Dizem-nos que o «Viver habitualmente» - «"viver habitualmente" quer dizer viver feliz com o pouco
que se tem, não aspirar a mais do que a uma vida mediana, não ter ambição,
etc.» Tirado
daqui - se aplica à DGARTES dos dias de hoje, e de onde há algumas notícias, a confirmar,
sem pressas, (vamos estar atentos ao Diário da República, depois damos
notícias):
- Os
concursos de dirigentes funcionam tão bem ( na esfera da CRESAP a
DGARTES devia ser caso de estudo ...) que, uma vez mais, a
Subdiretora-Geral terá pedido a demissão, mas a coisa entrou em tal rotina que os trabalhadores da Direção-geral praticamente não deram pelo acontecimento - quantos dias terá estado em funções? - e muito menos o setor deu por isso;
- Entretanto o concurso para o famigerado lugar a que nos referimos no post DA ORGÂNICA DA DGARTES continua a fazer o seu caminho ... Com expectativa aguardam-se os resultados.
- Quanto ao SIADAP, lembram-se ?, aquela coisa que tem a ver com a Avaliação do Desempenho - dos dirigentes, dos serviços, dos trabalhadores - há muito parece ser uma miragem lá na DGARTES.Consequências: nenhumas.
- Não se sabe ao certo quantos os trabalhadores em efectivo serviço, consta que a média por cada dirigente é baixa, «poucochinha» ..., mas que importância tem!
- Mais, também se podia perguntar, ainda que poucos, como é que as pessoas disponíveis estão ser aproveitadas. Mas não vale a pena. Parece que está tudo aconchegado, em paz.
Bem sabemos que podíamos/devíamos estar aqui a abordar outras coisas, género:
- O real orçamento da DGARTES depois das cativações e afins
- Como é que estão a processar-se os pagamentos dos apoios
- Quando é que abrem concursos pontuais e anuais
- Quando e como vai acontecer a mudança do sistema de apoios
- A questão da Plataforma Electrónica e o que se pode esperar do novo SIMPLEX já que o assunto não lhe será estranho
- Porque é que é tão difícil contactar a DGARTES, nomeadamente pelo telefone
- ... e por aí fora.
Mas tudo isto é uma canseira ... Calma. Em particular, alguém dirá, deixem os novos governantes do Ministério da Cultura - e não esqueçamos o bálsamo que representa a existência de Ministério, que mania esta de se reclamar de tudo ... - inteirarem-se dos dossiês. Dêem-lhes um período «de graça» e vão ver como se vão operar milagres. Por outro lado, mais dia menos dia, alguém vai ser chamado ao Parlamento, como habitualmente, e a verdadeira questão, com isso mesmo, certamente adiada. E a verdadeira questão talvez seja: para que serve a DGARTES na presente circunstância? Aliás, dizem-nos, os mais desesperançados, que morta já estará, que só falta passar a certidão de óbito.
Bom, e não nos venham com essas coisas das Bienais - que aliás muito têm ocupado os dirigentes - porque para isso não se precisa de nenhuma Direção-Geral. De facto, pense-se no SIZA, só por si, é um MINISTÉRIO! E enche-nos de orgulho, em Veneza ou em outro sitio qualquer. E não precisa da DGARTES.