sexta-feira, 8 de abril de 2016

A PROPÓSITO DE PANAMÁ | O Alfaiate do Panamá | e «Todavía cantamos»








«Após se envolver com apostas e mulheres casadas, o agente britânico Andy Osnard (Pierce Brosnan) é afastado de sua missão em Madrid por seus chefes no MI6, a agência britânica de espionagem, e enviado para o Panamá. Lá ele conhece o alfaiate Harry Pendel (Geoffrey Rush), que possui contatos com as pessoas mais importantes do país e esconde para todos seu passado como ex-presidiário e seus problemas financeiros. Pendel é quem faz as roupas dos generais panamenhos que estão no poder e a missão que Osnard lhe passa é justamente a de ouvir as conversas dos generais enquanto trabalha e lhe repassar os detalhes. Enquanto isso, Osnard mantém-se em forma, contando ainda com os serviços pessoais da bela oficial da embaixada Francesca (Catherine McCormack) e tentando seduzir Louisa (Jamie Lee Curtis), esposa de Harry». +.


Já agora, aproveite-se a atmosfera ...  e dê-se um salto à  banda sonora  neste endereço. Em especial,  «Todavía cantamos»:


Na integra, a letra tirada daqui:


Todavía cantamos 
Todavía cantamos, todavía pedimos, 
todavía soñamos, todavía esperamos, 
a pesar de los golpes 
que asestó en nuestras vidas 
el ingenio del odio 
desterrando al olvido 
a nuestros seres queridos. 
Todavía cantamos, todavía pedimos, 
todavía soñamos, todavía esperamos; 
que nos digan adónde 
han escondido las flores 
que aromaron las calles 
persiguiendo un destino 
¿Dónde, dónde se han ido? 
Todavía cantamos, todavía pedimos, 
todavía soñamos, todavía esperamos; 
que nos den la esperanza 
de saber que es posible 
que el jardín se ilumine 
con las risas y el canto 
de los que amamos tanto. 
Todavía cantamos, todavía pedimos, 
todavía soñamos, todavía esperamos; 
por un día distinto 
sin apremios ni ayuno 
sin temor y sin llanto, 
porque vuelvan al nido 
nuestros seres queridos. 
Todavía cantamos, todavía pedimos, 
Todavía soñamos, todavía esperamos...


E cantada por Mercedes Sosa:





CULTURA EM ESTADO DE EMERGÊNCIA AGRAVADO



Leia aqui



quinta-feira, 7 de abril de 2016

A COMUNICAÇÃO NO XXI GOVERNO | A situação particular da cultura

Na revista Visão | 2016.03.31


Refletir a partir de situações concretas sempre teve a sua vantagem. Na circunstância é penoso, mas façamo-lo para olharmos a  estratégia de COMUNICAÇÃO do Governo e a pensar na Cultura. Olhemos para a imagem acima e para a que se segue:

Leia aqui.
E para os desenvolvimentos da matéria da segunda,  por exemplo, no Observador:

No PSD já se pede demissão do ministro da Cultura e BE critica

 donde a seguinte passagem:

«Já a ex-ministra da Cultura Gabriela Canavilhas recusa comentar o que o atual ministro escreveu no Facebook, por considerar que se trata de uma posição de “índole pessoal”. “Só faço declarações sobre posições políticas”. Confrontada com o facto de João Soares utilizar esta rede social para divulgação de ações políticas como governante, a ex-ministra responde ao Observador com os perigos da rede: “É por isso que não tenho Facebook, já que tudo o que é pessoal, público e privado se mistura de forma promíscua”». Continue a ler. Senhora deputada, como concilia o que diz com a notícia da Visão?


Mas tão ou mais importante do que tudo isto, onde poderemos encontrar informação sobre o Ministério da Cultura? O que é feito do Portal da Cultura?  Está isto reduzido à Conta de Facebook do Ministro, numa promiscuidade entre «o privado» e o «oficial»? À  atenção de todos os Senhores Deputados, do Senhor Primeiro Ministro, da Presidência e Modernização Administrativa, da ... As falências já vêm detrás, mas  ciclos novos exigem ações novas.



Veja aqui


Resumindo, as REDES SOCIAIS são uma excelente ferramenta de comunicação, de informação em tempo real, de transparência, mas só  fazem sentido quando as estratégias são claras para o todo e para a parte. E, na cultura, quais são elas ?
Para se perceber o que devemos ambicionar, pode começar-se por ir a outros ministérios, como já  sugerimos aqui.


«Na opinião de Nuno Pacheco, 
o Ministro da Cultura 
deveria  apresentar a demissão 
já que "chegou a um ponto
 sem retorno" em democracia».


quarta-feira, 6 de abril de 2016

AUGUSTO M. SEABRA | «Tempo velho» na Cultura




Leia aqui




PLANO E ORÇAMENTO | o pacote | E A CULTURA DENTRO DELE



Para os mais afastados destas matérias, e antes de continuarmos a esmiuçar o Orçamento do Estado de 2016 - como já fizemos aqui para uma parte -  e a verificar o quanto se está longe do 1% para a cultura, em todas as componentes,    é importante voltar a lembrar que há outros diplomas que mereciam tanta ou mais atenção que o ORÇAMENTO ANUAL DO ESTADO. A não ser que tudo isto seja um «faz de conta», mas à partida ninguém aceita que assim seja. Com estas ideias em mente, e uma infinita boa vontade,  repare-se no Quadro Plurianual de Programação Orçamental 2016-2019:


 Olhem só para aqueles espaços em branco - serão auspiciosos ou nem por isso? -   e  para o agrupamento onde se encontra a Cultura - na Soberania. Perante isto, passe a ironia,  como é que alguém pode reclamar de que que o Governo não está a dar importância à Cultura! E não esquecer que temos Ministério da Cultura.  Ainda, e até respondendo a quem perguntou se ainda se pode fazer alguma coisa em termos do Orçamento do Estado de 2016 para a cultura: estas coisas não estão escritas na pedra, a própria lei 7-C/2016  diz isto:

Artigo 3.º
Alterações orçamentais 
Sem prejuízo da manutenção dos valores anuais de despesa, podem
 os limites de despesa por programa e área constantes do anexo
 à presente lei ser objeto de modificação em virtude de alterações orçamentais


Bem se sabe, que nestas coisas ao puxar a manta cobre-se de um lado e destapa-se de outro, mas as verbas da cultura são tão miseráveis - trocos para outros ministérios - que é capaz de compensar reforçar a Cultura por contrapartida de outros setores. Vá lá, façam uma «vaquinha». E ao mesmo tempo reflitam as verbas comunitárias. Responda-se ao apelo: haja imaginação! Ah, e então, aquela maioria que sustenta a solução governativa, se calhar tem alguma «na manga» e ainda nos vão surpreender ...Só pode ser.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

PETER STEIN | «A Palavra e a Cena» | COLEÇÃO O SENTIDO DOS MESTRES | FESTIVAL DE ALMADA


«No Domingo, 27 de Março, o TMJB comemorou o Dia Mundial do Teatro. O jornalista José Augusto Seabra apresentou juntamente com Ângela Pardelha, a segunda edição da Colecção o Sentido dos Mestres, com o livro Peter Stein: a palavra e a cena».

«Peter Stein: a palavra e a cena, ou Word and Scene (edição bilingue), é o mais recente volume da colecção O sentido dos mestres. Um livro que que reúne as transcrições de três aulas que o encenador alemão deu no passado Verão de 2015, em Almada, para jovens ligados ao teatro. Nesta publicação Peter Stein convida os leitores a reflectirem acerca do ofício teatral, para além das linhas de pensamento já estabelecidas, e buscando interpretações e respostas alternativas». +.