ELITÁRIO PARA TODOS
sexta-feira, 16 de outubro de 2026
«Habitação»
DOC LISBOA 2026
As sessões Doc Escolas, sempre acompanhadas de debates participativos, onde alunos, professores, realizadores e convidados dialogam em torno dos filmes, são momentos fundamentais para consolidar o cinema como espaço de aprendizagem, reflexão e partilha. Os estudantes aprofundam os temas abordados nos filmes, colocam questões, partilham ideias e relacionam os conteúdos com as suas próprias vivências.
Paralelamente, as oficinas Docs 4 Kids promovem uma ligação entre o cinema e o currículo escolar de forma criativa, crítica e sensível. Em conjunto, estas actividades estimulam o pensamento autónomo e o envolvimento activo dos alunos.
Num mundo onde as imagens influenciam a comunicação e a compreensão da realidade, a educação para a literacia fílmica é essencial.
Pode consultar o dossier pedagógico do projecto educativo aqui». Veja mais.
quinta-feira, 15 de outubro de 2026
KARNART | livro e exposição
quarta-feira, 14 de outubro de 2026
terça-feira, 13 de outubro de 2026
OS LESADOS QUE NOS PERDOEM MAS OLHEMOS PARA O QUE FEZ MANCHETE COMO MAIS UM CASO DAQUELES QUE SE ESTÁ À ESPERA PARA REFLETIRMOS ASSUNTOS QUE DEVIAM CONSTAR DAS AGENDAS | agora, pensões e reformas ... |EM PARTICULAR ALGUÉM JA PERCEBEU COMO SE ERROU «NAS 2937 PENSÕES ATRIBUÍDAS ENTRE MAIO E AGOSTO»? | ENTRETANTO EUGÉNIO ROSA NÃO NOS FALTA E DISPONIBILIZA UM PROJETO DE RESPOSTA AO QUE A CGA COMUNICOU
Neste quadro reparemos na intervenção seguinte da Líder Parlamentar do PCP e antecipemos problemas futuros a resolver antes que se transformem em «mais casos». Ah, e aproveite-se para olhar situações equivalentes que estarão por aí desamparadas na «floresta» dos serviços ..., no âmbito de pensões e reformas.
segunda-feira, 12 de outubro de 2026
MAS QUEM OS OUVE ! NA CULTURA E NAS ARTES | agora e no passado ...
Na sua perspetiva, os discursos de ódio que identifica no debate político estão já a ter consequências na forma como algumas propostas de programação são recebidas, agravando as já existentes dificuldades de circulação e apresentação de espetáculos de dança contemporânea.
Por isso, Bruno Alexandre defende que uma política cultural mais ambiciosa deve combinar um reforço substancial do financiamento com uma distribuição mais equilibrada dos recursos e uma maior valorização da criação artística, porque “não é só sobre dinheiro”, é sobre como a Cultura é integrada nas prioridades do Estado».










