quinta-feira, 11 de janeiro de 2024

HOJE | NA AR.CO XABREGAS |«Finissage "A primeira e a última cor" de Ana Jotta e Jorge Nesbitt» | 16:30 | ENTRADA LIVRE

 


Finissage "A primeira e a última cor"
 de Ana Jotta e Jorge Nesbitt


Quinta-feira 11 de Janeiro 2024, 16h30
Apresentação do trabalho por Manuel Castro Caldas
Ar.Co Xabregas 
Entrada Livre 
 
 

quarta-feira, 10 de janeiro de 2024

SOMOS LEITORES DESDE SEMPRE DO JL QUE NOS DÁ A LER O QUE NÃO SE ENCONTRA EM MAIS LADO NENHUM | em particular no mais recente ficamos a saber sobre como surgiu a Capital Portuguesa da Cultura ...

 

recorte da entrevista ao Presidente da Câmara de Aveiro

É verdade, «meteu-se-nos  na cabeça» que temos direito a saber mais sobre a CAPITAL PORTUGUESA DA CULTURA, em particular na esfera das Políticas Públicas da Administração Central. Veja-se do que se tem escrito aqui no blogue: SENHOR (AINDA) MINISTRO | será que antes de deixar a função nos poderia dizer qual o verdadeiro conceito da «sua» Capital Portuguesa da Cultura? | VOLTOU-NOS A OCORRER A PERGUNTA DEPOIS DE LERMOS SOBRE A PROGRAMAÇÃO DE AVEIRO
 
Neste quadro, foi com satisfação que atentamos no que nos diz o mais recente JL - veja as imagens iniciais. Obrigado! Mas é claro que ainda não nos consideramos informados. Não, não estamos a ser picuinhas ... Se há quem esteja satisfeito com o que se conhece, nós não estamos. E é nossa convicção que temos obrigação cívica  de não estar. Então, é assim que se tomam as decisões? E se lançam Programas? Ah, que não haja dúvidas, deseja-se que tudo corra bem em Aveiro, e nas cidades que se seguem, ... Nas duas já identificadas. E  quais,  e como, e quando, serão as outras?  SANTA PACIÊNCIA!

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A propósito,  recordemos outros posts anteriores:

segunda-feira, 8 de janeiro de 2024

COMO ABORDAR AS POLITICAS PÚBLICAS DE CULTURA E ARTES? | O Guia «Outcome Measurement Guidebook» dá uma ajuda ...

 

 

«(...) Five years later, we are delighted to be in a position to present this tried and tested measurement framework as a comprehensive guide and resource for arts services and arts organisations. This is intended to be a valuable learning tool to use in evaluating the impact of work you initiate, develop, implement or support. For those that participated in the pilot, they found the process, intensive, reflective and illuminating; but above all extremely beneficial in learning what is working, what needs development, and for empowering the stakeholders involved in that work, (...).


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Ao olharmos, uma vez mais, para o GUIA da imagem acima - que nos foi lembrado por Newsletter recente -  uma curiosidade nos assalta: como olharão para ele os profissionais e as organizações do SETOR  DA CULTURA em Portugal? E até nos ocorreu o que divulgamos recentemente neste post: «Artistas portugueses analisam como abordar uso indevido de obras por IA». Quase nos comoveu aquele «como abordar». Não é habitual haver essa preocupação, sentir essa necessidade de como fazer. Indo mais longe, de conhecermos paradigmas, modelos, conceitos, técnicas, matrizes ... E obrigatoriamente saber do CONTEXTO. Quase sempre «opinião», mesmo que não seja «matéria de opinião». A nosso ver o GUIA aqui em apreço só será verdadeiramente entendido  ao conhecer-se o SISTEMA MAIOR  de que faz parte, e os demais Sistemas Parcelares de que é interdependente. Para isso, é visitarmos o site do Arts Council Ireland. De lá, por exemplo:

Que faz parte de Plano mais amplo:  «Making Great Art Work sets out a framework for the development of the arts in Ireland from 2016 – 2025»

Veja aqui


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Mas o Guia «Outcome Measurement Guidebook» vale por si, e tem contributos de conjunto e isolados que podem ser seguidos com proveito. Alguns bem práticos. Ilustremos:


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Estamos a olhar para uma realidade que se «planeia» e «estuda». Em que o curto prazo se encadeia no longo prazo. E toda a atividade assenta e tem visibilidade em RELATÓRIOS - atrativos! Necessariamente, atempados. Ora veja-se, ilustrando, o que se passa no nosso País indo ao site da DGARTES:

 

Visto em 8 JAN 2024 - parece que para a Administração o tempo não conta! 
E talvez seja esta a ideia: olha para o que eu digo e não para o que faço! 
Se calhar pensam que isto de Relatórios é mero formalismo, 
e não ferramentas de gestão e de transparência em democracia ... 
Parte da ADMINISTRAÇÃO ABERTA.
 

Mas quem quer saber disto? Seria interessante ouvir o que o ainda Senhor Ministro da Cultura tem a dizer sobre a situação. Dirá que não teve tempo para olhar para tudo? Bem lembramos que disse ter aceitado o lugar porque tinha tempo à sua frente e em maioria. Ninguém lhe terá dito que as «mudanças» «têm de se ver» nas primeiras semanas de governo ... E, como assistimos, nesse tempo inicial limitou-se a aplaudir o que encontrou. Esquecendo, aliás, o que o Partido Socialista tinha prometido ... E para alguns foi mesmo penoso de ver - a desesperança a avançar. Terá, afinal, esquecido com a sua maioria. MAIORIA PARA QUE TE QUERO! Perante factos ... é melhor não ter. Exija-se GESTÃO NOVA PARA AS ORGANIZAÇÕES DA CULTURA E DAS ARTES começando pelas da ADMINISTRAÇÃO CENTRAL  ... Em particular, insiste-se na REFUNDAÇÃO DA DGARTES. Caso contrário, com que autoridade exigir aos outros?

 

 

sábado, 6 de janeiro de 2024

DE ANTONINO SOLMER QUE ACABA DE NOS DEIXAR|«Manual de Teatro_CadernosContracena»

 

 

SINOPSE

O repto foi: «Vamos fazer aquele livro que cada um gostaria de ter tido para consultar quando fomos estudantes de Teatro, quando somos professores de Teatro ou, simplesmente, quando temos curiosidade em relação ao universo teatral e aos processos de construção do espectáculo».
Manual de Teatro nasceu de uma vontade e de um repto lançado por Antonino Solmer a um grupo de profissionais, alguns dos quais haviam sido seus alunos. Assim nasceu esta obra, cuja 1ª edição data de 1999 e que hoje, com esta 5ª edição, procura continuar a responder às necessidades dos profissionais e dos amadores de teatro.
O leitor interessado encontrará neste manual não só um valioso quadro cronológico comparativo de toda a história do teatro e uma perspectiva sucinta da evolução dos estilos e formas de representação, complementados com um glossário de termos teatrais, mas também ferramentas de trabalho, teóricas e práticas, para todas as fases da construção de um espectáculo: desde a formação do actor, passando pela produção, encenação, dramaturgia, cenografia, maquinaria de cena, figurinos, maquilhagem, som, luz, etc. Saiba mais.

 

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Mas lembremos o percurso de ANTONINO SOLMER recorrendo ao que a Comunicação Social escreveu nesta data triste em que nos deixa. Por exemplo, no jornal Público:

Antonino Solmer (1950-2024): um mestre de actores

O actor, encenador e professor de teatro Antonino Solmer morreu esta quinta-feira aos 73 anos. Director do Teatro da Trindade e sub-director do D. Maria II, formou toda uma geraçao de actores.


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E o que Maria Ruef escreveu, onde outros/as certamente se reveem - ah, aquele SENSIBILIDADE!

"Na despedida de Antonino Solmer, ator, encenador e também meu professor de interpretação na Escola Superior de Teatro e Cinema, é com ternura que lhe agradeço a confiança que em mim depositou, a sensibilidade, a paciência, a pedagogia, a técnica, enfim todos os ensinamentos que me deu e que tanto ajudaram a que ganhasse um pouco de autoestima artística, que na altura enquanto aluna, era praticamente nula.Muito antes de mim, acreditou ele que um dia me faria atriz. Veja-se a importância de um mestre: Ajudar e incentivar a construir! Meu querido professor… Por isto (que para mim foi tanto) e por tudo que fez, aqui lhe deixo o meu mais sentido aplauso! Daqui.