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Acabamos de receber e-mail com a informação acima que é o pretexto para este post com dois propósitos: divulgar a iniciativa; voltar a mostrar a nossa surpresa sobre o conceito de «reportório» que lhe está adjacente. Bem, essa quase «perplexidade» já tinha surgido noutras ocasiões mas outras prioridades devem ter acontecido que há muito a tínhamos esquecido. Nós que como tanta gente ponderamos o lado bom e os perigos da Inteligência Artificial neste momento recorremos ao que nos diz sobre «o conceito». Aqui está:«O Teatro de Repertório é um modelo de produção e apresentação em que uma companhia mantém um conjunto de peças ativas e prontas a serem representadas. Os espetáculos alternam em cartaz, permitindo que o elenco represente uma peça diferente a cada dia ou semana». Para isso acrescenta o IA:
Nesta narrativa
há uma certa dimensão «naif» mas pode testemunhar-se que contempla o essencial
do que institucionalmente é (já foi?) considerado TEATRO (COMPANHIA) DE
REPORTÓRIO (naturalmente assente no conhecimento teórico disponível e nas
práticas de referência por esse mundo fora). Ousamos acrescentar: sem «ELENCO RESIDENTE» será abusivo falar de «repertório».
Assumidamente no primeiro GOVERNO GUTERRES o diploma orgânico do TNSJ fixa que
não vai ter COMPANHIA RESIDENTE . Contrariamente ao que se decidiu
relativamente ao TNDMII. Naturalmente que não é cada TEATRO NACIONAL que decide
isso. Confirma-se uma vez mais, precisamos de MEMÓRIA organizada sobre a
GLOBALIDADE DO SETOR CULTURA nomeadamente em torno do INSTITUCIONAL, do
PRATICADO, e do que EMERGE em cada momento ... Sobre o TODO e de cada
ORGANIZAÇÃO. Por acaso fomos ao site do TNSJ - à HISTÓRIA - ver o que por ali poderia existir sobre o assunto: nada! Talvez depois do ciclo de
conferências DEDICADO ao conceito de REPORTÓRIO se possa rever aquela
apresentação. Já agora, aqui pelo ELITÁRIO PARA TODOS defende-se que haja
TEATROS nomeadamente NACIONAIS com COMPANHIAS RESIDENTES e demais ESTRUTURAS
REGIONAIS (do Setor Público, do Terceiro Setor, do Privado). Mais, só com
ORGANIZAÇÕES SÓLIDAS se acabará com a PRECARIEDADE DOS PROFISSIONAIS NA CULTURA
E NAS ARTES.



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