sábado, 12 de dezembro de 2015
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
INE | Estatísticas da Cultura
«O Instituto Nacional de Estatística (INE) divulga a publicação Estatísticas da Cultura 2014, que disponibiliza informação estatística sobre diversos temas e domínios culturais: ensino; emprego; índice de preços no consumidor de bens e serviços culturais; empresas do sector cultural e criativo; comércio internacional de bens culturais; património cultural; artes plásticas; materiais impressos e de literatura; cinema; artes do espetáculo; radiodifusão, financiamento das atividades culturais e criativas. Incluí também um resumo da Conta Satélite da Cultura (triénio 2010-2012)».
E sobre as estatísticas publicadas:
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
ARTES E SUSTENTABILIDADE: colocar «o verde» na agenda é preciso
Desde logo, ler ou reler o relatório da imagem é a primeira sugestão. Depois, a partir dele e em ambiente COP21 - ver aqui - recorramos, uma vez
mais, ao ARTS COUNCIL ENGLAND para chamarmos a atençao sobre o «verde» na esfera da cultura e das artes: «Arts
Council England is committed to supporting the sector to reduce its impact on
the environment. Arts Council England’s
managed Accreditation scheme requires museums to be environmentally conscious
and produce an environmental policy statement that is realistic for the scale
of the organisation, and Museum development funding provides support to smaller
organisations to improve sustainability with environmental audits and tailored
action plans. Detailed information on how Arts Council England is working
towards building resilience in the arts and culture sector through
environmental sustainability can be found on pages 14 to 15. Arts Council England
itself continues (...)».
Já agora, outro aspecto que é sempre oportuno trazer à baila - e então neste momento que se está a iniciar um novo ciclo na sociedade portuguesa - a monitorização e a avaliação (os destaques são nossos): «Monitoring
and evaluation - We continue to use a single set of principles to inform the
level of monitoring we carry out for each of our funding programmes. The level is based on an analysis of
risk that takes into consideration: • the amount of money involved • the
strategic importance of the activity • any other risk factors. We do not necessarily avoid risk;
it is often a central aspect of the creative process. Our approach is to
manage risk by carefully assessing all applications we receive and tailoring our monitoring requirements on a
project-by-project basis. Where the risks associated with a project are
considered low, a ‘light touch’ approach is adopted, enabling us to concentrate
our resources on monitoring and supporting projects where the risks may be
higher. We evaluate our funding programmes regularly to assess whether they are
delivering the benefits that we expect for artists, arts organisations and the
wider public. We use the findings of such evaluations to refine existing
programmes and inform the development of future ones».
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
CINEMA | Produtores e realizadores denunciam rutura financeira
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| Ípsilon/Público - 4DEZ2015 |
Sobre o mesmo assunto da imagem, no Portal SAPO:
Produtores e
realizadores de cinema denunciam "ruptura financeira" do
ICA
Lisboa, 01 dez
(Lusa) - Cerca de 40 produtores e realizadores de cinema denunciaram hoje uma
situação de "rutura financeira" no Instituto do Cinema e Audiovisual
(ICA), pondo em risco os próximos meses de rodagem, produção e finalização de
projetos de cinema.Em causa estão
compromissos de pagamentos a produtoras de cinema, por parte do ICA, que rondam
um total de quatro milhões de euros, no âmbito dos concursos de apoios
financeiros, explicou à agência Lusa Pedro Borges, um dos produtores que
assinou o comunicado de denúncia hoje divulgado."Porque as verbas existem, estão é
bloqueadas pela necessidade de autorizações e decisões formais", decisões
que "envolvem o Ministério das Finanças, a Direcção Geral do Orçamento e a
Anacom", lê-se no comunicado assinado por cerca de 40 produtores e
realizadores.
Continue a ler.quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
«A minha pátria é a língua portuguesa» | «A minha pátria é a minha língua portuguesa»
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| Leia aqui |
Gostava de ter estado lá, a ouvir esta intervenção. Ocorre-me que seria benéfico haver cânones para outros domínios, que expusessem outras diversidades. E como eu gosto de ouvir pessoas que falam do que sabem, do que estudaram ... E ainda mais quando se trata de matérias distantes das minhas em termos profissionais. Mas é que depois aquilo de que é suposto (e disso terei obrigação) perceber alguma coisa sai sempre beneficiado. De facto, «Tudo está em tudo».
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
CULTURA NO PORTAL DO GOVERNO | Muito bem, agora com tratamento igual
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| Visto a 1 de dezembro de 2015 |
Para se perceber este post tem de se ir a um anterior:
OH DIABO, HÁ MINISTÉRIO OU APENAS MINISTRO ? E já agora também a estes:
OH DIABO, HÁ MINISTÉRIO OU APENAS MINISTRO ? E já agora também a estes:
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