sábado, 14 de março de 2026

PORQUE ACONTECE O QUE ESTÁ A ACONTECER NO UNIVERSO CÂMARA DE LISBOA DA CULTURA E DA ARTE ?

 


Saiba mais na Prova dos Factos

  

Disponível aqui 

Excerto significativo com que começa: «Recentemente, num seminário, uma colega perguntou-me se não deveríamos ter ignorado a intervenção de Margarida Bentes Penedo na Assembleia Municipal de Lisboa. Se, ao partilharmos e comentarmos, não a teremos ajudado a promover as suas posições. Para quem não acompanhou este episódio, a deputada municipal do Chega em Lisboa defendeu, em Janeiro, uma monocultura de direita (a designação é minha). Criticou a programação do Teatro do Bairro Alto (porque os temas não são do seu interesse ou porque não consegue pronunciar os nomes dos artistas) e afirmou, erradamente, que as plateias dos teatros estão vazias, resultado de uma cultura que a deputada municipal considera panfletária e de muito baixa qualidade. Recomendou, com convicção, que os teatros municipais programem o fadista (“de direita”) João Braga.
Entretanto, na semana passada, surgiu a gravação de uma outra assembleia municipal, de Setúbal, onde os deputados do Chega se pronunciaram “não contra o teatro e a cultura, mas contra a utilização de fundos públicos para financiar produções e eventos que promovem agendas ideológicas divisas [sic], que colidem directamente com os valores do partido Chega”. Votaram contra o apoio financeiro a estruturas de teatro da cidade. (...)».


 
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e diz mais:
 

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Dado o que tem vindo a ser praticado - longe do institucionalizado e da ciência e técnica no âmbito da Gestão, na circunstância GESTÃO PÚBLICA AUTÁRQUICA -  as substituições aqui em causa exigem explicações. Como diz o Povo o acontecido «cheira a esturro». O mosaico acima de notícias e opiniões será suficiente para se concluir que as decisões tomadas estão em linha com motivações mais amplas nomeadamente das cedências do PSD ao Chega. Neste«folhetim»há coisas que ressaltam, espantam!: o Senhor Presidente da Câmara ter exonerado a vogal dos Serviços Sociais da Autarquia ainda o programa PROVA DOS FACTOS estava a decorrer, e depois vimos na televisão como o Senhor Presidente Moedas se orgulhava desse seu ato. Ó Senhor Autarca, com o devido respeito, como se atreve? Diga-nos, isso sim, qual o processo de seleção e recrutamento que segue que não lhe permite evitar erros destes! Depois, até se pode dizer, «cada cavadela, sua minhoca», aquela nomeação dos substitutos dos «exonerados» é risível ...  
    
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Museus e Núcleos:
Teatros e Cinema:
Monumentos e Galerias:

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Bom, não será difícil concluir, por profissionais e pelas populações, que o que aqui está em causa, a razão de todas estas , não será exagerado dizer, arbitrariedades, é fixar-se como estão estruturadas a CULTURA E AS ARTES na AUTARQUIA DE LISBOA. E PLANEAR O AMBICIONADO. O País e em especial os Munícipes de Lisboa tem de saber coisas como estas: porquê uma EMPRESA MUNICIPAL para estas matérias; o que distingue o que desenvolve do que é assegurado pelos designados serviços centrais da Câmara; qual o PERFIL para os dirigentes das Organizações acima sob «tutela da EGEAC»; se há ou não concursos, dignos desse nome;  quantos anos podem os chefes e dirigentes estar nessa função; necessariamente o sistema de remunerações; obviamente «o tipo» de contratação - será que continua a haver «diretores de Teatros» a «recibo verde»?; explicitar o que significa «tutela» ...
 Por exemplo, os números seguintes precisam de ser «legendados»:
 

Fiquemos por aqui. Ah, é de não perder a ocasião para  olhando o esquema acima, «denunciar» a localização dos «equipamentos culturais autárquicos» na cidade de Lisboa - é isso, há  filhos e enteados, e isso tem de mudar ... 

 

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