«Uma história vertiginosa e embriagante do Cais do Sodré notívago. Um livro que começa na idade média e só acaba na madrugada do próximo sábado».
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Sobre o livro No semanário
EXPRESSO de Rui Miguel Abreu:
A fabulosa história do Cais do Sodré: quando espiões, marinheiros, artistas e prostitutas se cruzavam na pista da dança
Excerto: «(...) O livro mostra também como o Cais do Sodré não foi e é apenas cenário literário ou memória oral, mas território fixado em película ao longo de quase oito décadas. O registo mais antigo identificado é “Cais do Sodré”, do cineasta espanhol Alejandro Perla, com uma cena de pancadaria numa taverna anónima. Depois, os bares tornam-se protagonistas. O Texas surge como palco central em “Os Verdes Anos”, de Paulo Rocha, e volta a ganhar vida quando Samuel Fuller ali entra, pede uma cerveja e acende um charuto em “O Estado das Coisas”, de Wim Wenders. O British Bar acolhe Bruno Ganz em “A Cidade Branca”, de Alain Tanner, e reaparece em “Em Câmara Lenta”, de Fernando Lopes. O Bar Americano serve de cenário a “O Ano da Morte de Ricardo Reis”, de João Botelho. A Rua Nova do Carvalho entra em “Pax”, de Eduardo Guedes, e o documentário televisivo “É de Noite que Eu Me Lembro”, de Eduardo Geada, fixa imagens de muitos dos bares da época, em particular o Piréus. (...)»
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