domingo, 2 de setembro de 2018

DOS OUTROS | FRANÇA | «Educação Artística e Cultural»



«CHARTE POUR L'ÉDUCATION ARTISTIQUE ET CULTURELLE

Publié le 04 juin 2018
Le président de la République a fait de l’éducation artistique et culturelle une priorité et a fixé un objectif : 100 % des enfants touchés par les trois dimensions que sont la pratique artistique, la fréquentation des œuvres et la rencontre avec les artistes, l’acquisition de connaissances dans le domaine des arts et de la culture.
C’est dans cet objectif du 100% culture qu’Emmanuel Ethis, vice-président du Haut Conseil, s’est vu remettre une nouvelle lettre de mission pour un mandat de cinq années durant lesquelles il sera chargé de mettre en œuvre des initiatives concrètes incarnant les recommandations inscrites dans la Charte pour l’éducation artistique et culturelle, écrite et diffusée lors de son premier mandat. Cette charte, présentée le 8 juillet 2016 au festival d’Avignon, fixe les grandes caractéristiques de l’éducation artistique et culturelle et constitue un document de référence pour l’ensemble des acteurs».


Veja aqui
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Ao olharmos para os outros até parece que somos masoquistas. Mas não, faz bem ver coisas bem feitas, e talvez os diversos protagonistas implicados - bem, digamos «stakeholders», é mais modernaço - ao verem coisas destas e se lembrem de as pôr nas agendas. Educação artística e cultural não é levar de vez em quando alguns «sortudos» ao teatro - nem que seja ao Teatro Nacional D. Maria II. É isso, o objetivo só pode ser os 100%. Todos tem de ter educãção artística e cultural.E para os que gostam de fazer contas: será de abranger uma iniciativa desta natureza pelo «1% do OE»?  É isso, estamos numa de provocação aos «fanáticos do 1%». Lembrando, por aqui como é óbvio gostamos do MOVIMENTO, com conta, peso e medida ...
Mas vamos ao que interessa, para já, talvez começar por se fazer um inventário do que já se fez, se está a fazer, se tentou ... neste dominios. Para evitarmos o «pindérico» PELA PRIMEIRA VEZ ... Bom, e porque é assim que se trabalha: fazer levantamentos dos investimentos feitos para se fixar um PONTO DE  PARTIDA para a «educação artística e cultural».  E depois gizar a POLITICA PÚBLICA global, integrada e a prazo, evitando as coisas desgarradas que, afinal, todos denunciam...
Mas quem nos ouvirá?

sábado, 1 de setembro de 2018

«Black Mountain College – A School Like No Other»




«Discover the highly influential, experimental college founded 
at Black Mountain, North Carolina, USA»

 «Black Mountain College was a highly influential school founded in North Carolina, USA, in 1933 where teaching was experimental and committed to an interdisciplinary approach.
The college’s progressive principles were based on the educational theories of its founder, John Andrew Rice. In the curriculum, drama, music and fine art were given equal status to all other academic subjects. Teaching was informal, with an emphasis on collaboration, communal living and outdoor activities. Most of the work of running the college and maintaining the buildings was done by students and faculty. Black Mountain quickly became an extraordinary powerhouse of modern culture in America.
Amongst its teachers were some of the greatest names of modern American culture, including the Bauhaus teacher Josef Albers, who had fled Nazi Germany after the closure of the Bauhaus that same year and became one of the first teachers at the college. Abstract expressionist painters Willem and Elaine de Kooning, artists Robert Rauschenberg and Anni Albers, composer John Cage and dancer and choreographer Merce Cunningham were all also associated with the school at one time or another». Saiba mais.

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

MAS QUEM OS OUVIRÁ? | «Uma temporada mal enjorcada» | DE JORGE SILVA MELO | NO JORNAL DE LETRAS


(Montagem)

Uma pessoa lê um artigo destes e poderá pensar que está aqui tudo sobre o que uma POLÍTICA PÚBLICA PARA O TEATRO deve considerar, mas pelo que é dado ver ao longo dos últimos anos parece que ninguém quer «ouvir». Cá temos o problema da descentralização; da  missão dos Teatros Nacionais; da diferença entre Amador e Profissional; da criação própria e do acolhimento; das atribuições e competências dos serviços; da plurianualidade;do perfil dos dirigentes; da burocracia inútil; ... Como se vê o «1%» para a cultura é impressivo mas é apenas parte do PROBLEMA. 
Obrigado, Jorge Silva Melo!