quarta-feira, 12 de janeiro de 2022

A SEMANA DOS 4 DIAS | noutras bandas a reflexão já começou há muito, Senhor Primeiro Ministro e candidato ..., mesmo antes da covid | MAIS UMA VEZ ATRASADOS!

 

Recorte:


E isto vem a propósito disto:

Costa propôs uma semana de trabalho de quatro dias e não caiu bem aos patrões: é "absolutamente irrealista", terá "consequências desastrosas" - leia aqui.

 E lembremos:

 
 Disponível aqui


«MALAGUEIRA»|onde verdadeira participação ...

 

e o site do Documentário neste endereço 

Excerto:

«(...) Este bairro foi “um projeto único”, talvez “o mais icónico de Siza Vieira”, no qual “a componente arquitetónica surge enquadrada por pressupostos ideológicos”, destacou o realizador do documentário.“O desenho das casas e dos espaços comuns, isto é, a conceção do próprio bairro, envolveu a participação dos futuros moradores, chamados a opinar sobre questões como a dimensão das janelas ou a altura dos muros”, continuou o também jornalista Luís Godinho. Este foi “um projeto participado, onde rapidamente se passou da discussão sobre a tipologia das casas para o conceito de cidade”.Segundo o realizador, “foi também um projeto inclusivo, na medida em que Álvaro Siza Vieira conseguiu evitar a criação de ‘guetos’ numa área com 1.200 habitações, integrando a iniciativa privada com a construção social e cooperativa”.O documentário de Luís Godinho tem como protagonistas os arquitetos Álvaro Siza Vieira e Nuno Ribeiro Lopes, o ex-presidente da Câmara de Évora Abílio Dias Fernandes e dezenas de moradores do Bairro da Malagueira (1977-1997). (...)».

E no Elitário Para Todos há quem tenha memória viva disto: «(...)O arquiteto Nuno Ribeiro Lopes, que, à época, colaborava com Siza Vieira e foi quem, no terreno, acompanhou o desenvolvimento do projeto, lembrou que, naquela altura, “a Câmara de Évora tomou a liderança urbanística a nível nacional com várias ações”. “Uma delas foi a Malagueira. Outra foi a elaboração de um primeiro Plano Diretor Municipal, que era uma coisa que legalmente não existia. Aliás, foi feito e só seis anos depois é que entrou em vigor, quando a lei surgiu”, disse. (...)».

 

segunda-feira, 10 de janeiro de 2022

HÁ QUEM DISCUTA CULTURA | Encontro da CDU com escritores e livreiros









«ESTATUTO DO ARTISTA» | mais um artigo que o Governo vai ignorar ...

 

Recorte do artigo de opinião do Público «Estatuto dos ProƊssionais da Cultura: o que
conseguimos e os compromissos que faltam» de 8 JAN 2022

 

 

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Por aqui insistimos: é o SERVIÇO PÚBLICO DE CULTURA como um todo que está em causa. Sem isso ... Um pormenor, aliás tocado no artigo: com a publicação do «Estatuto» a Lei 4/2008 - que dizia «A presente lei aprova o regime dos contratos de trabalho e estabelece o regime de segurança social aplicável aos trabalhadores das artes do espectáculo e do audiovisual que desenvolvam uma actividade artística, técnico-artística ou de mediação destinada a espectáculos ou a eventos públicos» -   foi revogada, verdadeiramente sem nunca ter sido aplicada. Mais, nunca nos foi apresentado um balanço sobre a mesma: mas já sabemos o ainda Governo para a Cultura não precisa de estudos para decidir... Que venha força  para a mudança de que precisamos!