segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

COPIANDO A EXPRESSÃO TÃO DITA NA TSF | OBRIGADA COMUNICAÇÃO SOCIAL! | POR NOS PROPORCIONAR UM TRABALHO QUE TOCA EM MUITAS DAS FERIDAS DE QUE PEDECE O SETOR CULTURA EM PORTUGAL VINDAS DO INSTITUCIONAL| é o que concluimos ao lermos o trabalho de hoje no jornal Público «Entre críticas e elogios, falta fazer mais no Fórum Cultura — e na acção da tutela»

 

 
 
Entretanto, destaques retirados
 de suportes diferentes 


 


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No meio da tragédia que vive o País onde Populações passam por situações que quem não está no «furacão» nem consegue imaginar, à partida até sentimos algum incomodo ao lermos e querermos divulgar o artigo acima, e a partir dele refletir  mazelas do nosso SETOR CULTURAL. Mas, depois,  até sentimos obrigação de o fazer - por respeito por quem neste momento está a passar o que há uns dias era impensável ...
Assim, comecemos por dar os parabéns à autora do trabalho - Mariana Duarte - a nosso ver captou pontos essenciais. Neste momento esta ideia: aproveitemos a  falta de preparação da Governante da Cultura em part-time para os profissionais da cultura, chamando as populações,  desenvolverem o verdadeiro fórum de que a CULTURA PRECISA. Associamo-nos a muito do que está fixado no trabalho do Público como aliás o temos revelado ao longo da existência deste blogue. Apenas a titulo ilustrativo para o tal debate - que pode partir do trabalho jornalístico aqui pivot - algumas notas de seguida.
 
- Ainda que mal se pergunte, a Senhor Ministra não reúne regularmente com cada um dos seus Dirigentes e em conjunto. Precisa de um fórum «à porta fechada»?
- O que distingue a DGARTES do Fundo de Fomento Cultural? Dá ideia que os desígnios da Reforma do Estado (ou será Administração?) de não termos «todos a fazer a mesma coisa» estão a ser mandados às urtigas (perdoe-se a expressão).
 
- Já que gosta tanto de «concursos» - mais um para a internacionalização, em 2027, continuando-se a não nos dizerem como fixaram o valor anunciado - não se querendo interferir no «gosto» da Senhora Ministra da Cultura em part-time, diga-nos pelo menos uma alternativa que não passe por «procedimentos concursais». Mas com CRITÉRIOS, obviamente.
 
- Diga-nos Senhora Governante qual a IDENTIDADE DO GEPAC. 
 
- Para quem parece ter na ADMINISTRAÇÃO LEGALISTA o seu modelo, contrariando a ADMINISTRAÇÃO GESTIONÁRIA que parecia ser a referência teórica e técnica  do atual Governo, não percebemos que faça anúncios que pelo que sabemos não passaram pelos circuitos de aprovação que se pensam básicos. Ilustremos com Capital Nacional de Cultura, e mesmo com a dita Internacionalização, ou com  o que se está a passar em torno da Coleçã da Arte Contemporânea do Estado, ou ...
- Que memória detém a Senhora Governante sobre qualquer «assunto» que lhe cai nas mãos? É visível que está mal informada sobre o passado, e quanto ao presente, dá ideia que sabe o que as pessoa e organizações que recebe directamente lhe proporcionam - e qual será o critério nas escolhas dessa entidades, sejam individuais ou colectivas ? - e de quem vai encontrando por aí ...       
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Para o tal FORUM NACIONAL DO SETOR que advogamosr, um tema que do nosso ponto de vista não pode faltar, e abordado pelo CENA-STE no artigo do Público: O SETOR CULTURA - coexistência harmoniosa do Serviço Público de Cultura com  o Serviço que é garantido pelo Mercado. Não, Senhora Ministra, não chega, longe disso, abrir mais um concurso em que todos podem concorrer. Há que tratar de maneira diferente o que não é igual, Senhora Governante. A bem de ambas as partes.
 
-------- fiquemos por aqui, hoje.   
 
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Ainda, a rematar, voltemos a algo 
que já temos trazido para o 
ELITÁRIO PARA TODOS 
 

De lá:«Dans sa volonté de participer aux débats contemporains, d’impulser de nouveaux sujets de réflexion, de mettre la lumière sur les innovations culturelles et de porter la voix de la réflexion scientifique, le ministère de la Culture a lancé en 2022 un cycle de tables rondes réflexives et participatives.

 Faisant intervenir des experts de tous les horizons, laissant la parole à celles et ceux qui font, pensent et investissent le monde culturel de demain, le ministère de la Culture souhaite à travers ce cycle faire connaître les champs multiples de ses politiques publiques dans son aspect le plus concret. 

S’adressant aux professionnels de la culture, mais aussi, si la thématique le permet, au grand public, les tables rondes du ministère de la Culture se placent dans une démarche tant de valorisation de l’information que de production de débat d’idées». 

Sabe Senhora Governante, os «seus Foruns» podem aprender com as Mesas  Redondas do Ministério da Cultura Francês, mas antes, vá lá, ao mesmo tempo - vem nos livros - temos de criar em Portugal um MINISTÉRIO DA CULTURA dignos desse nome. Ah!, em especial, reparamos «na inovação cultural«;  na «inovação cientifica no setor»; no «grande público» que tem de ser chamado - sem a sua assunção da cultura e das artes tudo será quase sem sentido ... Pensamos nós.  


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