quinta-feira, 5 de maio de 2016

ACOMPANHE A CONTRATAÇÃO PÚBLICA



O portal base é aqui

Para quem não saiba e queira acompanhar as aquisições feitas pelos organismos públicos - claro, também pelos da Cultura, e com isto estamos a responder a pergunta que nos chegou - uma boa via é ir ao «Portal base :». Por exemplo, logo na homepage tem os acessos rápidos para Contratos Públicos e Ajustes Diretos - é só clicar  e temos a informação básica.




E nem de propósito, por exemplo, a 4 de maio de 2016, lá temos aquisições de organismos da cultura. Só nos resta assinalar os bons processos que como este permitem mais transparência da coisa pública. Agora é só usar o que é de todos nós. E caso não encontre o que procura, pode sempre dirigir-se aos organismos visados bem como utilizar os contactos indicados no próprio Portal.


 

EXCERTOS | do blogue da Plateia



Ver aqui

quarta-feira, 4 de maio de 2016

A IMPORTÂNCIA DA ARTE E DA CULTURA



Veja aqui, no Arts Council



Para respondermos à questão colocada pelo Arts Council até podíamos começar com o que foi dito por Henrique Monteiro conforme post anterior:  «A cultura faz uma cidade, uma região, um país». Mas nada dispensa uma ida à homepage do Arts Council. De lá:


Because art and culture open our minds and stir our hearts 

Because art and culture inspire our children so they can flourish


para concluírem:

This is why the Arts Council supports, develops and invests in art and culture across England  




FRANÇA | PROFISSÕES DO ESPECTÁCULO | «Acordo histórico»

Saiba mais.



Da «Cultura 21» à «Culture, Cities and Identity in Europe».

Disponível aqui

Lembrámo-nos da publicação da imagem ao lermos a seguinte notícia:



«CAE study on Culture, Cities and Identity in Europe


Culture Action Europe is pleased to inform you that, jointly with the Agenda 21
 for Culture-UCLG, it has been awarded the contract for an EESC (European
 Economic and Social Committee) study on “Culture, Cities and Identity in Europe”.
The study will be presented at a high-level conference on 20 and 21 June 2016 
organized in partnership with the ‘Culture and Education’ Committee of the
 European Parliament, the Centre for Fine Arts (BOZAR) 
and the Council of Europe».Tirada daqui.
E do documento da imagem:
«AGENDA 21 DA CULTURA  - Um compromisso das cidades e dos 
governos locais para o desenvolvimento cultural  | Nós, cidades e governos
 locais do mundo, comprometidos com os direitos humanos, a diversidade cultural, 
a sustentabilidade, a democracia participativa e a criação de condições para a paz, 
reunidos em Barcelona nos dias 7 e 8 de Maio de 2004, no IV Fórum de Autoridades 
Locais de Porto Alegre para a Inclusão Social, no marco do Fórum Universal
 das Culturas – Barcelona 2004, aprovamos esta Agenda 21 da cultura 
como documento orientador das políticas públicas de cultura e como 
contribuição para o desenvolvimento cultural da humanidade.  Continue a ler.

Também lá, nas Recomendações:






DGARTES | «Viver habitualmente» ?




Dizem-nos que o «Viver habitualmente»  - «"viver habitualmente" quer dizer viver feliz com o pouco que se tem, não aspirar a mais do que a uma vida mediana, não ter ambição, etc.» Tirado daqui  - se aplica à DGARTES dos dias de hoje, e de onde há algumas notícias, a confirmar, sem pressas,  (vamos estar atentos ao Diário da República, depois damos notícias):

  •  Os concursos de dirigentes funcionam tão bem   ( na esfera da CRESAP a DGARTES  devia ser caso de estudo ...) que, uma vez mais,  a Subdiretora-Geral terá pedido  a demissão, mas a coisa entrou em tal rotina que os trabalhadores da Direção-geral praticamente não deram pelo acontecimento - quantos dias terá estado em funções? -    e muito menos o setor deu por  isso;
  • Entretanto o concurso para o famigerado lugar a que nos referimos no post DA ORGÂNICA DA DGARTES continua a fazer o seu caminho ... Com expectativa aguardam-se os resultados.
  • Quanto ao SIADAP,  lembram-se ?, aquela coisa que tem a ver com a Avaliação do Desempenho - dos dirigentes, dos serviços, dos trabalhadores -  há muito parece ser uma miragem lá na DGARTES.Consequências: nenhumas.
  • Não se sabe ao certo quantos os trabalhadores em efectivo serviço, consta que a média por cada dirigente é baixa, «poucochinha» ..., mas que importância tem!
  • Mais, também se podia perguntar, ainda que poucos, como é que as pessoas disponíveis estão ser aproveitadas. Mas não vale a pena. Parece que está tudo aconchegado, em paz. 
Bem sabemos que podíamos/devíamos estar aqui a abordar outras coisas, género:

- O real orçamento da DGARTES depois das cativações e afins
- Como é que estão a processar-se os pagamentos dos apoios
- Quando é que abrem concursos pontuais e anuais
-  Quando e como vai acontecer a mudança do sistema de apoios
-  A questão da Plataforma Electrónica e o que se pode esperar do novo SIMPLEX já que o assunto não lhe será estranho
- Porque é que é tão difícil contactar a DGARTES, nomeadamente pelo telefone
- ... e por aí fora.

Mas tudo isto é uma canseira ... Calma. Em particular,  alguém dirá, deixem os novos governantes do Ministério da Cultura - e não esqueçamos o bálsamo que representa a existência de Ministério, que mania esta de se reclamar de tudo  ... - inteirarem-se dos dossiês. Dêem-lhes um período «de graça» e vão ver como se vão operar milagres. Por outro lado,  mais dia menos dia, alguém vai ser chamado ao Parlamento, como habitualmente,  e a verdadeira questão, com isso mesmo, certamente adiada. E a  verdadeira questão talvez seja: para que serve  a DGARTES na presente circunstância? Aliás, dizem-nos, os mais desesperançados,   que morta já estará, que só falta passar a certidão  de óbito.

Bom, e não nos venham com essas coisas das Bienais - que aliás muito têm ocupado os dirigentes - porque para isso não se precisa de nenhuma Direção-Geral. De facto, pense-se no SIZA, só por si, é um MINISTÉRIO! E enche-nos de orgulho, em Veneza ou em outro sitio qualquer. E não precisa da DGARTES.




segunda-feira, 2 de maio de 2016

EGEAC e não só ...







Económico | 27 ABR 2016
Leia na integra



E a questão de fundo, que no Elitário Para Todos já é um clássico, tem a ver com  os critérios para se optar por uma solução institucional/orgânica qualquer que ela seja. E já que neste momento estamos a considerar a EGEAC, ainda se está à espera de se ser esclarecido sobre aquela trapalhada relacionada com os Diretores dos Teatros Municipais. Recorde aqui.