quarta-feira, 8 de abril de 2015

A «SAGA OPART» CONTINUA ...



E quando se pensava que as trapalhadas da OPART iam ter um interregno eis-nos face à noticia da imagem.  Não fossem leitores do Elitário Para Todos terem-nos alertado, adiantando que não se podia deixar passar isto «em branco», e já nem íamos dar importância ao caso. Do género, mais coisa, menos coisa, que importância tem nesta fase do campeonato ! Mas é óbvio que se estava errado. E depois disto até fomos ao site da OPART, e lemos «em diagonal» a legislação que lá está e demais documentação. No pressuposto de que se tinha processado alguma alteração de fundo no funcionamento das organizações públicas. Mas não. Depois disso, e de até se ter ido ao Código do Trabalho,   só nos resta, uma vez mais, registar o seguinte: respeitem a nossa inteligência!  E é até bizarro que a «fonte» se empenhe a tentar dizer «olhem que é legal, olhem que é legal» como se alguém fosse contratar um jurista para afirmar o contrário ... Mal estão as coisas quando se tenta ir por alii ... Há algo maior, que é a transparência na gestão dos serviços públicos. Transparência! alguém já saberá, nos dias que correm, do que é que se está a falar?
E para não se perder a viagem (ao site) sublinhe-se, com a ironia possível,  que lá se encontra disponível um documento sobre «Princípios de Boa Governação». É certo que se refere a uma Resolução do Conselho de Ministros de 2007 e ... e constatamos que já está revogada. Esperemos que nesta gestão assente em «leis» já haja diploma substituto... 
Falta dizer que continua a ser, no minimo, desagradável,  ver pessoas que nos habituamos a respeitar metidas em alhadas destas. E até foi isso que surpreendeu leitores. Pois é, não havia necessidade ... Como já escrevemos em posts anteriores:Pinamonti, Falcão & Companhia | Não havia necessidade ... 
Mas é o que temos ! E a questão: como se vai dar a volta a isto!




Pela imagem, e olhando apenas para «Relatório e Contas, 
um bocadinho  desactualizados ...
Mas certamente que existe um qualquer diploma 
onde se vão buscar argumentos
para uma  justificação ...

quinta-feira, 2 de abril de 2015

MANOEL DE OLIVEIRA | «Ele é, como todo o artista devia ser, único»


Manoel de Oliveira e Luís Miguel Cintra


«Noutro texto, publicado em "Histórias e Revelações", que Manoel de Oliveira publicou em 2008, Luís Miguel Cintra, ator e encenador, que participou em 19 filmes do realizador, descreve-o como um "grande amigo" e "mais do que um mestre". Segundo Luís Miguel Cintra, a obra de Manoel de Oliveira "não pode ser imitada nem dela se poderão extrair 'receitas' de como fazer cinema. Ele é, como todo o artista devia ser, único".Luís Miguel Cintra refere-se ainda ao realizador como sendo "um exemplo absoluto na liberdade que sempre exigiu e conseguiu na sua prática artística". Elogia-lhe a capacidade de preservar (Manoel de Oliveira tinha 106 anos) a "componente lúdica", "o exercício da imaginação", reconhecendo-o como um "exemplo admirável de dignidade artística na sua relação com o público", atributo raro, admirável, tendo em conta a sua arte, a do cinema, "toda ela minada pelo mundo dos negócios, e numa época em que todas as artes vivem cada vez mais dependentes do mercado"». Daqui, do Expresso. (destaques nossos).

quarta-feira, 25 de março de 2015

«MORREU ALGUÉM»


Morreu alguém

A poesia é que é. Ele é o poeta do que a poesia é.

AS DELEGAÇÕES REGIONAIS DA CULTURA E OS APOIOS QUE CONCEDEM

 Ver aqui.

Dando seguimento ao post anterior

AS DELEGAÇÕES REGIONAIS DE CULTURA | Nada contra os apoios que concedem ! só queremos perceber 

chegou a vez da Região Centro, e a situação  é a que se vê na imagem acima.  Do que se conhece até agora, o que se poderá dizer é que a diversidade ponteia. Aguardemos os próximos capítulos.

 

quinta-feira, 19 de março de 2015

MANUEL DA SILVA RAMOS | «Impunidade das Trevas»



«De país mergulhado até aos ossos na tirania da austeridade, no banho-maria da corrupção e na impunidade dos banqueiros, gestores estatais e outros infractores de colarinho branco, ergue-se Camila, uma jovem mulher, bela e misteriosa, que à sua maneira não desiste de lutar contra o marasmo circundante, a ganância dos poderosos e a opressão que trucida os mais desfavorecidos.Certo dia, num bar de um hotel, Camila trava conhecimento com Domingos Souto, um professor da Universidade de Aix-en-Provence. Seduzido pelos originais métodos de vingança política de Camila, o lente não hesita em apoiá-la num combate árduo e desigual contra as vilanias que assolam a sociedade portuguesa.Confirmando Manuel da Silva Ramos como o mais original escritor português, Impunidade das Trevas (detalhe do quadro «Portugal, rumo à Vitória!») é não só um romance cru, trágico, surpreendente e hilariante, mas também um retrato do Portugal pós-tróica, uma singular história de amor e, sobretudo, um apelo à intervenção cívica dos portugueses». +

E sobre o livro: