sábado, 9 de maio de 2026

AGORA QUE ESPEVITARAM A NOSSA CURIOSIDADE QUEREMOS «SABER TUDO» SOBRE A(s) COMUNIDADE(s) IBEROAMERICANA(s) | pronto, está bem, confessemos, é a «Cultura e a arte» que nos move ...

 

 
 
« O FITEI no TNSJ começa com dois regressos desejados. Primeiro, o de Federico León – figura emblemática da cena artística independente de Buenos Aires –, com El Trabajo, inspirado na sua experiência em workshops. León imagina um grupo de participantes que enfrentam as provas mais temerárias em busca de uma forma de experimentação artística radical. De regresso ao Teatro São João está também Há Qualquer Coisa Prestes a Acontecer, a criação de Victor Hugo Pontes que se inspirou num verso da canção de José Mário Branco, Inquietação. Obra que reclama a liberdade absoluta, transforma um grupo de corpos nus numa irreprimível massa física coletiva. O corpo é o símbolo dessa liberdade maior, o grande signo em cena. O FITEI traz-nos ainda Zombi Manifiesto, a peça de Santiago Sanguinetti estreada em maio de 2023 em Montevideu, cinquenta anos depois do golpe de Estado de 1973 que instalou uma ditadura civil-militar no Uruguai. Quando dois jovens descobrem que os soldados enterrados no cemitério local podem ganhar vida como zombies, despertam e sequestram um tenente do Exército Nacional, obrigando-o a aprender filosofia marxista. Comédia negra? Farsa irreverente? Obra profundamente política, reafirma o teatro como lugar de debate e de reflexão».


 
 


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Andamos, num processo que queremos ir partilhando no Elitário Para Todos, na construção de uma «ATMOSFERA  IBEROAMERICA» que nos permita mergulhar em especial na «A Academia Iberoamericana de las Artes Escénicas» recentemente criada que reúne representantes de 17 países.  Recorde-se: EM BUSCA DA IDENTIDADE DE CADA UMA DAS ENTIDADES QUE JÁ ATUAM OU QUEREM VIR A INTERVIR NA ESFERA DAS «ARTES CÉNICAS» NO ESPAÇO IBEROAMERICANO | neste momento haverá quem fique com a ideia que há coisas que todos fazem ou querem fazer havendo o que ninguém faz ...| NA GESTÃO CHAMA-SE A ISSO «CONFLITOS POSITIVOS» DEVENDO HAVER A PREOCUPAÇÃO DE OS ULTRAPASSAR APOSTANDO NAS TÃO PROPALADAS «SINERGIAS».
Desde logo, imagine-se !, pensávamos, (o que desejávamos?), que bastaria googlar para termos  informação básica organizada. Claro, não encontramos. Assim, acima,  uma vez mais bocados para desenvolvermos um contexto global a fim de enveredarmos na CULTURA IBEROAMERICA e em especial nas «Artes Escénica». Tentando uma síntese intermédia:
 
 - A programação do FITEI (como de outras iniciativas) mostra que no terreno sempre foi acontecendo a ligação entre agentes culturais do «Bloco Iberoamericano». Olhe-se a imagem inicial.

- Naturalmente, se encontrada tínhamos de a divulgar:

mas é melhor ir por este endereço 
 
 
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continua ... 
 
 
 

sexta-feira, 8 de maio de 2026

ALÔ SENHORES DECISORES NOMEADAMENTE PÚBLICOS! TALVEZ LHES INTERESSE - SE É QUE TÊM TEMPO PARA ESTUDAR E REFLETIR TAL É A CORRERIA QUE PARECEM SER AS VOSSAS VIDAS - O QUE SE PASSA NOS PAÍSES NÓRDICOS NO QUE SE REFERE AO USO DE IMÓVEIS EXISTENTES |«Inspiration Catalogue for Policy Measures to Improve the Use of Existing Buildings» | É A ECONOMIA CIRCULER A FUNCIONAR PARA O PENSAMENTO E PARA A AÇÃO

 

 

mas tem esta versão para ler online 
 
 
Abstract
«The inspiration catalogue is prepared by the Nordic Sustainable Construction in relation to the Circularity Work Package focusing on floor area optimisation, lifetime extension and transformation. It provides examples on policy measures across the Nordic region that are introduced or can be used to improve the use of existing buildings rather than demolishing and building new. Building on the hierarchy of resource-efficient construction guiding whether to utilise, maintain, renovate and transform, extend lifetime or build new, the catalogue suggests five action to guide policymakers and authorities to enhance sustainability, adaptability and efficiency when working with existing buildings. The examples show that renovation, reuse and adaptation are viable and scalable alternatives to demolition and new construction and leads a more resource efficient and climate-conscious sector». 
 
 

quinta-feira, 7 de maio de 2026

A DECORRER EM LISBOA|«Festival 5L»-Festival Internacional de Literatura e Língua Portuguesa | JUSTO LEMBRAR: NA ORIGEM UMA PROPOSTA DO PCP/CDU

 

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e talvez, via IA, seja
 justo recordar isto  
 
 
Gostamos de notar que a Cultura e a Arte sempre estiveram na ATIVIDADE AUTÁRQUICA da CDU. Aliás, isso era reconhecido por todos como marca distintiva. Alô ACADEMIA quem sabe este post tipo lembrete para trabalhos académicos ... E sempre que recordamos isto inevitavelmente o envolvimento camarário no CENTRO CULTURAL DE ÉVORA embora até se possa dizer de «iniciativa da Administração Central» na senda da criação de uma rede de CENTROS REGIONAIS centrados no TEATRO. Importante seria haver a «história» desta memória... Alô, Senhora Ministra da Cultura em part time... Ah, não esquecer o «espólio» a organizar do que MÁRIO BARRADAS nos deixou ...

 
 

O TITULO DO ARTIGO DE MANUEL AUGUSTO ARAÚJO NO JORNAL AVANTE! DIZ TUDO |«Arte, dinheiro, alienação estética» | ASSIM QUEIRAMOS DEBATER «À SÉRIA»...

 

 
mais passagens:
 
«(...) As obras de arte dis­so­ci­aram-se da vida, das suas con­di­ções reais de pro­dução, estão in­te­gradas e dei­xaram-se con­ta­minar pelo mer­cado que lhes re­tirou au­to­nomia e função crí­tica, su­jei­tando os ar­tistas aos cál­culos dos co­mis­sá­rios e cu­ra­dores que são os me­di­a­dores dos grandes em­pre­sá­rios que se as­sumem como co­lec­ci­o­na­dores, a tí­tulo in­di­vi­dual ou mo­tores de fun­da­ções, que no es­tado ac­tual se vão apro­pri­ando de quase tudo, ten­den­ci­al­mente de tudo o que antes era res­pon­sa­bi­li­dade so­cial do Es­tado e que fica su­jeito ao único valor re­co­nhe­cido – o lucro –, seja nas artes, na saúde, na edu­cação, no des­porto.

Neste es­tado de sítio a crí­tica de arte foi subs­ti­tuída, foi con­ta­mi­nada pelas bulas dos de­par­ta­mentos de co­mu­ni­cação das em­presas, dos co­lec­ci­o­na­dores-em­pre­sá­rios, das fun­da­ções que ga­rantem uma só­lida re­lação entre o di­nheiro e a arte que são a regra do sis­tema da arte con­tem­po­rânea, que ma­ni­pulam os va­lores de mer­cado com uma opa­ci­dade ex­tra­or­di­nária, fa­bri­cando nar­ra­tivas e veí­culos pu­bli­ci­tá­rios que sus­tentam as es­pe­cu­la­ções das va­ri­a­ções de valor que nunca se des­va­lo­rizam, em que o kitsch e a moda são do­mi­nantes. Pro­move-se uma trans­fe­rência sim­bó­lica da per­dida aura da arte, como Walter Ben­jamin ra­di­o­grafou2 para a aura fá­tica dos ob­jectos de luxo, do nicho de mer­cado em que pas­saram a se ins­crever...».

Tudo se ace­lerou quando o se­gredo ban­cário foi le­van­tado na Suíça, al­guns pa­raísos fis­cais foram es­cru­ti­nados, o que torna não im­pos­sível, mas mais di­fícil, fazer cir­cular o di­nheiro li­vre­mente fu­gindo aos im­postos. A aqui­sição de obras de arte, co­lo­cando-as em pa­raísos fis­cais, fe­chando-as em cofre-fortes no Lu­xem­burgo e Sin­ga­pura, onde ficam a le­vedar, a uti­li­zação do me­ce­nato para ocultar ne­gó­cios tornou-se prá­tica cor­rente.

É o ci­nismo, a hi­po­crisia de uma so­ci­e­dade sem dig­ni­dade que in­fecta as artes e a cul­tura ati­rando-as para os pân­tanos das es­té­ticas-mer­ca­do­rias, a mais aca­bada ali­e­nação es­té­tica, o que torna mais ur­gente uma frente de luta em que as artes, a cul­tura e a po­lí­tica, sejam um bem comum, não só in­ter­pretem o mundo mas lutem para o trans­formar tendo por ho­ri­zonte que «na “tra­dição dos opri­midos” (Walter Ben­jamin), apren­demos a não ceder aos de­sas­tres, apren­demos a tra­ba­lhar para es­toirar o tempo con­tínuo das der­rotas e a pers­crutar os mo­mentos em que algo de di­fe­rente foi pos­sível, mesmo que por umas se­manas ou meses ou dé­cadas.

«O tra­balho da es­pe­rança que magoa en­sina-nos que o que foi pos­sível, e logo der­ro­tado, será pos­sível (de outra forma), outra vez», como as­ser­ti­va­mente afirmou Ma­nuel Gusmão3».

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e não resistimos a trazer para
aqui a 1.ª página do Avante! - pela,
 a nossa ver, a magnifica imagem 
do 1.º Maio 
 

 

quarta-feira, 6 de maio de 2026

EM BUSCA DA IDENTIDADE DE CADA UMA DAS ENTIDADES QUE JÁ ATUAM OU QUEREM VIR A INTERVIR NA ESFERA DAS «ARTES CÉNICAS» NO ESPAÇO IBEROAMERICANO | neste momento haverá quem fique com a ideia que há coisas que todos fazem ou querem fazer havendo o que ninguém faz ...| NA GESTÃO CHAMA-SE A ISSO «CONFLITOS POSITIVOS» DEVENDO HAVER A PREOCUPAÇÃO DE OS ULTRAPASSAR APOSTANDO NAS TÃO PROPALADAS «SINERGIAS»

 

 
3 maio 2026 
 
 
 
 

 
 
 
 
2025: Año Iberoamericano de las Artes Escénicas
 
 
 


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O embrião deste post está no anterior  - «ONDE NOS LEVA A NOTÍCIA|«A Academia Iberoamericana de las Artes Escénicas foi criada e reúne representantes de 17 países» - com o que o iniciamos.  Entretanto andamos em incursões na INTERNET para sabermos mais sobre o, digamos, ESPAÇO IBEROAMERICANO na esfera da cultura que contextualize a iniciativa. Os retalhos acima mostrados são isso mesmo, «retalhos», «pedaços» ... Podemos acrescentar que fizemos algumas conversas e dos contactados pode concluir-se que na verdade não estariam familiarizados com o aqui em vista. A nosso ver esta a realidade que poderá ser o Ponto de Partida para o lançamento da atividade da ACADEMIA IBEROAMERICANA DE LAS ARTES ESCÉNICAS. Certamente que haverá espaço para todos mas cada ORGANIZAÇÃO em presença terá de encontrar o seu adn. A sua IDENTIDADE. Para que não estejam todos s fazer as mesmas coisas e haja as que ninguém está a fazer ... A grande sobra: parece poder antecipar-se uma CAMINHADA AUSPICIOSA ... Por aqui vamos continuar atentos ... E não nos vamos deixar «afogar» nesta floresta   de entidades e de atividades ... Queremos desfrutar!
 
 

terça-feira, 5 de maio de 2026

NA REVISTA VISÃO EM ARTIGO DE JOSÉ VIEIRA MENDES |«As salas de cinema não morreram. Mas deixaram de poder viver da fé. Precisam de política pública, programação inteligente, preços acessíveis, comunicação eficaz, conforto, permanência em cartaz e uma nova pedagogia do desejo»

 

 

 Até porque estará na «ordem do dia» de responsáveis, implicados e interessados  no CINEMA, é nossa ideia que não se pode perder o artigo acima - longo -  de José Vieira Mendes. Termina assim (o destaque é nosso): «(...) As salas de cinema não morreram. Mas deixaram de poder viver da fé. Precisam de política pública, programação inteligente, preços acessíveis, comunicação eficaz, conforto, permanência em cartaz e uma nova pedagogia do desejo. O espectador não regressa só porque lhe dizem que a sala é importante. Regressa se a sala lhe fizer falta. E talvez seja esse o verdadeiro filme do dia: não salvar o cinema como monumento, mas reinventá-lo como hábito. Antes que a última sessão apague a luz e alguém, muito comovido, descubra finalmente que naquele sítio onde agora é uma igreja evangélica, um supermercado, um bazar chinês ou um espaço onde se vendem colchões, havia uma coisa chamada mundo».

 

segunda-feira, 4 de maio de 2026

HOJE | CONTINUAM AS CONVERSAS DINAMIZADAS PELO PCP SOBRE «SERVIÇO PÚBLICO DE CULTURA» | agora é sobre Teatro | 4 MAIO 2026 | 19:00 | CENTRO DE TRABALHO VITÓRIA | LISBOA

 

 
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Qualquer que seja a conversa em torno do Teatro é sempre razoável  olhar para os «outros». Cá pela casa, como se pode ver no Elitário Para Todos,  FRANÇA sempre presente. Mas há mais. O que se pode voltar a dizer?, enquanto, digamos, a «geração no ativo» não  rejeitar o que  herdou, ou seja, enquanto não se criar um SISTEMA QUE ESTRUTURE O SERVIÇO PÚBLICO DE TEATRO dificilmente se acaba com a PRECARIEDADE. O que existe está esgotado. Há que refundar. Compare-se, porque é comparável, por exemplo, com o que se mostra abaixo de França. Já agora, em particular,  faz sentido questionar se não devíamos ter mais TEATROS NACIONAIS - a partir do que existe ou a criar de raiz. Desde logo, a nossa proposta de há muito: o TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE/ COMPANHIA DE TEATRO DE ALMADA a «NACIONAL» - e não é para «imitar» o que existe ... Obviamente, se ainda tivéssemos  CORNUCÓPIA, outro «nacional» ... 
 
 
 

COISAS QUE NOS FAZEM BEM ! | «Exposições que assinalam os 50 anos da Constituição da República Portuguesa no Seixal e no Centro Cultural de Paredes e as exposições «Utopias Possíveis» em Aljustrel e «Terras Raras» em Quarteira»

 

 
 
 
 
 
 

domingo, 3 de maio de 2026

UMA VOZ DE REFERÊNCIA QUE NOS DEIXA | Cândido Mota

 


 
 
 
Excertos:
 
«(...) Nascido a 28 de Setembro de 1943, em Espinho, Cândido Soares Pinto da Mota foi uma das vozes mais marcantes da história da rádio portuguesa e um precursor dos programas interactivos, de que é exemplo maior O Passageiro da Noite, que começou a fazer em 1979 para a Rádio Comercial, então acabada de aparecer. O programa tinha início à meia-noite e, num formato que viria mais tarde a conhecer diversas imitações, Cândido Mota dava espaço aos ouvintes para telefonarem e discorrerem sobre aquilo que lhes apetecesse. O Passageiro da Noite constituiu uma das primeiras experiências interactivas da rádio em Portugal. (...)
Cândido Mota era militante comunista e o PCP já veio lamentar a morte de “uma das figuras mais emblemáticas da comunicação”. Em comunicado, o secretariado do comité central do partido presta homenagem a um “cidadão profundamente empenhado na intervenção social e cultural”, enviando “sentidas condolências” à família.
A sua voz era “um símbolo de serenidade e entusiasmo”, recorda o Partido Comunista, vincando que Cândido Mota cruzou “uma carreira de excelência na rádio e na televisão com um compromisso cívico e político inabalável”. O partido lembra ainda a maneira como o locutor se tornou uma “presença indissociável da Festa do Avante!, onde foi, durante mais de 35 anos, a voz anfitriã e o rosto do Palco 25 de Abril”. (...)».


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«WELCOME TO PARADISE»| porque estivemos na conversa da Procurarte centrada no turismo ... | e pronto, é mesmo como as cerejas, lá nos veio o «chic-nic» no Parque Eduardo VII de hoje - dia 3

 

 
 Um diário gráfico cheio de humor, 
pastéis de nata, trotinetas
 e turistas

SYNOPSIS

 Podia ser qualquer outra capital, mas é Lisboa. Nos últimos anos, a pacata cidade branca mal se reconhece na profusão dos visitantes: das longas filas do eléctrico 28 aos ajuntamentos à beira-Tejo, do lotado Elevador de Santa Justa aos miradouros apinhados de tuk-tuks e roulottes, lá vai Lisboa, a doida, de selfie apontada e sorriso em esgar.
Com ironia e lente de antropólogo, o ilustrador, performer visual e cartoonista António Jorge Gonçalves observa expressões e trajectórias e surpreende-nos com a nova configuração da capital.

 

 
 
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Estivemos lá. A nosso ver, o que se falou confirma os tantos  ângulos por que se pode  olhar Lisboa. E há gente que o quer fazer, em encontros como o da PROCURARTE  - venham mais - que não dispensam iniciativas outras que unifiquem o atomizado e mostrem de forma alargada a complexidade da GESTÃO DAS CIDADES onde o MERCADO, a ADMINISTRAÇÃO CENTRAL, e naturalmente a CÂMARA MUNICIPAL,  têm papel de relevo ... E TODOS NÓS! A PARTICIPAÇÃO CIDADÃ é fundamental ... E foi a conversa havida que nos levou a trazer para o ELITÁRIO PARA TODOS O «WELCOME TO PARADISE», no dia do CHIC-NIC ... Quem sabe numa próxima edição do livro até vai dar «um boneco» ...
 
Entretanto, de seguida, para aprofundamento da coisa, (aliás não esquecer a valência turística do «chic-nic» bem sublinhada pelos promotores),  há que ter um «olhar maior» onde lugar para o riso também - basta atentar na designação - «chic-nic» . Poupem-nos!
 
 
 
 

sexta-feira, 1 de maio de 2026

1.º MAIO

 

 
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E NO 1.º DE MAIO LEMBREMOS  «CANTIGAS  DO MAIO»  DE JOSÉ AFONSO | a capa do disco é de de José Santa-Bárbara que acaba de nos deixar  - e desta forma singela homenagem  ...  
 

e sobre Santa-Bárbara  e dado o dia - 1.º de maio - escolhemos  o que o SNTSF – Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Setor Ferroviário escreveu
 

Reproduzimos:



«É com profundo pesar e enorme respeito que a Direção do SNTSF – Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Setor Ferroviário recebeu ontem, às primeiras horas do dia a notícia do falecimento de José Santa-Bárbara, aos 89 anos.
Figura incontornável da cultura portuguesa, José Santa-Bárbara foi muito mais do que um designer de excelência; foi um militante da liberdade e um homem profundamente ligado ao mundo ferroviário e às suas lutas. Durante mais de três décadas, colocou o seu talento ao serviço da CP, onde defendeu a dignidade do serviço público e a valorização estética e funcional dos caminhos de ferro.
Para nós, ferroviários, a sua partida tem um significado muito particular. Sócio do nosso Sindicato, José Santa-Bárbara para além de ter feito o actual logótipo da CP, foi o autor do logótipo do SNTSF, o símbolo que nos une e nos representa. Em cada traço dessa marca, ficou impressa a sua visão de um sindicalismo forte, moderno e enraizado na identidade dos trabalhadores.
Militante histórico do PCP e lutador antifascista, Santa-Bárbara nunca separou a arte da política ou a criação da consciência de classe. Do design das moedas de escudo às capas de discos do Zeca Afonso, a sua obra foi sempre um ato de cidadania. No movimento sindical, recordamos o seu papel pioneiro como dirigente associativo e a sua solidariedade constante com todos os que trabalham.
O SNTSF endereça as mais sentidas condolências à sua família, amigos e camaradas. Perdemos um dos nossos, mas o seu legado continuará vivo em cada bandeira, em cada documento e em cada luta onde o logótipo que ele nos ofereceu se faça erguer.
Até sempre, camarada José Santa-Bárbara!
A luta continua!».