quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

NESTA | «Digital Culture 2019»




«1. Foreword
Digital Culture is Arts Council England and Nesta’s longitudinal survey of the adoption, usage and impact of digital technologies in the arts and cultural sector. From 2013–2019, it has charted how organisations are using digital technologies and has also captured information on the attitudes and digital skills that are enabling arts and cultural organisations to use digital technology effectively in the delivery of their mission. With the forthcoming launch of Arts Council England’s 2020–2030 strategy, there is fresh impetus for the arts and culture sector to address recognised structural challenges, including business innovation, environmental sustainability, diversity and inequalities of access and engagement. Digital technologies have an important role to play and, alongside this report, new initiatives are being introduced to the arts, cultural and heritage sectors to aid their digital development. These include the Digital Culture Network and the Digital Culture Compass tool (produced by The Space and partners on behalf of Arts Council England and the National Lottery Heritage Fund), developed in response to the Department for Digital, Culture, Media and Sport’s 2018 policy paper Culture is Digital. (...)». Continue a ler.
E veja o estudo «por Arte»:

terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

FILME|« J'accuse - O Oficial e o Espião» | UM HINO AO DEVER



 


«Reconstituição do caso Dreyfus; a fraudulenta condenação no final do século XIX de um oficial do exército francês, Alfred Dreyfus, acusado de vender informações secretas aos alemães. Polanski escreve na nota de intenções que o caso, provavelmente um dos maiores escândalos do século XIX, dividiu o país e continua a ser um símbolo do que as autoridades políticas são capazes de fazer em nome do interesse nacional. O filme tem um elenco de luxo e é protagonizado por Jean Dujardin, Louis Garrel e Emmanuelle Seigner».

domingo, 23 de fevereiro de 2020

ANDARÁ TUDO ISTO LIGADO? | Ministério da Cultura que não existe | Gabinetes Governamentais XXL | Dirigentes em regime de substituição como forma de governar| Estruturas de missão por tempo infinito| Grupos de Trabalho a eito| Perfis de Dirigentes conforme os dias | Desaparecimentos de obras de arte | Vínculos «quase» | Orçamentação por programas| ...





Saiba mais

O que se passa nos dias que correm na esfera da «Cultura institucional» leva-nos à pergunta constante do titulo deste post. Pensávamos que perante as dúvidas teriamos forma de as dissiparmos de maneira fácil. Pois bem, tente e avaliará da dificuldade. Eventualmente as respostas poderão ou deverão vir de diferentes proveniências: Governo, Parlamento, Academia, Comunicação Social, ... E não nos venham dizer que a Sociedade Civil (seja isso o que for) é que devia ter as respostas ...Quando muito deve fazer as perguntas e aguardar, exigir, as explicações. Nesta linha densifiquemos as questões:

1 - Concluimos pelo que está no Portal do Governo (ver imagem acima), por aquilo a que chegamos «googlando», ou consultando a Lei orgânica do Governo,que a sua organização bem como do Aparelho Estatal já não é feita em torno de «Ministérios». Isto já vem detrás. Em 2015 fizemos este post que também está refletido na imagem inicial. Lembramo-nos de termos telefonado a fazer perguntas... Curiosamente, mais tarde foi tudo passado «a Ministros».  Esta realidade pouco clara (em trânsito?) como se tem tentado ilustrar neste blogue é, a nosso ver, particularmente nefasta para a Cultura. Ainda recentemente a propósito da saida  do Presidente da OPART para Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros tocámos no problema.Se estivermos atentos, a Governante da Cultura faz com frequência alusão «à área» e não a «Ministério». No geral os nossos políticos estarão convencidos que o «Povo» não estará preparado para estas evoluçoes... Por aqui, pelo Elitário Para Todos, até se poderá pensar que «Os Ministérios ou equivalentes» são espécies em vias de extinção, mas enquanto não tivermos soluções organizativas substitutas com fundamentação teórica e técnica, devidamente divulgadas, e com lógica que os cidadãos percebam, pedimos que nos disponibilizem o que outros fazem. Por exemplo, vá à internet, escreva «Ministère de la Culture» e veja o que lhe aparece.


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continua ...



ESTUDOS | ... dos outros



Veja aqui


E este post sobre a matéria, donde:

  «Ten 2020 Trends that Will Impact the Arts


Posted by Mr. Clayton W. Lord, Feb 14, 2020 


As we turned the corner into 2020, the Americans for the Arts staff put our heads together to come up with 10 big trends that we think are worth paying attention to this year. Some of them you’ll surely already know about—it is an election year, after all! But others may surprise you. Take a read and let us know what you think—what resonates most with you? What is top of your mind that is missing here? And what are you planning to do to prepare? (...)».Continue a ler.





quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

BOA SINTESE | «Será muito difícil o Ministério Público conseguir reaver e mesmo encontrar as 112 obras de arte desaparecidas»

Da revits E do semanário Expresso desta semana

A nosso ver, uma boa síntese da dimensão do problema. E em paralelo com a intervenção do Ministério Público o assunto mereceria ser analisado à luz da organização  da Administração Pública que permitiu isto. Como se vê não se tratou de um acto pontual. Foi acontecendo, pelos vistos, repetidamente. Voltamos outra vez a post anterior:  Afinal ..., e os Riscos de gestão são de todos ...E ocorreu-nos que até se podia pedir uma leitura ao Conselho de Prevenção da Corrupção, que visa intervenção mais ampla em torno dos riscos de gestão em geral. Ou seja, é fundamental ter-se uma ideia do que possibilitou que estas coisas tenham acontecido, forma de contribuir para evitar que continuem a acontecer ...