terça-feira, 5 de maio de 2026

NA REVISTA VISÃO EM ARTIGO DE JOSÉ VIEIRA MENDES |«As salas de cinema não morreram. Mas deixaram de poder viver da fé. Precisam de política pública, programação inteligente, preços acessíveis, comunicação eficaz, conforto, permanência em cartaz e uma nova pedagogia do desejo»

 

 

 Até porque estará na «ordem do dia» de responsáveis, implicados e interessados  no CINEMA, é nossa ideia que não se pode perder o artigo acima - longo -  de José Vieira Mendes. Termina assim (o destaque é nosso): «(...) As salas de cinema não morreram. Mas deixaram de poder viver da fé. Precisam de política pública, programação inteligente, preços acessíveis, comunicação eficaz, conforto, permanência em cartaz e uma nova pedagogia do desejo. O espectador não regressa só porque lhe dizem que a sala é importante. Regressa se a sala lhe fizer falta. E talvez seja esse o verdadeiro filme do dia: não salvar o cinema como monumento, mas reinventá-lo como hábito. Antes que a última sessão apague a luz e alguém, muito comovido, descubra finalmente que naquele sítio onde agora é uma igreja evangélica, um supermercado, um bazar chinês ou um espaço onde se vendem colchões, havia uma coisa chamada mundo».

 

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