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A verdade dos factos com imaginação à mistura: ainda estávamos à volta dos «restos» da consoada e à procura das «passas» para a passagem do ano, alguns/algumas a gizar como iam sair da Praça do Comércio depois dos festejos, bem sabemos muitos e muitas (jovens e velhos) - se desconhece, por exemplo, passe pelo Saldanha em Lisboa - a procurar onde podiam ir comer uma refeição diferente porque é Natal e talvez ir mais cedo para «assegurar lugar» junto da carrinha que distribui comida, e que não os abandona. Claro, felizmente, há os que faziam turismo nacional e estrangeiro que devia ser possibilidade de escolha de quem assim o desejasse ... E no meio disto tudo, o Governo não para - entre outra a LEGISLAÇÃO das imagens acima é posta à disposição do «povo». Só hoje damos por isso.
Estivemos a dar uma primeira leitura. A reação imediata: uma vez mais, o que é feito da ADMINISTRAÇÃO GESTIONÁRIA? Uma vez mais, diplomas que mais parecem «sebentas» escolares». Resoluções que são legislação mas que dá ideia que se querem substituir a ferramentas de gestão no processo e nas finalidades... Ao acaso, no Pacto, do muito em que se podia «pegar»:«(...) No decorrer do processo de definição do plano de ação do PdCD, foram analisadas estratégias
de capacitação digital de outros países, incluindo as da Comissão Europeia. Adicionalmente, foram
auscultadas várias empresas e associações empresariais, entre as quais, Associação dns.pt, Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações, Centro para o Desenvolvimento de
Competências Digitais, Confederação Empresarial de Portugal, Code for all, Escola 42, Movimento
pela Utilização Digital Ativa, Nova Digital, StartUp Portugal, UN Global Compact Network Portugal e as áreas governativas relevantes para o efeito, com o objetivo de assegurar que as medidas propostas
respondem eficazmente às necessidades e desafios identificados.
Esta estratégia resultou ainda de um processo de auscultação pública, onde os cidadãos puderam
contribuir para o plano de ação do Pacto e do qual foram recolhidos 52 contributos que permitiram
enriquecer a elaboração do plano. (...)». A «perguntinha singela»: e o levantamento do que está a ser realizado como manda a ciência das organizações e da sua gestão? Concretizando para a CULTURA em termos do DIGITAL: digam-nos o que está «institucionalizado», o que está ser «praticado», o que «emerge». Só depois disso poderemos ter o «planeado». Sim, não chega «as áreas governativas relevantes para o efeito». «Tudo está em tudo». Onde está a abordagem sistémica? O «holístico» tão falado?
Neste ambiente, o que mais inquieta é saber com quem falar sobre estas problemáticas, a quem exigir alternativas...Uma coisa parece-nos inquestionável: aposte-se na ADMINISTRAÇÃO GESTIONÁRIA. Revivendo o passado, «adivinhando o futuro», revolucione-se o ENSINO E A APRENDIZAGEM para a GESTÃO PÚBLICA.
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o lado verdadeiramente bom deste post,
lembramos Nuno Júdice


