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sábado, 8 de junho de 2019
CULTURA | APRENDER COM OS OUTROS JÁ QUE NÃO QUEREMOS APRENDER COM OS NOSSOS | Ver, Ler, Ouvir | «À SÉRIA»
«This report shares the broad range of
opinions we heard when we consulted museums, libraries, arts organisations,
funders, policy makers, local authorities, education and beyond on our
draft strategic framework, Shaping the next
ten years, including our case for change
and seven proposed outcomes. We also explored ideas about how we
might work together to achieve those outcomes.
From 1 October 2018 to 2 January 2019,
we listened to voices from across the cultural and creative sectors at
workshops we held around the country, captured views through an online
consultation and held an additional six sessions specifically with
children and young people.
After giving people the opportunity to
tell us their thoughts, we've considered everything we've heard and are
currently drafting our proposed strategy for the next ten years and a plan for
delivering it».
E a propósito:
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| Leia aqui |
«Arts Council England’s (ACE) plans
to make culture more widely accessible have prompted alarm within the
organisation, with some expressing concern that its new strategy would
compromise artistic quality and tip the funder’s existing approach “entirely on
its head”.
The issue came to a head in
September last year when ACE’s London Area Council – which includes leaders of
arts organisations in the capital as well as local government representatives –
was asked to give feedback on proposed outcomes for the next ten-year strategy.
Minutes from a meeting of the group
record that “there was concern that the proposals did not reflect the complex
ways in which, and reasons why, people make/deliver art and culture – we should
not be seeking to spread the most work to the largest number of people at the
expense of quality or meaningful engagement”. Leia
na integra.
Eventualmente, o(s) PODER (es) ainda terão presente o movimento de 2018, que muito surpreendeu, de contestação em torno do designado NOVO SISTEMA DE APOIO ÀS ARTES. A nosso ver nada tem de novo, nasceu VELHO. Porventura ainda nos lembraremos, cada um ao seu modo, do que foi dito e escrito - que contrariava o que o Ministério da Cultura via DGARTES ouviu e continua a ouvir. Inspirados pelas práticas de outros como é o caso de Inglaterra (acima) voltemos a insistir: SISTEMATIZE-SE O QUE FOI DITO NO ESPAÇO PÚBLICO. Este Capital não pode ser desperdiçado. Nele estará pensamento dos nossos melhores. E esse conheceimento e sabedoria tem de estar presente no FUTURO que queremos nas ARTES enquanto SERVIÇO PÚBLICO mas também no mundo dos negócios. Naturalmente, isso devia ser trabalho regular dos serviços que sabemos não existir. Pois bem, Senhor Primeiro Ministro aqui está um PROBLEMA que justificaria uma genuina estrutura de PROJETO - com principio, meio e fim precisos. Em paralelo: não esquecer, DGARTES ser REFUNDADA.
sexta-feira, 7 de junho de 2019
HOJE NÃO HÁ ÓPERA, HÁ GREVE
Saiba mais.
Sobre o cancelamento, por exemplo, no Público:
Estreia da ópera La Bohème cancelada por causa da greve de trabalhadores do Opart
A greve convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores do Espectáculo, do Audiovisual e dos Músicos (Cena-STE) não foi cancelada depois de o conselho de administração do Opart ter anunciado em comunicado a ruptura das negociações.
O CASO DAS OBRAS DESAPARECIDAS, PERDÃO, NÃO LOCALIZADAS | Como tudo começou ...
Há quem na voracidade do dia-a-dia não se tenha apercebido de como começou mais este «caso» da Cultura relacionado com as Obras de Arte desaparecidas que a Ministra diz que não é bem assim, porque as obras estarão por aí, o que falta é descobrir a localização exacta. Pois bem, a matéria foi manchete do semanário Expresso desta semana (ver imagem acima). Da notícia, o que está disponível online, para todos, pode ser visto aqui.
quinta-feira, 6 de junho de 2019
DECRETO-LEI N.º 78/2019 | «Aprova o regime jurídico de autonomia de gestão dos museus, monumentos e palácios»| MAS QUE COISA MAIS «POUCOCHINHA» !
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| Leia aqui |
Não faltam motivos para voltarmos «ao tema» do diploma da imagem saído hoje em Diário da República (e à partida, logo que haja tempo, assim faremos!). Agora, ainda que ligeira, a leitura realizada diz-nos que os críticos não só tinham razão como pecam por «defeito»... Desde logo, insiste-se na gestão legalista, tudo em decreto, como se a «gestão» não tivesse vida própria, enquanto ciência/técnica. Por outro lado, não se percebe porque não se remetem matérias previstas para o que é geral perfeitamente aplicável. Parece um «monstrozinho paralelo» feito de bocados de outros diplomas para resolver problemas de gestão corrente, sendo verdade que muitas vezes infernizam a vida dos serviços. E lá pelo meio decreta-se matéria que nem precisava de o ser, para se ir ao encontro de reivindicações que só têm a dimensão que têm, muitas delas, pelas situações desesperadas que se vivem devido à insuficiência orçamental, como aquela das «receitas próprias». (Ah, 1% para a Cultura é capaz de aqui ser bem ajustado). Está bem, concluiu o Poder, fiquem lá com elas ... Com as receitas. E nós cogitamos: onde ficarão os princípios clássicos das Finanças Públicas e em especial do Orçamento do Estado? ... Ah, e aquela do Número Fiscal, nem nos lembramos se está contemplada ... Vão ter, ou não? Enfim, um diploma para fazer uma pequena «arrumação», (cumprir agenda em período eleitoral?), sob a tirania do curto prazo! Vem nos «books», muitas vezes intervenções como estas são de impacto duvidoso nomeadamente porque acabam por atrasar as verdadeiras reformas.Como as que estarão subjacentes a esta passagem do Preâmbulo do diploma (onde o uso do termo «reforma» é capaz de ser exagerado - se as reformas nos trouxeram até aqui, onde nos encontramos, estamos conversados ...):
É melhor que nada, dirão muitos! Aliás, já o disseram. E assim vamos ..., com a exigência em baixa. E é sempre oportuno não esquecer quem sabe da matéria e de forma permanente, continuada e sistemática, nos ajuda a pensar, como é o caso:
LUÍS RAPOSO |« Museus nacionais: nuvens no horizonte» | ARTIGO PARA LÁ DOS MUSEUS
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