terça-feira, 28 de abril de 2026

«CHIC-NIC»|QUE MAIS NOS IRÁ ACONTECER EM LISBOA! | pela mão da gestão camarária ... | SIM, O «CHIC-NIC» JUSTIFICA TODA A INDIGNAÇÃO E MAIS ALGUMA !

 

 
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pedaços do «acontecimento» 
 
 
 
 

«A Última Lição de Álvaro Siza Vieira»

 

 
 
SINOPSE
 
O arquitecto de Matosinhos, que alcançou o pináculo da arquitectura mundial, partilha o espanto com que continua a desenhar o mundo, uma casa de portas abertas aos sonhos e à humanidade, num exercício de generosidade que abarca o tanto que aprendeu e ensinou.
Ainda menino, Álvaro Siza Vieira já tirava a cabeça dos livros para espreitar o que havia lá fora. A curiosidade levou-o aos desenhos, numa tentativa constante de transformar numa outra «coisa» o que ficava aquém do olhar. «Estamos a observar, mas não se vê nada», garante o tal menino que, já homem, volta aos livros, na procura incessante de um saber que precisa de se cumprir num tempo que é cada vez mais finito.
Depois de se ter apaixonado pela escultura, encontrou-se na arquitectura, que lhe permitiu criar o mundo como o via: um espaço de criação que se faz de memória, diálogo, sustentabilidade e relação. Foi também o trabalho que o levou ao encontro do outro, fosse ele um imigrante turco num bairro operário em Berlim ou um crente na Igreja de Marco de Canaveses, num exercício permanente contra o preconceito e a indiferença.
Revisitando uma biografia que se conta na primeira pessoa, Siza Vieira, que foi distinguido com o Prémio Pritzker - o mais importante galardão da arquitectura a nível mundial - deixa-se descobrir numa conversa que convoca o rapaz que cresceu numa casa desempoeirada, o homem que perdeu a mulher cedo demais, o professor que se entusiasma com a inquietação dos mais novos, o profissional que não abdica da ética nem aceita tudo o que lhe dizem e o arquitecto, esse criador deslumbrado que não se cansa de procurar os lugares de beleza e que ainda sonha com o que está por fazer. Saiba mais.

PUBLICADA HOJE NO DIÁRIO DA REPÚBLICA | «Portaria de extensão do acordo de empresa entre a OPART — Organismo de Produção Artística, EPE, e o Sindicato dos Trabalhadores de Espectáculos, do Audiovisual e dos Músicos — CENA-STE»

 


segunda-feira, 27 de abril de 2026

«A seco» | Portaria «Institui a iniciativa Capital Portuguesa da Cultura para os anos de 2028 e 2029 e aprova o regulamento do respetivo procedimento concursal»

 

 
Apetece atirar a «toalha ao chão»!, ao vermos os diplomas que nos vêm da «Cultura». Infelizmente, não só! De facto, o nosso quadro institucional já teve melhores dias. Olhemos para a Portaria acima: porquê Portaria?; porquê dois anos?; onde está Relatório que fixe a avaliação do que tem acontecido do que se designou Capital Portuguesa da Cultura?; o que nos é dito sobre DIMENSÃO  NACIONAL CULTURAL da «Capital» naquele amontoado de palavras mas centradas nos municípios... E no turismo ... E cá temos mais um CONCURSO assim acionado: «A entidade responsável pela organização e gestão do procedimento é o Gabinete de Estratégia, Planeamento e Avaliação Culturais (GEPAC)». Onde já se viu um organismo de estudos e planeamento com estas incumbências? Bem sabemos, que isto já vem detrás ... O que nos diz o Senhor Ministro das Reformas? 
Realmente apetece desistir ... Não o faremos! Agora, de seguida  posts do Elitário Para Todos. Passados, mas atuais.

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mas «abril» continua ... 
imagens de ontem na Avenida da Liberdade
em Lisboa 
 

domingo, 26 de abril de 2026

INSISTAMOS NA PETIÇÃO «PELA LINHA EM LAÇO» DINAMIZADA PELA CDU/PCP | depois de lermos o longo artigo sobre a «Linha Circular» do metro de Lisboa e onde se diz que a Circulação em Laço «solução para evitar transbordos a quem vem de Odivelas, não está, ao dia de hoje, descartada, admite a fonte do Metropolitano de Lisboa ao ECO/Local Online, mas implica mais um reforço de investimento» | E AQUI TEMOS UMA MANEIRA DE CELEBRAR ABRIL PARTICIPANDO NA DEFESA DA NOSSA QUALIDADE DE VIDA

 
Desde que «a causa» surgiu  que fizemos  post em defesa da LINHA EM LAÇO reforçado pela imagem acima na coluna ao lado (como se pode verificar) que nos leva diretamente à PETIÇÃO que a defende - neste endereço . Continuamos a pensar que é uma iniciativa que os cidadãos, e não só os mais diretamente atingidos, faz sentido abraçar. Até apetece dizer que este CLIMA DE ABRIL  e mesmo discursos ontem ouvidos na Assembleia da República estimulam a PARTICIPAÇÃO  EM DEFESA DA QUALIDADE DE VIDA COLETIVA. Bom, mas porque voltamos ao assunto? Foi este trabalho:


 
 
E até porque reparamos no «não está, ao dia de hoje, descartada», como se pode ler no excerto abaixo. Tudo razões para dizer «PRESENTE». Assim, se ainda não o fez, talvez queira juntar-se à PETIÇÃO - A linha circular do Metro vai atrasar a nossa vida!. Voltemos a referir  é este o endereço . É verdade, acreditamos mesmo na FORÇA DA PARTICIPAÇÃO CIDADÃ.

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sexta-feira, 24 de abril de 2026

ÀS PORTAS DO 25 DE ABRIL 2026 | NO JORNAL EXPRESSO SOBRE «LISBOA» | compare por si ... , o que diz João Ferreira, Vereador do PCP _ e o que adianta Pedro Moreira, Presidente da EGEAC

 

 
 

Começa assim: « Os seis primeiros meses do segundo mandato de Carlos Moedas caracterizam-se por uma confrangedora incapacidade da gestão PSD/CDS/IL, com o apoio do Chega, para enfrentar problemas que se arrastam há muito. Pior, esta gestão constitui-se como um fator de agravamento destes problemas.
 O acordo celebrado entre Moedas/PSD/CDS/IL e o Chega contribuiu, desde o primeiro dia, para acentuar os traços mais negativos da gestão Moedas do primeiro mandato. Alguns exemplos:
 - A grave limitação e condicionamento da intervenção dos vereadores sem pelouro, reforçando o pendor antidemocrático de uma gestão que teima em não reconhecer o carácter plural do executivo municipal e em desprezar os contributos construtivos da oposição;
- A distribuição de lugares de responsabilidade, incluindo cargos dirigentes, na Câmara e empresas municipais, fugindo dos concursos públicos (mesmo nos casos em que a lei obriga à sua realização) e optando por critérios de amiguismo, compadrio e favores, em detrimento da competência e adequação ao cargo das pessoas escolhidas;
 (....)».
Termina deste modo:  Na educação, o parque escolar da cidade atinge níveis de degradação preocupantes, sem que se mobilizem os meios necessários à sua requalificação. Nem obras, nem sequer projetos. Sublinhe-se ainda o enorme atraso na atribuição dos apoios nas áreas da cultura e do desporto, em muitos casos superior a um ano, o que desestabiliza o tecido cultural e o movimento associativo da cidade, contribuindo para desqualificar ainda mais a oferta cultural e desportiva, já degradadas.
Pelo seu carácter simbólico, vale a pena assinalar a pobreza e o apagamento relativo das comemorações do 25 de Abril. Pelo segundo ano consecutivo, a Câmara não promoverá sequer o tradicional concerto na noite de 24. Mas mais do que exemplos setoriais, o que estes primeiros meses do segundo mandato de Moedas/PSD/CDS/IL confirmam é a total ausência de uma visão estratégica, de um projeto de transformação da cidade, promotor da coesão social, da melhoria ambiental e da qualidade de vida.
Perante este cenário, só a mobilização popular, a participação cidadã, de diversas camadas da população, em torno de causas e de problemas concretos, poderá contrariar as consequências mais negativas desta gestão e forçar medidas necessárias. Mesmo tendo de vencer a inércia, ou até a contragosto, da gestão municipal. Não esperemos de braços cruzados pelos próximos três anos e meio. O PCP não o fará». (o destaque é nosso).
 
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Pedro Moreira garante que a visão de Moedas para a Cultura não inclui "cedências aos extremos" e nega haver uma desvalorização do 25 de Abril, mas assume que objetivo é retirar carga ideológica às opções culturais. “Em breve” serão explicados os “motivos” por detrás das não reconduções no TBA e Aljube

Reforçando a entrada do artigo,  um excerto, centrado no «em breve» - a nosso ver, risível: 

 

 «(...) Sobre esta polémica, o presidente da Lisboa Cultura garante que dará todas as explicações “em breve”, possivelmente no próximo mês. “Explicaremos exatamente os motivos, o que esteve em causa nesta não recondução e as alterações que foram efetivadas não só nestes dois equipamentos, como na própria estrutura da empresa”, avança. Até agora, a empresa municipal apenas tinha emitido um comunicado com os novos diretores artísticos do TBA e do Aljube e com a indicação de que os restantes dirigentes seriam reconduzidos. Pedro Moreira justifica o silêncio da empresa municipal com a necessidade de “não criar mais ruído”. “O nosso compromisso é com a cultura da cidade de Lisboa, isso, para mim, é o mais importante. Por isso é que me rendi ao silêncio”.(...)».
 

 

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