terça-feira, 28 de maio de 2024

A CAMINHO DAS ELEIÇÕES EUROPEIAS |«na batalha pela democracia, a cultura é uma dimensão decisiva» - João Oliveira, ontem na A Padaria do Povo

 

 

Veja aqui

 

De lá: «A questão política que se coloca é a de contrapor diversidade à homogeneização. (...) A de fazer desenvolver em cada indivíduo um criador, não um consumidor passivo e rotineiro de mercadorias culturais." Esta foi uma das ideias-chave que ontem foram ilustradas num dos muitos contributos sobre a concepção de cultura do PCP e da CDU que deram corpo à iniciativa que fechou o dia de campanha. A Padaria do Povo, em Lisboa, acolheu uma acção que, com o contributo de criadores e apoiantes da CDU foi simultaneamente um gesto, um produto e uma reflexão sobre cultura. Os filmes das realizadoras Catarina Romano e Catarina Alves Costa, a música de João Polido, a ilustração de Pedro Vieira, a voz de Tiago Santos e a montagem de João Faria, construíram as imagens e sons, não de um "momento cultural" mas da iniciativa em si mesma. (...). João Oliveira encerrou a sessão afirmando que "na batalha pela democracia, a cultura é uma dimensão decisiva. Num mundo em que os indivíduos são cada vez mais empurrados para olharem para o seu próprio umbigo e numa base utilitarista, esta concepção da CDU, da cultura enquanto factor de realização individual socialmente considerado, como um espaço de construção de identidade que partilhamos com outros e que inventamos na relação com outros, não apenas no espaço das nossas fronteias mas na relação com outros povos, não apenas do continente europeu mas com povos de todo o mundo, é uma concepção contracorrente que a CDU afirma."».
 
 E, em dado momento, GUERNICA, num dos trabalhos apresentados na sessão da CDU. E assim nos lembrámos de  trazer a obra para o Elitário Para Todos: 
 
 
PELA PAZ !
 
E lembremos o «manifesto»
 também lido no encontro de ontem.
 
 


CICLO DE DEBATES | PENSAR A DOIS TEMPOS |«Cidades e Criatividade» |29 MAIO 2024 |18:30 | REITORIA DA UNIVERSIDADE DE LISBOA

  

Este Ciclo de Debates na Reitoria pretende colocar duas palavras em diálogo ou em colisão. As lutas e as pontes, os atritos e as utopias, que se estabelecem entre duas palavras que remetem para dois âmbitos de pensamento. Os debates serão interdisciplinares, destinados ao público em geral, sobre temas contemporâneos. Em cada conversa, com curadoria de Gonçalo M. Tavares, estará presente um ou mais convidados. Será uma conversa tranquila, em família, muitas vezes partindo de uma breve apresentação do tema, por parte do convidado, seguido de um diálogo onde se pretende refletir e não definir nem concluir. Colocar a reflexão livre em movimento. As primeiras conversas deste ciclo têm por temas: Cidades e Criatividade, Ciência e Arte e Tradição e Contemporaneidade. O primeiro convidado será Luís Baptista (arquiteto). Saiba mais.
 
 

segunda-feira, 27 de maio de 2024

CARLOS MARTINS |«Vagar»





No jornal Público:
«O cante alentejano e o jazz dão as mãos no mais recente álbum de Carlos Martins, Vagar» - aqui.
 

domingo, 26 de maio de 2024

ROSA LUXEMBURGO |«A Revolução Russa»

 

 

«No ano em que escreveu a Revolução Russa, Rosa Luxemburgo cumpria uma das várias penas de prisão a que foi condenada pela sua atividade política. Socialista e resistente à ocupação czarista da sua Polónia natal desde jovem, entusiasmara-se profundamente com a Revolução de Outubro no ano anterior, em 1917.
Esta natural solidariedade, porém, não a impediu de antecipar preocupação com algumas medidas avançadas pelos Bolcheviques, tais como a centralização do poder na figura de Lenine, a criação de um sistema de partido único e a supressão de liberdades civis.
O compromisso de Luxemburgo com o socialismo, a democracia e a revolução, bem como o seu ativismo antibélico, traduziu-se numa vida de perseguição política e controvérsia que, não obstante, marcou e influenciou indelevelmente o pensamento político europeu até hoje». Saiba mais.


NOTÍCIAS QUE NOS FAZEM BEM!|«Universidade de Aveiro atribui doutoramento Honoris Causa a Sérgio Godinho»

 


sábado, 25 de maio de 2024

ÓSCAR LOPES|«A Crítica do Livro - Literatura Portuguesa do Século XX»

 

 

SINOPSE

O realismo problemático de «A crítica do livro» e do seu autor protagonizaram um dos períodos marcantes da crítica portuguesa do século XX em geral, e do neo-realismo em particular. Na verdade, o pensamento e ensaísmo de Óscar Lopes não se deixam enclausurar na simples e maniqueísta visão ortodoxa nem, tão pouco, no merodesenvolvimento e aprofundamento de um critério ideológico comprometido com uma estética marxista. Porque, como anota desassombradamente Eduardo Lourenço, o «caso crítico, para só falar nesse aspecto, de Óscar Lopes, é mais complexo, o seudiscurso de historiador literário, de ensaísta, de culturólogo mesmo, não se deixa inscrever, senão com reticências infinitas, num esquema simplificador de teor marxista». Saiba mais.