terça-feira, 17 de março de 2026

ONDE NOS LEVA A NOTÍCIA|«A Academia Iberoamericana de las Artes Escénicas foi criada e reúne representantes de 17 países»

 

 “Entidad de carácter artístico y cultural 
destinada a potenciar, defender y dignificar 
las artes escénicas de nuestro país, 
a impulsar su promoción nacional e
 internacional, así como fomentar
 su progreso, desarrollo y perfeccionamiento.”

 

 
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As coisas acontecem de formas inesperadas: fizeram-nos chegar a notícia acima dada pela «Rádio Portuense», depois foi seguir a curiosidade e chegámos à «Academia Artes Escénicas - Espanhã». Para já, captamos dinamismo, e esperamos que contagie a entidade agora criada. Reparámos, em especial, em quem está com a revista ...
Depois, quem quer que seja que siga minimamente o setor das artes concordará, nomeadamente no nosso País, que muito há a fazer em torno da organização dos seus Profissionais. Buscar SINERGIAS no ESPAÇO IBERO-AMERICANO parece ser bem auspicioso... Vamos a isso!Pela nossa parte iremos estar atentos, procurar informação, e dar espaço aqui no Elitário Para Todos. E utilizemos a palavra «todos» também para dizer que tudo aponta para que na   Academia Iberoamericana de las Artes Escénicas estejam as atividades na esfera do SERVIÇO PÚBLICO e/ou as que acontecem reguladas pelo jogo do MERCADO. Em busca de uma OFERTA  DIVERSIFICADA DE QUALIDADE...
 
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Já agora, e pensando-se que é útil cruzar «coisas», quiçá encontrar como as iniciativas germinam, no caso, eventualmente, tendo «a geografia» como bússola - da IBERCENA
 
   
   

sábado, 14 de março de 2026

PORQUE ACONTECE O QUE ESTÁ A ACONTECER NO UNIVERSO CÂMARA DE LISBOA DA CULTURA E DA ARTE ?

 

 

Saiba mais na Prova dos Factos

 

 

Disponível aqui 

Excerto significativo com que começa: «Recentemente, num seminário, uma colega perguntou-me se não deveríamos ter ignorado a intervenção de Margarida Bentes Penedo na Assembleia Municipal de Lisboa. Se, ao partilharmos e comentarmos, não a teremos ajudado a promover as suas posições. Para quem não acompanhou este episódio, a deputada municipal do Chega em Lisboa defendeu, em Janeiro, uma monocultura de direita (a designação é minha). Criticou a programação do Teatro do Bairro Alto (porque os temas não são do seu interesse ou porque não consegue pronunciar os nomes dos artistas) e afirmou, erradamente, que as plateias dos teatros estão vazias, resultado de uma cultura que a deputada municipal considera panfletária e de muito baixa qualidade. Recomendou, com convicção, que os teatros municipais programem o fadista (“de direita”) João Braga.
Entretanto, na semana passada, surgiu a gravação de uma outra assembleia municipal, de Setúbal, onde os deputados do Chega se pronunciaram “não contra o teatro e a cultura, mas contra a utilização de fundos públicos para financiar produções e eventos que promovem agendas ideológicas divisas [sic], que colidem directamente com os valores do partido Chega”. Votaram contra o apoio financeiro a estruturas de teatro da cidade. (...)».


 
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e diz mais:
 

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Dado o que tem vindo a ser praticado - longe do institucionalizado e da ciência e técnica no âmbito da Gestão, na circunstância GESTÃO PÚBLICA AUTÁRQUICA -  as substituições aqui em causa exigem explicações. Como diz o Povo o acontecido «cheira a esturro». O mosaico acima de notícias e opiniões será suficiente para se concluir que as decisões tomadas estão em linha com motivações mais amplas nomeadamente as cedências do PSD ao Chega. Neste «folhetim» há coisas que ressaltam, espantam!: o Senhor Presidente da Câmara ter exonerado a vogal dos Serviços Sociais da Autarquia ainda o programa PROVA DOS FACTOS estava a decorrer, e depois vimos na televisão como o Senhor Presidente Moedas se orgulhava desse seu ato. Ó Senhor Autarca, com o devido respeito, como se atreve? Diga-nos, isso sim, qual o processo de seleção e recrutamento que segue que não lhe permite evitar erros destes! Depois, até se pode dizer, «cada cavadela, sua minhoca», aquela nomeação dos substitutos dos «exonerados» é risível ...  
    
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Museus e Núcleos:
Teatros e Cinema:
Monumentos e Galerias:

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Bom, não será difícil concluir, por profissionais e pelas populações, que o que aqui está em causa, a razão de todas estas , não será exagerado dizer, arbitrariedades,é sobre como estão estruturadas a CULTURA E AS ARTES na AUTARQUIA DE LISBOA. E o PLANEAMENTO DO AMBICIONADO. O País e em especial os Munícipes de Lisboa tem de saber coisas como estas:o porquê duma EMPRESA MUNICIPAL para estas matérias; o que distingue o que desenvolve do que é assegurado pelos designados serviços centrais da Câmara; qual o PERFIL para os dirigentes das Organizações acima sob «tutela da EGEAC»; se há ou não concursos, dignos desse nome;  quantos anos podem os chefes e dirigentes estar nessa função; necessariamente o sistema de remunerações; obviamente «o tipo» de contratação - será que continua a haver «diretores de Teatros» a «recibo verde»?; explicitar o que significa «tutela» ...
 Ainda, por exemplo, os números seguintes precisam de ser «legendados»:
 

Fiquemos por aqui. Ah, é de não perder a ocasião para  olhando o esquema acima, «denunciar» a localização dos «equipamentos culturais autárquicos» na cidade de Lisboa - é isso, há  filhos e enteados, e isso tem de mudar ... 

 

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quinta-feira, 12 de março de 2026

QUE SAUDADES ! | do Mário Zambujal | FALECEU

 

 
aquele delicioso «Crónica dos bons malandros» ...
  De um homem de causas. «Um dos nossos maiores»
como alguém já disse.  Era «alegria»! «ternura»! «humor»!
 tanta coisa boa ao mesmo tempo. Gente, gente ! 
 
  

terça-feira, 10 de março de 2026

ACONTECE E NEM CHEGAMOS A SABER | falamos por exemplo do que se passa na esfera da Câmara Municipal de Lisboa sobre o número de auxiliares de ação educativa nas escolas de Lisboa

 


 
«Vereador do PCP manifesta solidariedade com a Greve dos Trabalhadores Não Docentes do Agrupamento de Escolas Vergílio Ferreira
👉 Esta manifestação decorreu um dia depois do PCP ter apresentado uma moção em reunião de Câmara, aprovada com o voto contra do Chega, exigindo ao governo o reforçar do número de auxiliares de ação educativa nas escolas de Lisboa, por via da revisão dos rácios que estão desajustados e defendendo melhores condições laborais para os trabalhadores.
ℹ Consulte aqui a moção aprovada: https://bit.ly/4uc4MfY»
 
 
 

segunda-feira, 9 de março de 2026

PERGUNTA PATRÍCIA PORTELA | «Quando nos vamos, de facto, sentar a discutir a política cultural que desejamos para o país e para a Europa?»

 

 Está disponível online 
 no jornal Público

Vivo num país que se dedica a alocar fundos de forma arbitrária

Quando nos vamos, de facto, sentar a discutir a política
 cultural que desejamos para o país e para a Europa?

excerto: «(...)Há muito que o meu país anda à deriva em termos de política cultural. Ministros como Adão e Silva injectaram dinheiro em parte de concursos de artes do espectáculo após o seu fecho e durante o período de avaliação, pensando contribuir para o tecido cultural. O resultado foi um apoio bojudo para quatro anos a poucas companhias com um percurso sólido (e naturalmente reconhecido), com a possibilidade de ver esse apoio renovado automaticamente, deixando à míngua cerca de 80% de todos os outros apoios elegíveis, correspondentes a um sem número de estruturas mais pequenas que representam as gerações novas, a inovação, a experimentação, o trabalho comunitário, algumas com décadas de experiência e milhares de espectadores, muitas que não voltarão a erguer-se quem consegue esperar uma década pela mudança e, entretanto, pagar as contas? (...)». Leia na integra.


PASSA-SE EM ÁFRICA | como a grávida chega ao hospital para ter o seu bebé ... | É BILL GATES QUE NOS CONTA SOBRE «M-MAMA»

 

 
In many parts of sub-Saharan Africa, the biggest danger during childbirth is that a pregnant woman in crisis won’t make it to the hospital on time.
m-mama is solving this problem with a simple hotline. When a community healthcare worker calls in an emergency, a trained dispatcher coordinates whatever transportation is available—a car, a motorcycle, a boat, even a horse—and tracks the journey to make sure the mother gets to a qualified medical facility on time.
Since 2013, m-mama has responded to more than 125,000 emergencies and saved an estimated 5,266 lives. Unlike other improvements to a country’s healthcare system, m-mama doesn’t require building new hospitals or buying expensive equipment. It just makes what already exists work better.
You can read more about m-mama on Gates Notes now.
As always, thanks for being an Insider.
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