domingo, 9 de setembro de 2018

JÁ NOS IAMOS ESQUECENDO OUTRA VEZ ! | Está aberto concurso para Diretor-Geral da Direção-Geral das Artes | MAS NÃO SE PODE PERDER A OCASIÃO PARA SE INSISTIR QUE O REI VAI NU ! | MAS QUEM OUVIRÁ?



Isto é uma montagem de recortes,Veja mais aqui
Mas também pode começar

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Bem vistas as coisas, já nem se sabe o que se pode fazer nesta questão dos concursos, em geral. Em particular, para a DGARTES, talvez a Assembleia da República pedir uma ida ao Parlamento para alguém justificar o PERFIL, o JURI,  aquela Carta de Missão , e ... Pode começar-se pelos recortes acima. Ainda que mal se pergunte, a DGARTES não é para ser refundada? Então, o processo não devia estar a decorrer?, por equipa competente para o efeito, e onde devia ser ponderado o PERFIL DOS SEUS DIRIGENTES ?  
Talvez, uma vez mais, seja a comunicação social a dizer que o REI VAI NU ..., mesmo que seja a partir de um qualquer aspecto secundário ...
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Ah, aquela «COMPETÊNCIA PARA ANTECIPAR CONSEQUÊNCIAS» não deixa de ser irónico na esfera da DGARTES. Querem ver que está ali a causa do desastre que estamos a viver quanto ao SERVIÇO PÚBLICO NAS ARTES! Não conseguiram antecipar o futuro: nem o de curto nem o de longo prazo. E qual é o ponto de situação, qual é ele?


quinta-feira, 6 de setembro de 2018

SERVIÇO PÚBLICO NAS ARTES | Necessariamente, as ondas da tragédia continuam a crescer ...

Leia aqui no Publico online

A notícia vem relembrar o PROBLEMA QUE NÃO ESTÁ RESOLVIDO mesmo que o Primeiro Ministro o queira fazer esquecer dizendo que a Cultura vai ter o maior Orçamento de sempre. Até porque já o tinha dito antes! Uma vez mais, lembre-se o que muitos dizem, eventualmente, com formulações diferentes: há que tomar medidas imediatas efectivas para se diminuírem os estragos, e como se vê, não apenas dos que não foram «bafejados pela sorte» e não tiveram qualquer apoio. Mas também,  pelos vistos, os mais apoiados estão na situação que a notícia ilustra ... A propósito, como estará o caso da Companhia de Teatro de Almada? Senhor Primeiro Ministro, para o maior orçamento de sempre convém, à partida, fazer um ponto de situação da tragédia, sim, quantificado.  Como nos outros setores.
Um pormenor da notícia que não pode passar em branco:  «talvez seja difícil para o público em geral perceber esse impacto». Do muito que esta frase poderia levar a comentar, fiquemos por isto: precisamente, o serviço público nas artes quer levar a que «o público em geral» sinta a necessidade do conhecimento e do prazer que só as artes podem dar; por outro lado, será ainda essa falta de leitura por parte de alguma da população que leva a que alguns lhes apresentem «gato» por «lebre» ... Certamente com a melhor das intenções! Resumindo, há que dizer «preto no branco» em que consiste O SERVIÇO PÚBLICO nas artes: que autores; quantos espectáculos; em que sítios; ... devem ser esperados pelos cidadãos. Por exemplo, onde é que podemos ver Shakespeare este ano? e Gil Vicente; e ...
Mas neste imbróglio que não «poupa ninguém», embora alguns tentem «tapar o sol com a peneira», agurdamos que nos esclareçam o que vai o Governo fazer da Recomendação da Assembleia da República a que se refere este post:

«ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Recomenda ao Governo a revisão do modelo de apoio às artes»





E quem acompanha a sua implementação?

Mas isto parece  já não ir lá com Recomendações, o melhor é o Parlamento  tomar a iniciativa e fazer a Lei que pede que o Governo proponha ... E impor as medidas imediatas. É que a situação tem carácter de urgência mesmo que seja difícil para «o público em geral» perceber o impacto. Mas não é para isso que existem os Partidos?, também para evidenciar aquilo a que se tem direito na cultura e nas artes, seja material ou imaterial?



CREATIVE MANY | «Whether you are employed by an arts or cultural organization or are an artist, parent, teacher, student or supporter, we encourage you to make your voice heard»



Saiba mais

domingo, 2 de setembro de 2018

DOS OUTROS | FRANÇA | «Educação Artística e Cultural»



«CHARTE POUR L'ÉDUCATION ARTISTIQUE ET CULTURELLE

Publié le 04 juin 2018
Le président de la République a fait de l’éducation artistique et culturelle une priorité et a fixé un objectif : 100 % des enfants touchés par les trois dimensions que sont la pratique artistique, la fréquentation des œuvres et la rencontre avec les artistes, l’acquisition de connaissances dans le domaine des arts et de la culture.
C’est dans cet objectif du 100% culture qu’Emmanuel Ethis, vice-président du Haut Conseil, s’est vu remettre une nouvelle lettre de mission pour un mandat de cinq années durant lesquelles il sera chargé de mettre en œuvre des initiatives concrètes incarnant les recommandations inscrites dans la Charte pour l’éducation artistique et culturelle, écrite et diffusée lors de son premier mandat. Cette charte, présentée le 8 juillet 2016 au festival d’Avignon, fixe les grandes caractéristiques de l’éducation artistique et culturelle et constitue un document de référence pour l’ensemble des acteurs».


Veja aqui
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Ao olharmos para os outros até parece que somos masoquistas. Mas não, faz bem ver coisas bem feitas, e talvez os diversos protagonistas implicados - bem, digamos «stakeholders», é mais modernaço - ao verem coisas destas e se lembrem de as pôr nas agendas. Educação artística e cultural não é levar de vez em quando alguns «sortudos» ao teatro - nem que seja ao Teatro Nacional D. Maria II. É isso, o objetivo só pode ser os 100%. Todos tem de ter educãção artística e cultural.E para os que gostam de fazer contas: será de abranger uma iniciativa desta natureza pelo «1% do OE»?  É isso, estamos numa de provocação aos «fanáticos do 1%». Lembrando, por aqui como é óbvio gostamos do MOVIMENTO, com conta, peso e medida ...
Mas vamos ao que interessa, para já, talvez começar por se fazer um inventário do que já se fez, se está a fazer, se tentou ... neste dominios. Para evitarmos o «pindérico» PELA PRIMEIRA VEZ ... Bom, e porque é assim que se trabalha: fazer levantamentos dos investimentos feitos para se fixar um PONTO DE  PARTIDA para a «educação artística e cultural».  E depois gizar a POLITICA PÚBLICA global, integrada e a prazo, evitando as coisas desgarradas que, afinal, todos denunciam...
Mas quem nos ouvirá?

sábado, 1 de setembro de 2018

«Black Mountain College – A School Like No Other»




«Discover the highly influential, experimental college founded 
at Black Mountain, North Carolina, USA»

 «Black Mountain College was a highly influential school founded in North Carolina, USA, in 1933 where teaching was experimental and committed to an interdisciplinary approach.
The college’s progressive principles were based on the educational theories of its founder, John Andrew Rice. In the curriculum, drama, music and fine art were given equal status to all other academic subjects. Teaching was informal, with an emphasis on collaboration, communal living and outdoor activities. Most of the work of running the college and maintaining the buildings was done by students and faculty. Black Mountain quickly became an extraordinary powerhouse of modern culture in America.
Amongst its teachers were some of the greatest names of modern American culture, including the Bauhaus teacher Josef Albers, who had fled Nazi Germany after the closure of the Bauhaus that same year and became one of the first teachers at the college. Abstract expressionist painters Willem and Elaine de Kooning, artists Robert Rauschenberg and Anni Albers, composer John Cage and dancer and choreographer Merce Cunningham were all also associated with the school at one time or another». Saiba mais.