segunda-feira, 8 de junho de 2026

À ATENÇÃO DOS NOSSOS GOVERNANTES | EM NOME DO FUTURO| deem uma olhadela ao que se vai discutir no «Trellis Impact 26» | ATÉ PORQUE V. EXCELÊNCIAS NOS DIZEM QUE SÃO «MODERNOS» | SERÃO?

 
 
Devem ter sido os «R» da imagem acima que nos levaram a pensar nos nossos Governantes. Agora, mais a sério, deve ter sido porque o nosso Governo pensa o FUTURO aos retalhos e o PARADIGMA DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL não deixa de ser apenas um titulo para «adornar» - é ver como aparece aos farrapos  na legislação com que que nos vão inundando. Não vem com novos modelos de Gestão Pública. Assim, em jeito de lembrete, Governo(s) não deixem passar ao lado o «Trellis Impact 26» até porque a atmosfera em que acontece é da realidade da «economia» que tanto veneram - o mundo dos negócios. Que não tem de ser diabolizada. Aproveitemos para lembrar que na nossa CONSTITUIÇÃO coexistem o Privado, o Público, e Cooperativo/Associativo. Mas vamos lá ao que se prevê para a sessão acima:
 
E já agora o conceito geral do Trellis Impact 26:
 
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Talvez devêssemos também sugerir
a vedetas do nosso «comentariado»
que não ignorem o «global» 
que vai acontecendo pelo mundo ...
 O problema será que para isso é necessário 
saber sobre o todo e a parte ... 
Sem serem especialistas de tudo o
 que vai dominando os telejornais ...
 E quantas das vezes com arrogância.
Já agora insistamos no
 Isto anda tudo ligado.
 
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Estas coisas são mesmo como as «cerejas»igualmente
 nos veio à memória a obra seguinte de Filipe Duarte Santos
 e o que Viriato Soromenho-Marques escreveu a propósito 
 

SINOPSE
Nos últimos milénios, e especialmente durante os últimos dois séculos, as sociedades humanas, têm provocado alterações significativas no ambiente. As interferências com o sistema terrestre são actualmente tão profundas que ameaçam os processos de que depende a sustentabilidade daquelas sociedades. Neste livro, apresenta-se uma abordagem integrada que inclui a dimensão humana e as transformações sociais e económicas que contribuem para as alterações globais. Analisa-se a situação mundial e as perspectivas da sua evolução futura no quadro da recente crise Ocidental, da convergência económica entre os países em desenvolvimento e os países mais industrializados. O caso de Portugal face às alterações globais é igualmente discutido, devido às inescapáveis implicações deste fenómeno no nosso país. Saiba mais.
 
E as palavras de Viriato Soromenho Marques:
 
«Um alerta em nome do futuro
A crise de múltiplas cores em que o mundo está mergulhado, e que atinge na Europa tons de agonia, é também uma crise de invisibilidade dos grandes problemas que se colocam à possibilidade existencial de prosseguir com a marcha história de uma civilização tecnológica complexa como a atual. A obra mais recente de Filipe Duarte Santos (FDS), o conhecido professor da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, sem dúvida a maior autoridade académica portuguesa em alterações climáticas, vai no sentido oposto. Constitui um sereno esforço de identificar uma agenda das tarefas que temos de enfrentar se não quisermos que, em vez de futuro, o devir nos faça mergulhar numa colossal regressão. 
Numa espécie de síntese de uma carreira devotada ao estudo de temas emergentes na relação entre as ciências físicas e sociais na sociedade contemporânea, FDS produziu uma obra que constitui uma verdadeira proposta de agenda para as políticas públicas da comunidade internacional. Para uma comunidade capaz de diagnosticar os problemas, de construir instituições para os enfrentar, desenhando e implementando estratégias firmes, consistentes e solidárias. 
Num extraordinário compromisso entre o texto científico (servido por um útil glossário) e o ensaio mobilizador, a obra destina-se a um público muito vasto, fornecendo-lhe uma informação atualizada, crítica e calibrada. 
Uma obra indispensável para compreender a íntima conexão entre ciências e políticas na era do Antropoceno, isto é, no tempo em que a humanidade, senhora de um poder e de uma responsabilidade incomparáveis, terá de lutar para merecer, pelo seu engenho o esforço, um futuro digno, ou, sucumbir numa abjeção e indigência sem paralelo histórico». 
Recorremos a post anterior do Elitário Para Todos de 2013.  
 
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Encerremos 
 

 

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