O artigo da imagem chamou a nossa atenção.
E como podia ser diferente?
Começa assim:
«Em causa está a necessidade de reforçar o investimento público no Movimento Associativo Popular (MAP). Composto por 33 mil colectividades, clubes e associações, onde trabalham 450 mil dirigentes voluntários e milhões de associados, o MAP é descrito pela Confederação Portuguesa de Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto (CPCCRD) como tendo um «papel determinante no acesso popular à cultura, recreio e desporto». Porém, denuncia a petição, «continua sem ter investimento regular a partir do Orçamento do Estado, «à altura do serviço público que presta».
Acresce o facto de o sector enfrentar uma situação económica crítica, agravada pela covid-19, pelos despejos e pelo aumento das rendas, e, sobretudo este ano, pela destruição resultante de intempéries e pela escalada da guerra contra o Irão, que provocou a subida galopante dos preços e comprometeu «milhares de actividades promovidas pelo MAP em todo o território nacional, assim como a própria continuidade de muitas colectividades».
São motivos de sobra para as exigências urgentes colocadas ao Governo de Montenegro, encabeçadas por uma linha de apoio plurianual ao funcionamento regular das colectividades, clubes e associações. Ao mesmo tempo, as colectividades reclamam a redução do IVA do gás e da electricidade para 6%, bem como a devolução do IVA pago na compra de materiais e equipamentos para actividades culturais e desportivas. A actualização da isenção de IRC para 35 mil euros e outra linha de apoio, esta dedicada à regularização dos edifícios do Movimento Associativo e Popular, são também reivindicações apresentadas ao primeiro-ministro. (...)».
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Face ao exposto, necessariamente
o Governo tem de intervir.
Há que dar resposta à URGÊNCIA
lá o link para assinar
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Também reparámos na imagem do artigo do AbrilAbril que nos leva imediatamente a este raciocínio: as realidades aqui em causa terão pontos COMUNS, mas depois há as ESPECIFICIDADES. A nosso ver há muito que refletir, e fazer HISTÓRIA sob várias óticas. Por várias vezes nos temos debruçado sobre a matéria referenciados à CULTURA E ÀS ARTES. E há uma dimensão que nos convoca com insistência: AMADOR e PROFISSIONAL. Neste momento apenas sublinhar, por exemplo, a intervenção da DGAC (lá longe organismo anterior à atual DGARTES) e as transformações havidas cumulativamente decorrentes dos novos ordenamentos do Território e das Orgânicas dos Serviços do Ministério da Cultura/Secretaria de Estado da Cultura que se foram sucedendo. Ilustrando: procure-se o que se fazia no Departamento de Teatro e em particular quando NORBERTO ÁVILA esteve lá. Na ocasião identidade clara para: PROFISSIONAL, AMADOR, UNIVERSITÁRIO, ESCOLAR. Nesta abordagem, na COIMBRA CAPITAL DE TEATRO o Projeto «Amador, a Coisa Amada» quis, nomeadamente, realçar a sua importância na tal «formação de Públicos». E há que lembrar o papel do Profissional com o Teatro Amador em sede de Centros Culturais - para isso é ir ao magnifico Testemunho de Luís Varela neste livro recentemente publicado, onde o trabalho com o Teatro Amador... Ainda, - mas tudo isto é inicio de conversa, bem sabemos, continuação para muitos - a questão da «figura jurídica», e lembrar que ser associação, por exemplo, não significa que não possa ser profissional ...
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Senhora Ministra da Cultura em part Time o que nos diz a tudo isto? Por favor, não dispare em todas as direções e/ou não faça mais um regulamento. E principalmente, não «sacuda a água do seu capote»... Mas é verdade, talvez chegue a esta conclusão em «duas penadas»: parece que ninguém sabe realmente quais as competências do Central ao Autárquico ...
Antigamente, talvez tenha curiosidade em visitar este Diploma Orgânico (já gora aproveitemos para pedir à Senhora Ministra para providenciar no sentido de termos uma melhor digitalização).
Em particular:
Ah, Senhora Governante, mande organizar memória sobre o que aquele maravilhoso Departamento de Música fez no âmbito das BANDAS. Qual o quê!, em tudo. Estamos certos que teremos muito com que nos orgulhar e aprender. Aquilo, era COMPETÊNCIA EM AÇÃO ... Um privilégio para quem fez parte.
Muito mudou, felizmente, depois do 25 DE ABRIL
mas REGRESSAR ÀS ORIGENS e estudar o PERCURSO recomenda-se. Para mais QUALIDADE NOS DIAS QUE CORREM.Lembrar que há o ETERNO! E A SABEDORIA adquirida nas ORGANIZAÇÕES QUE APRENDEM - vem nos livros. Como todos presenciamos isso será parte de FALHANÇOS DO ATUAL GOVERNO ... Sim é TRANSPARENTE (assim grita, por exemplo, o Ministro da Educação), contudo a trapalhada (para não dizermos incompetência) decorre aos olhos de todos nós. E porquê? porque falta a dimensão COLABORATIVA e PARTICIPATIVA ...
Tudo parte de uma ADMINISTRAÇÃO ABERTA - se quiser densificar procure INTERVENÇÕES DE BARACK OBAMA, naquele registo só dele! Sim, mas há literatura, e as «práticas de referência» ...Talvez (de certeza) no nosso País faltem CURSOS SOBRE GESTÃO PÚBLICA
onde se ensine e aprenda, e sobre ORGANIZAÇÕES SEM FINS LUCRATIVOS em geral. E cá estamos com as que estiveram na origem deste Post!
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