terça-feira, 22 de setembro de 2026

JORGE PALMA | obrigado !

 

 
«(...)  Com uma profunda consciência social, o autor de temas como Frágil, Bairro do Amor, Estrela do Mar, Na terra dos sonhos, Deixa-me rir e A gente vai continuar foi homenageado em Abril deste ano com o Prémio Carreira nos prémios Play, onde reiterou a exigência de haver um maior investimento no sector da Cultura. De cravo vermelho ao peito, Jorge Palma apelou ao combate contra o recrudescimento do fascismo e pediu para não se deixe que o 25 de Abril se torne «uma memória distante, uma imagem a desvanecer-se lá longe». «Temos de reinventar o espírito de Abril, sempre. Liberdade, justiça, democracia. Malta, mãos à obra, vamos fazer deste país uma coisa que merece ser melhor. Viva o 25 de Abril, viva a liberdade, viva a democracia!», disse Jorge Palma, sem esquecer os profissionais do Serviço Nacional de Saúde (SNS), a quem deixou um agradecimento. (...)».
 

 

BOLSAS ANUAIS DE CRIAÇÃO LITERÁRIA 2025 AINDA NÃO FORAM PAGAS QUASE 6 MESES DEPOIS DE CONTRATOS ASSINADOS | lembremos que é a Direcção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB) que tem «a coordenação do Programa, bem como a atribuição das bolsas» e pelo que se sabe é o Fundo de Fomento Cultural que paga| AQUI CHEGADOS SEGUINDO MODELO DE REFERÊNCIA NEM «EFICIÊNCIA» NEM «EFICÁCIA»NEM «SATISFAÇÃO DOS PRTICIPANTES»

  

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Atente-se na notícia do AbrilAbril: 
«(...)  

Em finais de Agosto, num e-mail da Direcção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB), os escritores foram notificados de que o pagamento da bolsa ainda não tinha sido processado «uma vez que se verificou a necessidade de complementar o contrato anteriormente assinado através de uma Adenda, de forma a adequar a respectiva cláusula de pagamento ao procedimento financeiro».

A adenda foi assinada com os vários autores no início do mês de Setembro, estabelecendo um plano de pagamento das bolsas em duas tranches: a primeira, de 50% do montante global, a ser paga mal a adenda ao contrato seja comunicada ao Gabinete de Estratégia, Planeamento e Avaliação Culturais/Fundo de Fomento Cultural (GEPAC/FFC), e a segunda, os restantes 50%, a efectuar «decorridos 6 (seis) meses sobre a data da outorga da presente adenda».

Cerca de três semanas após a celebração desta adenda ao contrato, no início da semana de 21 de Setembro, ainda nenhuma das Bolsas Anuais de Criação Literária 2025 tinha sido paga. Este programa, criado originalmente em 1998, foi depois suspenso pelo Governo PSD/CDS-PP de Durão Barroso. Em 2017, por intervenção do PCP, foram retomadas as Bolsas de Criação Literária». 

Face ao que se sabe a grande sobra:   o que estará naquela ADENDA? Como se compatibiza o que se está a passar com«casos» do Fundo de Fomento Cultural já havidos na vigência deste Governo? ... Quaisquer que sejam as respostas Senhora Ministra da Cultura em part time RESOLVA O PROBLEMA mesmo que para isso tenha de acionar «mais um Diploma», contudo tanto ao seu gosto. Já o dissemos, e perdoe-se a expressão, com o devido respeito, «VAI COM MUITA SEDE AO POTE». Aqui chegados reafirma-se o que já se disse noutras ocasiões: o Governo e em especial a Senhora Governante da área não dominam a realidade «FUNDO DE FOMENTO CULTURAL». E sem isso ... 
 compreende-se o que se lê na notícia e que ninguém gostará de ler
 «Quase seis meses depois, a eficiência neoliberal do Governo PSD/CDS-PP é evidente. Ao que o AbrilAbril apurou junto de vários escritores, não só os contemplados pela bolsa não receberam o pagamento como não lhe foi dirigida qualquer comunicação oficial ao longo de várias semanas». 
Alô Senhor Ministro das Reformas! 
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Voltemos «à nossa» 
Se isolarmos este caso ele vale por si, e, seguindo as bases da Gestão Pública, (como vê Senhora Governante a sua ADMINISTRAÇÃO LEGALISTA não vai longe), uma Avaliação de Desempenho  assente na «EFICIÊNCIA», na «EFICÁCIA», e na «SATISFAÇÃO DOS PARTICIPANTES», como estão distantes!  Insistimos, precisamos de um MINISTÉRIO DA CULTURA digno desse nome. Melhor, de UMA REVOLUÇÃO no APARELHO ESTATAL DA CULTURA. Aproveitando «o caso», em especial, como estará a ser aplicado isto:
 
«(...) O órgão máximo do FFC é o Conselho Administrativo, constituído nos termos do artigo 3.º do Decreto–Lei n.º 102/80, e que se rege pelo Regulamento aprovado pelo Despacho n.º 133/80 do Secretário de Estado da Cultura, publicado no DR n.º 118, II Série, de 22 de maio de 1980.  
 Em face das reestruturações entretanto ocorridas no Ministério da Cultura, o Conselho Administrativo do FFC tem atualmente a seguinte composição: 
 
 - Diretor do Gabinete de Estratégia, Planeamento e Avaliação Culturais (GEPAC), que preside; 
 - Presidente do Conselho Diretivo  do Património Cultural, I.P. (P.C.,I.P.); 
 - Director da Direcção-Geral das Artes (DGARTES); 
 - Director da Direcção-Geral do Livro, Arquivos e Bibliotecas (DGLAB); 
 - Representante do Ministério das Finanças.  

A gestão administrativa e financeira do FFC é assegurada pelo Gabinete de Estratégia, Planeamento e Avaliação Culturais (GEPAC). 

A gestão financeira do FFC rege-se pelas disposições legais aplicáveis aos Serviços e Fundos Autónomos, nos termos do Decreto-Lei n.º 155/92, de 28 de julho. (...)» - Veja aqui.

 

Deve estar «tudo legal», com delegação de competências e isso, ... Mas estamos a falar de Gestão!, e ainda haverá quem se lembre das reuniões acaloradas em que cada Participante «lutava» por mais verbas do FFC para o seu Organismo. E no fim, publicado em DR sabia-se o que era destinado a cada um, e ... 
    

domingo, 20 de setembro de 2026

«Digital Education»

 

 
 
 onde chamado para titulo do post:

«O caminho é outro: regras claras, avaliações centradas no processo, com maior peso da avaliação oral, e formação explícita em literacia de IA. Não para substituir o pensamento, mas para o exigir. Ensinar a usar a IA não é ceder, é cumprir a missão da universidade: preparar os estudantes para o mundo real»



sexta-feira, 18 de setembro de 2026

JORNADAS EUROPEIAS DO PATRIMÓNIO | 18 a 27 de setembro | «reviver», «resistir», «reinventar»| E OLHAMOS O CENDREV E O TEATRO GARCIA DE RESENDE E NÃO ESQUECEMOS OS MARAVILHOSOS «BONECOS DE SANTO ALEIXO» O QUE NOS LEVA ÀS POLITICAS PÚBLICAS PARA A CULTURA CENTRAIS E LOCAIS E COMO SE ARTICULAM ...

 

 

 

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A propósito olhemos para
 o site do Ministério
da Cultura de França em torno
dos Dias Europeu do Património 
logo na homepage
de lá:
 «Que reste-t-il d’une ancienne ligne de chemin de fer ? Que raconte une photographie de cathédrale ? Comment sauve-t-on un livre qui a pris l’eau ? Pour leur 43e édition, les Journées européennes du patrimoine explorent deux thèmes étroitement liés : « Patrimoine de la photographie », à l’occasion du Bicentenaire de la Photographie, et « Patrimoine en péril : raviver, résister, réimaginer ». Deux invitations à regarder ce qui nous est familier et à comprendre ce qui permet de le transmettre : car le patrimoine appartient, aussi, et avant tout, à nos paysages quotidiens. (...)»
 
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Não havendo no País site de «Ministério»
olhemos o que o «Instituto do Património»
 nos informa
 
 
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Comecemos por onde quer que seja,
tanto que há a fazer no nosso País! Para a causa que  nos mobiliza sem fim relativa  ao APARELHO ESTATAL DA CULTURA adotemos «REVIVER, RESISTIR, REINVENTAR»
e dado o que a Comunicação
Social nos está a informar
sobre o CENDREV residente  no TEATRO GARCIA DE RESENDE
lembremos o que ali se passou
e o que o futuro pode ser naquele
Património. Ah, e aqueles BONECOS DE 
SANTO ALEIXO! 
 

 
OBVIAMENTE SOLIDÁRIOS! E dados os dias em curso em prol do Património Material e Imaterial de que CENDREV e TEATRO GARCIA DE RESENDE  fazem parte
 
 

quinta-feira, 17 de setembro de 2026

«Os trabalhadores do Teatro Nacional D. Maria II (TNDMII) alertaram hoje para “o cansaço físico e psicológico” e para as “condições improvisadas” de trabalho, nas vésperas da reabertura ao público desta instituição cultural, em Lisboa»

 

 
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Outra notícia 
 
 Excerto: «(...) Vários anos de desgaste não desaparecem com a reabertura das portas. O cansaço físico e psicológico é hoje uma realidade que não pode ser ignorada. Existem sérias preocupações relativamente à saúde mental e emocional da equipa, que não se resolvem com a celebração do dia 18 de Setembro", denuncia a comissão de trabalhadores.
Segundo os trabalhadores, "a maioria dos postos de trabalho ainda não conta com o mobiliário necessário", tendo sido identificadas "e comunicadas superiormente" várias situações, como "o bloqueio de elevadores e de monta-cargas, [o] sistema de detecção de incêndios ainda não plenamente assegurado e a inexistência de ar condicionado".(...)».



terça-feira, 15 de setembro de 2026

«AMADOR, A COISA AMADA»


O artigo da imagem chamou a nossa atenção. 
E como podia ser diferente?

Começa assim:

«Em causa está a necessidade de reforçar o investimento público no Movimento Associativo Popular (MAP). Composto por 33 mil colectividades, clubes e associações, onde trabalham 450 mil dirigentes voluntários e milhões de associados, o MAP é descrito pela Confederação Portuguesa de Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto (CPCCRD) como tendo um «papel determinante no acesso popular à cultura, recreio e desporto». Porém, denuncia a petição, «continua sem ter investimento regular a partir do Orçamento do Estado, «à altura do serviço público que presta». 

Acresce o facto de o sector enfrentar uma situação económica crítica, agravada pela covid-19, pelos despejos e pelo aumento das rendas, e, sobretudo este ano, pela destruição resultante de intempéries e pela escalada da guerra contra o Irão, que provocou a subida galopante dos preços e comprometeu «milhares de actividades promovidas pelo MAP em todo o território nacional, assim como a própria continuidade de muitas colectividades».

São motivos de sobra para as exigências urgentes colocadas ao Governo de Montenegro, encabeçadas por uma linha de apoio plurianual ao funcionamento regular das colectividades, clubes e associações. Ao mesmo tempo, as colectividades reclamam a redução do IVA do gás e da electricidade para 6%, bem como a devolução do IVA pago na compra de materiais e equipamentos para actividades culturais e desportivas. A actualização da isenção de IRC para 35 mil euros e outra linha de apoio, esta dedicada à regularização dos edifícios do Movimento Associativo e Popular, são também reivindicações apresentadas ao primeiro-ministro. (...)».

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Face ao exposto, necessariamente
 o Governo tem de intervir. 
Há que dar resposta à URGÊNCIA
 
lá o link para assinar 
 
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Também reparámos na imagem do artigo do AbrilAbril que nos leva imediatamente a este raciocínio: as realidades aqui em causa terão pontos COMUNS, mas depois há as ESPECIFICIDADES. A nosso ver há muito que refletir, e fazer HISTÓRIA sob várias óticas. Por várias vezes nos temos debruçado sobre a matéria referenciados à CULTURA E ÀS ARTES. E há uma dimensão que nos convoca com insistência: AMADOR e PROFISSIONAL.  Neste momento apenas sublinhar, por exemplo, a intervenção da DGAC (lá longe organismo anterior à atual DGARTES) e as transformações havidas cumulativamente decorrentes dos novos ordenamentos do Território e das Orgânicas dos Serviços do Ministério da Cultura/Secretaria de Estado da Cultura que se foram sucedendo. Ilustrando: procure-se o que se fazia no Departamento de Teatro e em particular quando NORBERTO ÁVILA esteve lá. Na ocasião identidade clara para:  PROFISSIONAL, AMADOR, UNIVERSITÁRIO, ESCOLAR. Nesta abordagem, na COIMBRA CAPITAL DE TEATRO o Projeto «Amador, a Coisa Amada» quis, nomeadamente, realçar a sua importância na tal «formação de Públicos». E há que lembrar o papel do Profissional com o Teatro Amador em sede de Centros Culturais - para isso é ir ao magnifico Testemunho de Luís Varela neste livro recentemente publicado, onde o trabalho com o Teatro Amador... 
Ainda, - mas tudo isto é inicio de conversa, bem sabemos, continuação para muitos - a questão da «figura jurídica», e lembrar que ser associação, por exemplo,   não significa que não possa ser profissional ... 
 
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Senhora Ministra da Cultura em part Time o que nos diz a tudo isto? Por favor, não dispare em todas as direções e/ou não faça mais um regulamento. E principalmente, não «sacuda a água do seu capote»... Mas é verdade, talvez chegue a esta conclusão em «duas penadas»:  parece que ninguém sabe realmente quais as competências do Central ao Autárquico ... 
Antigamente,  talvez tenha curiosidade em visitar este Diploma Orgânico (já gora aproveitemos para pedir à Senhora Ministra para providenciar no sentido de termos uma melhor digitalização).
 
  Em particular:
 
 
 Ah,  Senhora Governante, mande organizar memória sobre o que aquele maravilhoso Departamento de Música fez no âmbito das BANDAS. Qual o quê!, em tudo. Estamos certos que teremos muito com que nos orgulhar e aprender.  Aquilo, era COMPETÊNCIA EM AÇÃO ... Um privilégio para quem fez parte.
 
 
 Muito mudou, felizmente, depois do 25 DE ABRIL
mas REGRESSAR ÀS ORIGENS  e estudar o PERCURSO recomenda-se. Para mais QUALIDADE NOS DIAS QUE CORREM.Lembrar que há o ETERNO! E A SABEDORIA adquirida nas ORGANIZAÇÕES QUE APRENDEM   - vem nos livros. Como todos presenciamos nisso estará parte de FALHANÇOS  DO ATUAL GOVERNO ... Sim, será TRANSPARENTE (assim grita, por exemplo, o Ministro da Educação), contudo a trapalhada (para não dizermos incompetência) decorre aos olhos de todos nós. E porquê?, porque falta a dimensão COLABORATIVA e PARTICIPATIVA ... 
Tudo parte de uma ADMINISTRAÇÃO ABERTA - se quiser densificar procure INTERVENÇÕES DE BARACK OBAMA, naquele registo só dele! Sim, mas há literatura, e as «práticas de referência» ...Talvez (de certeza)  no nosso País faltem CURSOS SOBRE GESTÃO PÚBLICA 
onde se ensine e aprenda, e  sobre ORGANIZAÇÕES SEM FINS LUCRATIVOS  em geral. E cá estamos com as que estiveram na origem deste Post!
    

domingo, 13 de setembro de 2026

HÁ UMA GOVERNANTE QUE DEVE ESTAR FELIZ - A SENHORA MINISTRA DA CULTURA EM PART TIME | a sua Administração Legalista continua o caminho - olhemos para o Aviso acabado de ser publicado relativo ao «Programa de Apoio a Projetos de Mérito Cultural» pelo Fundo de Fomento Cultural | AINDA QUE MAL SE PERGUNTE : APOIAM-SE PROJETOS QUE NÃO SEJAM DE MÉRITO CULTURAL?

 


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É verdade, perante os «ouvidos moucos» de quem devia ouvir o ESPAÇO PÚBLICO SOBRE A ADMINISTRAÇÃO na ÁREA DA CULTURA apetece desistir. E seguir quem adianta que NÃO VALE A PENA - não querem e/ou não sabem mudar nada. Há mesmo quem acrescente: parece nem compreender de que se está a falar ... Pela nossa parte ainda não vai ser desta  que vamos desistir. E não se querendo apenas «marcar o ponto» perante mais uma determinação no Diário da República, revisitemos do que já temos abordado no Elitário Para Todos a propósito desta matéria. Assim, de facto paramos logo na designação «Projetos de Mérito Cultural» - digam-nos por favor qual é o conceito. A seguir, insistimos em que nos esclareçam qual a diferença entre o concurso do FUNDO DE FOMENTO CULTURAL e os da DGARTES.   Já agora, afinal que tipo de Organismo é o GEPAC?, na sua designação olhamos isto: 
 
Mas o que vemos é um ESPAÇO  onde cabe tudo menos aquilo que emerge do seu nome ...
Não nos apetece desenvolver mais uma narrativa decorrente do Aviso - mas devíamos. Em substituição este post passado:  

HÁ PROBLEMAS NO FUNDO DE FOMENTO CULTURAL? | venha de lá mais um «regulamento» ...

Terminemos, por agora, com este LEMBRETE ao SENHOR MINISTRO DAS REFORMAS: o que estão a fazer não está em linha com o que anunciou, depois dos diagnósticos e criticas que fez..., também ninguém o confronta. Mas pronto!, melhores dias virão ...   

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Ah,  na esfera da Senhora Governante, não é apenas na Cultura que a ADMINISTRAÇÃO LEGALISTA progride. Também acontece na IGUALDADE. Estamos a referir-nos a este post  no Blogue Em Cada Rosto Igualdade:«Despacho n.º 11130/2026 _ Cria o Grupo de Trabalho para a prevenção e combate às práticas nocivas, designadamente casamentos infantis precoces e forçados, mutilação genital feminina e crimes de honra». E quem sabe vai aparecer um «PROJETO COM MÉRITO CULTURAL» nestes domínios e que vai ser «escolhido» ..., no Concurso do Fundo de Fomento Cultural. Aqui chegados, apetece-nos chorar  - mas será por pouco tempo. Haja alegria! Para a MUDANÇA NECESSÁRIA.