segunda-feira, 19 de outubro de 2026

MAIS UM REGULAMENTO VINDO DA ÁREA GOVERNAMENTAL «CULTURA, JUVENTUDE E DESPORTRO» | é sobre «Artes e Ofícios» | COMEÇAMOS A SORRIR PORQUE NOS LEVOU À ICÓNICA CENA «A CABINE DOS IRMÃOS MARX»

 

 
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Olhando para a Portaria  atentemos
 na legislação que refere
 
  •   Resolução do Conselho de Ministros n.º 89/2020, de 23 de outubro - aprovou o Programa Saber Fazer, estabelecendo uma estratégia nacional para a salvaguarda, reconhecimento e desenvolvimento sustentável da produção artesanal tradicional com o intuito de promover a salvaguarda, valorização, transmissão e desenvolvimento sustentável das artes e ofícios tradicionais, através da articulação entre entidades públicas, privadas e agentes culturais
  •  Nesse sentido, a recente alteração da orgânica da Direção-Geral das Artes (DGARTES) introduzida pelo artigo 164.º do Decreto-Lei n.º 105/2026, de 26 de maio, conferiu a essa Direção-Geral a atribuição de assegurar a realização e divulgação do Programa Nacional Saber Fazer Portugal, no âmbito da preservação e reconhecimento da produção artesanal tradicional em Portugal, sem prejuízo das atribuições específicas do Património Cultural, I. P., no domínio do património imaterial
  •  Por conseguinte, o Decreto-Lei n.º 103/2017, de 24 de agosto, na redação introduzida pelo Decreto-Lei n.º 164-A/2026, de 12 de agosto, integrou as artes e ofícios tradicionais no regime de atribuição de apoios financeiros do Estado às artes, atribuindo à DGARTES competência para a respetiva gestão, nos termos legalmente previstos.
  •  Nesse quadro, o novo Regulamento dos Programas de Apoio às Artes, aprovado pela Portaria n.º 345-A/2026/1, de 14 de agosto, veio regulamentar o Programa de Apoio às Artes e Ofícios Tradicionais, integrado na Rede Portuguesa Saber Fazer, estabelecendo, designadamente, as respetivas finalidades, os instrumentos suscetíveis de financiamento, as regras de abertura da linha de apoio financeiro e as regras aplicáveis à apreciação das candidaturas.
  •  Em termos complementares, na sequência da publicação dos novos Estatutos das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve, foi cometida a estes institutos públicos a competência de coordenar a implementação da Estratégia Regional do Saber Fazer Tradicional em articulação com a Estratégia Nacional do Saber Fazer Tradicional.
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agora conceitos
 (serão tidos como tal?) 
 
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e temos o site do PROGRAMA NACIONAL 
«SABER FAZER - Portugal»
 
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 por fim o foco na DGARTES

 

 Veja aqui, no site da DGARTES

e repare-se nos serviços existentes 
 

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Continuemos com o  que esteve  no inicio deste post:  Já o temos referido, há organismos do Aparelho Estatal Cultura de que progressivamente perdemos a sua identidade. Vão lá metendo «trabalho» não se percebendo a coerência organizacional nem tão pouco a capacidade orgânica interna para tal. E parece processo «sem fim», e é aí que nos lembramos com frequência de A CABINE DOS IRMÃOS MARX. Está bem, também chegamos a isto (que meia Lisboa conhecia)  com a ajuda da Inteligência Artificial: 
 
Contudo,  rapidamente alargamos as ideias: uma vez mais a Administração Legalista em todo o seu esplendor quando até nos prometeram Administração Gestionária; depois o desconhecimento na esfera da Gestão Pública, e só assim se entende a confusão entre palavras utilizadas que são mais do que isso - sistema, objetivos, missão, desenvolvimento sustentável, estratégico, ... . SÃO CONCEITOS com técnicas subjacentes e modelos operativos... Não os vislumbramos
A terminar, que grande AMÁLGAMA ... Boa sorte a quem tem de continuar ... Ah, deixem-nos adivinhar: deve estar para breve mais um Regulamento para «AUXÍLIOS» - por acaso pessoa que muito respeitávamos e já não está entre nós era o termo que utilizava, talvez mais verdadeiro do que «APOIOS» -  aos visados na Portaria agora publicada. Pois, se é o que temos venham de lá mais umas verbas. Mas já agora, também não se esqueçam do que consta deste nosso post anterior: 
 

sexta-feira, 16 de outubro de 2026

«Habitação»

 


«A Lei aprovada em 2012 pelo Governo PSD/CDS desequilibrou profundamente a relação entre senhorio e inquilino ,e esse desequilíbrio no fundamental persiste até hoje. Ao longo dos anos, algumas medidas temporárias e limitadas foram implementadas para moderar alguns dos impactos da Lei, mas nunca, ela impediu situações injustas como aquelas que continuam a acontecer diariamente no nosso país e em Lisboa, em particular.
Continua a ser necessário alterar esta Lei. Ela não precisa de ser mitigada nas suas consequências desumanas, precisa de ser revogada.
Aquilo que seguramente não é necessário é piorar aquilo que já é mau e é isso que este Governo se propõe fazer». Daqui.
 
 

DOC LISBOA 2026

  
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«O abcDoc, projecto educativo do Doclisboa, tem vindo a afirmar-se como essencial na formação de públicos conscientes, críticos e atentos ao mundo. Através do cinema documental, une pedagogia, arte e cidadania, proporcionando experiências que ampliam o olhar sobre a realidade e fomentam o pensamento crítico.
Acreditando no cinema como intervenção, o abcDoc propõe o documentário como ferramenta de questionamento e descoberta, uma forma de compreender o passado, reflectir o presente e imaginar o futuro.

As sessões Doc Escolas, sempre acompanhadas de debates participativos, onde alunos, professores, realizadores e convidados dialogam em torno dos filmes, são momentos fundamentais para consolidar o cinema como espaço de aprendizagem, reflexão e partilha. Os estudantes aprofundam os temas abordados nos filmes, colocam questões, partilham ideias e relacionam os conteúdos com as suas próprias vivências.

Paralelamente, as oficinas Docs 4 Kids promovem uma ligação entre o cinema e o currículo escolar de forma criativa, crítica e sensível. Em conjunto, estas actividades estimulam o pensamento autónomo e o envolvimento activo dos alunos.

Num mundo onde as imagens influenciam a comunicação e a compreensão da realidade, a educação para a literacia fílmica é essencial.

Pode consultar o dossier pedagógico do projecto educativo aqui». Veja mais.


 

quinta-feira, 15 de outubro de 2026

KARNART | livro e exposição

  

 

 
 «MA, terceira parte do quadríptico KINEMATIK expande em processo de continuidade e coerência a linha tecnológica e de transformação digital que o artista multidisciplinar e director artístico da Karnart, Vel Z, tem vindo a explorar e a desenvolver. KINEMATIK propôs-se gerar ao longo do quadriénio 2023-2026 – em ambiente de laboratório e recorrendo a tecnologia diversa, quer a partir de fotografias de Vel Z e de peças das colecções de naturalia do Gabinete de Curiosidades Karnart, quer de imagens por si filmadas, convocando toda uma multiplicidade de metáforas e narrativas que privilegiam o corpo nu, a distorção, o grotesco – quatro one-man-show de objectos híbridos que cruzam o cinema e a pintura traduzidos em doze objectos: quatro art-films com cerca de 37 minutos de duração desfrutáveis em formato vertical via tablet ou telemóvel, quatro livros de componente ilustrada em dois formatos, quatro eventos expositivos com duração variável, cada conjunto correspondente a uma sílaba do título original. Em 2025 foi lançado o filme “Kinematik 3” que agora se replica, e no dia 10 de Outubro apresenta-se o livro que lhe diz respeito, MA, em duas versões que diferem nas respectivas dimensões, bem como a exposição que lhe diz respeito e será composta por imagens impressas em metal e instaladas em suportes metálicos».

terça-feira, 13 de outubro de 2026

OS LESADOS QUE NOS PERDOEM MAS OLHEMOS PARA O QUE FEZ MANCHETE COMO MAIS UM CASO DAQUELES QUE SE ESTÁ À ESPERA PARA REFLETIRMOS ASSUNTOS QUE DEVIAM CONSTAR DAS AGENDAS | agora, pensões e reformas ... |EM PARTICULAR ALGUÉM JA PERCEBEU COMO SE ERROU «NAS 2937 PENSÕES ATRIBUÍDAS ENTRE MAIO E AGOSTO»? | ENTRETANTO EUGÉNIO ROSA NÃO NOS FALTA E DISPONIBILIZA UM PROJETO DE RESPOSTA AO QUE A CGA COMUNICOU

  

De repente, no Espaço Público ficamos a saber: 2937 pessoas tinham visto as suas pensões reduzidas. A primeira página do Público foi acompanhada por uma boa cobertura da demais Comunicação Social. É só «googlar». Recorrendo à IA temos um Ponto de situação do problema e do que está em curso, nomeadamente:  «A Caixa Geral de Aposentações (CGA) está a reduzir o valor das pensões de cerca de 3.000 funcionários públicos reformados devido a um erro de parametrização no sistema informático». Essa «parametrização» esteve no centro da explicação dada pela Ministra da área, sem se entender o que isso seria. Depois vimos o Senhor Primeiro Ministro utilizar o conceito  «Responsabilidade Social» (o que não nos parece a propósito) ao referir-se ao processo que desenhava para os Visados devolverem o que tinham recebido a mais e aceitarem a redução a partir de agora.  O que desde logo nos surpreende, será que os Governantes pensavam que o assunto ia ser ultrapassado deste modo? Perdoe-se a expressão: «de maneira fofinha»?  Mas há outra pergunta que não nos larga e que nós tenhamos visto ninguém a fez, e   a nosso ver nuclear: VERDADEIRAMENTE O QUE ACONTECEU?  Cogitando: se calhar houve  mudanças no sistema informático; mudaram os técnicos que intervêm no processo e não tinham a prática indispensável; verificou-se algum tipo de «bug»; as «validações» institucionais internas e externas não funcionaram ... Indo mais além, profissionais novos na função, involuntariamente, interpretaram o que parece natural, contar os anos todos de carreira... Sem estas questões prévias clareadas, do nosso ponto de vista a serem dadas de maneira serena pela CGA, não percebemos como se pode avançar ... Bom, mas como se vai sabendo em várias frentes a RESOLUÇÃO DO PROBLEMA está lançada... E como diz o POVO a procissão ainda estará no adro: temos audições prévias; recurso à Provedora da Justiça; chamadas ao Parlamento dos Governantes implicados; chamada ao Parlamento dos Dirigentes da CGA; ida aos Tribunais; pede-se intervenção do Senhor Presidente da República... No principio e no fim, APOSENTADOS metidos num enredo que não esperavam - a nossa solidariedade! - e, desde logo, desculpa pelo erro da Administração, e  obrigado por provocarem reflexões e ações na esfera de pensões e reformas que não deviam esperar por estes «casos» para acontecerem.      
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No contexto descrito, EUGÉNIO ROSA
não fica à espera, e chega-se à frente
com participação oportuna e que a nosso ver
 deve estar a aquietar algumas
 das Pessoas lesadas.
 Há gente assim: gente, gente 

  

 
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De entre o muito que este caso nos  provoca escolhemos que se olhe a questão aqui em causa para se debater o que na nossa ótica verdadeiramente lhe está na origem: o Governo segue uma ADMINISTRAÇÃO LEGALISTA em vez da ADMINISTRAÇÃO GESTIONÁRIA ( que obviamente cumpre a lei). Precisamos de uma ADMINISTRAÇÃO que não vive de forma atomizada; que é gerida recorrendo ao conhecimento teórico, técnico e prático da GESTÃO PÚBLICA... Onde se distingue o que é ESTRATÉGICO do que é OPERACIONAL. Uma Gestão PARTILHADA e COLABORATIVA. Estamos em crer que se esta fosse a nossa forma de «Governo» e «Governança» o que aqui nos ocupa não teria acontecido ... Sim, e acreditamos que só não erra quem não trabalha.

Neste quadro reparemos na intervenção seguinte da Líder Parlamentar do PCP e antecipemos  problemas futuros a resolver antes que se transformem em «mais casos». Ah, e aproveite-se para olhar situações equivalentes que estarão por aí desamparadas na «floresta» dos serviços ..., no âmbito de pensões e reformas.    




segunda-feira, 12 de outubro de 2026

TALVEZ LHE INTERESSE ! | Apresentação do livro «50 Anos da Festa do Avante!» | 14 OUTUBRO 2026 | 18:00 | HOTEL VITÓRIA | LISBOA

 


MAS QUEM OS OUVE ! NA CULTURA E NAS ARTES | agora e no passado ...

  

Leia aqui

 

 

 

 
  
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Bom, alguém dirá, mas que diabo têm as imagens acima a ver umas com as outras? Pensamos que bem olhadas e indo a onde nos levam as conexões, diversas, aparecem com facilidade. Mas queremos acrescentar mais qualquer coisa.
 Ontem não vimos a entrevista do ex-Primeiro Ministro na totalidade, e do que ouvimos não nos pareceu que tenha trazido nada que já não se soubesse - está bem, agora será «oficial» - mas reparamos num pequeno detalhe, naquele em que o entrevistado notava que o Governo não acolhia estudos e afins que vinham da designada «Sociedade Civil» e se bem nos lembramos queria distinguir, e não surpreende, o que vem das Organizações Empresariais, nomeadamente aqueles em que está presente. Olha quem fala!, recordemos os tempos da Troika, e os esforços havidos para que a CULTURA E A ARTE fosse ouvida a denunciar aqueles tempos miseráveis. Hoje, da mesma maneira,o Governo não olha, e se olha não vê o que o SETOR EXIGE. Basta reparar como continua a aparecer no Orçamento do Estado 2027, e a forma como se distribuem «os auxílios» através da DGARTES. E como governam! Ilustrando, é admissível aquela «gestão à vista»?: temos mais uma disponibilidade financeira vamos reforçar este «concurso»... E os outros Senhora Governante? 
Por agora, terminemos com uma passagem do trabalho da Plataforma SAPO:  «(...) “E este ciclo é um ciclo meio infinito. Não sabe, não programa. Não programa, ninguém vê. Ninguém vê, não se rompe este ciclo de invisibilidade”, considerou, manifestando também preocupação com o que considera ser um ambiente de crescente hostilidade em relação a determinados conteúdos artísticos, nomeadamente os que abordam questões relacionadas com o corpo e temas coloniais.

Na sua perspetiva, os discursos de ódio que identifica no debate político estão já a ter consequências na forma como algumas propostas de programação são recebidas, agravando as já existentes dificuldades de circulação e apresentação de espetáculos de dança contemporânea.

Por isso, Bruno Alexandre defende que uma política cultural mais ambiciosa deve combinar um reforço substancial do financiamento com uma distribuição mais equilibrada dos recursos e uma maior valorização da criação artística, porque “não é só sobre dinheiro”, é sobre como a Cultura é integrada nas prioridades do Estado».

  

sábado, 10 de outubro de 2026

PARA HOJE MAIS UM BOM PROGRAMA | OS 147 ANOS DO JORNAL «A VOZ DO OPERÁRIO» | A festa de aniversário, este sábado, conta com uma emissão ao vivo do podcast do AbrilAbril, «Os Comentadores», seguida de debate, exposição e música, n'A Voz do Operário, em Lisboa | ARRANCA ÀS 18:00

 


CréditosMaquis

 Do jornal AbrilAbril:

 

«O jornal A Voz do Operário soma 147 anos de comprometimento com as lutas por um mundo melhor. A publicação operária mais antiga do país celebra o aniversário este sábado, 10 de Outubro, num evento aberto ao público.

A programação arranca às 18h com uma emissão especial ao vivo d’«Os Comentadores». Nuno Ramos de Almeida, Paula Cardoso e Pedro Tadeu vão debater a actualidade que com o jornalista Humberto Costa, colaborador do jornal da Voz. O mesmo painel segue num debate sobre «Jornalismo e crescimento da extrema-direita», com moderação de Bruno Carvalho.

Às 19h30, Maquis, ilustrador d’A Voz do Operário abre uma exposição do seu trabalho e os dj sets da Tveryfriday e Workers Festival recebem a todos na festa. Haverá bar com comes e bebes e bolo de aniversário».

 

sexta-feira, 9 de outubro de 2026

EXPOSIÇÃO «ORIENTAL X» | inaugura amanhã | 10 OUT | pelas 18:00 | no Parque Ribeirinho Oriente | E ANTES HÁ PASSEIO POR MARVILA

 

 
 «OrientaLx é um projeto artístico desenvolvido pela Procurarte que parte da fotografia como ferramenta de leitura crítica do território e da cidade enquanto espaço político, social e simbólico. Através de práticas de flânerie e observação ativa, constrói um retrato contemporâneo, multifacetado e plural da zona oriental de Lisboa — um território marcado por profundas transformações urbanas, diversidade social e tensões associadas ao direito à cidade».
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« Antes da inauguração da exposição, dia 10 (sábado), às 15h, haverá um Passeio Psicogeográfico por Marvila, guiado por Francesco Careri (IT), Catarina Dente (PT) e Ana Catarino (PT). O ponto de encontro será na Sociedade Musical 3 de Agosto, passando pela Biblioteca de Marvila e acabando no local da exposição (Parque Ribeirinho Oriente). A participação no passeio é livre e não necessita de inscrição».
 
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Georgs Avetisjans (LV)
Louisa Boeszoermeny (DE)
Sonia Hamza (FR)
 

QUERIDA ADMINISTRAÇÃO LEGALISTA ! NÃO NOS FALHAS ! | hoje no Diário da República através da DGARTES «Aviso» (reforçado) de Abertura de Concurso(s) | MAIS PALAVRAS PARA QUÊ ? | AH! DESCOBRIMOS «AS DIFERENÇAS» ...

 


quarta-feira, 7 de outubro de 2026

ACONTECE NA ÁREA METROPOLITANA DE LISBOA | fecha o shopping, lá se vai o «teatro» ...

 

começa assim:

«Conseguir estar de portas abertas à noite passou a ser uma preocupação para o teatromosca. O auditório que gere fica dentro do Centro Comercial Shopping Cacém e o novo horário só permite que esteja acessível ao público, em condições, até às 20h30. Antes, quando havia sessões de cinema ou peças de teatro em período nocturno, informava-se a administração do shopping e um segurança garantia a entrada no edifício. Agora, isso já não é possível. “Se o centro comercial não abrir, pode ser tudo cancelado”, prevê Pedro Alves, um dos directores artísticos da companhia de teatro, a pensar na estreia desta quinta-feira, dia 8 de Outubro. “Preocupa-nos toda a sustentabilidade do projecto.” As respostas da Câmara de Sintra, proprietária do espaço, têm sido quase inexistentes. (...)».
Mais adiante este destaque:

Outra passagem

«(...)Em sessões e espectáculos que se realizaram com esta restrição, o director artístico diz que houve espectadores que tinham comprado o bilhete e se foram embora porque viram o centro comercial fechado; existiram dificuldades no acesso a pessoas com mobilidade reduzida ou às casas de banho, que ficam em cima do palco, pois não se poderia recorrer às do shopping; houve entradas pela porta lateral, que está sinalizada como de emergência; ou teve de se montar a bilheteira no exterior. “É insustentável”, realça Pedro Alves.(...)»
E o artigo termina assim:


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e quem sabe o problema
venha a ser considerado
 na Assembleia seguinte,
 a decorrer



terça-feira, 6 de outubro de 2026

«Effective intervention depends on understanding how creative labour actually functions before determining how it should be supported»

 

 

 
A propósito,  a e-newsletter de SETEMBRO da ENCATC:«(...) In this special edition, we revisit some of the ideas, evidence, people and initiatives that made the ENCATC Congress not simply our most popular annual meeting point for our community, but a platform from which to move forward together to share a better cultural management policy education and research».
 
 e queremos destacar esta
 passagem da intervenção  de abertura do Congresso: 
 
 «(..)For cultural policy, the implication is equally significant. Effective intervention depends on understanding how creative labour actually functions before determining how it should be supported. Research can reveal where risks are concentrated, how inequalities develop over time, and why standard employment categories may inadequately capture artistic careers. The keynote thus established a central proposition for the Congress: research on creative work is not simply descriptive; it provides the conceptual and empirical foundations needed to design more informed cultural and labour policies. (...)».