ELITÁRIO PARA TODOS
domingo, 21 de junho de 2026
CLARO QUE CORRESPONDEMOS AO PEDIDO DE DIVULGAÇÃO DA MARCHA «LUTA CAMINHO DA VITÓRIA» | AMANHÃ - 22 JUN 2026 _ 18:30 _ PRAÇA DA FIGUEIRA | LISBOA | porque não festejar o que lhe está subjacente seria «pecado» e porque em especial no «novo rumo para Portugal» queremos que não se esqueçam a cultura e as artes que nos move ...
MAIS UM ARTIGO DE LUÍS RAPOSO A NÃO PERDER | «Museus nacionais, conceitos e práticas» | NÃO SÓ PELOS MUSEUS COMO PELO QUE SE PODE APRENDER SOBRE «NACIONAIS» (ACOMPANHADOS POR OUTRAS ESTRUTURAs) QUE CLAMAMOS PARA AS «ARTES DA DGARTES»
sábado, 20 de junho de 2026
sexta-feira, 19 de junho de 2026
quarta-feira, 17 de junho de 2026
VERGONHA !
Um dos beneficiários afectados pela medida tentou o suicídio, outros recorrem a programas de ajuda alimentar ou deixaram de poder pagar cuidados de saúde. Uma acção judicial e uma providência cautelar estão a tentar travar o que a tutela considera ser a aplicação de “critérios iguais para todos”.
Após meses de silêncio por parte do Ministério da Cultura e do Fundo de Fomento Cultural (FFC), que medeia a atribuição do SMC, estes beneficiários de um subsídio do qual no passado usufruíram nomes como Mário Cesariny ou Herberto Helder souberam por email que as regras tinham mudado. Já desde Novembro tentavam saber o que se passava.
No dia 2 de Junho, o fotógrafo Guilherme Silva, após ter tido conhecimento de que o seu SMC, que já não recebia desde Janeiro por motivos que desconhecia, passara de 470 para 128 euros, tentou o suicídio. Aos 78 anos, com despesas de habitação e saúde a seu cargo, e dadas as consequências a longo prazo da precariedade que caracteriza o trabalho na Cultura, considerou que o seu acto serviria “para quem vem a seguir”: um manifesto de indignação por parte de quem se sente privado de uma caução de dignidade. Fotografou o 25 de Abril, foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, dedicou a vida à fotografia. (...)».
terça-feira, 16 de junho de 2026
NA APRESENTAÇÃO DO FESTIVAL DE TEATRO DE ALMADA | «os custos» | POIS É SENHORES POLíTICOS O PROBLEMA DO FINANCIAMENTO DA CULTURA E EM PARTICULAR O DAS «ARTES DA DGARTES» ESTÁ PARA LÁ DAS ATUALIZAÇÕES EM FUNÇÃO DA INFLAÇÃO ... O QUE DEVIA SER «AUTOMÁTICO»
Tirada daqui da Plataforma SAPO
“O festival é subvencionado em um terço pela Câmara Municipal, noutro terço pelo Ministério da Cultura e no restante terço por receitas próprias”, explicou Rodrigo Francisco ao PÚBLICO, detalhando as partes do orçamento de 630 mil euros. “Em relação às receitas próprias, resolvemos manter o preço das assinaturas [o passe geral custa 100€, 80€ no caso do Clube de Amigos do Teatro Municipal Joaquim Benite] porque o contexto não é propício a aumentos; o apoio por quatro anos da Direcção-Geral das Artes acabou agora e temos a expectativa que haja uma actualização desses valores à inflação; a subvenção da Câmara Municipal é a mesma desde 2015.”
Face ao aumento de custos da montagem do palco na Escola D. António da Costa, das viagens das equipas artísticas, do transporte de cenários e do alojamento, o director sustenta que “um festival que presta um serviço de público precisa também de investimento público”.
“Estamos no último dos últimos recursos”, diz ainda. “Não podemos transformar o festival internacional do país numa mostra de teatro sem cenografia e feita de monólogos.” (...)».







