domingo, 22 de fevereiro de 2026
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026
Ó DEUSES! ESTAMOS A OUVIR O SENHOR PRIMEIRO MINISTRO SOBRE O PTRR E NÃO RESISTIMOS JÁ | mas afinal como se desenvolve «planeamento» nomeadamente de um País ? | NORMAL E FACE A UMA CALAMIDADE ... | APETECE RECORDAR JOÃO SALGUEIRO
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026
RENDIMENTO BÁSICO PARA ARTISTAS/CRIADORES | olhando para o que se passa na Irlanda que está a ser noticido revisitemos - todos nós - o que fez capa do Jornal de Letras em 2023 que para nossa tristeza entretanto deixou de ser publicado | OU SEJA DISCUTAMOS A FUNDO COISAS DA CULTURA E DAS ARTES
The Minister for Culture, Communications and Sport in Ireland has confirmed the successor scheme to a pilot initiative that saw some 2,000 artists receiving a weekly payment of €325.
The Basic Income for the Arts (BIA), announced 10 February, will use the €18.27 million set aside for it by the Irish government in Budget 2026.
Practising artists will be invited to apply for the scheme in May, after which 2,000 will be selected to receive a payment of €325 per week from 2026 through 2029, with a tapering-off period of three months at the end.
The BIA will operate in three-year cycles, with artists eligible for every three out of six years, meaning artists on the 2026 cycle will not be able to apply again until 2032.
Guidelines outlining the details of criteria and parameters for the scheme are currently being finalised by the government and will be published in April, with applications due to be assessed over summer in time for the first payments to begin before the end of the year.
“I am particularly pleased that the research my department conducted provided Government with a clear evidence base upon which to make that decision. Ireland is a global leader in the area of artist supports because of the BIA.”
“The NCFA cannot ignore the importance of this scheme in addressing the broader challenges faced by artists, including housing affordability and the need for sustainable career paths within the arts sector.”
To be considered, eligible artists must be resident in Ireland when applying, be a professional artist with a professional creative practice and have a creative practice which is primarily based in Ireland.
The government website explains that “a high volume of applications is expected”, meaning not all eligible applicants will be able to attain funding.
«High-Growth Potential Firms in the UK’s Creative Industries»
Report authors: Hasan Bakhshi, Callum Newton, Maarya Omar, Justin Tsui and Henry Whorwood.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2026
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026
«Amor natural»
sábado, 14 de fevereiro de 2026
COMBATE À POBREZA NA EUROPA | e o trabalho do Deputado João Oliveira - «incansável» e «irrepreensível» ...
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026
«A REFORMA» SILENCIOSA E AOS PEDAÇOS CONTINUA NO DIÁRIO DA REPÚBLICA | sem assinatura do Senhor Ministro das Reformas ... que bem vistas as coisas nos poderia dar algum conforto sobre coordenação unificada | E VIVA A REFORMA LEGALISTA QUE CONTINUA O «NOVELO» DE DIPLOMAS CONTRARIANDO A ADMINISTRAÇÃO GESTIONÁRIA DE QUE O PAÍS PRECISA _ A TRAGÉDIA CLIMÁTICA QUE ESTAMOS A VIVER TAMBÉM O MOSTRA ...|NO ESPAÇO PÚBLICO ESTÁ A SER DITO COM COMPETÊNCIA E POR FIM DE FORMA ALARGADA
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026
CONTINUANDO COM CACE/COLEÇÃO ELLIPSE | do que diz Fernanda Fragateiro _ «Ao DN, Fernanda Fragateiro considera que este protocolo representa "uma espécie de amputação" do MAC/CCB, pois "um museu precisa de ter ativos que estão nas suas mãos para ter relevância e capacidade de ação"»
«(...) A Museu e Monumentos de Portugal diz que a integração da coleção Ellipse na CACE terá uma importância fundamental não só para o reforço do acervo da própria coleção do Estado, mas também para a sua projeção internacional.
Boa sorte, boa sorte para trabalharem essa coleção internacional. É que são pessoas que não têm noção. Há muitos artistas em Portugal que têm uma prática internacional, mostram o seu trabalho em instituições fora de Portugal. Somos nós que fazemos a internacionalização, não é o Estado português. Eu acho que o Estado normalmente pensa que internacionalizar é mostrar obras nas embaixadas.
Devia haver mais apoios aos artistas para se internacionalizarem?
Deem bolsas de estudo às pessoas para irem estudar, para irem para o mundo, para conhecer. Não queiram estar sempre a gastar dinheiro em espaços e exposições paralelas àquilo que já existe. Já temos imensas instituições que só precisam de meios para continuar a funcionar bem.
A Fernanda Fragateiro faz parte da AAVP - Associação de Artistas Visuais em Portugal? Vão ser marcadas novas eleições por causa da tomada de posição da direção a favor deste protocolo?
Sim, estou ligada à AAVP desde o início e acho que é muito importante existir uma associação para as artes visuais, foi uma associação que deu muito trabalho a criar e, sobretudo, muitos artistas têm trabalhado duramente nessa associação. Infelizmente, houve uma tomada de posição por parte da recente eleita direção de três pessoas que resolveram assinar uma carta em que tomavam uma posição muito clara de defesa da assinatura deste protocolo sem terem consultado os membros da associação e a restante direção da associação. E, obviamente, a direção perdeu a confiança dos associados.
E a Fernanda Fragateiro apresentará uma lista?
Não, não apresentarei uma lista. Eu estou mesmo como artista a defender os museus, a defender os artistas. Já estou há muitos anos, já estou muito cansada. Estão sempre a mudar os ministros, estão sempre a mudar as políticas culturais e nunca se avança realmente, nunca se consegue chegar a lado nenhum. E temos artistas portugueses muito bons, temos um panorama incrível nas artes portuguesas, nas artes visuais, que não é aproveitado - pelo contrário -, pelo poder político. Começámos com o quase desmantelar do Ministério da Cultura, que deixou de ser só o Ministério da Cultura, passou a tratar de outros assuntos, como se realmente a cultura não merecesse um ministério. E depois são estas ações que depois têm consequências.
O que é necessário ser feito?
Tomar conta das instituições que já existem, que têm trabalho feito, que já mostraram muito trabalho, que já mostraram que são sólidas e que têm muito poucos meios para continuar a atuar. Basta só isso, cuidar, cuidar daquilo que já temos.
Ainda gostavam de ser recebidos pela Ministra da Cultura, apesar de o protocolo já estar assinado?
Só a morte é que é irreversível... A própria comunicação social também tem muito pouca informação sobre estas questões das artes, da arte contemporânea, porque é, de facto, um meio muito específico. Nem sempre é fácil as pessoas perceberem o que é que está em causa. Até pode parecer quase uma birra, mas não, são coisas muito sérias e muito profundas. Nós não estamos a atacar ninguém, só a zelar pelos interesses da produção artística portuguesa e defesa das instituições que já fazem um trabalho incrível e com muitas dificuldades».













