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quarta-feira, 20 de maio de 2026

CONTINUEMOS COM O QUE ACONTECE NO ESPAÇO IBEROAMERICANO NA ESFERA DA CULTURA |«Quinze companhias de teatro de seis países ibero-americanos participam este ano no Festival Internacional de Teatro do Alentejo (FITA), que arranca na quinta-feira e que vai passar pelos distritos de Beja, Portalegre e Setúbal»| QUE NOS LEVOU À «RedeArtes» RECENTEMENTE CRIADA EM BOGOTÁ

 

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Excerto: « Quinze companhias de teatro de seis países ibero-americanos participam este ano no Festival Internacional de Teatro do Alentejo (FITA), que arranca na quinta-feira e que vai passar pelos distritos de Beja, Portalegre e Setúbal. 

"O FITA é, como o próprio nome indica, um festival internacional de teatro que ocorre em todo o Alentejo [e] tem um perfil ibero-americano, com predominância de espetáculos oriundos do espaço sul-americano", explicou hoje à agência Lusa o diretor artístico do certame, António Revez.

O festival, que se prolonga até dia 30 deste mês, é organizado pela companhia bejense Lendias d'Encantar e vai apresentar espetáculos de teatro e de música, debates, conferências e formações artísticas nos concelhos de Beja, Ferreira do Alentejo, Mértola, Ponte de Sor, Portalegre e Santiago do Cacém.

Segundo António Revez, a Colômbia é o país convidado desta 13.ª edição do FITA, que conta também com companhias de teatro e músicos oriundos de Portugal, Espanha, Chile, Argentina e Brasil. (...)». Leia na integra.

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Para nós faz sentido cruzar este FESTIVAL com a recente notícia: «Portugal assume liderança da rede de cooperação entre ministérios ibero-americanos da Cultura em 2027-2028». Excerto: «(...)A RedArtes é uma plataforma de cooperação entre ministérios ibero-americanos da Cultura e entre as prioridades definidas "estão o intercâmbio de metodologias, a formação de profissionais, a investigação, a avaliação de impacto e a partilha de boas práticas". (...)».  Querendo saber-se mais la fomos em busca. Detivemo-nos neste artigo: 

  

Leia aqui

 
 
 e depois no espaço sobre o CONGRESSO no site OEI
 

Aqui

 ONDE NOS DIRECIONAM PARA AQUI:

Paremos, para voltarmos mais tarde. Neste momento, o que se quer sublinhar: pensamos que todos estaremos de acordo que  a ADMINISTRAÇÃO ESTATAL PORTUGUESA DA CULTURA (CERTAMENTE EM REDE COM DEMAIS ) devia proporcionar INFORMAÇÃO sobre o que se passa no ESPAÇO IBEROAMERICA  para o que aqui nos interessa. Para nomeadamente termos  CRUZAMENTOS  vários,  desde o FITA passando pelo FITEI pela REDEARTES pela ACADEMIA  IBEROAMERICANA DAS ARATES DE CENA, pela IBERCENA, pela ... Talvez voltar ao Comunicado da nossa MINISTRA DA CULTURA (em part time): «2026-05-18 às 09h45

Portugal assume vice-presidência da nova RedArtes e liderança em 2027»

O assunto terá de ser aprofundado, não é verdade Senhora Governante? Um pedido especial, se puder tirar aquele « posicionamento», (está bem, é capaz de ser uma embirração nossa) talvez não fosse má ideia. Está nesta passagem:«Com a RedArtes, Portugal reforça o seu posicionamento no espaço ibero-americano e consolida um papel ativo na construção de uma agenda comum entre cultura e educação. A criação da rede ocorre num contexto internacional em que a educação artística e cultural é cada vez mais reconhecida como essencial para o desenvolvimento humano, a cidadania democrática, a coesão social e a promoção da paz, afirmando-se assim como uma prioridade estratégica»Sem ironia, GOVERNO atente nestas palavras - estão para lá da RedeArtes  ibero-americana. E do nosso Plano de Artes referido no Comunicado assim:«Portugal contribui com a experiência do Plano Nacional das Artes (PNA), presente em mais de 70% dos agrupamentos escolares do país e reconhecido pela Organização de Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI) como uma referência internacional». Ótimo, mas a coisa tem de ser mais ampla ... E a nossa CONTRIBUIÇÃO não se pode esgotar num iniciativa de missão ...., embora gostemos do FORMATO, havendo que discutir em que circunstâncias ... Pensando bem, quem sabe matéria a refletir no ESPAÇO IBEROAMERICANO. 

segunda-feira, 31 de outubro de 2022

COM A ENTREVISTA AO JORNAL PÚBLICO DO GOVERNANTE DA CULTURA EM FUNDO (3) |VAI SER LANÇADA NO PRÓXIMO DIA 2 A APP « PORTUGAL CONTEMPORARY ART GUIDE» | e o Senhor Ministro da Cultura vai estar presente

 

Veja no site da DGARTES

 A notícia chegou-nos pelos alertas habituais que nos levaram ao site da DGARTES e de lá isto:«PORTUGAL CONTEMPORARY ART GUIDE é a nova app desenvolvida para android e IOS cujo objetivo é o mapeamento do universo da arte contemporânea a nível nacional. Funciona como agenda, guia e mapa, em simultâneo, e será disponibilizada gratuitamente a partir de dia 2 de novembro, dia do seu lançamento.

Este projeto que nasce para colmatar a lacuna existente em termos de agendas da oferta de arte contemporânea em Portugal, reúne informações detalhadas sobre artistas, exposições e coleções, bem como dos vários equipamentos expositivos, a saber: museus, galerias, coleções públicas e privadas, fundações, bienais, e espaços independentes sem fins lucrativos, entre outros. (...)». Como se pode saber o trabalho é da responsabilidade da Contemporânea, que podemos encontrar no facebook, e a que não nos podemos ligar porque não temos conta no facebook. Bem, teremos sempre os nossos leitores ...

 

Mas do que é de leitura livre:«Portugal Contemporary Art Guide -Trata-se de uma app gratuita para android e IOS cujo objectivo é o mapeamento das várias actividades expositivas a nível nacional. Funciona como uma agenda, guia e mapa, em simultâneo, alargando, assim, a possibilidade de difusão dos vários eventos, além da promoção dos artistas, dos equipamentos existentes, das várias coleções, entre outros. Portugal Contemporary Art Guide conta com o apoio da DGArtes/RPAC (Rede Portuguesa de Arte Contemporânea)». 

 Como surgiram muitas perguntas ao contactar-se  com a informação acima (se calhar até têm resposta no facebook), andamos em busca e fomos ter ao sitio da Contemporânea que porventura estará na base de tudo isto:
 De lá: «A Contemporânea é uma editora especializada em arte contemporânea que integra uma plataforma digital trimestral e duas edições impressas por ano. É um espaço aberto ao pensamento, à reflexão crítica e ao entendimento da criação contemporânea e da inscrição das suas práticas num contexto global.
O seu objectivo principal é a promoção e divulgação da arte contemporânea produzida em Portugal, não obstante, privilegia igualmente outras perspectivas internacionais, no âmbito das várias práticas artísticas contemporâneas, que suscitem o debate e a reflexão crítica. (...)».

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Entretanto, no passado  dia 27 fomos assistir, na Sociedade Nacional das Belas Artes, em Lisboa, ao lançamento do livro a que nos referimos no post anterior «Desenhar um guia para a Arte Contemporânea em Portugal»:
 

O Senhor Ministro da Cultura não esteve presente (aliás na altura estava a decorrer na Assembleia da República a discussão do Orçamento do Estado 2023), mas falou-se, necessariamente, muito de Cultura ...
 
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Nestes ambientes ocorreram-nos outras iniciativas, equivalentes, na totalidade ou na parte, passadas e presentes, por exemplo:
 
 
Veja aqui e neste endereço , donde: «Pela arte e pela promoção do turismo, surge a Rede Portuguesa da Arte Contemporânea – Norte (RPAC-NORTE), uma plataforma online que conta com a participação de 13 instituições culturais, que se distinguem em diversas áreas da arte, arquitetura e design contemporâneos. Uma estratégia de promoção integrada que quer captar novos públicos para os espaços de arte contemporânea e moderna do Norte.

A iniciativa é da Direção Regional de Cultura do Norte (DRCN), com o apoio do Turismo do Porto e Norte de Portugal, que apresentou o projeto na passada quinta-feira (17) na Bolsa de Turismo de Lisboa. A ideia é que a rede seja nacional. O projeto do Norte foi o primeiro a arrancar e funcionará como projeto-piloto».

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Depois revisitámos a entrevista do Senhor Ministro da Cultura ao Jornal Público, para confirmarmos que não estávamos esquecidos: sobre todas estas matérias NADA. Ou seja, sobre a TRANSFORMAÇÃO DIGITAL; sobre a TRANSVERSALIDADE; sobre DIAGNÓSTICOS do que já se fez nestes domínios; sobre o lucrativo e sem fins lucrativos; e por aí fora ... 
Relativamente ao que lemos e ouvimos há tanta coisa a dizer! Mas deixemos para outros posts ... 
 
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Ele há cada coincidência!, quando estávamos a  gizar este post na RTP passava um programa em que discutia a app takeawaycovid ...
 
 
...  continua
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Posts anteriores relacionados

segunda-feira, 12 de setembro de 2022

ALAIN TANNER

 

 
Alain Tanner morreu. Em jeito de homenagem lembremos o seu «O Centro do Mundo:« Inspirando-se num acontecimento verídico, "Le Milieu Du Monde" conta a história de Paul, um jovem engenheiro casado e pai de família que aceita candidatar-se a eleições municipais sem pertencer a nenhum partido político. Quando conhece uma jovem imigrante italiana viúva envolve-se com ela. Tanner falou deste seu filme como "uma história simples (...). A partir do momento em que a rapariga mexe, abala o edifício social, muito mais depressa do que um homem. Porque toca na família, em tudo o que está na base da nossa sociedade». Texto: Cinemateca Portuguesa.

domingo, 12 de janeiro de 2020

ELES OUVEM ...


 Foreword
«Two years ago, we started work on developing our new strategy for the period 2020 to 2030. Listening to people has been at the heart of that development process. We have talked to more than 6000 people from all across the country; from different types and sizes of organisations; independent creatives and freelancers; those funded by the Arts Council; and those whom we have not funded to date. As well as hearing from artists, people working in arts organisations, museum and libraries, we have sought the views of funders and policy makers, local authorities, children and young people and their parents and carers and the general public.
We have carried out a large-scale public survey, two formal consultations and numerous workshops. We have commissioned new research and undertaken an extensive evidence review; publishing reports summarising everything we heard.
In June 2019 we published our draft strategy which was built around three Outcomes and three Investment Principles. We then consulted on it.  We wanted to hear what people thought and gather ideas on how we might best deliver the new strategy.
This report reflects what we heard during that consultation, as well as a statistical analysis of responses. We heard passionate and often conflicting views. The inclusion of particular comments should not be read as endorsement by the Arts Council. We wanted to produce a report that reflects as accurately as possible the breadth of response to the consultation. Everything we heard has been considered as we finalise the new strategy, which we expect to publish early in 2020. We also received a wealth of ideas for how we might go about implementing the strategy and we will use these in the preparation of our 202023 Delivery Plan, which we plan to publish in the Spring of 2020.
As with our first consultation in autumn 2018, what came through most strongly was a sense of collective ambition to embrace the opportunities and tackle the challenges that lie ahead of us. We began this journey by asking people what they thought the future of arts and culture in England should look like. From the beginnings of that conversation in 2018 to this point now, on the cusp of publishing our strategy for the next 10 years, we have been struck by the shared appetite for boldness and by a widespread understanding that for creativity and culture to flourish in this country it must touch everyone.
Thank you to everybody who has contributed to this consultation. Your time and your input have been extremely valuable to us and will, we believe, result in a strategy that is both stronger and more likely to realise its ambitions».
Simon Mellor 
Deputy Chief Executive,
Arts & Culture
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E do que se critica:

Veja aqui