sábado, 4 de julho de 2026

ARTES | PELA SOBREVIVÊNCIA VENHAM DE LÁ OS PROCEDIMENTOS CONCURSAIS RECLAMADOS PELA PLATEIA SENHORA MINISTRA DA CULTURA (EM PART TIME) ... | já que não refunde o que existe pelo menos cumpra o que decorre da lei e que prometeu ...

 

 
 
Excerto:«(...) A associação recorda que o Governo decidiu alterar o regime de apoio às artes "em vésperas de um prazo que era essencial cumprir" e refere que a própria ministra da Cultura, Juventude e Desporto reforçou, em 27 de Junho, no parlamento, a importância da abertura atempada dos concursos, assumindo, na mesma ocasião, o respectivo atraso e um novo compromisso para o seu lançamento durante o mês de Julho.(...)». É isso, Senhor Primeiro Ministro, na área da Cultura recorrendo ao saber popular:   "cada cavadela, cada minhoca". E  poderíamos acrescentar que «sem cavadela, minhoca também».  Insistimos, Senhor Primeiro Ministro, venha a terreno, o que se passa na CULTURA tem efeitos incalculáveis no imediato e no futuro. A «falta de ambição» que há muito perpassa nas reivindicações são disso sinal. Por outro lado, A OFERTA QUE OS PROFISSIONAIS conseguem apresentar são quase do domínio do MILAGRE. Muito se deve ao GRATUITO, ou seja aos baixos salários  e a atividade não remunerada. Depois,  não é de admirar as reformas de miséria no Setor e as situações que a todos deviam envergonhar em que se encontram dos nossos mais velhos/as que fizeram a sua vida enquanto profissionais na cultura e nas artes. FAÇA A SUA PARTE GOVERNO. Comece por criar um MINISTÉRIO DA CULTURA digno desse nome, sem prejuízo de um PLANO DE EMERGÊNCIA   para domínios vários. Por exemplo, no do FINANCIAMENTO ÀS ARTES através da DGARTES que está na base  deste post. Ah, mande-se alguém apurar quem ainda não recuperou dos Cortes do tempo da TROIKA. Acredite, Senhor Primeiro Ministro, criar uma SITUAÇÃO MINIMAMENTE SAUDÁVEL para se iniciar A REFORMA (preferimos REINVENÇÃO) exige intervenção profissional que estude tudo: o legislado, o praticado, o que emerge - nomeadamente vindo do meio ... Claro, não esquecendo o que se «passa lá fora» ... Muito trabalho!, não nos parecendo, e isso lamentamos, que a EQUIPA GOVERNAMENTAL existente para este particular seja a adequada. IMPREPARAÇÃO é o que se ouve no Espaço Público   e nos bastidores ... 
 
*
*   * 
e depois de há poucos dias  termos assistido à magnifica apresentação do livro acima e nela bebendo apetece-nos dizer:  assumamos que AINDA VAMOS A TEMPO para a epopeia que se impõe na esfera da CULTURA E DAS ARTES no nosso País. Sejamos todos ativistas. Para já é de compreender o comunicado da PLATEIA e a ele nos associarmos. Sem esquecer que falta o RESTO - onde estará o essencial para o DESENVOLVIMENTO HARMONIOSO DO PAÍS
 
 

quarta-feira, 1 de julho de 2026

«Estou farta de repetir isto»

 

 

«O CACE - CENTRO inaugura no próximo dia 1 de julho, concretizando uma das mais relevantes medidas de valorização, preservação e divulgação da CACE – Coleção de Arte Contemporânea do Estado.

A criação do CACE - CENTRO permite dotar esta coleção pública de arte contemporânea de um espaço de acervo centralizado, representando um ganho significativo em termos de organização, gestão e conservação. Esta nova infraestrutura garante melhores condições para coordenar, articular e irradiar a atividade da Coleção por todo o país, fortalecendo a sua presença pública e territorial.

A nova sede da CACE, localizada em Alcabideche, cumpre padrões internacionais de conservação preventiva e integra reservas visitáveis, áreas de trabalho especializado, espaços expositivos e um serviço educativo dedicado à mediação cultural e artística junto de diferentes públicos. A concentração de grande parte da coleção num único local representa igualmente um ganho de eficiência na gestão dos recursos públicos, permitindo reduzir significativamente os encargos associados ao armazenamento externo das obras. 

Com a abertura do CACE - CENTRO, a Museus e Monumentos de Portugal reforça o seu compromisso com a preservação, estudo, divulgação e fruição da arte contemporânea, disponibilizando aos cidadãos um novo espaço de conhecimento, descoberta e contacto com a criação artística contemporânea.

A inauguração do CACE - CENTRO marca o início de uma nova etapa para a coleção pública de arte contemporânea e para a política cultural de valorização do património artístico nacional.

Exposição Dual Sim reúne obras integradas na Coleção

A exposição Dual Sim assinala a inauguração das novas instalações da CACE. Com curadoria de Filipa da Rocha Nunes e Sofia Montanha, reúne vinte e três obras integradas na Coleção a partir dos programas anuais de aquisição de arte contemporânea, que tiveram início em 2019. 

Esta exposição reflete, também, a identidade deste novo espaço: uma coleção pública, aberta e visitável, mas também estruturada para circular, descentralizar a oferta cultural e abranger o território nacional». Tirado daqui.

*
*   * 
A inauguração acima, hoje, está a ter boa cobertura na comunicação social. Nós estivemos a ler a entrevista abaixo no Público. Como «gente normal». 
  
Confessemos, Senhora Entrevistada, aquilo é um bocado confuso e vamos esperar pelo que os especialistas venham a comentar. E estaremos certos ao dizer que sentimos falta de   empatia? Ah, reparamos naquele «Estou farta de repetir isto»:
 «(...)Se olharmos para os congéneres estrangeiros com colecções do Estado, nem o Arts Council, no Reino Unido, que se define como um museu sem paredes, nem o Fundo Nacional de Arte Contemporânea francês têm espaços centralizados onde inauguram exposições. A sua vocação é mesmo servir os outros museus ou centros de arte. Por que é houve aqui este acrescento de funções?
Continuo a dizer: isto são r-e-s-e-r-v-a-s. Para além do CACE-Centro, a dinâmica de programação descentralizada vai continuar e com maior eficácia. Isto permite-nos gerir melhor a resposta a essas solicitações, seja com entidades onde temos depósitos, seja com cedências a outros museus. A CACE é uma colecção de todos, tem de estar no território. Estou farta de repetir isto. (...)».
Se tiver acesso na integra aqui. Por aqui somos «antigos», e pensamos que um SERVIDOR  PÚBLICO nunca pode estar farto de repetir ...
 

domingo, 28 de junho de 2026

SOBRE A PRESERVAÇÃO DA MEMÓRIA DIGITAL | anda qualquer coisa no ar ... |NO DIA 23 DISSEMOS QUE QUERIAMOS 0 SITE DA CORNUCÓPIA DE VOLTA | ONTEM NUMA INCURSÃO ROTINEIRA AO DIÁRIO DA REPÚBLICA DEPARAMOS COM RESOLUÇÃO DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA QUE PARTINDO DE CASO CONCRETO RELACIONADO AO QUE SE ESTÁ A PASSAR COM OS BLOGUES NA PLATAFORMA SAPO GENERALIZA E RECOMENDA AO GOVERNO

 


 
*
*   * 
Com o devido respeito pelos Senhores e Senhoras Deputados/as
a RECOMENDAÇÃO  chega-nos um pouco confusa e não pode ser, obviamente tem de levar a  sínteses. Desde logo, não é de estranhá-la?  Tudo cruzado, será a PRESERVAÇÃO DA MEMÓRIA DIGITAL na sua globalidade que está em causa (e se ainda não é digital temos de digitalizar o papel). Será que o GOVERNO ESQUECEU ESTA DIMENSÃO? Fomos procurar do que há institucionalizado:
 
  Presidência do Conselho de Ministros, 12 de dezembro de 2024. 
— O Primeiro-Ministro, Luís Montenegro.

 
 
 Presidência do Conselho de Ministros, 4 de dezembro de 2025.
 — O Primeiro-Ministro, Luís Montenegro
Veja aqui
 

O Plano de Ação da Estratégia Digital Nacional para 2026-2027, recentemente aprovado pelo Governo e publicado em Diário da República, inclui a FCT entre as entidades responsáveis pela execução de medidas estratégicas que impulsionam a transição digital em Portugal.

A FCT é corresponsável, juntamente com a ARTE, I. P., a ANI, S. A., a IP-Telecom, S. A., e a Imprensa Nacional-Casa da Moeda, S. A., pela implementação da medida 13.5 – “Acompanhamento de pilotos do futuro”, que abrange áreas como Computação Quântica, Robótica, Blockchain e Governação da Internet.

A FCT participa ainda, como entidade envolvida, em duas medidas: a 17.1 – “Implementação do Pacto de Competências Digitais”, da responsabilidade da ARTE, I. P; e a 18.1 – “Implementação do Programa Nacional das Raparigas nas STEM”, da responsabilidade da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG).

O Plano de Ação da Estratégia Digital Nacional concretiza a Estratégia Digital Nacional (EDN), cujo objetivo é posicionar Portugal entre os países mais avançados da União Europeia em matéria de transformação digital.Publicado em 6 Janeiro 2026. Veja aqui,  que nos leva a esta apresentação:

 
*
*   * 
Bom, estamos quase exaustos ao tentarmos saber se o institucionalizado  «esqueceu» o que preocupa a Assembleia da República, e não vamos «meter férias» para o conseguir. Acreditamos nos nossos REPRESENTANTES NO PARLAMENTO. Egoisticamente, queríamos mesmo é que a QUESTÃO SAPO fosse resolvida (e já agora por solidariedade outras plataformas a passar pelo mesmo). (Uma declaração de interesses somos parte interessada porque abrangidos pelo fim dos blogues na Sapo ..., mas adiante). E a titulo de exemplo - e que exemplo! - não esqueçam a CORNUCÓPIA. E o mais alargado que denuncia. 
*
*  * 
Para terminar, fomos mais atrás:
  
mais isto