quinta-feira, 24 de setembro de 2026

CONFIRMA-SE! | NA CULTURA «ESTADO MAU PAGADOR» | e a Senhor Ministra da Cultura em part time ainda não disse nada ...|NÃO NOS ILUDAMOS FAZ PARTE DE CRISE MAIOR NA ÁREA | TENTANDO RIR OU TALVEZ NÃO: SERÁ DE ACIONAR O «COBRADOR DO FRAQUE»?

 
«Ministério da Cultura ainda não pagou bolsas literárias  nem jurados do Prémio Oceanos As bolsas de criação literária
 atribuídas a 42 autores e  anunciadas no final do mês  de Março  pela Direcção-Geral do Livro  dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB), no valor global de 630 mil euros, ainda não foram pagas. Também os 17 membros portugueses do júri do Prémio Oceanos, cujos finalistas, nas categorias  de prosa e de poesia, foram anunciados no final de Agosto, estão à espera de ver  remunerado o seu trabalho. E a atribuição do Prémio PEN Clube Português,  que este ano deverá distinguir o ensaio e a tradução, e cuja shortlist deveria ser anunciada a 30 de Setembro (e os premiados a 15 de Outubro), pode estar igualmente comprometida por falta da verba  devida pelo Estado português. (...)». no Jornal Público - se tiver acesso aqui.
 
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veja o post anterior
 
 
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Para «aliviar» o ambiente 
 

 

terça-feira, 22 de setembro de 2026

JORGE PALMA | obrigado !

 

 
«(...)  Com uma profunda consciência social, o autor de temas como Frágil, Bairro do Amor, Estrela do Mar, Na terra dos sonhos, Deixa-me rir e A gente vai continuar foi homenageado em Abril deste ano com o Prémio Carreira nos prémios Play, onde reiterou a exigência de haver um maior investimento no sector da Cultura. De cravo vermelho ao peito, Jorge Palma apelou ao combate contra o recrudescimento do fascismo e pediu para não se deixe que o 25 de Abril se torne «uma memória distante, uma imagem a desvanecer-se lá longe». «Temos de reinventar o espírito de Abril, sempre. Liberdade, justiça, democracia. Malta, mãos à obra, vamos fazer deste país uma coisa que merece ser melhor. Viva o 25 de Abril, viva a liberdade, viva a democracia!», disse Jorge Palma, sem esquecer os profissionais do Serviço Nacional de Saúde (SNS), a quem deixou um agradecimento. (...)».
 

 

BOLSAS ANUAIS DE CRIAÇÃO LITERÁRIA 2025 AINDA NÃO FORAM PAGAS QUASE 6 MESES DEPOIS DE CONTRATOS ASSINADOS | lembremos que é a Direcção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB) que tem «a coordenação do Programa, bem como a atribuição das bolsas» e pelo que se sabe é o Fundo de Fomento Cultural que paga| AQUI CHEGADOS SEGUINDO MODELO DE REFERÊNCIA NEM «EFICIÊNCIA» NEM «EFICÁCIA»NEM «SATISFAÇÃO DOS PARTICIPANTES»

  

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Atente-se na notícia do AbrilAbril: 
«(...)  

Em finais de Agosto, num e-mail da Direcção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB), os escritores foram notificados de que o pagamento da bolsa ainda não tinha sido processado «uma vez que se verificou a necessidade de complementar o contrato anteriormente assinado através de uma Adenda, de forma a adequar a respectiva cláusula de pagamento ao procedimento financeiro».

A adenda foi assinada com os vários autores no início do mês de Setembro, estabelecendo um plano de pagamento das bolsas em duas tranches: a primeira, de 50% do montante global, a ser paga mal a adenda ao contrato seja comunicada ao Gabinete de Estratégia, Planeamento e Avaliação Culturais/Fundo de Fomento Cultural (GEPAC/FFC), e a segunda, os restantes 50%, a efectuar «decorridos 6 (seis) meses sobre a data da outorga da presente adenda».

Cerca de três semanas após a celebração desta adenda ao contrato, no início da semana de 21 de Setembro, ainda nenhuma das Bolsas Anuais de Criação Literária 2025 tinha sido paga. Este programa, criado originalmente em 1998, foi depois suspenso pelo Governo PSD/CDS-PP de Durão Barroso. Em 2017, por intervenção do PCP, foram retomadas as Bolsas de Criação Literária». 

Face ao que se sabe a grande sobra:   o que estará naquela ADENDA? Como se compatibiza o que se está a passar com«casos» do Fundo de Fomento Cultural já havidos na vigência deste Governo? ... Quaisquer que sejam as respostas Senhora Ministra da Cultura em part time RESOLVA O PROBLEMA mesmo que para isso tenha de acionar «mais um Diploma», contudo tanto ao seu gosto. Já o dissemos, e perdoe-se a expressão, com o devido respeito, «VAI COM MUITA SEDE AO POTE». Aqui chegados reafirma-se o que já se disse noutras ocasiões: o Governo e em especial a Senhora Governante da área não dominam a realidade «FUNDO DE FOMENTO CULTURAL». E sem isso ... 
 compreende-se o que se lê na notícia e que ninguém gostará de ler
 «Quase seis meses depois, a eficiência neoliberal do Governo PSD/CDS-PP é evidente. Ao que o AbrilAbril apurou junto de vários escritores, não só os contemplados pela bolsa não receberam o pagamento como não lhe foi dirigida qualquer comunicação oficial ao longo de várias semanas». 
Alô Senhor Ministro das Reformas! 
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Voltemos «à nossa» 
Se isolarmos este caso ele vale por si, e, seguindo as bases da Gestão Pública, (como vê Senhora Governante a sua ADMINISTRAÇÃO LEGALISTA não vai longe), uma Avaliação de Desempenho  assente na «EFICIÊNCIA», na «EFICÁCIA», e na «SATISFAÇÃO DOS PARTICIPANTES», como estão distantes!  Insistimos, precisamos de um MINISTÉRIO DA CULTURA digno desse nome. Melhor, de UMA REVOLUÇÃO no APARELHO ESTATAL DA CULTURA. Aproveitando «o caso», em especial, como estará a ser aplicado isto:
 
«(...) O órgão máximo do FFC é o Conselho Administrativo, constituído nos termos do artigo 3.º do Decreto–Lei n.º 102/80, e que se rege pelo Regulamento aprovado pelo Despacho n.º 133/80 do Secretário de Estado da Cultura, publicado no DR n.º 118, II Série, de 22 de maio de 1980.  
 Em face das reestruturações entretanto ocorridas no Ministério da Cultura, o Conselho Administrativo do FFC tem atualmente a seguinte composição: 
 
 - Diretor do Gabinete de Estratégia, Planeamento e Avaliação Culturais (GEPAC), que preside; 
 - Presidente do Conselho Diretivo  do Património Cultural, I.P. (P.C.,I.P.); 
 - Director da Direcção-Geral das Artes (DGARTES); 
 - Director da Direcção-Geral do Livro, Arquivos e Bibliotecas (DGLAB); 
 - Representante do Ministério das Finanças.  

A gestão administrativa e financeira do FFC é assegurada pelo Gabinete de Estratégia, Planeamento e Avaliação Culturais (GEPAC). 

A gestão financeira do FFC rege-se pelas disposições legais aplicáveis aos Serviços e Fundos Autónomos, nos termos do Decreto-Lei n.º 155/92, de 28 de julho. (...)» - Veja aqui.

 

Deve estar «tudo legal», com delegação de competências e isso, ... Mas estamos a falar de Gestão!, e ainda haverá quem se lembre das reuniões acaloradas em que cada Participante «lutava» por mais verbas do FFC para o seu Organismo. E no fim, publicado em DR sabia-se o que era destinado a cada um, e ... 
    

domingo, 20 de setembro de 2026

«Digital Education»

 

 
 
 onde chamado para titulo do post:

«O caminho é outro: regras claras, avaliações centradas no processo, com maior peso da avaliação oral, e formação explícita em literacia de IA. Não para substituir o pensamento, mas para o exigir. Ensinar a usar a IA não é ceder, é cumprir a missão da universidade: preparar os estudantes para o mundo real»



sexta-feira, 18 de setembro de 2026

JORNADAS EUROPEIAS DO PATRIMÓNIO | 18 a 27 de setembro | «reviver», «resistir», «reinventar»| E OLHAMOS O CENDREV E O TEATRO GARCIA DE RESENDE E NÃO ESQUECEMOS OS MARAVILHOSOS «BONECOS DE SANTO ALEIXO» O QUE NOS LEVA ÀS POLITICAS PÚBLICAS PARA A CULTURA CENTRAIS E LOCAIS E COMO SE ARTICULAM ...

 

 

 

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A propósito olhemos para
 o site do Ministério
da Cultura de França em torno
dos Dias Europeu do Património 
logo na homepage
de lá:
 «Que reste-t-il d’une ancienne ligne de chemin de fer ? Que raconte une photographie de cathédrale ? Comment sauve-t-on un livre qui a pris l’eau ? Pour leur 43e édition, les Journées européennes du patrimoine explorent deux thèmes étroitement liés : « Patrimoine de la photographie », à l’occasion du Bicentenaire de la Photographie, et « Patrimoine en péril : raviver, résister, réimaginer ». Deux invitations à regarder ce qui nous est familier et à comprendre ce qui permet de le transmettre : car le patrimoine appartient, aussi, et avant tout, à nos paysages quotidiens. (...)»
 
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Não havendo no País site de «Ministério»
olhemos o que o «Instituto do Património»
 nos informa
 
 
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Comecemos por onde quer que seja,
tanto que há a fazer no nosso País! Para a causa que  nos mobiliza sem fim relativa  ao APARELHO ESTATAL DA CULTURA adotemos «REVIVER, RESISTIR, REINVENTAR»
e dado o que a Comunicação
Social nos está a informar
sobre o CENDREV residente  no TEATRO GARCIA DE RESENDE
lembremos o que ali se passou
e o que o futuro pode ser naquele
Património. Ah, e aqueles BONECOS DE 
SANTO ALEIXO! 
 

 
OBVIAMENTE SOLIDÁRIOS! E dados os dias em curso em prol do Património Material e Imaterial de que CENDREV e TEATRO GARCIA DE RESENDE  fazem parte
 
 

quinta-feira, 17 de setembro de 2026

«Os trabalhadores do Teatro Nacional D. Maria II (TNDMII) alertaram hoje para “o cansaço físico e psicológico” e para as “condições improvisadas” de trabalho, nas vésperas da reabertura ao público desta instituição cultural, em Lisboa»

 

 
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Outra notícia 
 
 Excerto: «(...) Vários anos de desgaste não desaparecem com a reabertura das portas. O cansaço físico e psicológico é hoje uma realidade que não pode ser ignorada. Existem sérias preocupações relativamente à saúde mental e emocional da equipa, que não se resolvem com a celebração do dia 18 de Setembro", denuncia a comissão de trabalhadores.
Segundo os trabalhadores, "a maioria dos postos de trabalho ainda não conta com o mobiliário necessário", tendo sido identificadas "e comunicadas superiormente" várias situações, como "o bloqueio de elevadores e de monta-cargas, [o] sistema de detecção de incêndios ainda não plenamente assegurado e a inexistência de ar condicionado".(...)».