quinta-feira, 30 de abril de 2026
HOJE | 30 ABRIL 2026 | HÁ CONVERSA NA PROCURARTE | na esfera da «Encontrar-te-ei, de Guillaume Vieira» _ tema central: o turismo
quarta-feira, 29 de abril de 2026
DIA INTERNACIONAL DA DANÇA
terça-feira, 28 de abril de 2026
«A Última Lição de Álvaro Siza Vieira»
Ainda menino, Álvaro Siza Vieira já tirava a cabeça dos livros para espreitar o que havia lá fora. A curiosidade levou-o aos desenhos, numa tentativa constante de transformar numa outra «coisa» o que ficava aquém do olhar. «Estamos a observar, mas não se vê nada», garante o tal menino que, já homem, volta aos livros, na procura incessante de um saber que precisa de se cumprir num tempo que é cada vez mais finito.
Depois de se ter apaixonado pela escultura, encontrou-se na arquitectura, que lhe permitiu criar o mundo como o via: um espaço de criação que se faz de memória, diálogo, sustentabilidade e relação. Foi também o trabalho que o levou ao encontro do outro, fosse ele um imigrante turco num bairro operário em Berlim ou um crente na Igreja de Marco de Canaveses, num exercício permanente contra o preconceito e a indiferença.
Revisitando uma biografia que se conta na primeira pessoa, Siza Vieira, que foi distinguido com o Prémio Pritzker - o mais importante galardão da arquitectura a nível mundial - deixa-se descobrir numa conversa que convoca o rapaz que cresceu numa casa desempoeirada, o homem que perdeu a mulher cedo demais, o professor que se entusiasma com a inquietação dos mais novos, o profissional que não abdica da ética nem aceita tudo o que lhe dizem e o arquitecto, esse criador deslumbrado que não se cansa de procurar os lugares de beleza e que ainda sonha com o que está por fazer. Saiba mais.
segunda-feira, 27 de abril de 2026
«A seco» | Portaria «Institui a iniciativa Capital Portuguesa da Cultura para os anos de 2028 e 2029 e aprova o regulamento do respetivo procedimento concursal»
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domingo, 26 de abril de 2026
INSISTAMOS NA PETIÇÃO «PELA LINHA EM LAÇO» DINAMIZADA PELA CDU/PCP | depois de lermos o longo artigo sobre a «Linha Circular» do metro de Lisboa e onde se diz que a Circulação em Laço «solução para evitar transbordos a quem vem de Odivelas, não está, ao dia de hoje, descartada, admite a fonte do Metropolitano de Lisboa ao ECO/Local Online, mas implica mais um reforço de investimento» | E AQUI TEMOS UMA MANEIRA DE CELEBRAR ABRIL PARTICIPANDO NA DEFESA DA NOSSA QUALIDADE DE VIDA
sábado, 25 de abril de 2026
sexta-feira, 24 de abril de 2026
ÀS PORTAS DO 25 DE ABRIL 2026 | NO JORNAL EXPRESSO SOBRE «LISBOA» | compare por si ... , o que diz João Ferreira, Vereador do PCP _ e o que adianta Pedro Moreira, Presidente da EGEAC
- A distribuição de lugares de responsabilidade, incluindo cargos dirigentes, na Câmara e empresas municipais, fugindo dos concursos públicos (mesmo nos casos em que a lei obriga à sua realização) e optando por critérios de amiguismo, compadrio e favores, em detrimento da competência e adequação ao cargo das pessoas escolhidas;
Pelo seu carácter simbólico, vale a pena assinalar a pobreza e o apagamento relativo das comemorações do 25 de Abril. Pelo segundo ano consecutivo, a Câmara não promoverá sequer o tradicional concerto na noite de 24. Mas mais do que exemplos setoriais, o que estes primeiros meses do segundo mandato de Moedas/PSD/CDS/IL confirmam é a total ausência de uma visão estratégica, de um projeto de transformação da cidade, promotor da coesão social, da melhoria ambiental e da qualidade de vida.
Perante este cenário, só a mobilização popular, a participação cidadã, de diversas camadas da população, em torno de causas e de problemas concretos, poderá contrariar as consequências mais negativas desta gestão e forçar medidas necessárias. Mesmo tendo de vencer a inércia, ou até a contragosto, da gestão municipal. Não esperemos de braços cruzados pelos próximos três anos e meio. O PCP não o fará». (o destaque é nosso).
Reforçando a entrada do artigo, um excerto, centrado no «em breve» - a nosso ver, risível:
quinta-feira, 23 de abril de 2026
PELA COMPANHIA DE TEATRO DE ALMADA NO TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE | «Um Assobio no Escuro» é a peça em cena na sala experimental que sendo violenta é tocada por «um charme da burguesia» talvez expresso na qualidade do apartamento ainda que despojado e na elegância da roupa dos protagonistas que será o que se busca e/ou se imita ... | QUE OBRA ! | A NÃO PERDER NA REFLEXÃO SOBRE OS «CLUBES DE BOÇALIDADE» E OS «BRONCOS» DOS NOSSOS DIAS ! | E SOBRE OS «ELES»
quarta-feira, 22 de abril de 2026
«Abril, mágoas mil»
«Há quem aproveite o mês da liberdade para mostrar ressentimento. Como tem chovido pouco por esta altura nos últimos anos, o provérbio passou a ser "Abril, mágoas mil". O Centro Interpretativo do 25 de Abril está bloqueado porque o governo não cedeu o espaço que estava previsto para a instalação do museu, no Terreiro do Paço. Faz sentido. Não é exactamente um museu, é um centro interpretativo; portanto, não é essencial que abra mesmo, basta que se interprete que existe. É um museu que não se visita, imagina-se.
O governo já sugeriu alternativas à localização, como a lindíssima, central e muito visitada freguesia da Pontinha. Não é que isto signifique necessariamente que o governo da AD esteja contra o centro interpretativo, mas, colocando tantos entraves à sua abertura, correm o risco de serem mal interpretados.
O que não dá para grande espaço para interpretações é a atitude do Presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, face ao 25 de abril. Depois de acabar com o concerto de 24 para 25 de abril, a Câmara de Lisboa quis agora renomear as Festas de Abril para Festas da Primavera. São decisões que agradam ao tipo de pessoa que considera que a liberdade não se deve ao 25 de abril, mas ao primeiro carro, oferecido aos 18 anos pelos pais.
Já só falta transformar o 25 de abril num festival de cerveja artesanal chamado Li-beer-dade. Não seria melhor cancelar as comemorações populares do 25 de abril e fechar antes da Avenida da Liberdade para uma parada de celebração do Dia Mundial do Pinguim, que se celebra no mesmo dia? Estou certo que o Guaraná Antártida patrocinaria essa mudança.
Qual é a ideia? Tornar o 25 de abril num 15 de agosto: uma daquelas datas em que as pessoas agradecem não ter de trabalhar, apesar de não conseguirem precisar o motivo do feriado? Antigamente, uma certa esquerda reclamava para si o 25 de abril. Hoje, há uma certa direita que faz questão de rejeitá-lo abertamente».











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