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sexta-feira, 23 de janeiro de 2026
«O BARRACÃO RENDEIRO, A COLECÇÃO CACE da D. SANDRA E UMA MINISTRA DESORIENTADA» | boa sintese encontrada no blogue de Alexandre Pomar | PARA QUEM QUER PERCEBER O QUE SE PASSA É POST QUE NÃO PODE SER DISPENSADO | E PARECE QUE A PROCISSÃO AINDA VAI NO ADRO ...
ACONTECEU | No dia 22 de janeiro, a Acesso Cultura apresentou o ” Guia para gerir incidentes e promover segurança na Cultura”, uma iniciativa que reúne cinco associações do sector cultural (Acesso Cultura, BAD – Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas, Profissionais da Informação e Documentação, ICOM Portugal, Performart, REDE – Associação para a Dança Contemporânea»
Setor da Cultura cria guia para agir face ameaças à liberdade de criação
Começa assim: «Profissionais de museus, bibliotecas e outros equipamentos culturais vão ter um guia para prevenir e ajudar a gerir incidentes que ameaçam a liberdade de criação e fruição cultural, como tem acontecido em anos recentes.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2026
AMANHÃ | NA PROCURARTE | «vernissage da exposição Believe de David Infante, quinta-feira 22 de janeiro, às 18h»
MAS QUE «DESNORTE» ! O QUE É ISTO? UM DESPACHO «DETERMINA» GESTÃO ! QUE MAIS NOS IRÁ ACONTECER ? | por pudor quase que apetece nem dizer mais uma palavra a respeito ... | E AGUARDAR QUE OUTROS O FAÇAM | MAS DADO O HISTORIAL DA NOSSA VIDA COMUM EM TORNO DAS ADMINISTRAÇÕES QUEM O FARÁ?
Estamos a levar tudo isto de «maneira leve» mas «apetece chorar». Que estão a fazer dos esforços havidos com o Portugal de Abril, para a transformação das ADMINISTRAÇÕES PÚBLICAS ?, na senda de uma ADMINISTRAÇÃO GESTIONÁRIA. Ó deuses!, Governo, Senhores Governantes aqui em causa, com o devido respeito perdoem-nos a expressão: «com os diabos!», chamem gente que há no PSD e que sabem sobre o assunto - SENIORES, porque os jovens estarão na «mesma onda» dos «jovens governantes» (atendendo aos conceitos atuais de jovem) que trouxemos para este post ...
segunda-feira, 19 de janeiro de 2026
«FAZER COM QUE NÃO PASSE»
domingo, 18 de janeiro de 2026
JOSÉ TOLENTINO MENDONÇA |«Para os Caminhantes Tudo é Caminho» | PARA O INTERVALO ENTRE «AS VOLTAS» DAS PRESIDENCIAIS DE UMA PESSOA COM QUEM SE APRENDE A NECESSIDADE DA CULTURA E DA ARTE
sexta-feira, 16 de janeiro de 2026
ELEIÇÕES | JÁ QUE TEMOS DIA DE REFLEXÃO ... | tomando o decretado como lembrete talvez insistir no significado politico da «primeira volta» ousando lembrar-se que o «voto» pode mostrar que estamos atentos ao papel da cultura e das artes nas nossas vidas | QUIÇÁ A «AMINA» DA COMPANHIA DE DANÇA DO SEIXAL E O «CERROMAIOR» DE MANUEL DA FONSECA POSSAM INSPIRAR PARA A DECISÃO NO DIA 18 | VOTEMOS!
À sua Santiago, Manuel da Fonseca apenas retirou a proximidade do mar. Assim, Cerromaior retrata-nos uma cidade cercada pelo campo e a realidade alentejana dos anos trinta e quarenta. São focadas todas as classes sociais: a família de latifundiários que cidade; o proletariado rural, objecto da exploração económica; a GNR, aliada dos poderosos.
Este romance foi adaptado ao cinema por Luís Filipe Rocha em 1980». Saiba mais.
A par do olhar para o território sugerido pelo livro, à literatura o grupo foi ainda buscar o movimento circular da narrativa, a ideia do canto e da música, e a recolha de frases de Manuel da Fonseca que Xullaji usou para compor uma canção que interpretam em palco. Diz o músico: “Fui recolhendo algumas frases deste livro, que é lindo, e que nos foram servindo para perceber o que é este Alentejo de agora — porque na Margem Sul também vemos Alentejo, de onde muitas pessoas vieram. Esse Alentejo que, para mim, hoje pode vir de Campo Maior, do Bangladesh, da Praia, de Dakar, do Mindelo, de Bissau. São estas pessoas que chegam para trabalhar, para servir, e que são encurraladas neste sítio, as pessoas que têm de fazer o movimento pendular todos os dias e depois, assim que se metem no barco para cá, são olhadas com desdém profundo. Isso tem um paralelo muito grande com o livro.”
Xullaji recupera uma frase de um dos primos Runa, administradores das terras em Cerromaior, quando este diz que “só existem dois tipos de pessoas: os que mandam e os que obedecem”. Ao aplicarem essa máxima à Margem Sul de hoje, diz o músico que pensaram este espaço como “a cidade dos que obedecem”, enquanto do outro lado do Tejo se ergue “a cidade dos que mandam, com várias escalas de poder”. Se os paralelos estabelecidos entre o universo romanesco de Manuel da Fonseca e a realidade que rodeia este colectivo de artistas hoje lhes são evidentes, Cláudia Dias não deixa de notar que, embora reconhecendo “enormes diferenças” entre o presente e o país de 1943, quando o livro foi escrito, a proximidade não deixa de existir, uma vez que “a desigualdade persiste, tem uma nova roupagem, mas continua cá”. “Tivemos uma janela bonita com o 25 de Abril, mas essa janela está de novo a fechar-se e a desigualdade está a atingir outra vez níveis muito gritantes.”
A criadora faz ainda questão de notar que este não é um espectáculo feito por “artistas dentro de uma bolha a olhar de cima para a Margem Sul”, como se fossem “cientistas a pôr celulazinhas no microscópio” para estudarem fenómenos que os ultrapassam. “Nós também somos as pessoas que vivem essas dificuldades, a questão do capitalismo, do racismo, da violência, do preconceito. (...)».
quinta-feira, 15 de janeiro de 2026
TALVEZ LHE INTERESSE | ANTÓNIO FILIPE O CANDIDATO PRESIDENCIAL CONHECEDOR E SERENO FAZ AMANHÃ (SEXTA-FEIRA) UM DESFILE QUE COMEÇA NO CHIADO ÀS 17: 30 | com gosto divulgamos o que recebemos em particular pelo respeito que nos merece a maneira como na campanha deu centralidade à «cultura»
«Cumpra-se a Constituição – eleja-se António Filipe!».
quarta-feira, 14 de janeiro de 2026
ESTEVE NA COLUNA AO LADO | o livro «LISBOA, HORIZONTES DE TRANSFORMAÇÃO - UMA CIDADE PARA TODOS» |referencial para olhar o que vai acontecendo na Capital _ por exemplo sobre «Hotéis» de que estamos a receber alertas a propósito do Hotel Benfica
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