e-s-e-r-v-a-s. Para além do CACE-Centro, a dinâmica de programação descentralizada vai continuar e com maior eficácia. Isto permite-nos gerir melhor a resposta a essas solicitações, seja com entidades onde temos depósitos, seja com cedências a outros museus. A CACE é uma colecção de todos, tem de estar no território. Estou farta de repetir isto. (...)». Se tiver acesso na integra aqui. Por aqui somos «antigos», e pensamos que um SERVIDOR PÚBLICO nunca pode estar farto de repetir ...




