sexta-feira, 1 de maio de 2026

1.º MAIO

 

 
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E NO 1.º DE MAIO LEMBREMOS  «CANTIGAS  DO MAIO»  DE JOSÉ AFONSO | a capa do disco é de de José Santa-Bárbara que acaba de nos deixar  - e desta forma singela homenagem  ...  
 

e sobre Santa-Bárbara  e dado o dia - 1.º de maio - escolhemos  o que o SNTSF – Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Setor Ferroviário escreveu
 

Reproduzimos:



«É com profundo pesar e enorme respeito que a Direção do SNTSF – Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Setor Ferroviário recebeu ontem, às primeiras horas do dia a notícia do falecimento de José Santa-Bárbara, aos 89 anos.
Figura incontornável da cultura portuguesa, José Santa-Bárbara foi muito mais do que um designer de excelência; foi um militante da liberdade e um homem profundamente ligado ao mundo ferroviário e às suas lutas. Durante mais de três décadas, colocou o seu talento ao serviço da CP, onde defendeu a dignidade do serviço público e a valorização estética e funcional dos caminhos de ferro.
Para nós, ferroviários, a sua partida tem um significado muito particular. Sócio do nosso Sindicato, José Santa-Bárbara para além de ter feito o actual logótipo da CP, foi o autor do logótipo do SNTSF, o símbolo que nos une e nos representa. Em cada traço dessa marca, ficou impressa a sua visão de um sindicalismo forte, moderno e enraizado na identidade dos trabalhadores.
Militante histórico do PCP e lutador antifascista, Santa-Bárbara nunca separou a arte da política ou a criação da consciência de classe. Do design das moedas de escudo às capas de discos do Zeca Afonso, a sua obra foi sempre um ato de cidadania. No movimento sindical, recordamos o seu papel pioneiro como dirigente associativo e a sua solidariedade constante com todos os que trabalham.
O SNTSF endereça as mais sentidas condolências à sua família, amigos e camaradas. Perdemos um dos nossos, mas o seu legado continuará vivo em cada bandeira, em cada documento e em cada luta onde o logótipo que ele nos ofereceu se faça erguer.
Até sempre, camarada José Santa-Bárbara!
A luta continua!».





 
 

quinta-feira, 30 de abril de 2026

HOJE | 30 ABRIL 2026 | HÁ CONVERSA NA PROCURARTE | na esfera da «Encontrar-te-ei, de Guillaume Vieira» _ tema central: o turismo

 


Encontrar-te-ei*,

de Guillaume Vieira.


Viver é uma tour: uma longa viagem para regressarmos a nós próprios. Turismo. [τόρνος]
Entramos na última semana desta exposição e convidamos todos a estarem presentes na finissage e na conversa que terá lugar a partir do seu tema central: o turismo.
Através da criação contemporânea procuramos estimular uma reflexão crítica sobre os processos que moldam as nossas cidades, nomeadamente a turistificação e a gentrificação.
 
Guillaume Vieira (artista visual) parte da sua prática expositiva para abrir o debate; António Jorge Gonçalves (ilustrador) traz a sua perspetiva a partir do livro “Welcome to Paradise”; e Pedro Costa (investigador do Dinâmia’CET–ISCTE) partilha diferentes leituras sobre uma problemática cada vez mais presente no quotidiano urbano.

Convidamos-vos a visitar esta instalação policromática e a participar nesta conversa.

Finissage
30 de abril, a partir das 18h30
Procurarte


quarta-feira, 29 de abril de 2026

DIA INTERNACIONAL DA DANÇA

 

 

 
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Institucionalmente, no nosso País, o que nos dizem
sobre este «Dia da Dança» em 2026? 
Há muitos anos (em 1997) foi  distribuído um Encarte com a Programação financiada na esfera do SERVIÇO PÚBLICO em jornais de grande divulgação e distribuídos
nos Teatros e espaços equivalentes 
 
 
 

 Começava com esta Apresentação
 

 
 
 

terça-feira, 28 de abril de 2026

«CHIC-NIC»|QUE MAIS NOS IRÁ ACONTECER EM LISBOA! | pela mão da gestão camarária ... | SIM, O «CHIC-NIC» JUSTIFICA TODA A INDIGNAÇÃO E MAIS ALGUMA !

 

 
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pedaços do «acontecimento» 
 
 
 
 

«A Última Lição de Álvaro Siza Vieira»

 

 
 
SINOPSE
 
O arquitecto de Matosinhos, que alcançou o pináculo da arquitectura mundial, partilha o espanto com que continua a desenhar o mundo, uma casa de portas abertas aos sonhos e à humanidade, num exercício de generosidade que abarca o tanto que aprendeu e ensinou.
Ainda menino, Álvaro Siza Vieira já tirava a cabeça dos livros para espreitar o que havia lá fora. A curiosidade levou-o aos desenhos, numa tentativa constante de transformar numa outra «coisa» o que ficava aquém do olhar. «Estamos a observar, mas não se vê nada», garante o tal menino que, já homem, volta aos livros, na procura incessante de um saber que precisa de se cumprir num tempo que é cada vez mais finito.
Depois de se ter apaixonado pela escultura, encontrou-se na arquitectura, que lhe permitiu criar o mundo como o via: um espaço de criação que se faz de memória, diálogo, sustentabilidade e relação. Foi também o trabalho que o levou ao encontro do outro, fosse ele um imigrante turco num bairro operário em Berlim ou um crente na Igreja de Marco de Canaveses, num exercício permanente contra o preconceito e a indiferença.
Revisitando uma biografia que se conta na primeira pessoa, Siza Vieira, que foi distinguido com o Prémio Pritzker - o mais importante galardão da arquitectura a nível mundial - deixa-se descobrir numa conversa que convoca o rapaz que cresceu numa casa desempoeirada, o homem que perdeu a mulher cedo demais, o professor que se entusiasma com a inquietação dos mais novos, o profissional que não abdica da ética nem aceita tudo o que lhe dizem e o arquitecto, esse criador deslumbrado que não se cansa de procurar os lugares de beleza e que ainda sonha com o que está por fazer. Saiba mais.

PUBLICADA HOJE NO DIÁRIO DA REPÚBLICA | «Portaria de extensão do acordo de empresa entre a OPART — Organismo de Produção Artística, EPE, e o Sindicato dos Trabalhadores de Espectáculos, do Audiovisual e dos Músicos — CENA-STE»

 


segunda-feira, 27 de abril de 2026

«A seco» | Portaria «Institui a iniciativa Capital Portuguesa da Cultura para os anos de 2028 e 2029 e aprova o regulamento do respetivo procedimento concursal»

 

 
Apetece atirar a «toalha ao chão»!, ao vermos os diplomas que nos vêm da «Cultura». Infelizmente, não só! De facto, o nosso quadro institucional já teve melhores dias. Olhemos para a Portaria acima: porquê Portaria?; porquê dois anos?; onde está Relatório que fixe a avaliação do que tem acontecido do que se designou Capital Portuguesa da Cultura?; o que nos é dito sobre DIMENSÃO  NACIONAL CULTURAL da «Capital» naquele amontoado de palavras mas centradas nos municípios... E no turismo ... E cá temos mais um CONCURSO assim acionado: «A entidade responsável pela organização e gestão do procedimento é o Gabinete de Estratégia, Planeamento e Avaliação Culturais (GEPAC)». Onde já se viu um organismo de estudos e planeamento com estas incumbências? Bem sabemos, que isto já vem detrás ... O que nos diz o Senhor Ministro das Reformas? 
Realmente apetece desistir ... Não o faremos! Agora, de seguida  posts do Elitário Para Todos. Passados, mas atuais.

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mas «abril» continua ... 
imagens de ontem na Avenida da Liberdade
em Lisboa