quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

TALVEZ LHE INTERESSE | ANTÓNIO FILIPE O CANDIDATO PRESIDENCIAL CONHECEDOR E SERENO FAZ AMANHÃ (SEXTA-FEIRA) UM DESFILE QUE COMEÇA NO CHIADO ÀS 17: 30 | com gosto divulgamos o que recebemos em particular pelo respeito que nos merece a maneira como na campanha deu centralidade à «cultura»

 

 
Razões para se estar com ANTÓNIO FILIPE não faltam. Ao que somos particularmente sensíveis: às amplas finalidades de «um  voto» que não se esgotam no objetivo imediato do dia da eleição. Mobiliza-nos  pensar que a nossa escolha também reconhece que aquela PESSOA nos ajuda a CUIDAR O FUTURO (adotando aqui expressão de uma candidata do passado, Maria de Lurdes Pintasilgo). O esforço verificável, consistente, ao longo dos anos, do Candidato  António Filipe auxilia-nos a equacionar problemas e soluções.   Com sabedoria, com competência prática, aliás reconhecidas no espaço público.   Pelo exemplo. Ora, num desfile, nas urnas com o nosso voto, num post de um blogue, a nosso ver,  também se diz isso. Diz-se que precisamos daquele concidadão para construimos ALTERNATIVAS ao que temos,  fazermos  as RUTURAS exigidas no sec. XXI,  que precisamos da sua DIFERENÇA. Na PRESIDÊNCIA e EM TODO O LADO: CONNOSCO TODOS OS DIAS. No belo comício havido no Casal Vistoso, Paulo Raimundo enumerou múltiplas razões para escolher António Filipe - numa estimulante intervenção a que deram  titulo excelente: 

«Cumpra-se a Constituição – eleja-se António Filipe!».

 
De lá este excerto: «(...)  Obrigado António Filipe, por dares a possibilidade a tanta gente e a gente tão diferente de ter em quem confiar, de ter, com alegria e confiança, quem apoiar e votar, obrigado por dares voz e rosto aos interesses dos trabalhadores, das populações e da juventude, obrigado pela candidatura da esperança e da mudança que se impõe, a candidatura da Constituição da República e dos direitos consagrados.
 (...)», e o que tanto toca gente do Elitário Para Todos: 
 
 «António Filipe é o candidato 
do artigo 78.º, do direito à fruição
 e criação cultural. (...)». 
 
no Comício do Casal Vistoso

 
 

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