Por mais estranho que pareça terá sido o trabalho abaixo lido no jornal Público que nos terá levado a reparar no «CIRCO» que nos é revelado no site do Ministério de Cultura de França, na ida que lá se acabou de fazer, indiciado pelas imagens acima. Não é que o artigo do Público não seja útil para quem quer seguir a vida cultural do País, mas no nosso caso remete-nos para abordagem das Políticas Públicas de Cultura em geral. Para a sua estrutura: da formulação à avaliação. Não temos modelo. Será natural que se queira saber do que se passa com cada uma das áreas artísticas. Na circunstância, com o CIRCO. Ora, para isso seria elementar que a DGARTES tivesse organização para o efeito, e como tantas vezes temos alertado o que existe é aquilo que lá atrás o PS prometeu em campanha eleitoral que ia refundar. Não aconteceu. A talho de foice, com «abril», existiu espaço para o CIRCO:
E como não recordar a propósito isto de Eduardo Prado Coelho!
Neste post anterior:ATMOSFERAS
DE ABRIL | REVISITAR O «VERÃO QUENTE» | a antecessora da agora DGARTES
em 1975 por palavras de Eduardo Prado Coelho | PODEMOS TESTEMUNHAR:
RIGOR EM FESTA! | E OS LEÕES NÃO CHEGARAM
*
* *
o artigo do Público
Começa assim: «Com o seu currículo académico, a sua experiência como directora do Museu Nacional de Arte Antiga e dos Jerónimos, a preparação e o dinamismo que lhe são reconhecidos, Dalila Rodrigues podia bem ter constituído uma das poucas excepções à regra da inaptidão geral dos ministros da Cultura de governos PSD. Mas criticou mais do que fez, confirmou a reputação de ter um feitio quezilento, e por vezes pareceu apostada em desbaratar o já escasso peso político de que dispunha no Governo de Luís Montenegro, que dificilmente lhe dará uma segunda oportunidade caso vença as eleições. (...)».
Sem comentários:
Enviar um comentário