Lygia Fagundes Telles morreu. Agora é continuar a ler a sua obra. «Assumiu-se como "uma escritora do terceiro mundo, atenta às desigualdades", empenhada em "ajudar o leitor" através dos seus livros, garantindo procurar "dar ao leitor o consolo e o amor" e defendendo que "a salvação está na arte"». Leia este «5 livros para conhecer a obra de Lygia Fagundes Telles», uma maneira de recordar a autora, ou como se iniciar no seu trabalho.
SINOPSE
Publicado
em 1915 o Manifesto Anti-Dantas foi
uma reacção pública e veemente de Almada Negreiros contra a oposição crítica e
conservadora ao movimento modernista português, aqui personificada por Júlio
Dantas. A edição que agora se apresenta, da responsabilidade de Sara Afonso
Ferreira, inclui uma gravação inédita do Manifesto Anti-Dantas lido pelo
próprio Almada Negreiros. Saiba mais.
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E foi o trabalho abaixo de Rui Zink que está na origem deste post sobre matéria que tínhamos «em carteira». Andávamos à procura das intervenções, mas não encontrámos ... Só localizámos a da Senhora Ministra da Cultura - no portal do Governo . Não devia haver um sitio onde pudéssemos encontrar tudo? Talvez seja o site (que não temos) do Ministério da Cultura (que verdadeiramente não existe) - a questão do site é apenas uma expressão disso mesmo ....
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Entretanto também iremos em busca do lugar onde podemos saber da«história oficial» das Medalhas de Mérito Cultural. Parece-nos que a Ministra da Cultura que acaba de cessar funções investiu nelas. .. Em particular estamos interessados em verificar se há um qualquer padrão ...
Excerto: «(...)O independente Rui Moreira, que respondia a uma questão levantada pela vereadora da CDU, Ilda Figueiredo, no âmbito da discussão da primeira revisão ao orçamento de 2022 em reunião do Executivo, disse ter ficado surpreendido com o facto de o Ministério da Cultura "apenas ter inscrito a reabilitação de um equipamento cultural do Porto" no PRR, o Museu Soares dos Reis. Rui Moreira reforçou que o município do Porto não tem "nem enquadramento legal, nem vontade política" para avançar com a reabilitação, nem "arcar" com a obra de um equipamento cultural, no qual é um dos participantes da associação que o gere, a Associação Amigos do Coliseu do Porto. (...)».
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Uma pergunta, de entre outras, que se coloca, e que temos vindo a colocar aqui no Elitário Para Todos: qual a lógica do PRR para a Cultura? E agora o Senhor Ministro da Cultura, fora do conforto de comentador, tem de ter certezas e torná-las públicas. Aguardemos.
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A propósito, acaba de acontecer no âmbito da Presidência francesa da UE este colóquio: