e veja-se o que o Ministério da Cultura
de França tem programado
«2026, Année Malraux : (re)découvrir tous les visages d'un visionnaire
A l'occasion du Cinquantenaire de la disparition de l'auteur de « L'Espoir », « 2026, Année Malraux » a été lancée vendredi 14 novembre 2025 au ministère de la Culture. A travers plus de 130 événements, l'enjeu est de célébrer, selon la ministre de la Culture, « tous les visages d'une personnalité visionnaire ». Veja aqui.
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E, quiçá, levados pelo post anterior, não há como não recordar «As Vozes do Silêncio». Por cá a edição é a das imagens seguintes, e lembram-se as conversas sem fim que provocaram com o saudoso MÁRIO BARRADAS ... desaguando quase sempre no SERVIÇO PÚBLICO DE CULTURA. Chegando a dizer-se que há um antes e um depois dessas conversas. Gente de «depois de Abril»!, aproveitem 2026 para, se desconhecerem o Personagem, penetrarem no pensamento e na ação de ANDRÉ MARLRAUX . Se há VISIONÁRIOS está nesse panteão. Decididamente, não dispensamos Malraux.
Daqui: «André Malraux nasceu em Paris a 3 de novembro de 1901. Figura
central da cultura francesa do século XX, participou ativamente nas lutas
revolucionárias do seu tempo e sobre elas produziu algumas das mais marcantes
obras da literatura mundial, entre elas A
Condição Humana (1933), centrado na revolução comunista
chinesa, e A Esperança (1937), onde reflete a sua participação na Guerra Civil
de Espanha. Membro da Resistência francesa durante a Segunda Guerra Mundial,
dedicou-se à vida política no pós-guerra, tendo desempenhado o cargo de
ministro da Cultura nos governos de Charles de Gaulle, entre 1959 e 1969.
Morreu em Créteil a 23 de novembro de 1976».
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Sabendo-se que o«francês»
já não será a língua que «todos sabíam»
aqui vai uma sugestão de leitura.
Desde logo, gostamos da capa.
«Iconoclastic study of the meanings of art in which the author designs a new set of categories for the artistic process and views artists and their work from unique point of view».


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