«Esta fotobiografia institucional reúne e fixa a memória dos fragmentos que compõem os primeiros 140 anos do Museu Nacional de Arte Antiga. “Muitas coisas”, “muitas pessoas”, “muitas datas”: fotografias de autores consagrados cruzam-se com registos espontâneos do quotidiano, pequenos textos jornalísticos, elementos gráficos e notas que sublinham a relevância das suas coleções de referência. Organizada cronologicamente, ano a ano, esta edição orienta o leitor através de excertos de tempo que moldaram a identidade do Museu e consolidaram o seu papel central na cultura portuguesa. Primeiro entre os seus pares — não apenas pela antiguidade, mas também pelo exemplo da orgânica, pelas coleções matriciais que estiveram na origem de outros museus e pelo papel formativo que desempenhou na história da museologia em Portugal —, o Museu projeta, nestas imagens do passado, caminhos para a construção do futuro».
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Ainda não vimos a obra, mas pelo que acima lemos facilmente se antecipa que se trata de «MEMÓRIA» organizada e o livro certamente atrativo. Ora, como tantas vezes temos dito no ELITÁRIO PARA TODOS isto devia acontecer para tudo. E hoje com as imensas possibilidades tecnológicas ao mesmo tempo: recuperar e registar o PASSADO e fazê-lo logo na origem para o PRESENTE e para o FUTURO. Suportes e canais «sem fim»: desde o livro «em papel» clássico à internet em tempo real ... E até nos apetece entrelaçar a Apresentação da obra com a Conversa divulgada em post anterior.
Ainda, com frequência visitamos o site da Imprensa Nacional mas ainda não atingimos bem (certamente por incompetência nossa) o conceito, a estratégia, e as práticas no que se refere à edição no Universo alargado INCM - Imprensa Nacional_Casa da Moeda. Não é a primeira vez que o dizemos.
Mas o que vai acontecendo merece a nossa atenção. Por exemplo:
«Livros em PDF
Numa iniciativa em prol da cultura e da leitura, e com o impulso de permanecer em contacto com o público leitor, a Imprensa Nacional começou, em março de 2020, a disponibilizar livros em formato PDF de forma totalmente gratuita e partilhável. E não parou. Hoje a editora pública portuguesa, dando continuidade à sua missão de serviço público, tem à disposição numerosos títulos, muitos já descatalogados e desta forma tornados novamente acessíveis. Atualmente o Plano Editorial da Imprensa Nacional é cumprido quer pela via digital quer pelas edições em papel, ambas em constante incremento». +.
Em especial, atentamos nisto: « O estabelecimento de protocolos e parcerias com diversas instituições — principalmente da esfera dos operadores culturais públicos, mas também privados — tem contribuído para uma dinâmica que permite melhorar e ampliar a oferta editorial que coloca ao dispor dos cidadãos.
A título de exemplo, fazem parte desta actividade editorial extraordinária os catálogos das exposições de vários Museus e Palácios Nacionais, através de um protocolo estabelecido com a Direção-Geral do Património Cultural.
A estratégia editorial da Imprensa Nacional nestes projetos assume uma perspetiva muito institucional, que privilegia parcerias com entidades que partilham dos princípios basilares da missão editorial da INCM». Veja aqui.
A título de exemplo, fazem parte desta actividade editorial extraordinária os catálogos das exposições de vários Museus e Palácios Nacionais, através de um protocolo estabelecido com a Direção-Geral do Património Cultural.
A estratégia editorial da Imprensa Nacional nestes projetos assume uma perspetiva muito institucional, que privilegia parcerias com entidades que partilham dos princípios basilares da missão editorial da INCM». Veja aqui.
Tentando sermos mais claros: olhamos para a lista das «instituições», por exemplo no âmbito do Teatro e vem-nos logo à cabeça «protocolos e parcerias» que podiam acontecer com os AGENTES CULTURAIS financiados pela DGARTES. Há «pérolas» espalhadas por aí ...




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