segunda-feira, 7 de agosto de 2023

NO QUERIDO MÊS DE AGOSTO | TEATRO ! | «Os Gigantes da Montanha»| 2023 - 26 JUL.19 AGO| MUSEU ARQUEOLÓGICO DO CARMO | LISBOA

 


 

«Os Gigantes da Montanha é um exemplo do poder da palavra poética do autor, ensaísta e diretor de teatro siciliano, Luigi Pirandello, reconhecido por uma obra que equilibra poesia e reflexão sobre a criação artística. A peça é uma fábula sobre o imenso valor da arte num mundo dominado por gigantes impregnados apenas de lógicas economicistas e de lucro, com a intenção de firmar uma critica sobre a desvalorização do teatro em tempos onde a obra artística tende a ser extremamente realista e objectiva. Sendo a última peça, inacabada, interrompida pela morte do autor, a peça possui um final em aberto permitindo diversas interpretações, mas é sem dúvida alguma um testamento acerca da magia e da imaginação que preside toda a verdadeira criação artística. Sobre a alegria vital e caótica do teatro». Saiba mais. 

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Ainda:
«Sobre Os Gigantes da Montanha, última e inacabada peça do dramaturgo siciliano Luigi Pirandello, disse a recentemente desaparecida Christine Laurent, que a encenou para o Teatro da Cornucópia em 2008, tratar-se de um texto de “tonalidade paradoxal, uma combinação de sombras e de luz, de encantos e crueldade”. A ação passa-se no sopé de uma montanha, onde o poeta e mágico Cotrone, o Mago, e o seu grupo de marginais, se encontra com Ilse, A Condessa, e a sua trupe de atores fatigados e desiludidos. Neste sítio, situado “entre dois mundos, entre a vida e a morte”, aquilo que Crotone mostrará a Ilse e à sua companhia de teatro falida é a “alegria vital e caótica do teatro, a necessidade da paixão e do amor, o mistério do erotismo, a dimensão grotesca e irónica da vida”.
Respondendo ao já tradicional desafio de levar o teatro às ruínas do Convento do Carmo em noites de verão, António Pires encena pela primeira vez Pirandello e, ao trazer a cena este “testamento acerca da magia e da imaginação que preside toda a verdadeira criação artística”, homenageia também uma companhia de teatro incontornável, a Cornucópia, usando não só a tradução de Luís Miguel Cintra (ele que foi Cotrone, papel agora a cargo de Adriano Luz), como contando no elenco com atores que estiveram no espetáculo dirigido por Laurent, nomeadamente Sofia Marques (que, aqui, interpreta Ilse, A Condessa) e David Almeida. [texto: Frederico Bernardino/Agenda Cultural Lisboa]». Daqui.

 

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BILHETEIRA

Bilhetes à venda em www.bol.pt e nos Pontos de Venda Aderentes
16€.  12€ (<25>65 e profissionais do espetáculo). 10€ (portadores do cartão de amigo do TdB)
Reservas e informações:  213473358 (dias úteis 15h-18h) -chamada rede fixa nacional - ou 91 321 12 63 (entre as 15h e as 21h nos dias de espetáculos) - chamada rede móvel

ELEITOS DA JMJ | Carminho - «Estrela»









domingo, 6 de agosto de 2023

PARA A «OFICINA DA ESPERANÇA» DO PAPA FRANCISCO | lembremos «a cultura não é um luxo» de José Tolentino Mendonça

 
 
 
 
 (Discurso na íntegra do Papa Francisco no CCB: "Que rota segues, Ocidente?")
 
 
Notamos que não se deu grande relevo ao discurso do Papa Francisco no Centro Cultural de Belém. Daí o vídeo acima. Verificamos que não fomos os únicos a identificar isso. Por exemplo, no jornal AbrilAbril :
 
Foi, a nosso ver, um «discurso de Estado», universal, atravessado pela CULTURA  -  dos nossos melhores estiveram lá, a que não será alheia «a mão» de José Tolentino Mendonça. Por estes caminhos nos lembramos de um texto seu  que com frequência trazemos para o Elitário Para Todos. Uma vez mais:



Com fundamento de há muito que defendemos o PARADIGMA DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL expresso por esta formulação:

 
Será o equivalente à ECOLOGIA INTEGRAL do Papa Francisco.
 
E quem sabe a Jornada Mundial da Juventude 2023 inspire os nossos GOVERNANTES e dê um impulso às ADMINISTRAÇÕES na esfera da CULTURA.



sábado, 5 de agosto de 2023

PCP |«Sobre os resultados do concurso de apoio a Projectos-Criação da DGARTES»

 

 
O comunicado do PCP termina assim:
 
«(...)  O PCP continuará a intervir e a lutar para afirmar e construir um outro rumo para a política cultural, que passa pela instituição de um Serviço Público de Cultura, que respeite e garanta a liberdade e diversidade da criação artística, a defesa e recuperação do património, a coesão e a diversificação territorial, os direitos dos trabalhadores da Cultura».

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E por aqui insistimos: sem prejuízo das MEDIDAS DE EMERGÊNCIA  que se impõem é O MODELO QUE ESTÁ ESGOTADO! O SERVIÇO PÚBLICO DE CULTURA não pode assentar em CONCURSOS. A CULTURA não pode ser o SETOR POBRE! Já se imaginou, por exemplo, escolas e hospitais de natureza pública a cobrirem o território em função de concursos semelhantes aos da DGARTES? Bom, reforçando o que se acaba de escrever lembremos de posts anteriores:






 

terça-feira, 1 de agosto de 2023

«CATÁSTROFE» DIZ A ACÇÃO COOPERATIVISTA | Quando o Serviço Público assenta em concursos o que se espera?, perguntamos nós

 

Acção Cooperativista alerta para “catástrofe” nos apoios a projectos de Criação

Num universo de 833 candidaturas ao programa da DGArtes, 623 não foram contempladas, algumas com pontuações acima dos 90%. Segunda a DGArtes, houve um aumento de 65% de candidaturas admitidas.

 
Acção Cooperativista alerta para “catástrofe” nos apoios a projectos de Criação
A Acção Cooperativista alertou para a situação de “catástrofe” após terem sido revelados esta semana os resultados provisórios dos apoios da Direcção-Geral das Artes (DGArtes) ao Programa de Apoio a Projectos 2022 na área da Criação, através de comunicado divulgado nesta terça-feira de madrugada. (...)». Recorte do jornal Público - Ípsilon.