sábado, 30 de agosto de 2014

TEATRO DA POLITÉCNICA (esse, o dos Artistas Unidos) | Novidades



 
Ao visitar o site da Universidade de Lisboa para ver qual a sua missão na esfera da cultura, logo na homepage a notícia da imagem que nos leva à Abertura de «novo procedimento para a cessão de exploração do Teatro da Politécnica». (Não devo ter procurado bem mas não encontrei a justificação deste acontecimento). Aqui estão as novas coordenadas:

«Por despacho do Reitor da Universidade de Lisboa de 19 de agosto de 2014, encontra-se aberto novo procedimento para a cessão de exploração do Teatro da Politécnica. Os interessados deverão submeter a sua candidatura, nos termos indicados no programa do concurso e no caderno de encargos, para cp_exploracao_teatropolit@reitoria.ulisboa.pt, a partir do dia 21 de agosto até às 23h59 do dia 20 de setembro de 2014.

E não encontrei o que procurava. E também não o detetei na documentação relativa ao «novo procedimento».  Que desalento! Mas não vou desistir de saber.

ENTREVISTA | Rui Mourão | «É preciso trazer a arte e a política para as mãos das pessoas»




Recorte da entrevista de Rui Mourão ao jornal i  de 27 Agosto 2014


quinta-feira, 28 de agosto de 2014

LUÍS OSÓRIO | «A cultura portuguesa é uma fogueira pronta a atear»

 
 
Artigo de Opinião, de 27 de Agosto 2014, de Luís Osório, disponível no SOL online: A cultura portuguesa é uma fogueira pronta a atear. É a propósito do caso ARTISTAS UNIDOS | UNIVERSIDADE DE LISBOA.
Depois de lido, ocorreu-me uma vez mais: a Universidade pagará alguma coisa à Companhia pelo serviço  que esta também lhe presta? Do artigo, como pode conferir:

«(...)
Não me parece que as companhias de teatro e a generalidade dos artistas (inúteis dos tempos modernos) devam ter um estatuto fora da lei. Como todos os outros devem contribuir para o Estado e honrar os compromissos que celebram. É vital que o façam. Porém, o Estado deve encontrar soluções que salvaguardem projectos cujo interesse seja considerado prioritário para a cultura e identidade nacional. Se o Estado não assegura essa regulação, os países vão-se esvaziando de alma, tornam-se um mero exercício contabilístico, definham. Todas as civilizações que morreram, todos os países que entraram em decadência, venderam a sua cultura nas lojas de penhores onde pensaram salvar os dedos, é um facto.
A dívida dos Artistas Unidos é um paradigma. Como o é o desinvestimento nos cientistas ou o que se passa nas escolas. Quem faz e imagina os programas, por exemplo o de Português, imagina o que o seu tempo lhe pede. Por isso a nossa língua transformou-se nos liceus num exercício burocrático, um inferno gramatical, uma ditadura que mata a capacidade de imaginar. Viajar pela língua deveria ser um exercício de liberdade, uma regata de alma e identidade e não uma colher diária de óleo de fígado de bacalhau. As regras devem ser conhecidas com a procura dos livros e autores, com a história da literatura e a história da História. Mas infelizmente tudo isso vem depois, quando tantos já se perderam. Um equívoco. (...)».
 
 

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

O CASO RIVOLI CONTINUA



Jornal de Notícias - 24 Agosto 2014

Mais uma peça para o «Processo RIVOLI». Mais um elemento para se reflectir a REDE DE TEATROS que não temos.  Talvez ver posts anteriores relativos ao caso RIVOLI, por exemplo, via  Credo, Cruzes ...Companhia Residente, Nem Pensar ! Sobre esta matéria há mais trabalhos que facilmente se encontram na internet, como este  na sapo. 

domingo, 17 de agosto de 2014

«Stratford Festival»




Para quem não conhece: STRATFORD FESTIVAL - Canada.  O Festival:

«With William Shakespeare as its foundation, the Stratford Festival aims to set the standard for classical theatre in North America. Embracing our heritage of tradition and innovation, we seek to bring classical and contemporary theatre alive for an increasingly diverse audience.

For more than half a century, our mission has evolved to address the ever-changing, ever-challenging Canadian cultural landscape. What has remained constant, however, is our determination to create stimulating, thought-provoking productions of Shakespeare’s plays, to examine other plays from the classical repertoire, and to foster and support the development of Canadian theatre practitioners.

By searching Canada and the world for the finest talent, and by providing the conditions and training that enable those artists to achieve their most courageous work, we will immerse our audiences in a theatregoing experience that is not only innovative, entertaining and unsurpassed anywhere in the world, but also deeply relevant to, and reflective of, their lives and communities».


Em particular Education & Training: «Each summer we play host to hundreds of students in elementary school through to university from all over the world. Students completing Grades 5 through 12 can attend the Shakespeare School, and undergraduates can take credit courses offered by a consortium of four universities. All students may find insights into our playbill, productions and people in Stratford for Students».