sexta-feira, 18 de junho de 2021

E ONDE ESTÁ A «GESTÃO PÚBLICA» NA NOSSA ADMINISTRAÇÃO? | é a pergunta que se impõe face às manchetes na comunicação social, ao que vai sendo publicado no Diário da República, e às respostas «legalistas» que são dadas pelo Governo como a declaração da Ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública de hoje na esfera dos dirigentes que centrou no «em regime de substituição» certamente pressionada pelas noticias | E JÁ QUE É A LEI QUE ESTÁ A COMANDAR O MOMENTO QUEM NÃO A CUMPRIU NOMEADAMENTE EM RELAÇÃO AO «REGIME DE SUBSTITUIÇÃO» VAI SER AMNISTIADO?

Recorte da Primeira Página do semanário Expresso de 18 Junho 2021

Recorte do trabalho do Expresso (o destaque é nosso)


 
 

E se quiser visite  a Portaria n.º 186/2018  

 

 

 O que  hoje podemos ver, ouvir, e ler,  ilustrado pelas imagens acima, permite dizer que temos mais um episódio que confirma um padrão:governar ao ritmo de casos denunciados pela comunicação social. Na circunstânca «O REGIME DE SUBSTITUIÇÃO» no que à escolha dos Dirigentes das Administrações Públicas diz respeito. Atentos ao que se passa à volta, aqui, no Elitário Para Todos, esta questão tem sido permanente, em particular motivado pelo que acontece  na Cultura. E temos sublinhado o problema do «em regime de substituição», mas que está longe de ser problema único. Lembremos posts recentes  onde se contribui para o mostrar:

Curiosamente, e valorizamos a coincidência, no Diário da República de hoje está publicado o Despacho 5982/2021 a que se refere  imagem inicial, onde se pode ler «Gestão Pública» e «modelos de gestão», e passamos a explicar. Na nossa leitura, há um pano de fundo que alimenta muito do que se passa: estranhamente (talvez não) com o Governo PS não se contrariou a «ADMINISTRÇÃO FEITA POR DECRETO». Perante qualquer problema, de maneira avulsa (o que leva a que não se dê tanto pela coisa), venha de lá mais um diploma, ou encontre-se a razão do problema na legislação (olhe-se o que se está a passar com os dados sobre os manifestantes comunicados às embaixadas - recorre-se a um Diploma de 1974 que nem tem nada a ver com o assunto). Encurtando, Senhora Ministra, Senhor Primeiro Ministro, digam-nos qual é o MODELO DE GESTÃO PÚBLICA deste Governo para a ADMINISTRAÇÃO. Face ao que se olha e vê, para este Governo não existe a disciplina «GESTÃO», que de acordo com o conhecimento disponível tem desdobramentos especificos, mas troncos comuns, que nos conduz à GESTÃO PÚBLICA - não é apenas uma palavra, é conceito. Seguido de técnicas. Mas qualquer estudioso da matéria não terá dificuldade em concluir que a GESTÃO na coisa Pública anda perdida ... Se assim não é, mostrem-no. Não, não, o que legislaram para o INA apenas o confirma... O que se passa com a «formação obrigatória» dos dirigentes, e não consumada, por exemplo, não diz coisa contrária ... Bom, faça-se um «estado geral» sobre a Gestão nas Administrações Públicas, ou então concluam que ela aí não tem lugar, como lá muito atrás se defendia: porque tudo está regido por «leis».   
E indo ao pormenor a que nos leva «a espuma do dia»: o que vai acontecer a quem não cumpriu os «90 dias» para iniciar o concurso? Isto é, o que vai acontecer a quem não cumpriu «a lei»? Vão ser amnistiados? Quiçá «premiados» num próximo concurso?
 



quinta-feira, 17 de junho de 2021

«PRÉMIO DESENHO 2021»

 


 

 

DOS OUTROS | FRANÇA | «Artistes plasticiens : de l'école au marché»

 

Saiba mais

 E numa tradução em inglês:«Social and professional characteristics of visual artists (painters, sculptors...), initial training, diploma, integration on the labour market and career retention: a large survey of 6,000 plastic artists affiliated and subject to the Maison des artistes».

 

 

quarta-feira, 16 de junho de 2021

UMA MOSTRA DEDICADA A LUCA RONCONI NO TEATRO VALLE | e um pretexto para se lembrar esta figura imensa para quem o teatro era «qualquer coisa de vital, de primário»

 

 

Saiba mais | A propósito esta entrevista 

 Visite o site de Ronconi

Aquando da sua morte, em 2015, veja por exemplo no Observador, e  num artigo no Público de Lucinda Candeias:  «O encenador italiano, um dos “mestres” do século XX, morreu no sábado, em Milão. Desaparece um “visionário” que transformou a maneira de ver e ouvir o teatro e a ópera. Alguém para quem o teatro era "qualquer coisa de vital, de primário"».

Um pequeno apontamento, em 1998 Ronconi esteve em Lisboa no TNDM II, como está registado na imagem. E há aqui no Elitário Para Todos quem recorde a simpática carta que dirigiu à Direção do Teatro a destacar o acolhimento profissional e de qualidade. E depois?, dirão ..., mas há quem não o faça, dizemos.

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E olhando para o site «lucaronconi», aqui temos como bom exemplo o que desejamos para se preservar memória  dos «nossos». Quanto mais se demorar, mais difícil será ...

 

 

 

ACERVO «Vinicius de Moraes»

 

Veja aqui

 

 

segunda-feira, 14 de junho de 2021

CHICO BUARQUE | «Budapeste»

 


SINOPSE

«José Costa é um ghost-writerde talento fora do comum. Ao serviço da Agência Cultural Cunha & Costa, escreve a pedido e sempre anónimo: cartas, artigos, discursos ou livros para terceiros. Ao terminar uma biografia romanceada encomendada por um bizarro executivo alemão, vê-se perante um dilema criativo, seduzido pelo desafio de escrever por fim "alta literatura".
No regresso de um congresso de escritores anónimos, Costa vê-se obrigado a fazer escala em Budapeste, cidade que imagina cinzenta e encontra amarela, e que o enfeitiça com o seu idioma. Essa paragem imprevista vai colocá-lo num impasse existencial, emparedado entre duas vidas, dividido entre duas cidades, duas línguas, dois livros, duas mulheres.
Combinando profundidade e sentido de humor, o terceiro romance de Chico Buarque ganhou o Prémio Jabuti em 2003 e o IV Prémio Passo Fundo Zaffarie Bourbon de Literatura, em 2005». Saiba mais.

 

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Foi isso, porque nos últimos dias tanto ouvimos falar de Budapeste lembramo-nos do «Budapeste» de Chico Buarque ...