Pierre Boulez morreu. Leia a entrevista que o Augusto M. Seabra lhe fez em 2000: neste endereço, no Público.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2016
RECOMENDAÇÕES AO MINISTRO DA CULTURA (5) | Salvar o Cinema Odeon
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| Expresso 31-12-2015 |
Leia na integra aqui.
E um bom pretexto para se lembrar os teatros e demais equipamentos espalhados por esse País fora, a que muitos se referem com a designação REDE DE TEATROS. Mas, como tantas vezes se tem escrito neste blogue, a «rede» nunca foi criada.E na génese de tal rede o PROJETO ARTÍSTICO, que seria o organizador de tudo. E não há novo sistema de apoios às artes - presente nos programas dos partidos que sustentam a atual governação - que não tenha de fazer toda esta «história». E a propósito de teatros:
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| Leia aqui. |
E veja neste endereço.
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
«PROJECT GUTENBERG»
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| Veja aqui. |
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a ler.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
RECOMENDAÇÕES AO MINISTRO DA CULTURA (4) | Bolsas de Criação Literária
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| Leia aqui. |
O artigo começa assim:
«1. Há quase 20 anos um poema de Nuno Moura dizia Portugal é um país de poetas ricos. Hoje podemos dizer mais, Portugal é um país de escritores ricos. Ao contrário dos alemães, que não têm onde cair mortos e são pagos sempre que vão fazer uma leitura para poderem continuar a escrever, ou dos pelintras dos ingleses, que em 2015 bateram o recorde de candidaturas a subsídios de escrita, os portugueses são tão ricos que não precisam de dinheiro para pesquisar um livro, nem para viver enquanto o escrevem. Entretanto, dão o seu tempo a câmaras, bibliotecas, festivais, centros e demais instituições cada vez mais envolvidas na promoção da literatura. Em suma, se os escritores portugueses já não precisavam de dinheiro, em 2016 também já não precisam de tempo. Superaram a fase da criação, estão em pleno criacionismo: o livro é um PDF de Deus, vem já revisto e tudo.
«1. Há quase 20 anos um poema de Nuno Moura dizia Portugal é um país de poetas ricos. Hoje podemos dizer mais, Portugal é um país de escritores ricos. Ao contrário dos alemães, que não têm onde cair mortos e são pagos sempre que vão fazer uma leitura para poderem continuar a escrever, ou dos pelintras dos ingleses, que em 2015 bateram o recorde de candidaturas a subsídios de escrita, os portugueses são tão ricos que não precisam de dinheiro para pesquisar um livro, nem para viver enquanto o escrevem. Entretanto, dão o seu tempo a câmaras, bibliotecas, festivais, centros e demais instituições cada vez mais envolvidas na promoção da literatura. Em suma, se os escritores portugueses já não precisavam de dinheiro, em 2016 também já não precisam de tempo. Superaram a fase da criação, estão em pleno criacionismo: o livro é um PDF de Deus, vem já revisto e tudo.
2. Eis a ficção que tende a enredar estes abastados imortais que cada vez mais não escrevem a futura literatura portuguesa. Há dois motivos para falar deles agora: primeiro, Portugal voltou a ter Ministério da Cultura, e se o actual Governo fez disso bandeira há que cobrá-la na prática, ver como lidará com a falta de meios e equipas exauridas; segundo, nunca em Portugal tantas câmaras, bibliotecas e instituições com orçamentos se envolveram tanto na promoção da literatura. O Ministério da Cultura pode, por exemplo, retomar de alguma forma as bolsas de criação literária. Câmaras, bibliotecas e instituições com orçamento podem apoiar a criação. E esses apoios devem coexistir com meios novos na Internet, porque não asseguram o mesmo, como explicarei adiante» Continue a ler.
sábado, 2 de janeiro de 2016
V & A |«Make/Believe:UK Design for Performance 2011-2015»
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| Veja aqui |
Como se pode ver na imagem, amanhã no V & A termina uma exposição que só é possível quando se cuida da preservação do património que envolve. No que compete à Administração Pública na esfera da Cultura, em Portugal, e em particular no que diz respeito às Artes do Espectáculo (de Palco, Performativas), onde nos encontraremos? Que será feito dos Projetos que tinham isso mesmo em vista, ou seja, preservar cenários, guarda-roupa, fotografias, vídeos, cartazes, programas, ...? Para os que apenas olham a cultura pelo seu lado económico, são recursos que preservados ...rendem. E este post pode ser visto como uma continuação do anterior.
RECOMENDAÇÕES AO MINISTRO DA CULTURA (3) | A Memória | «CALAMIDADE PÚBLICA»
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