quinta-feira, 9 de maio de 2024

NOS 50 ANOS DE ABRIL | trabalhar para se organizar memória ... | VOLTEMOS A OLHAR PARA «O CORPO DE DELITO» DE VASCO PINTO LEITE

 

 
 
"O testemunho de uma experiência que talvez nos ajude a perceber, pelo prisma cintilante da cultura, a génese dos caminhos políticos que seguimos e das teias que tecemos: uma revisita desde a acção cultural possível no final do anterior regime, prosseguindo pelo fluxo e o refluxo da Revolução de Abril, até aos labirintos da actualidade do estado da nação." +.
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Foi a conversa havida no PODCAST  Megafone - A democratização da cultura e das artes - que nos fez voltar ao livro da imagem. E dizemos voltar porque em 2013 já tinha havido post a propósito. Veja aqui (reflete o bug que já tivemos). Excerto: «(...) Lá,   por exemplo, o projeto de lei do Teatro  a seguir ao 25 de Abril ( que eu tanto procurava no monte dos meus papeis) e que começa assim:  «O teatro passa a ser um serviço público ...), e logo a seguir: "É criado o Instituto Português de Teatro no Ministério da Comunicação Social, (onde, à data,  se encontrava a Secretaria de Estado da Cultura) que promoverá e coordenará a actividade teatral como serviço público". (...)».
 E diz o autor: «Nas atividades teatrais a primeira reunião teve lugar no Palácio Foz a 25 de Setembro de 1974, às portas dos acontecimentos do 28 de Setembro. Esta CCAT - Comissão Consultiva para as Actividades Teatrais viria a ter uma progressão bastante mais fluída que a do cinema». Apenas para se avaliar dos pormenores a que se chega no livro».
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E já que o temos,  de seguida o recorte do JL:

 
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No sábado passado, as Campanhas de Dinamização foram
 o tema da CONVERSA COM O PÚBLICO no
 Teatro Municipal Joaquim Benite:
 

Na Galeria do Teatro há Exposição onde as «Campanhas» nos «esmagam» - se
 nos é permitido, a não perder:
 

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Caldeando tudo o que nos volta a inundar nas diferentes enxurradas  de memórias, aqui fica, uma vez mais, esta ideia: exigir que na esfera do Ministério da Cultura se organize a MEMÓRIA A QUE TEMOS DIREITO sobre o passado, o presente, e, sim, o FUTURO. É penoso ver  jovens investigadores «perdidos» à procura de dados, informação e conhecimento, em especial, no âmbito das ARTES PERFORMATIVAS ... E organizar formação onde se confrontem áreas do saber para se ler o institucionalizado, o praticado, o que emergiu em cada momento, para que hoje possamos planear e programar rendibilizando o património do conhecimento que se herda ..., e assim INOVAR com raízes. 






quarta-feira, 8 de maio de 2024

AÍ ESTÁ ! |COMO ESPERÁVAMOS | A LISTA DA CDU ENCABEÇADA POR JOÃO OLIVEIRA NÃO ESQUECE A CULTURA NAS ELEIÇÕES EUROPEIAS | «Cultura como conquista da liberdade»| A NOSSO VER É PRECISO «AVISAR TODA A GENTE» PARA APOIAR ESTE «MANIFESTO»

  

se quiser subscrever esta tomada de posição também o pode fazer para este endereço: s.intelectual@dorl.pcp.pt
 
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 A propósito, do que anteriormente já escrevemos aqui no Elitário Para Todos, neste post. E o nosso desejo lá  anunciado:«Uma vontade:tudo faremos neste blogue para que a CULTURA E AS ARTES tenham espaço de debate nas próximas Eleições Europeias». Daí, claro,  a nossa satisfação com a iniciativa da CDU!
 
  
 

segunda-feira, 6 de maio de 2024

«No Gods Live Here BY CONCEIÇÃO LIMA»

 

 


«No Gods Live Here by Conceição Lima, tr. by Shook

No Gods Live Here by Conceição Lima is a bilingual Portuguese–English edition of the poet’s work, with translation by Shook. Lima is a Santomean poet from São Tomé, one of the two islands in the nation of São Tomé and Príncipe where Portuguese explorers arrived in 1470, and to which a large number of West Africans were forcefully moved and enslaved on plantations». Saiba mais.


domingo, 5 de maio de 2024

Assim vai «o trabalho» no Setor da Cultura ...

 

 
Começa assim: «Trabalhadores denunciam “contratos precários” em equipamentos culturais do Porto Trabalhadores da empresa municipal Ágora - Cultura e Desporto do Porto denunciaram "contratos precários" em equipamentos do município e reivindicaram melhores condições de trabalho, avançou nesta terça-feira o Sindicato dos Trabalhadores de Espectáculos, do Audiovisual e dos Músicos (CENA-STE).(...)».


quinta-feira, 2 de maio de 2024

«Fazer Sonhar - Teatro Experimental de Cascais 1965.2023»

 


Sinopse

Publicado com o apoio da Câmara Municipal de Cascais e por ocasião da celebração do 58.º aniversário do Teatro Experimental de Cascais, esta obra da autoria de José Pedro Sousa, com a colaboração de João Vasco, Carlos Avilez e Fernando Alvarez, narra a história desta companhia de teatro, entre 1965 e 2023, que ao longo de gerações tem projetado Cascais nacional e internacionalmente, afirmando-se, assim, como um dos garantes da memória coletiva do concelho.

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Ainda: «(...)Esta obra agora lançada e há muito desejada, testemunha o relevante papel cultural que o TEC desempenhou não só em Cascais, como marcou definitivamente a história do teatro nacional, com uma produção, praticamente, ininterrupta desde a sua criação há 59 anos. "O teatro não pode parar. Não podem deixar morrer o teatro!", afirmava Carlos Avilez, perante as sucessivos desafios que o setor atravessou na sua longa existência. Um facto é que em cada um dos espetáculos, as salas enchiam e muitas delas esgotavam em poucos dias, fruto da capacidade da Companhia se renovar e adaptar aos tempos de mudança.

Esta obra é "um cofre de segredos. Um documento patrimonial do teatro, de Cascais e da Cidadania" referiu a escritora, professora e ex-critica teatral do Jornal Expresso, Eugénia Vasques, acrescentando que é um registo "fundamental para se conhecer a história do teatro contemporâneo, tal a qualidade do trabalho do TEC durante seis décadas, a quantidade de atores e encenadores de renome consagrados que pisaram o seu palco e a variedade de textos de autores nacionais e internacionais que são marcos na dramaturgia mundial, ali representados". (...). Leia na integra.

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A finalizar destaquemos do universo TEC: «(...) Não esquecendo também o Espaço Memória, aberto em Cascais desde 2004, um espaço com uma grande dinâmica, onde para além da exposção permanente com o acervo da Companhia, o público pode encontrar uma sala expositiva com uma variada e interessante programação, virada para as artes performativas e não só. (...)» -  e, voltamos a cartazes:

 
 

quarta-feira, 1 de maio de 2024

URBANO TAVARES RODRIGUES|«Vi correr lágrimas de chumbo por faces já velhas de camponesas e camponeses de meia idade, que vinham abraçar-me e lembrar os mortos queridos, os risos partilhados no sofrimento e na esperança»

 

 SINOPSE

«"Foi com esses que eu estive, foi por eles que me bati. [...] Ao lado dos mais infelizes, dos mais desprezados é que estive. Mais uma vez, teimosamente, ao lado dos fracos e dos explorados. Não há sofisma que volte isto do avesso. Por isso, agora, exausto, reconsidero que estou certo no meu posto de combate.
Conheci, é verdade, ardentes e revulsivas alegrias. Vi correr lágrimas de chumbo por faces já velhas de camponesas e camponeses de meia idade, que vinham abraçar-me e lembrar os mortos queridos, os risos partilhados no sofrimento e na esperança. Rostos de barro, punhos cerrados, lábios macios de mulheres que me beijavam como mães e que tinham conhecido a minha mãe, a minha infância."». Saiba mais.
 
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Distingamos estes «capítulos»:«A Revolução portuguesa e a arte»; «O papel dos intelectuais e dos artistas na revolução em Portugal». Do primeiro: