ELITÁRIO PARA TODOS
sexta-feira, 18 de setembro de 2026
JORNADAS EUROPEIAS DO PATRIMÓNIO | 18 a 27 de setembro | «REVIVER, RESISTIR, REINVENTAR»
quinta-feira, 17 de setembro de 2026
«Os trabalhadores do Teatro Nacional D. Maria II (TNDMII) alertaram hoje para “o cansaço físico e psicológico” e para as “condições improvisadas” de trabalho, nas vésperas da reabertura ao público desta instituição cultural, em Lisboa»
Segundo os trabalhadores, "a maioria dos postos de trabalho ainda não conta com o mobiliário necessário", tendo sido identificadas "e comunicadas superiormente" várias situações, como "o bloqueio de elevadores e de monta-cargas, [o] sistema de detecção de incêndios ainda não plenamente assegurado e a inexistência de ar condicionado".(...)».
terça-feira, 15 de setembro de 2026
«AMADOR, A COISA AMADA»
«Em causa está a necessidade de reforçar o investimento público no Movimento Associativo Popular (MAP). Composto por 33 mil colectividades, clubes e associações, onde trabalham 450 mil dirigentes voluntários e milhões de associados, o MAP é descrito pela Confederação Portuguesa de Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto (CPCCRD) como tendo um «papel determinante no acesso popular à cultura, recreio e desporto». Porém, denuncia a petição, «continua sem ter investimento regular a partir do Orçamento do Estado, «à altura do serviço público que presta».
Acresce o facto de o sector enfrentar uma situação económica crítica, agravada pela covid-19, pelos despejos e pelo aumento das rendas, e, sobretudo este ano, pela destruição resultante de intempéries e pela escalada da guerra contra o Irão, que provocou a subida galopante dos preços e comprometeu «milhares de actividades promovidas pelo MAP em todo o território nacional, assim como a própria continuidade de muitas colectividades».
São motivos de sobra para as exigências urgentes colocadas ao Governo de Montenegro, encabeçadas por uma linha de apoio plurianual ao funcionamento regular das colectividades, clubes e associações. Ao mesmo tempo, as colectividades reclamam a redução do IVA do gás e da electricidade para 6%, bem como a devolução do IVA pago na compra de materiais e equipamentos para actividades culturais e desportivas. A actualização da isenção de IRC para 35 mil euros e outra linha de apoio, esta dedicada à regularização dos edifícios do Movimento Associativo e Popular, são também reivindicações apresentadas ao primeiro-ministro. (...)».
domingo, 13 de setembro de 2026
HÁ UMA GOVERNANTE QUE DEVE ESTAR FELIZ - A SENHORA MINISTRA DA CULTURA EM PART TIME | a sua Administração Legalista continua o caminho - olhemos para o Aviso acabado de ser publicado relativo ao «Programa de Apoio a Projetos de Mérito Cultural» pelo Fundo de Fomento Cultural | AINDA QUE MAL SE PERGUNTE : APOIAM-SE PROJETOS QUE NÃO SEJAM DE MÉRITO CULTURAL?
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HÁ PROBLEMAS NO FUNDO DE FOMENTO CULTURAL? | venha de lá mais um «regulamento» ...
quarta-feira, 9 de setembro de 2026
«A URGÊNCIA DE UMA FRENTE CULTURAL» | de Manuel Augusto Araújo | NO BLOGUE PRAÇA DO BOCAGE
Derivas das Actividades Culturais
Formalismos e Divertimentos
Na actualidade uma parte considerável da actividade cultural não tem outra função social que não seja distrair o público, desviá-lo da situação política, divertindo-o enquanto em paralelo nas artes e letras se assiste à exasperação dos formalismos que culminam na defesa da arte pela arte, o que «termina sempre na utilização publicitária do trabalho sobre a forma» (12). Arte pela arte que Walter Benjamin denuncia: « Fiat ars- pereat mundus, diz o fascismo que, como confessou Marinetti, espera da guerra a satisfação artística transformada pela técnica. Trata-se visivelmente da consumação da arte pela arte. A humanidade. que antigamente. com Homero, foi objecto de contemplação para os deuses olímpicos, tornou-se objecto de contemplação para si própria. A alienação de si própria atingiu o grau que lhe permite viver a sua própria aniquilação como um prazer estético de primeira ordem. É assim a estetização da política praticada pelo fascismo. O comunismo responde-lhe com a politização da arte» (13). O risco é essa politização da arte atolar-se em vulgatas marxianas que são o outro lado do espelho da inventividade teórica de Marx e Engels, com obras medíocres para que Engels, muito antes das perversões idanovistas, tinha advertido no Anti-Durhing : «assim quem parte, neste domínio, à caça de verdades definitivas, em última análise, verdades autênticas, absolutamente imutáveis, poucos resultados obterá além de banalidades e de lugares-comuns da pior espécie».(14) (...)».
segunda-feira, 7 de setembro de 2026
SE RECEAVA QUE O GOVERNO DESCONHECIA A EXISTÊNCIA DO CONSELHO NACIONAL DA CULTURA (CNC) DESCANSE! | acaba de sair diploma que altera o que existia| FALTA O RESTO E PARA COMEÇAR «ESTUDO» PRÉVIO QUE MOSTRE A «EXPERIÊNCIA DE FUNCIONAMENTO DO CNC» E PORQUE POR EXEMPLO FOI CRIADA UMA SECÇÃO PARA O MECENATO E NÃO OUTRAS E OCORRE-NOS UMA PARA A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
domingo, 6 de setembro de 2026
«Research on culture matters»
«Research on culture matters. Now is the time to not only claim it, but prove it. ENCATC launches a collective advocacy action at the Congress in Nice |
Europe is deciding its future funding priorities, and the stakes could not be higher. Right now, behind closed doors in Brussels, the draft text for the next EU Multiannual Financial Framework (MFF) 2028–2034 is being fiercely debated and rewritten. The decisions made this autumn will dictate whether Europe invests in its cultural infrastructure or sidelines it. As a leading research network, ENCATC cannot afford to sit on the sidelines. We have a unique responsibility to ensure that the vital role of cultural research is not just recognised, but financially secured. (...)». Continue. |














