terça-feira, 25 de outubro de 2016

«PERFORMART»

Veja aqui


«A missão da PERFORMART passa, entre outros objetivos, pela promoção de esforços e iniciativas que permitam o reconhecimento e o desenvolvimento saudável e sustentável do setor das artes do espetáculo e dos seus profissionais, aos mais diversos níveis; pela estruturação de redes de trabalho entre os seus associados; pela representação dos interesses dos seus membros perante as instituições nacionais e internacionais; e pela promoção da tomada de posição conjunta acerca de assuntos relevantes para o setor e seus profissionais.
 A associação pretende criar espaços de análise e reflexão, organizando e promovendo grupos de trabalho, seminários, estudos de caráter científico, além de incentivar a circulação de espetáculos dos seus associados e o estabelecimento de parcerias entre os diferentes membros e outras associações. Além do TNSJ, são membros fundadores da PERFORMART: Instituto Politécnico do Porto; Fundação Centro Cultural de Belém; Fundação Casa da Música; Fundação Serralves; OPART; TNDM II; EGEAC; Teatro Viriato; Centro Cultural Vila Flor (A Oficina – Centro de Artes e Mesteres Tradicionais de Guimarães, CIPRL); Academia Contemporânea do Espetáculo - Teatro do Bolhão; Teatro Experimental do Porto; Teatro Municipal de Almada e O Espaço do Tempo.
 De seguida, a PERFORMART pretende alargar o seu leque de Associados a todas as pessoas coletivas, públicas ou privadas, que desenvolvam, permanente ou pontualmente, uma atividade artística e/ou de programação e/ou de produção cultural no setor das artes performativas, sendo divulgada informação nesses sentido pelos seus Associados muito brevemente».
Aguardemos mais informação para se perceber a identidade desta nova organização. Assim, de repente, não é fácil!  Mas, entretanto, necessariamente: bom trabalho!



segunda-feira, 24 de outubro de 2016

CONFERÊNCIA |Sobre a proteção de bens culturais em tempo de alterações climáticas| 3-4 NOVEMBRO 2016 | GULBENKIAN | LISBOA



Saiba mais



«Sob a égide da Nações Unidas, no final de 2015, representantes de 195 países discutiram, na Conferência do Clima em Paris (COP 21), o impacto das alterações climáticas sobre as sociedades, as pessoas e os seus bens. Chuvas torrenciais, tempestades inesperadas e violentas, derrocadas, ondas de calor e picos de poluição atingem, atualmente, uma frequência preocupante. 
Por outro lado, nos últimos anos, assistimos ao recrudescimento de incidentes (sismos, guerras, atentados, inundações, incêndios) que provocaram danos irrecuperáveis e a destruição de bens culturais, testemunhos fundamentais de história, de memória e de identidade. (...)». Continue a ler.



A CAMINHO DO ORÇAMENTO DO ESTADO 2O17 | CULTURA | sem «reversões» de políticas anteriores diz o Bloco de Esquerda | E ...

Daqui


E ... falta dizer, após o diagnóstico,  o que vão propor para inverter a situação, ou será que não!


sexta-feira, 21 de outubro de 2016

UNESCO | HABITAT III | «o poder da cultura como ativo estratégico para criar urbanidades mais inclusivas, criativas e sustentáveis»



A partir da  ONU Brasil sobre o Relatório da imagem de que registamos  as recomendações abaixo:
«Com diplomatas e especialistas em desenvolvimento urbano reunindo-se nesta semana em Quito, no Equador, para a principal conferência das Nações Unidas sobre cidades, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) lançou novo relatório enfatizando o poder da cultura como ativo estratégico para criar urbanidades mais inclusivas, criativas e sustentáveis.
Lançado na terça-feira (18) na capital equatoriana, o relatório afirma que a cultura precisa estar totalmente integrada nas estratégias urbanas para garantir sua sustentabilidade, assim como uma melhor qualidade de vida para seus residentes. Continue a ler».



«2010»

 Não estamos sózinhos ao escolhermos «2010» como base de trabalho para se fixarem as verbas do Orçamento do Estado para os apoios às artes para 2017 (aliás era espectável que o tivesse sido para 2016). Outros o fazem para outras áreas, e até se pode dizer comparáveis:

«(...)
Confrontado com o alerta de investigadores e professores do ensino superior para o facto de o Orçamento do Estado para 2017 ser insuficiente e continuar inferior às verbas definidas em 2010, o ministro respondeu que “os aumentos nunca são suficientes”. (...)». Leia aqui.

 


quarta-feira, 19 de outubro de 2016

DGARTES | Mais problemas, para além do orçamento ...



 
Veja no «Sexta às 9» último  - 14 de OUT 2016 - pelos 40m: neste endereço


É público: os problemas da DGARTES não se esgotam nas verbas que lhe são atribuídas no Orçamento do Estado. De facto, e pelo que se sabe através da comunicação social, redes sociais, canais da Assembleia da República, ...: há a orgânica deixada pelo PREMAC sem qualquer lógica interna, digamos, uma aberração; o número reduzido de trabalhadores abaixo dos minimos dos minimos em que preponderam os «administrativos» como se a Direção-Geral se esgotasse em si mesma; por outro lado, um elevado número de dirigentes, nomeadamente Diretora e Subdiretora, com os problemas que são conhecidos; uma gestão que tinha de mudar, e por isso se demitiu o dirigente anterior, mas até agora nada se viu de diferente; ...
Quanto à Diretora-Geral atual (em regime de substituição), no último «Sexta às 9», o até há pouco   Presidente da CRESAP adianta o que se pode ver na imagem -  e só demos por isso porque leitor atento do Elitário Para Todos nos alertou. Reconfortante saber que há pessoas que não são indiferentes ao que nos rodeia.
Mas ...tudo continua na mesma! E depois admiramo-nos que apareçam os «Donald Trump».
Senhores Políticos, digam alguma coisa!, até porque o silêncio fala.  E por aqui, perante o que se sabe, reafirma-se o que se tem vindo a dizer: na DGARTES para se resolver cada um dos problemas tem de se intervir no todo. Ou seja, tem de se REFUNDAR A DGARTES. Mas será assim tão difícil ver isso! Se assim é, não deixa também de ser elucidativo.



terça-feira, 18 de outubro de 2016

APOIOS ÀS ARTES ATRIBUIDOS EM 2010








Fazendo convergir várias fontes, à data dos «primeiros cortes», o montante dos apoios às artes através da DGARTES anda pelos valores da imagem. Como sempre temos defendido no Elitário Para Todos é o ponto de partida que se impõe para se discutir o ORÇAMENTO DO ESTADO para 2017 neste domínio. Doutra forma de pouco valerá dizer que se vai dar prioridade à cultura. Mas só não vê quem não quiser ver ...