quinta-feira, 3 de março de 2022

NÚMERO ESPECIAL DA REVISTA «ROTURA» | sobre estudos relacionados com as primeiras três décadas do cinema em Portugal | CHAMADA DE TRABALHOS EM CURSO

 


«CINEMAS SILENCIOSOS EM PORTUGAL

Apesar do meritório trabalho pioneiro de Manuel Felix Ribeiro, António Horta e Costa ou Fernando Duarte, e dos trabalhos mais recentes publicados por António Ferreira, José de Matos-Cruz ou Tiago Baptista, o período do cinema silencioso (1895-1930) é um dos menos estudados na história do cinema em Portugal. O distanciamento cronológico, a dificuldade crónica no acesso às fontes, ou mesmo o seu desaparecimento, tem sido os principais obstáculos a uma prática historiográfica mais regular e abrangente sobre o período, geralmente muito centrada na narrativa expositiva sobre a estilística dos filmes e dos seus autores (nomeadamente os realizadores), o que desvaloriza ou ignora aspectos contextuais como a economia ou o quadro sócio-cultural.

O objetivo deste número especial é oferecer uma actualização sobre os estudos relacionados com essas primeiras três décadas do cinema em Portugal e, simultaneamente, lançar novas pistas para o estudo de assuntos e objetos menos valorizados ou até mesmo ignorados na prática historiográfica em torno do cinema em Portugal, nomeadamente:

  • Espaços de exibição cinematográfica no tempo do cinema silencioso;
  • Experiências singulares de sonorização na exibição (por exemplo, as fitas faladas, acompanhamento musical);
  • Modelos de produção no cinema silencioso;
  • O cinema silencioso na imprensa portuguesa (por exemplo, o surgimento de revistas especializadas e a divulgação comercial na imprensa não especializada);
  • A recepção crítica na transição do silencioso para o sonoro;
  • As mulheres no cinema silencioso português;
  • Contributos estrangeiros para o cinema silencioso português (por exemplo, realizadores como Maurice Mariaud);
  • A distribuição do cinema silencioso em Portugal;
  • Restauro e digitalização do cinema silencioso em Portugal.

Aceitam-se artigos redigidos em Português, Inglês, Espanhol e Francês. (...)».

 

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Chamada de trabalhos aberta 

de 17 de janeiro a 30 de abril de 2022.

 

 Saiba mais

 

RECORTES|da entrevista de João Fernandes à revista Visão

 


Revista Visão | 3 MAR 2022

quarta-feira, 2 de março de 2022

«Évora: Sessão aborda Estatuto dos Profissionais da Área da Cultura»

 

 

«Évora vai acolher, na sexta-feira, uma sessão de esclarecimento sobre o Estatuto dos Profissionais da Área da Cultura, que entrou em vigor a 01 de janeiro deste ano, divulgou a Direção Regional de Cultura do Alentejo (DRCAlen). Segundo a direção regional, promotora da iniciativa, em conjunto com a Câmara de Évora, a sessão vai ter lugar no Palácio de D. Manuel, a partir das 14:30, e requer inscrição prévia (até quinta-feira)». Leia aqui.

 

 

«Gala solidária para ajudar os profissionais da cultura»

 

 
 
«(...) Com a curadoria de Miguel Esteves, a Gala Solidária junta vários nomes nobres da Dança em Portugal, numa noite de amor e talento, onde todos os lucros revertem a favor da UA – União Audiovisual, uma associação de cariz social e cultural, de apoio aos profissionais técnicos e artistas da cultura, espetáculos e eventos. (...). Saiba mais.
 
 

terça-feira, 1 de março de 2022

EM MARCHA|« Expérience augmentée du spectacle vivant »

 


TRIENAL DE ARQUITETURA DE LISBOA|CAMPO COMUM| próximas conferências

 

 

«O primeiro encontro do 3º e último ano do ciclo Campo Comum olha para a produção do espaço colectivo, compreendido como um activo fundamental nos nossos ambientes construídos. Nesta sessão, vemos o espaço colectivo como a relação produtiva entre a infra-estrutura pública e cidadãos e comunidades envolvidos. Por um lado, um plano aberto — arquitectura do solo — construído para durar, por outro, acções específicas e diferentes rituais que dão forma ao nosso quotidiano. Os nossos convidados são Pierre Alain Trévelo, co-fundador do atelier parisiense TVK, e Markus Bader, co-fundador do atelier berlinense Raumlaborberlin. Ambos vêm a Lisboa apresentar a sua abordagem específica sobre o espaço público, os vazios urbanos, o colectivo e, obviamente, o tempo: de praças urbanas resistentes a espaços para aprender a flutuar. (...)». continue a ler.