Ao recebermos um alerta em que ficamos a saber que CARLOS MOEDAS já tinha apagado o seu site não hesitamos em trazer para aqui o que constava do seu Programa Eleitoral no domínio da Cultura (somos precavidos, guardamos o Programa em PDF, mas que a notícia da Renascença também indica onde lhe pode aceder - veja abaixo).
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As circunstâncias trocam-nos as voltas - e viva a democracia! -, e aqui estamos nós disponíveis para entender o que não tínhamos percebido e julgávamos não ia haver necessidade: o programa de Carlos Moedas para a CULTURA em Lisboa. Se lhe aconteceu o mesmo para facilitarmos o seu trabalho os recortes acima. Antes de começarmos uma marcação no sentido de exigir cumprimento, por agora estamos a estudar, a decifrar, mesmo a decidir para nós se aquilo tem alguma lógica ou viabilidade ... E a ir mais fundo, a perscrutar modelos, ideólogos e afins. A identificar a tal «nova filosofia». Ou não seja o novo Presidente da Câmara de Lisboa uma pessoa que acredita na ciência e no conceito antes da ação. Vamo-nos esforçar para «entrar no seu discurso». Até porque - já o temos dito - no Elitário Para Todos há quem habite Lisboa. Assim sendo, até breve sobre esta realidade.
Até nem apetece voltar à «REDE DE TEATROS E CINETEATROS». Mas aqui estamos. E veja-se como um titulo (referir-se ou não 4 anos) altera logo a coisa. Claro, venham mais «milhões» - e já agora digam-nos como foram calculados -, mas a REDE de que o País precisa é outra. Própria de um SERVIÇO PÚBLICO NA CULTURA E NAS ARTES - não dependente de uma dinâmica concursal. A ser tratado de começo como qualquer outro Setor. Depois, evidentemente, há as especificidades, como em qualquer outro Setor. E para bem de todos tratar as INDÚSTRIAS CULTURAIS E CRIATIVAS com a autonomia que merecem.