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Em qualquer conversa em torno do Teatro é sempre razoável olhar para os «outros». Cá pela casa, como se pode ver no Elitário Para Todos, FRANÇA sempre presente. Mas há mais. O que se pode voltar a dizer?, enquanto, digamos, a «geração no ativo» não rejeitar o que herdou, ou seja, enquanto não se criar um SISTEMA QUE ESTRUTURE O SERVIÇO PÚBLICO DE TEATRO dificilmente se acaba com a PRECARIEDADE. O que existe está esgotado. Há que refundar. Compare-se, porque é comparável, por exemplo, com o que se mostra abaixo de França. Já agora, em particular, faz sentido questionar se não devíamos ter mais TEATROS NACIONAIS - a partir do que existe ou a criar de raiz. Desde logo, a nossa proposta de há muito: o TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE/ COMPANHIA DE TEATRO DE ALMADA a «NACIONAL» - e não é para «imitar» o que existe ... Obviamente, se ainda tivéssemos CORNUCÓPIA, outro «nacional» ...


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