no jornal Público
Vivo num país que se dedica a alocar fundos de forma arbitrária
Quando nos vamos, de facto, sentar a discutir a política
cultural que desejamos para o país e para a Europa?
excerto: «(...)Há muito que o meu país anda à deriva em termos de política cultural. Ministros como Adão e Silva injectaram dinheiro em parte de concursos de artes do espectáculo após o seu fecho e durante o período de avaliação, pensando contribuir para o tecido cultural. O resultado foi um apoio bojudo para quatro anos a poucas companhias com um percurso sólido (e naturalmente reconhecido), com a possibilidade de ver esse apoio renovado automaticamente, deixando à míngua cerca de 80% de todos os outros apoios elegíveis, correspondentes a um sem número de estruturas mais pequenas que representam as gerações novas, a inovação, a experimentação, o trabalho comunitário, algumas com décadas de experiência e milhares de espectadores, muitas que não voltarão a erguer-se — quem consegue esperar uma década pela mudança e, entretanto, pagar as contas? (...)». Leia na integra.

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